JORNALISMO INVESTIGATIVO

JORNALISMO INVESTIGATIVO
Comunique ao organizador qualquer conteúdo impróprio ou ofensivo
Mostrando postagens com marcador Curso de Formação de Oficiais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Curso de Formação de Oficiais. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 29 de março de 2022

NO TEMPO DOS "VELHOS" CORONÉIS DE POLÍCIA - UMA OBRA PRIMA

 Leiam com atenção, o documento é de 1.989.




Bons tempos!

Tempos de amor corporativo!

Juntos Somos Fortes!

sábado, 19 de março de 2022

REFLEXÕES SOBRE A ENTRADA ÚNICA PARA PMERJ E CBMERJ

 



Ao longo da minha vida eu ouvi algumas pessoas defendendo a ENTRADA ÚNICA para a PMERJ e o CBMERJ, ou seja, todos passariam a ingressar nas Instituições Militares através do concurso para o Curso de Formação de Soldados.

Ouvi raras vezes a frase: tem que entrar Soldado e sair Coronel.

Peço que façam reflexões a respeito sem esquecer a realidade existente na Forças Armadas, nas Polícias Militares e nos Corpos de Bombeiros Militar de todo Brasil.

Onde essa ideia foi adotada?

Ouvi recentemente uma inverdade, ou seja, que na Polícia Militar existem duas carreiras, algo que nem merece análise.

Pensem.

Comentem.

Juntos Somos Fortes!

domingo, 17 de setembro de 2017

BLOG DO CORONEL PAÚL: ARTIGOS MAIS LIDOS NA SEMANA DE 10 A 16 DE SETEMBRO DE 2017



Prezados leitores, relaciono os artigos mais lidos na semana de 10 a 16 de setembro de 2017.

1) RIO - DEZ CORONÉIS DO CORPO DE BOMBEIROS ESTARIAM ENTRE OS PRESOS - ASSISTAM (Link). 

2) RIO - VÍDEO - DELAÇÕES PODEM AGRAVAR CRISE NA OFICIALIDADE DO CORPO DE BOMBEIROS (Link). 

3) CORONEL PM JAIRO É DENUNCIADO POR VENDA DE SERVIÇOS IRREGULARES DO DETRAN-RJ (Link). 

4) EXIGÊNCIA DO CURSO DE DIREITO PARA O CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA PMERJ - COMENTÁRIO (Link). 

5) 20º BPM - CORREGEDORIA INDICIA COMANDANTE PELA EXISTÊNCIA DE PONTOS DE "JOGO DOS BICHOS" NA ÁREA (Link). 

Juntos Somos Fortes!

sábado, 16 de setembro de 2017

EXIGÊNCIA DO CURSO DE DIREITO PARA O CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA PMERJ - COMENTÁRIO

APM D. João VI

Prezados leitores, a Polícia Militar passou a exigir dos candidatos para o Curso de Formação de Oficiais possuírem o curso de bacharel em Direito.
A primeira turma composta por estes bacharéis está na Academia de Polícia Militar D. João VI cursando o primeiro ano.
Vozes se ergueram a favor e contra tal exigência.
Eu tenho publicado alguns dos comentários que recebo.
Publico um recebido ontem contrário à exigência para reflexão dos leitores.

"Anônimo
15 de setembro de 2017 22:14 
O curso de direito não acrescenta nada na atividade policial militar. O que sempre foi ministrado nas escolas da PM a respeito do direito penal, constitucional e administrativo sempre foi mais do que necessário àqueles que se ocuparão com o policiamento ostensivo. Ao invés dessa estratégia para forçar o ciclo completo de polícia, a PM deveria investir nas técnicas policiais, na distribuição mais eficiente do policiamento e na segurança e motivação dos seus funcionários, pois assim a sociedade ganharia. Parece não perceberem a quantidade de baixa e reserva remunerada todos os dias, perda de material humano precioso. O que é mais coerente, abrir concursos para civis que levarão anos amadurecendo e juntando experiência ou motivar os que já atingiram esse nivel a permanecer nas fileiras? Intrometer-se na carreira jurídica vai servir para negligenciar ainda mais a missão constitucionalmente prevista, mas trará poder a muita gente. Defender a cidadania através da PM não é criar defensores públicos com farda. O PM praça atua na rua como um cabide da farda, quando deveria estar circulando para prevenir a ocorrência de delitos, e o PM oficial atua em gabinetes rubricando papéis, quando deveria estar junto da tropa nas ruas. Na vontade cega de ganhar um cartório, perde a sociedade, ganham os megalomaníacos inúteis".

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

CRISE DEIXA A POLÍCIA MILITAR EM APUROS - JORNALISTA CLAUDIA FREITAS

Prezados leitores, transcrevo artigo publicado no site VIU.
Eu fiz uma breve declaração à jornalista.



"Crise deixa a PM em apuros 
SET 13, 2017 
Claudia Freitas 
Policiais do Rio de Janeiro convivem com mortes em serviço e enfrentam dificuldades para ingresso no curso de oficiais; 
Da redação 
Enquanto as estatísticas registram um número alarmante de Policiais Militares assassinados no Rio de Janeiro este ano, os praças da corporação enfrentam situações internas difíceis de superar, além do recorde de mortes entre os companheiros de farda. 
A falta de estrutura operacional, justificada pela crise na Segurança, é uma delas. Mas os policiais vêm reclamando também de mudanças no regimento da PM, que resultam em obstáculos na ascensão no plano de carreira. 
O tradicional Concurso de Formação para Oficiais (CFO) da PM do Rio foi anunciado em janeiro de 2017, mas nem todos os militares interessados conseguiram fazer a inscrição com a mesma facilidade dos anos anteriores. O exame, pela primeira vez, exigiu dos candidatos formação superior em Direito. 
A Federação Nacional de Entidades de Oficiais Militares Estaduais e a Associação de Oficiais Militares Estaduais do Rio elogiaram a iniciativa do comando. Na via contrária, a maioria dos praças e boa parte dos oficiais acha que a alteração nas normas do concurso gera entrave na escalada por cargos com melhor remuneração. 
PETIÇÃO ONLINE 
Em dezembro do ano passado, uma petição online pedia a anulação do edital do concurso para oficiais, organizada por candidatos que se sentiram prejudicados com a obrigatoriedade do curso superior em Direito. Na época, o coronel Roberto Vianna, comandante da Academia de Polícia Militar Dom João VI, afirmou que a mudança visava uma melhor prestação de serviço. “O PM atua na rua como defensor dos direitos”, disse. 
O coronel Paulo Ricardo Paúl, ex-corregedor da PM do Rio, acredita que a alteração “gera um ganho institucional, considerando que grande parte da carga horária do CFO era de matérias jurídicas. O curso pode ser comprimido e com maior carga horária aplicada nas técnicas policiais. Perderam os PMs e ganhou a instituição. Uma contradição”, avalia a coronel. 
FORÇA NACIONAL PARA DECORAÇÃO 
O soldado da PM que conversou com o Porta VIU!, mas pediu para não ser identificado, considera que a chegada da Força Nacional de Segurança ao Rio “só serviu para comer o dinheiro que poderia ser usado para pagar os salários e adicionais dos PMs”. Segundo o policial, amigos que atuam na Força Nacional contam que a ordem dada pelo comando é de “não ter guerra”. 
“O trabalho mais arriscado continua para a PM, que nem salário recebe em dia”, reclama o militar. 
Ele diz ainda que policiais nas UPPs [Unidade de Polícia Pacificadora] estão “acuados” por traficantes em comunidades e trabalhando com equipamentos sucateados e locações deprimentes (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

domingo, 5 de fevereiro de 2017

AME-RJ ENTRA NA LUTA JURÍDICA EM DEFESA DO CONCURSO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS -

Prezados leitores, a AME-RJ entrou na ação direta de inconstitucionalidade promovida pela ADEPOL contra o concurso do Curso de Formação de Oficiais da PMERJ, na qualidade de amicus curiae (conceito).




Juntos Somos Fortes!

PS: Por erro foi informado que teria sido a AOMAI a entrar na luta, mas foi a AME-RJ, que merece nossos parabéns pela iniciativa.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

GABARITO DO CONCURSO PARA O CURSO DE FORMAÇÃO DE OFCIAIS

Prezados leitores, transcrevemos matéria do Jornal Extra sobre o gabarito das provas objetivas do concurso para o Curso de Formação de Oficiais da PMERJ.




"Jornal Extra
31/01/17 10:23 Atualizado em 31/01/17 10:24 
Concurso para oficiais da PM divulga gabarito de prova objetiva 
Foi divulgado, nesta terça-feira, o gabarito preliminar das provas objetivas do concurso para oficiais da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ). O processo seletivo é o primeiro que exige formação no curso superior de Direito para o desempenho da função. São 50 vagas, e os vencimentos vão de R$ 2.550 (aluno-oficial) a R$ 6.595,83 (segundo-tentente). 
As respostas poder conferidas no site (LINK) da banca organizadora da seleção, o Ibade. Os candidatos terão o prazo de 1º a 7 de fevereiro para registrarem recursos contra esse gabarito (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

sábado, 28 de janeiro de 2017

ATENÇÃO! AMANHÃ - MANTIDO CONCURSO PARA OFICIAL DA POLÍCIA MILITAR

Prezados leitores, após publicarmos o artigo anterior sobre o tema (Link para o artigo), tivemos conhecimento que por decisão do Poder Judiciário o concurso para Oficial da Polícia Militar foi mantido para amanhã.




A decisão judicial:



Juntos Somos Fortes!

BRASIL: AS POLÍCIAS ESTADUAIS SÃO INEFICAZES, QUEM QUER MANTÊ-LAS ASSIM?





Prezados leitores, as polícias estaduais do Brasil padecem de uma ineficiência crônica.
A polícia organizada militarmente e responsável pelo policiamento ostensivo e pela preservação da ordem pública, após conseguir se desatrelar ideologicamente das Forças Armadas e começar a qualificar seus quadros na direção do policial, foi totalmente dominada pelos políticos que tornaram seus comandantes subservientes aos seus interesses escusos, em troca de cargos e gratificações, enquanto  impuseram à instituição suas vontades nos diferentes governos e trouxeram malefícios que quase destruíram por completo a sua identidade e os seus valores.
Uma instituição sem identidade e sem valores não pode ser eficaz.
O fracasso do projeto das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) retrata fielmente tal realidade.
Um projeto político implantado de qualquer forma com fins eleitorais e que se tornou uma catástrofe.
Por sua vez, a polícia não organizada militarmente, responsável pelas investigações criminais, apresenta historicamente índices de elucidação deses delitos que bem retrata a sua ineficiência.
UM mal que talvez passe pela resistência em não se dedicar exclusivamente à tarefa investigativa.
A polícia investigativa chegou a constituir uma grupo de operações especiais, quando poderia se valer do apoio da polícia ostensiva, quando precisasse de maior segurança para investigar.
Usa até veículos (caveirões) e helicópteros blindados, algo também sem qualquer necessidade para uma polícia unicamente investigativa.
Além disso, deve contribuir para os baixos índices de resultados o fato de ser dirigida (liderada, chefiada, ...) por "alienígenas", por assim dizer, considerando que o delegado de polícia, não faz carreira na instituição e entra no andar de cima através de concurso público específico.
Talvez se os comissários exercessem esse mando os resultados seriam mais significativos, esses policiais civis de carreira com larga experiência na investigação policial, algo que não se ensina (e por via de consequência não se aprende) nas faculdades de direito, as quais não preparam para o exercício da função de delegado de polícia.
Os leitores podem não concordar com alguns dos nossos argumentos, mas pelo menos concordarão que as polícias estaduais são ineficientes.
Pois bem nesse cenário de ineficiência, a polícia ostensiva e de preservação da ordem pública, seguindo exemplos exitosos implantados há alguns anos em outros estados brasileiros, resolveu atender o interesse público e melhor qualificar seu quadro de Oficiais, exigindo que os candidatos ao concurso para o Curso de Formação de Oficiais sejam bacharéis em Direito.
Tal medida também atende ao princípio da economicidade, muito importante em tempos de crise econômica, considerando que com a mudança a instituição não precisará continuar ministrando aos futuros Oficiais incontáveis matérias do mundo jurídico, como sempre ocorreu e poderá diminuir de três para dois anos o curso, dedicando integralmente o tempo à formação do policial.
A mudança só produz vantagens para a população e para a instituição.
Os milhares de inscritos no concurso demonstram o interesse dos bacharéis em seguirem a carreira policial militar.
Para surpresa de todos o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) suspendeu a realização das provas que ocorreriam amanhã, baseado em alegações que por mais que se esforcem, nunca farão sentido para quem almeja policiais e polícias melhores.
Diante da violência existente no Rio de Janeiro, dominado por facções criminosas, tentar impedir a melhoria da qualificação dos policiais parece coisa de "alienígena".

Juntos Somos Fortes!

PS: Após a publicação do artigo, fomos informados que o Poder Judiciário manteve a realização do concurso.
Parabéns a todos que se esforçaram para derrubar a decisão de adiamento.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

PMERJ - CONCURSO PARA O CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS - ADIAMENTO

Prezados leitores, decisão do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) prejudica a população, a Polícia Militar e os mais de oito mil candidatos inscritos.


ex-governador Sérgio Cabral e presidente do TCE-RJ Aloysio Neves



"Jornal O Dia
Presidente do TCE-RJ determina a suspensão do concurso da PM 
26/01/2017 19:02:23 
Rio - O presidente do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), Aloysio Neves, determinou a suspensão do concurso público da Polícia Militar nesta quinta-feira (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

sábado, 21 de janeiro de 2017

NOVAS OPINIÕES SOBRE CONCURSO PARA O CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA PMERJ

Prezados leitores, fiéis aos nossos princípios seguimos publicando opiniões favoráveis e contrárias a alteração feita pela Polícia Militar no sentido de ser exigido o curso de bacharel em direito para os candidatos ao CFO-PMERJ.




"Site G1
PM do Rio limita vagas de mulheres em concurso para oficiais da corporação
Apenas 5 mulheres, num total de 50 vagas, poderão ser aprovadas. Formação obrigatória em direito também vem recebendo críticas.
Por Marco Antônio Martins, G1 Rio
19/01/2017 06h33 Atualizado 19/01/2017 08h22
A Polícia Militar do Rio realiza na próxima semana as provas para a escolha dos 50 novos oficiais da corporação, num concurso com regras diferentes das planejadas nos últimos dois anos. O novo edital, divulgado em 20 de dezembro passado, vem recebendo críticas por limitar o acesso de mulheres ao oficialato e exigir dos candidatos formação em direito. Apenas, cinco vagas, ou seja, 10% do total, estão destinadas ao sexo feminino.
O edital para novos oficiais no Rio, divulgado em dezembro, atraiu críticas de quem trabalhava com o planejamento anterior da PM. Além de queixas sobre as poucas vagas destinadas as mulheres, há também reclamações pela nova exigência do diploma de Direito aos candidatos. "A polícia ainda é uma instituição muito machista. Por trás disso, me parece um projeto elitista que isola os praças, impedindo que soldados, cabos e sargentos possam atingir o topo da carreira", critica o coronel Robson Rodrigues, ex-chefe do Estado Maior da corporação e um dos responsáveis por elaborar o projeto anterior para novos oficiais da PM.
Em 2015, a Polícia Militar do Rio lançou um projeto para ampliar a capacitação e que poderia também resultar em mais candidatos a oficiais. Na ocasião, havia um projeto para que, em 15 anos, todos os soldados da corporação tivessem curso superior no currículo. A corporação iniciou então, na época, em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF), um curso superior de tecnólogo em Segurança Pública. Os praças que cursassem as disciplinas poderiam ainda se inscrever para a prova de oficiais, o que possibilitaria a uma ascensão na carreira.
Formados apenas em curso fruto de parceria ficam de fora
Em pouco mais de dois anos, 3.000 alunos passaram pelo curso, sendo 80% deles da Polícia Militar. A primeira turma formou 80 alunos. Agora, em março, outros 250 serão formados. A nova gestão da PM do Rio decidiu que apenas formados em direito podem fazer a prova para oficiais. De nada valeu o curso da UFF. Os alunos reclamam a decisão por deixá-los de fora da prova, mas não dão entrevistas por serem proibidos pela corporação. 
"A proposta do atual concurso frusta aqueles profissionais que tentavam evoluir na carreira. Além disso, quem disse que o Direito é a disciplina adequada? Isso é agir na contramão do pensamento, já que o policial precisa estar próximo do público e ter uma visão geral para atender a população", afirma o professor Lenin Pires, antropólogo e professor do Curso de Tecnólogo em Segurança Pública. Pires foi escolhido como professor homenageado pela primeira turma de Tecnólogos em Segurança Pública.
"Isso (o concurso) é um retrocesso. O pior é que me parece um projeto corporativista e de alguns setores do oficialato, que não conversa com a sociedade, tampouco com uma grande parcela das praças que se interessou em buscar o aperfeiçoamento profissional", comenta o coronel Robson Rodrigues. Segundo ele, a escolha pelo Direito "não vai aperfeiçoar o trabalho policial".
"É produzir o distanciamento que há na Polícia Civil. Me parece uma disputa desnecessária que não contribui com a modernização da polícia e tampouco com interesse social. Em suma, essa ação é isolada e anacrônica, desconectada, portanto, do plano mais amplo que previa, inclusive, uma alteração da carreira policial militar no estado, com a flexibilização das estruturas militares", opina o coronel, também formado em Direito.
Os candidatos às vagas de oficiais da PM do Rio devem ter entre 18 e 34 anos. A inscrição foi de R$ 112, preço superior ao médio adotado por outros concursos, como o do Tribunal Regional Federal do Rio e Espírito Santo, que custou R$ 70. 
PM diz que Direito é necessário 
O comandante Rodrigo Vianna, da PM, explica que o curso de Direito é necessário para o trabalho do policial.
“Esse curso visa formar tenentes e capitães. Eles funcionam como autoridades de polícia judiciária militar. Eles participam de julgamentos e processos em que o Direito é uma ferramenta fundamental, um instrumental muito importante para um desempenho melhor das funções. Ganha a sociedade quando passamos a pedir o bacharelado em Direito para esse candidato. Estamos estudando a possibilidade de, no futuro, como parte do concurso, como prova de títulos, aceitar o curso superior tecnológico de segurança pública devido a sua afinidade com a área. Ou seja, não há impedimento nenhum de que, no futuro, esse curso seja aproveitado. E quem possui esse curso, mas possui bacharelado em Direito, está convidado a realizar a prova”, explicou o PM. 
Ele explica a restrição à presença feminina: 
“Nós temos dois aspectos que precisamos analisar: o legal e técnico. No aspecto legal, a Procuradoria Geral do Estado do RJ, responsável pela aprovação dos editais, tendo em vista os exames de educação física para homens e mulheres são distintos, de que deveria haver a delimitação de vagas para as mulheres. No campo de vista técnico, tento em vista que mais de 90% dos nossos presos e abordados são do sexo masculino, a legislação processual penal fala para evitar ao máximo que a revista em mulheres seja feita por homens e também o oposto. Estamos adequando esse percentual à realidade encontrada”, contou o militar. 
Polícia Federal já não tem limitador por sexo 
O limite vai na contramão da tendência de possibilitar que as mulheres tenham mais acesso à carreiras no serviço público no País. Na Polícia Federal, por exemplo, já não há limitador no número de vagas. Se classifica quem obtiver a maior nota, independente de ser homem ou mulher. Além disso, tramita na Câmara Federal um projeto que reserva ao sexo feminino, 25% das vagas em concursos na área de segurança pública. Em dezembro, o projeto passou pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. 
Pesquisa sobre o perfil das instituições feita pelo Fórum Nacional de Segurança Pública mostra que as mulheres ocupam 20% do efetivo nacional das forças de segurança. Nas Polícias militares, elas são, em média, 7,2% do efetivo. No Corpo de Bombeiros está em 7,9% (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

AOMAI APOIA MUDANÇA NO CONCURSO PARA O CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS

Prezados leitores, a AOMAI apoia a mudança feita no concurso, nos termos contidos na carta que publicamos a seguir.
Uma cópia foi entregue no Gabinete do Comandante Geral.




Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

BACHAREL EM DIREITO PARA O CFO E PARA OS OUTROS CURSOS DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS ?

Prezados leitores, fiéis à nossa postura de não tentarmos formar opinião, mas de fornecer subsídios para que cada um formem a própria opinião, temos publicado manifestações favoráveis e contrárias à exigência do curso de bacharel em direito para o concurso para o Curso de Formação de Oficiais.
Eis uma nova opinião favorável:




Após tantas manifestações, nos surgiram algumas dúvidas com relação à referida exigência.
Como ficará a formação dos Oficiais QOA?
A exigência será igual? Eles terão que ser bacharéis em direito?
Como ficará a formação dos Oficiais da área de saúde?
O estágio atual de alguns meses será substituído por um curso de dois anos como farão os bacharéis em direito?
Afinal teremos dois alunos em formação, ambos com curso superior.
Antecipamos o nosso pedido de desculpas se as nossas dúvidas não fazem qualquer sentido e são decorrentes da nossa falta de informação sobre o tema em virtude de estarmos afastados do serviço ativo desde 2010.

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

RIO: CONCURSO PARA O CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS - PALAVRAS DO CMT DA APM D. JOÃO VI

Prezados leitores, ouçam a opinião do Comandante da APM D. João VI sobre a exigência do curso de bacharel em direito para o concurso para o Curso de Formação de Oficiais.




Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

EXIGÊNCIA DE CURSO SUPERIOR NO CONCURSO PARA OFICIAL DA PM POR ESTADO BRASILEIRO

Prezados leitores, a seguir publicamos um mapa encaminhado pela FENEME sobre a exigência de ensino médio, de curso superior e, especificamente, de curso de direito por estado para o concurso para o Curso de Formação de Oficiais das Polícias Militares.
Analisem e opinem sobre a mudança feita no Rio de Janeiro que exigia o ensino médio.





Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

OPINIÕES CONTRÁRIAS À EXIGÊNCIA DO CURSO DE DIREITO PARA OFICIAL DA POLÍCIA MILITAR



Prezados leitores, ao longo de quase dez anos o nosso espaço democrático sempre primou por dar espaço a todas as opiniões, inclusive a críticas contra os nossos posicionamentos, considerando que o nosso objetivo sempre foi fornecer subsídios para que nosso leitor possa formar a sua opinião e não ser direcionado para aceitar a nossa.
A seguir transcrevemos comentários que recebemos e publicamos que manifestam opiniões contrárias à exigência do curso de direito para o concurso do Curso de Formação de Oficiais da PMERJ:

1) Anônimo
4 de janeiro de 2017 12:46 
Essa conversa de que irá melhorar o atendimento ao público é falácia. Quem atende ao público são praças. Então para melhorar o atendimento ao público o ideal seriam praças mais bem formados tecnicamente e intelectualmente. Tecnicamente seriam praças com capacidade de lidar com a realidade das ruas do RJ, e não meninos e meninas largados à própria sorte e ao improviso. Intelectualmente seriam praças com qualquer formação de nível superior ou tecnólogo. Neste último caso, formação em segurança pública. Na verdade, os oficiais estão forçando a barra para mudar suas missões, talvez já prevendo que a realidade brasileira não precise de tanta gente trancada em gabinetes. A razão de existir uma polícia de prevenção não é melhorar o conhecimento jurídico de seus integrantes para interagir com os operadores do direito, assim como não é investigar crimes. A razão de sua existência é evitar que o criminoso haja porque a polícia militar está fardada e ocupando o território público. 
Vocês estão decretando o fim da PM. 

2) João Barbosa
4 de janeiro de 2017 09:4
Bom para a sociedade, ruim para os policiais, a exigência do curso superior não quer dizer que teremos uma policia melhor já que conheço vários bacharéis em direito que sequer tiveram notas suficientes para serem aprovados nas provas de soldado, ai a pmerj ao invés de criar convênios em escolas para que PPMM estudem se formem e cresçam, vem com essa história de para ser oficial tem de ser formado, ora, quem é bacharel em direito dificilmente ira querer entrar na PM, só vai se achar que é bom, um bacharel em direito faz prova para a PM e trabalha alem do normal mais escala extra, salário apos formado 6.000,00, ou faz prova para o MP, DP ou qualquer atividade forense, com o curso superior vai trabalhar menos da metade da PM e com salário inicial acima de 15.000,00 e mais o respeito que terá. 

Juntos Somos Fortes!

NÚMERO DE INSCRITOS SUPERA EXPECTATIVA NO CONCURSO PARA OFICIAL DA POLÍCIA MILITAR



Prezados leitores, quando a Polícia Militar decidiu exigir o curso de bacharel em direito para a inscrição no concurso para o Curso de Formação de Oficiais (CFO), surgiram uma série de críticas.
Muitos alegavam que nenhum bacharel em direito teria interesse em ser Oficial da PMERJ, que os objetivos deles eram outros.
Salvo melhor juízo, tal previsão foi errada.
Ontem, o número de inscritos ultrapassou os 4.400, isso para 50 vagas.

"Jornal O Globo
04/01/17 06:00 
Concurso de oficial da PM já tem mais de quatro mil inscritos 
Ana Clara Veloso 
O concurso da Polícia Militar com 50 vagas para oficiais tinha até ontem, às 17h, 4.464 inscritos. Como o fim do prazo de inscrições ainda está distante — dia 15 de janeiro —, a expectativa para a primeira seleção que exige nível superior em Direito para o posto de oficial no Estado do Rio deverá ser superada.
— Esperávamos cerca de cinco mil inscrições. Mas, agora, acredito que chegaremos a ter de seis mil a sete mil inscritos — afirmou o major Luiz Alexandre Souza, chefe da Divisão de Ensino da Academia da Polícia Militar (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

VÍDEO: O GANHO PARA A POPULAÇÃO DO NOVO CONCURSO PARA OFICIAL PM

Prezados leitores, o Coronel PM RR Ubiratan de Oliveira Angelo, ex-Comandante Geral, apresenta algumas das vantagens da exigência do curso de direito para o ingresso no Curso de Formação de Oficiais da PMERJ.




Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

PMERJ - CONCURSO PARA O CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS - O INTERESSE DA DELEGADA PCERJ

Prezados leitores, a exigência do curso de bacharel em direito para o Curso de Formação de Oficiais da PMERJ, continua despertando interesse.




Juntos Somos Fortes!