JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sábado, 22 de abril de 2017

POLÍCIA MILITAR: UM DIA HISTÓRICO NA ACADEMIA DE POLÍCIA MILITAR D. JOÃO VI

Prezados leitores, publicamos vídeo sobre o Aspirantado e a incorporação da primeira turma composta apenas por bacharéis em direito.




Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

GABARITO DO CONCURSO PARA O CURSO DE FORMAÇÃO DE OFCIAIS

Prezados leitores, transcrevemos matéria do Jornal Extra sobre o gabarito das provas objetivas do concurso para o Curso de Formação de Oficiais da PMERJ.




"Jornal Extra
31/01/17 10:23 Atualizado em 31/01/17 10:24 
Concurso para oficiais da PM divulga gabarito de prova objetiva 
Foi divulgado, nesta terça-feira, o gabarito preliminar das provas objetivas do concurso para oficiais da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ). O processo seletivo é o primeiro que exige formação no curso superior de Direito para o desempenho da função. São 50 vagas, e os vencimentos vão de R$ 2.550 (aluno-oficial) a R$ 6.595,83 (segundo-tentente). 
As respostas poder conferidas no site (LINK) da banca organizadora da seleção, o Ibade. Os candidatos terão o prazo de 1º a 7 de fevereiro para registrarem recursos contra esse gabarito (Leiam mais)". 

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

sábado, 21 de janeiro de 2017

NOVAS OPINIÕES SOBRE CONCURSO PARA O CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA PMERJ

Prezados leitores, fiéis aos nossos princípios seguimos publicando opiniões favoráveis e contrárias a alteração feita pela Polícia Militar no sentido de ser exigido o curso de bacharel em direito para os candidatos ao CFO-PMERJ.




"Site G1
PM do Rio limita vagas de mulheres em concurso para oficiais da corporação
Apenas 5 mulheres, num total de 50 vagas, poderão ser aprovadas. Formação obrigatória em direito também vem recebendo críticas.
Por Marco Antônio Martins, G1 Rio
19/01/2017 06h33 Atualizado 19/01/2017 08h22
A Polícia Militar do Rio realiza na próxima semana as provas para a escolha dos 50 novos oficiais da corporação, num concurso com regras diferentes das planejadas nos últimos dois anos. O novo edital, divulgado em 20 de dezembro passado, vem recebendo críticas por limitar o acesso de mulheres ao oficialato e exigir dos candidatos formação em direito. Apenas, cinco vagas, ou seja, 10% do total, estão destinadas ao sexo feminino.
O edital para novos oficiais no Rio, divulgado em dezembro, atraiu críticas de quem trabalhava com o planejamento anterior da PM. Além de queixas sobre as poucas vagas destinadas as mulheres, há também reclamações pela nova exigência do diploma de Direito aos candidatos. "A polícia ainda é uma instituição muito machista. Por trás disso, me parece um projeto elitista que isola os praças, impedindo que soldados, cabos e sargentos possam atingir o topo da carreira", critica o coronel Robson Rodrigues, ex-chefe do Estado Maior da corporação e um dos responsáveis por elaborar o projeto anterior para novos oficiais da PM.
Em 2015, a Polícia Militar do Rio lançou um projeto para ampliar a capacitação e que poderia também resultar em mais candidatos a oficiais. Na ocasião, havia um projeto para que, em 15 anos, todos os soldados da corporação tivessem curso superior no currículo. A corporação iniciou então, na época, em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF), um curso superior de tecnólogo em Segurança Pública. Os praças que cursassem as disciplinas poderiam ainda se inscrever para a prova de oficiais, o que possibilitaria a uma ascensão na carreira.
Formados apenas em curso fruto de parceria ficam de fora
Em pouco mais de dois anos, 3.000 alunos passaram pelo curso, sendo 80% deles da Polícia Militar. A primeira turma formou 80 alunos. Agora, em março, outros 250 serão formados. A nova gestão da PM do Rio decidiu que apenas formados em direito podem fazer a prova para oficiais. De nada valeu o curso da UFF. Os alunos reclamam a decisão por deixá-los de fora da prova, mas não dão entrevistas por serem proibidos pela corporação. 
"A proposta do atual concurso frusta aqueles profissionais que tentavam evoluir na carreira. Além disso, quem disse que o Direito é a disciplina adequada? Isso é agir na contramão do pensamento, já que o policial precisa estar próximo do público e ter uma visão geral para atender a população", afirma o professor Lenin Pires, antropólogo e professor do Curso de Tecnólogo em Segurança Pública. Pires foi escolhido como professor homenageado pela primeira turma de Tecnólogos em Segurança Pública.
"Isso (o concurso) é um retrocesso. O pior é que me parece um projeto corporativista e de alguns setores do oficialato, que não conversa com a sociedade, tampouco com uma grande parcela das praças que se interessou em buscar o aperfeiçoamento profissional", comenta o coronel Robson Rodrigues. Segundo ele, a escolha pelo Direito "não vai aperfeiçoar o trabalho policial".
"É produzir o distanciamento que há na Polícia Civil. Me parece uma disputa desnecessária que não contribui com a modernização da polícia e tampouco com interesse social. Em suma, essa ação é isolada e anacrônica, desconectada, portanto, do plano mais amplo que previa, inclusive, uma alteração da carreira policial militar no estado, com a flexibilização das estruturas militares", opina o coronel, também formado em Direito.
Os candidatos às vagas de oficiais da PM do Rio devem ter entre 18 e 34 anos. A inscrição foi de R$ 112, preço superior ao médio adotado por outros concursos, como o do Tribunal Regional Federal do Rio e Espírito Santo, que custou R$ 70. 
PM diz que Direito é necessário 
O comandante Rodrigo Vianna, da PM, explica que o curso de Direito é necessário para o trabalho do policial.
“Esse curso visa formar tenentes e capitães. Eles funcionam como autoridades de polícia judiciária militar. Eles participam de julgamentos e processos em que o Direito é uma ferramenta fundamental, um instrumental muito importante para um desempenho melhor das funções. Ganha a sociedade quando passamos a pedir o bacharelado em Direito para esse candidato. Estamos estudando a possibilidade de, no futuro, como parte do concurso, como prova de títulos, aceitar o curso superior tecnológico de segurança pública devido a sua afinidade com a área. Ou seja, não há impedimento nenhum de que, no futuro, esse curso seja aproveitado. E quem possui esse curso, mas possui bacharelado em Direito, está convidado a realizar a prova”, explicou o PM. 
Ele explica a restrição à presença feminina: 
“Nós temos dois aspectos que precisamos analisar: o legal e técnico. No aspecto legal, a Procuradoria Geral do Estado do RJ, responsável pela aprovação dos editais, tendo em vista os exames de educação física para homens e mulheres são distintos, de que deveria haver a delimitação de vagas para as mulheres. No campo de vista técnico, tento em vista que mais de 90% dos nossos presos e abordados são do sexo masculino, a legislação processual penal fala para evitar ao máximo que a revista em mulheres seja feita por homens e também o oposto. Estamos adequando esse percentual à realidade encontrada”, contou o militar. 
Polícia Federal já não tem limitador por sexo 
O limite vai na contramão da tendência de possibilitar que as mulheres tenham mais acesso à carreiras no serviço público no País. Na Polícia Federal, por exemplo, já não há limitador no número de vagas. Se classifica quem obtiver a maior nota, independente de ser homem ou mulher. Além disso, tramita na Câmara Federal um projeto que reserva ao sexo feminino, 25% das vagas em concursos na área de segurança pública. Em dezembro, o projeto passou pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. 
Pesquisa sobre o perfil das instituições feita pelo Fórum Nacional de Segurança Pública mostra que as mulheres ocupam 20% do efetivo nacional das forças de segurança. Nas Polícias militares, elas são, em média, 7,2% do efetivo. No Corpo de Bombeiros está em 7,9% (Fonte)". 

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

AOMAI APOIA MUDANÇA NO CONCURSO PARA O CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS

Prezados leitores, a AOMAI apoia a mudança feita no concurso, nos termos contidos na carta que publicamos a seguir.
Uma cópia foi entregue no Gabinete do Comandante Geral.




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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

CONCURSO PARA SOLDADO DA POLÍCIA MILITAR SERÁ INVESTIGADO



Prezados leitores, o concurso para Soldado da Polícia Militar será investigado.

"SITE R7 
9/9/2014 às 20h07
Alerj encaminha ao MP denúncias de irregularidades em concurso para PM no RJ
Um grupo de candidatos participou de uma manifestação nas escadarias da Alerj
A Comissão de Segurança Pública da Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) decidiu encaminhar ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do Estado um conjunto de denúncias de irregularidades sobre o último concurso da Polícia Militar do Rio, realizado no dia 31 de agosto.
Na tarde desta terça, enquanto os deputados debatiam o caso, um grupo com cerca de 100 candidatos realizou um protesto nas escadarias da Alerj, no centro do Rio, pela anulação do concurso. A manifestação transcorreu de forma pacífica. 
Segundo a Comissão de Segurança Pública, houve erros flagrantes, “desde a dissonância entre as questões aplicadas e o conteúdo previsto no edital até o uso irregular de telefones celulares durante as prova, o que era proibido”. Ainda de acordo com a Alerj, “também há indícios de falhas de conteúdo programático e erros de enunciados”. O concurso teve 105 mil candidatos inscritos, que disputam 6.000 vagas (Fonte)".

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CONCURSO DA POLÍCIA MILITAR SERÁ INVESTIGADO PELO MINISTÉRIO PÚBLICO

Prezados leitores, a cada dia fica mais complicada a situação do concurso para Soldado da Polícia Militar do estado do Rio de Janeiro.
O Ministério Público vai investigar o concurso.

(Jornal Extra)


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quarta-feira, 3 de setembro de 2014

POLÍCIA MILITAR - PROVA DO CONCURSO PODERÁ SER ANULADA

Prezados leitores, caso sejam confirmadas as denúncias sobre o conteúdo das provas estar em desacordo com o contido no edital, as provas poderão ser anuladas, mas isso não é fácil de provar.


(Povo do Rio)


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quinta-feira, 31 de julho de 2014

RIO: COMO EXPLICAR MAIS DE 100 MIL INSCRITOS NO CONCURSO PARA SOLDADO DA POLÍCIA MILITAR?



Prezados leitores, qual a explicação para mais de 100 mil se candidatarem para o concurso para ser Soldado da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro?

JORNAL DO BRASIL
Rio
30/07 às 17h16
Concurso da PM do Rio tem mais de 100 mil inscritos
Agência Brasil 
O concurso da Polícia Militar do Rio de Janeiro para preencher 6 mil vagas de soldados, que será realizado no próximo dia 31 de agosto, recebeu mais de 100 mil inscrições, de homens e mulheres. As inscrições terminaram no último dia 7. 
No total, serão 105.458 candidatos ao cargo de soldado, sendo 83.892 homens e 21.566 mulheres. A relação candidato/vaga é de 17,57 para cada uma das 6 mil vagas oferecidas, sendo que 20% são destinadas aos candidatos que se declararam negros ou índios. O vencimento dos aprovados, após passar pelo curso de formação, será R$2.409,06. 
Os locais de provas do concurso serão divulgados dia 22 de agosto no site www.exatuspr.com.br. Os candidatos realizarão uma avaliação intelectual, com aplicação de prova objetiva e redação, de caráter eliminatório e classificatório. Depois serão submetidos a avaliação psicológica, exame antropométrico, teste de aptidão física, exame toxicológico, exames médicos e investigação social e documental (Leia mais)".

Cabe destacar de início que o concurso para o Curso de Formação de Soldados do Corpo de Bombeiros também teve um número gigantesco de inscritos, mas a situação no Corpo de Bombeiros é um pouco diferente da Polícia Militar, sobretudo com relação ao risco de morte.
A segurança pública vive uma grave crise no Rio de Janeiro.
Os salários são baixos, a qualificação é deficiente, a carga horária é abusiva e diariamente Policiais Militares são mortos ou feridos.
Diante desse quadro,  como explicar mais de 100 mil inscritos para o concurso do Curso de Formação de Soldados da Polícia Militar?
A estabilidade do emprego público?
As dificuldades encontradas no mercado de trabalho para jovens que possuem unicamente o segundo grau?
Qual a sua opinião?

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