JORNALISMO INVESTIGATIVO

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quarta-feira, 26 de abril de 2017

POLÍCIA MILITAR - PROCESSO DO ESCÂNDALO DO FUSPOM TERÁ MAIS INVESTIGAÇÕES



Prezados leitores, processo ficará suspenso para o aprofundamento das investigações sobre as delações, isso poderá aumentar o número de réus.

"Jornal O Dia
Justiça suspende processo por fraude no Fuspom por seis meses
Meta é aprofundar investigações com base em depoimentos de dois delatores
25/04/2017 18:22:07
Adriana Cruz
Rio - A Auditoria da Justiça Militar suspendeu hoje, por seis meses, o andamento do processo sobre a compra fraudulenta de 75 mil litros de ácido peracético por R$ 4,2 milhões que nunca foram entregues ao Hospital Central da Polícia Militar. O pedido foi feito pelo Ministério Público para aprofundar as investigações com base nas delações premiadas dos réus Delvo Nicodemos Noronha e Sérgio Ferreira de Oliveira.
Há três processos em tramitação na Auditoria da Justiça Militar sobre a máfia, que incluiu 11 oficiais, acusada de lesar R$ 16 milhões do Fundo de Saúde da Polícia Militar (Fuspom). Com grave problema de saúde, o coronel Ricardo Pacheco, ex-chefe do Estado Maior Administrativo, teve decretada a prisão domiciliar semana passada (Leiam mais)".

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segunda-feira, 9 de maio de 2016

TENENTE CORONEL DO CORPO DE BOMBEIROS PEGAVA "EMPRÉSTIMO" COM SUBORDINADOS



Prezados leitores, a "Lei de Gérson" está entranhada em todos os lugares.

"Jornal O Dia
Justiça e Cidadania
Adriana Cruz
PUBLICADO EM 07.05.2016 - 23:40
Tenente-coronel do extinto Grupo de Prevenção e Estádios pedia empréstimos a subordinados e não pagava 
‘Tirei dinheiro do meu sustento para dar ao oficial. Sonhei muito com essa farda, para agora ser humilhado como homem e chefe de família por causa da pressão da hierarquia”. A revelação é de um dos militares que caiu no conto do tenente-coronel Carlos Marcelo Corrêa de Mello Silva, do Corpo de Bombeiros. 
Segundo depoimentos, em 2009, quando estava à frente do comando do extinto Grupo de Prevenção e Estádios (Gpreve), no Maracanã, Corrêa usava a boca de ferro — como é chamado o auto-falante do quartel — para convocar ao seu gabinete os subordinados. O chamado provocava calafrios em praças e oficiais porque, a portas fechadas, Corrêa anunciava que precisava muito de ajuda financeira. O oficial seria um especialista em contar histórias tristes envolvendo até mesmo a própria mãe, já idosa, e aproveitava-se da alta patente para pressionar a tropa a emprestar-lhe algum dinheiro. E não era qualquer trocado. Corrêa contaria ainda com a ajuda de funcionários do Banco BMG para saber a margem de crédito consignado dos militares na instituição. 
O arsenal de informações e o poder da hierarquia intimavam os bombeiros a pegar empréstimos de R$ 5 mil a R$ 10 mil no BMG. O dinheiro parava depois na conta de Corrêa. Ele prometia pagar as prestações, mas não honrava a palavra, e o prejuízo — que chegou até a R$ 20 mil em alguns casos — ficava com os subordinados. 
Seis militares tiveram coragem de denunciar o caso à Corregedoria do Corpo de Bombeiros. Corrêa foi denunciado pelo Ministério Público que atua junto à Auditoria da Justiça pelo crime de estelionato. A pena varia de dois a sete anos de prisão. O MP quer ainda que o oficial seja obrigado a devolver R$ 51.296,03 aos militares. 
Em setembro, a juíza da Auditoria da Justiça Militar, Ana Paula Monte Figueiredo Pena Barros, determinou que Corrêa fosse afastado da função. À época, ele estava lotado na Escola Superior de Comando de Bombeiro Militar. No entanto, no Boletim Interno de 25 de abril, ele foi lotado no Departamento Geral de Defesa Civil. A lotação gerou reação. Agora o MP quer saber se o mesmo tratamento costuma ser dispensado a outros réus em processos. 
Em nota, o Corpo de Bombeiros informou que instaurou Inquérito Policial Militar contra o tenente-coronel e resultou em processo na Justiça. Alegou que a atual lotação do oficial cumpre a decisão judicial porque ele está afastado da atividade operacional ou administrativa. 
Sobre a denúncia de envolvimento de funcionários no esquema, o banco BMG alega que segue a legislação dos contratos de empréstimos (Leia mais)." 

Vergonha! 

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