JORNALISMO INVESTIGATIVO

JORNALISMO INVESTIGATIVO
Comunique ao organizador qualquer conteúdo impróprio ou ofensivo
Mostrando postagens com marcador Beto Richa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Beto Richa. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 16 de março de 2017

ODEBRECHT - PEZÃO E LINDBERGH ESTÃO NA "LISTA DO FIM DO MUNDO"

governador Pezão e presidente Michel Temer


Prezados leitores, ninguém acredita que o governador Pezão, ele que foi vice do ex-governador Sérgio Cabral, o maior bandido da história do Rio de Janeiro, não tenha participado por ação ou omissão nas incontáveis falcatruas praticadas por Cabral, seus secretários e assessores de uma forma geral.
A população espera a qualquer momento a prisão de cada um deles.
A imprensa noticia que Pezão e o senador Lindbergh estão na "Lista de Janot" ou a "lista do fim do mundo".
Nós voltaremos ao tema no próximo artigo.

"Jornal Extra
15/03/17 20:53 Atualizado em 15/03/17 21:35
Pezão é um dos cinco governadores na lista de Janot 
A lista que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ontem para o Supremo Tribunal Federal (STF) atinge mais um ministro do governo de Michel Temer: Marcos Pereira (PRB) da pasta do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. O Jornal Nacional divulgou nesta quarta-feira novos nomes de políticos que foram alvo do pedido de abertura de inquérito da PGR após a delação de 78 ex-executivos da Odebrecht. 
Segundo o Jornal Nacional também estão na lista de Janot cinco governadores: Renan Filho (PMDB-AL), Luiz Fernando Pezão (PMDB-RJ), Fernando Pimentel (PT-MG) e Tião Viana (PT-AC) e Beto Richa (PSDB-PR). 
O procurador-geral também pediu a abertura de inquérito sobre os senadores: Lindbergh Farias (PT-RJ), Jorge Viana (PT), Marta Suplicy (PMDB-SP) e Lídice da Mata (PSB-BA) - (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

SEGURANÇA PÚBLICA: "SISTEMA BELTRAME" NÃO SERVE PARA O PARANÁ

Prezados leitores, recomendamos a leitura do artigo a seguir transcrito sobre segurança pública no Paraná e no Rio de Janeiro.



"SITE DO CÍCERO CATTANI
18 de janeiro de 2015.
Cultura da violência na PM.
Celso Nascimento:
Setores do oficialato da Polícia Militar do Paraná afirmam que não vai demorar muito o momento em que o governador Beto Richa revelará arrependimento por ter escolhido o deputado Fernando Francischini como titular da Secretaria de Segurança Pública. Além dos espetáculos de fanfarronice que já protagonizou nestes poucos dias à frente do cargo – como o de, por exemplo, fantasiar-se de guarda-vidas para posar para fotógrafos que cobrem a Operação Verão nas praias –, pesa também contra ele seu apego a uma visão ultrapassada de políticas de segurança. 
Sob Francischini, afirma um oficial superior da PM, “as polícias Militar e Civil já começam a adotar o que chamamos de ‘cultura da violência’. Estamos arriscados a voltar aos tempos do tacape e da truculência policial, atropelando-se preceitos básicos do Estado Democrático de Direito e desrespeitando direitos humanos”.
O alarme já soou – interpretam as mesmas fontes que, em razão da disciplina militar, pediram anonimato – quando Francischini promoveu a visita do secretário de Segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, ao governador Beto Richa na semana passada. “Não estamos negando a competência de Beltrame, mas ele pratica uma política de segurança talvez adequada à realidade dos morros cariocas dominados por quadrilhas de traficantes armados – situação que estamos longe de conhecer no Paraná”, frisaram.
Na opinião deles, o “sistema Beltrame” nem sequer deveria ser apresentado ao governador, dada a sua completa inadequação ao caso paranaense. Na mesma audiência com Richa, Francischini chegou a propor a ideia de integrar a polícia do Rio de Janeiro na guarda da fronteira do Paraná com países vizinhos, dos quais proveem a maior parte das drogas e armas traficadas para o Brasil. 
As fontes citam pensadores mundialmente respeitados em matéria de segurança pública, que acentuam uma característica comum a todas as forças militares: “as tropas são o espelho de seus comandantes”. A partir desse raciocínio e com base no histórico da atuação policial do novo secretário da Segurança – desde os tempos em que serviu na Polícia Militar do Paraná e, depois, já como agente da Polícia Federal no Espírito Santo e São Paulo – “é lícito imaginar que as nossas polícias já estejam sendo induzidas a atuações que só servem para dar à população a falsa impressão de eficiência”.
Como foi o caso – lembram as fontes – da Operação Lei e Ordem, deflagrada na última semana e que prendeu e acorrentou 68 pessoas da periferia pobre, acusadas de crimes diversos. “Operações espetaculosas servem muito bem para alimentar a mídia, mas se contrapõem às rotinas e métodos das melhores polícias do mundo”.
Por meio de sua assessoria, o secretário Fernando Francischini convidou o colunista para uma conversa, durante a qual, espera-se, sejam esclarecidas as políticas que está implementando à frente da Segurança Pública (Fonte)".

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

POLÍTICO NÃO QUER QUE POLICIAL MILITAR ESTUDE

Eu tenho defendido no twitter ( @celprpaul ) que a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro devia seguir o caminho trilhado pela Polícia Militar de Santa Catarina que exige curso superior para ingresso nas fileiras da corporação. No concurso para Soldado da PMSC é exigido curso superior e no concurso para Oficial é exigido o curso superior de bacharel em direito.
Penso que seja indispensável qualificar e valorizar o Policial Militar para que possamos um dia ter a segurança pública que precisamos e merecemos.
Infelizmente, existe político como o governador do Paraná, o senhor Beto Richa, que defende a desqualificação do Policial Militar, conforme o contido na matéria a seguir postada. 
"GAZETA DO POVO 
O governador Beto Richa (PSDB) disse em entrevista à rádio CBN, nesta quinta-feira, que acha positivo que os policiais militares do estado não tenham diploma de curso superior. 
A polêmica entre o governo e as associações que representam os policiais militares, que queriam que o governo passasse a exigir diploma dos que entram na corporação. 
Segundo Richa, é bom que os policiais não tenham diploma, porque gente formada normalmente é muito insubordinada. 
“Outra questão é de insubordinação também, uma pessoa com curso superior muitas vezes não aceita cumprir ordens de um oficial ou um superior, uma patente maior”, afirmou o governador. 
A declaração do governador é um desestímulo à educação e à cultura dentro da corporação. Nitidamente, o que Richa defende, em sua declaração, é que a PM dê preferência a pessoas que não estudem. Além de tudo, mostra uma miopia em relação à realidade do mundo. Como se pessoas sem estudo superior não pudessem ser contestadoras ou insubordinadas (pela versão de Richa, as greves comandadas por Lula no ABC nunca existiram). 
A função do Estado é estimular o estudo, e não o contrário. Mais do que isso: o governador não deveria desejar uma corporação de gente que simplesmente atende ordens cegamente, como ele parece querer. E, sim, fomentar um ambiente em que as pessoas sejam capazes de autonomia. Richa poderia, sem nenhum problema, defender que não é preciso diploma para ser policial. Mas com outros argumentos". 
Pobre é o país que tem políticos que pensam dessa forma.
Juntos Somos Fortes!