JORNALISMO INVESTIGATIVO

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segunda-feira, 27 de março de 2017

AOMAI - REUNIÃO URGENTE - AMANHÃ - 11:00 HORAS



Prezados leitores, o presidente da AOMAI está convocando todos os sócios para a reunião que será realizada amanhã, às 11:00 horas.
Aproveitamos para solicitar que os associados que sejam nossos leitores que façam contatos com os associados que conhecerem para avisá-los.
Os temas abordados são de extrema relevância e a participação dos associados é fundamental para que se obtenham as melhores decisões.

Juntos Somos Fortes!

sábado, 21 de janeiro de 2017

NOVAS OPINIÕES SOBRE CONCURSO PARA O CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA PMERJ

Prezados leitores, fiéis aos nossos princípios seguimos publicando opiniões favoráveis e contrárias a alteração feita pela Polícia Militar no sentido de ser exigido o curso de bacharel em direito para os candidatos ao CFO-PMERJ.




"Site G1
PM do Rio limita vagas de mulheres em concurso para oficiais da corporação
Apenas 5 mulheres, num total de 50 vagas, poderão ser aprovadas. Formação obrigatória em direito também vem recebendo críticas.
Por Marco Antônio Martins, G1 Rio
19/01/2017 06h33 Atualizado 19/01/2017 08h22
A Polícia Militar do Rio realiza na próxima semana as provas para a escolha dos 50 novos oficiais da corporação, num concurso com regras diferentes das planejadas nos últimos dois anos. O novo edital, divulgado em 20 de dezembro passado, vem recebendo críticas por limitar o acesso de mulheres ao oficialato e exigir dos candidatos formação em direito. Apenas, cinco vagas, ou seja, 10% do total, estão destinadas ao sexo feminino.
O edital para novos oficiais no Rio, divulgado em dezembro, atraiu críticas de quem trabalhava com o planejamento anterior da PM. Além de queixas sobre as poucas vagas destinadas as mulheres, há também reclamações pela nova exigência do diploma de Direito aos candidatos. "A polícia ainda é uma instituição muito machista. Por trás disso, me parece um projeto elitista que isola os praças, impedindo que soldados, cabos e sargentos possam atingir o topo da carreira", critica o coronel Robson Rodrigues, ex-chefe do Estado Maior da corporação e um dos responsáveis por elaborar o projeto anterior para novos oficiais da PM.
Em 2015, a Polícia Militar do Rio lançou um projeto para ampliar a capacitação e que poderia também resultar em mais candidatos a oficiais. Na ocasião, havia um projeto para que, em 15 anos, todos os soldados da corporação tivessem curso superior no currículo. A corporação iniciou então, na época, em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF), um curso superior de tecnólogo em Segurança Pública. Os praças que cursassem as disciplinas poderiam ainda se inscrever para a prova de oficiais, o que possibilitaria a uma ascensão na carreira.
Formados apenas em curso fruto de parceria ficam de fora
Em pouco mais de dois anos, 3.000 alunos passaram pelo curso, sendo 80% deles da Polícia Militar. A primeira turma formou 80 alunos. Agora, em março, outros 250 serão formados. A nova gestão da PM do Rio decidiu que apenas formados em direito podem fazer a prova para oficiais. De nada valeu o curso da UFF. Os alunos reclamam a decisão por deixá-los de fora da prova, mas não dão entrevistas por serem proibidos pela corporação. 
"A proposta do atual concurso frusta aqueles profissionais que tentavam evoluir na carreira. Além disso, quem disse que o Direito é a disciplina adequada? Isso é agir na contramão do pensamento, já que o policial precisa estar próximo do público e ter uma visão geral para atender a população", afirma o professor Lenin Pires, antropólogo e professor do Curso de Tecnólogo em Segurança Pública. Pires foi escolhido como professor homenageado pela primeira turma de Tecnólogos em Segurança Pública.
"Isso (o concurso) é um retrocesso. O pior é que me parece um projeto corporativista e de alguns setores do oficialato, que não conversa com a sociedade, tampouco com uma grande parcela das praças que se interessou em buscar o aperfeiçoamento profissional", comenta o coronel Robson Rodrigues. Segundo ele, a escolha pelo Direito "não vai aperfeiçoar o trabalho policial".
"É produzir o distanciamento que há na Polícia Civil. Me parece uma disputa desnecessária que não contribui com a modernização da polícia e tampouco com interesse social. Em suma, essa ação é isolada e anacrônica, desconectada, portanto, do plano mais amplo que previa, inclusive, uma alteração da carreira policial militar no estado, com a flexibilização das estruturas militares", opina o coronel, também formado em Direito.
Os candidatos às vagas de oficiais da PM do Rio devem ter entre 18 e 34 anos. A inscrição foi de R$ 112, preço superior ao médio adotado por outros concursos, como o do Tribunal Regional Federal do Rio e Espírito Santo, que custou R$ 70. 
PM diz que Direito é necessário 
O comandante Rodrigo Vianna, da PM, explica que o curso de Direito é necessário para o trabalho do policial.
“Esse curso visa formar tenentes e capitães. Eles funcionam como autoridades de polícia judiciária militar. Eles participam de julgamentos e processos em que o Direito é uma ferramenta fundamental, um instrumental muito importante para um desempenho melhor das funções. Ganha a sociedade quando passamos a pedir o bacharelado em Direito para esse candidato. Estamos estudando a possibilidade de, no futuro, como parte do concurso, como prova de títulos, aceitar o curso superior tecnológico de segurança pública devido a sua afinidade com a área. Ou seja, não há impedimento nenhum de que, no futuro, esse curso seja aproveitado. E quem possui esse curso, mas possui bacharelado em Direito, está convidado a realizar a prova”, explicou o PM. 
Ele explica a restrição à presença feminina: 
“Nós temos dois aspectos que precisamos analisar: o legal e técnico. No aspecto legal, a Procuradoria Geral do Estado do RJ, responsável pela aprovação dos editais, tendo em vista os exames de educação física para homens e mulheres são distintos, de que deveria haver a delimitação de vagas para as mulheres. No campo de vista técnico, tento em vista que mais de 90% dos nossos presos e abordados são do sexo masculino, a legislação processual penal fala para evitar ao máximo que a revista em mulheres seja feita por homens e também o oposto. Estamos adequando esse percentual à realidade encontrada”, contou o militar. 
Polícia Federal já não tem limitador por sexo 
O limite vai na contramão da tendência de possibilitar que as mulheres tenham mais acesso à carreiras no serviço público no País. Na Polícia Federal, por exemplo, já não há limitador no número de vagas. Se classifica quem obtiver a maior nota, independente de ser homem ou mulher. Além disso, tramita na Câmara Federal um projeto que reserva ao sexo feminino, 25% das vagas em concursos na área de segurança pública. Em dezembro, o projeto passou pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. 
Pesquisa sobre o perfil das instituições feita pelo Fórum Nacional de Segurança Pública mostra que as mulheres ocupam 20% do efetivo nacional das forças de segurança. Nas Polícias militares, elas são, em média, 7,2% do efetivo. No Corpo de Bombeiros está em 7,9% (Fonte)". 

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

AOMAI APOIA MUDANÇA NO CONCURSO PARA O CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS

Prezados leitores, a AOMAI apoia a mudança feita no concurso, nos termos contidos na carta que publicamos a seguir.
Uma cópia foi entregue no Gabinete do Comandante Geral.




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quarta-feira, 9 de novembro de 2016

AOMAI - UMA ASSOCIAÇÃO QUE RENASCE PARA LUTAR PELOS POLICIAIS E BOMBEIROS



Prezados leitores, a Associação dos Oficiais Militares Ativos e Inativos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros (AOMAI) é uma das associações de classe mais antigas dos militares estaduais (antigo Clube dos Oficiais Reformados).
É (era) uma associação quase desconhecida, funcionando na Rua Camerino, 114, 2o andar, Centro, Rio de Janeiro.
Em setembro foram realizadas as eleições e assumiu a presidência o Coronel PM Ref Rabelo, oficial conhecido por suas lutas salariais, inclusive pela PEC 300, ao longo de toda sua carreira.
Ele participou do histórico cerco do Palácio Guanabara, isso na década de oitenta, sendo preso disciplinarmente.
Em 2012, durante mobilização unificada da segurança pública, ele voltou a ser preso e encarcerado ilegalmente em Bangu 1.
O Coronel PM Ref Rabelo está contando com o apoio de vários companheiros, Oficiais e Praças, para transformar a AOMAI em uma associação de classe lutadora, promotora e participante de protestos em defesa dos interesses de todos os Policiais Militares e Bombeiros Militares.
Nós integramos esse grupo.
A AOMAI irá ocupar esse espaço de luta (enfrentamento) que tanto falta tem feito nos últimos anos.
Uma associação que converse com o governo, mas que não se restrinja a essa postura passiva, indo para as ruas protestar sempre que o governo tentar nos prejudicar.
Nós já participamos de atos promovidos pelo MUSPE, quando levamos o "Vampireco" e pelos profissionais da segurança pública (ontem na ALERJ).



O trabalho será árduo, sobretudo em razão dos poucos recursos financeiros da associação, recursos esses oriundos de contribuições do pequeno quadro social, mas estamos trabalhando para aumentarmos o número de sócios.
Nos ajudem a divulgar a AOMAI, ela precisa crescer, para que possa lutar pelos direitos dos Oficiais e Praças.

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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

RIO: CORONEL PM SE CANDIDATA PARA SER SECRETÁRIO DE SEGURANÇA

Ontem, eu recebi o jornal do COR, órgão oficial da Associação dos Oficiais Militares Ativos e Inativos da PM e do CBM (AOMAI).
Folheando o jornal, li o artigo "Pigmeus na Ordem Pública - Desrespeito Ancestral" de autoria do Coronel PM Ref Paulo Afonso Cunha (páginas 9 e 10).
Eu tive o prazer de servir com ele no 3o BPM (Méier), eu Aspirante à Oficial PM, ele 1o Tenente PM.
Infelizmente, não encontrei o artigo disponível na internet, aliás, não encontrei nem o site da AOMAI, onde poderia estar publicado.
No intuito de apresentar o Oficial para os que ainda não o conhecem, publico a seguir um vídeo que encontrei na grande rede, sobre uma entrevista concedida pelo Oficial no "Programa CDL Entrevista" do dia 19 de setembro de 2013, onde ele comenta um pouco da sua experiência na PM:


O artigo publicado faz duras críticas ao estágio atual da PMERJ e aos gestores da Polícia Militar, porém o que chamou mais a minha atenção no texto foi a "candidatura" do autor à função política de Secretário de Segurança do Estado do Rio de Janeiro, isso após enumerar sua experiência profissional:
"(...) razão pela qual quero me candidatar ao cargo de Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, para salvar minha Corporação e, consequentemente, a população do Estado do já duradouro demais, jugo dos bandidos de todas as espécies (...)".
Longe de questionar o posicionamento do Coronel Paulo Afonso, o qual causou-me surpresa, sem dúvida, mas que é um direito legítimo de um operador da segurança pública com a experiência que ele possui, gostaria apenas de comentar o contraste estabelecido.
Ele quer ser secretário, enquanto isso, eu quero acabar com as Secretarias de Segurança.
Tenho certeza que a consecução do objetivo dele e bem mais fácil do que do meu.
As minhas razões foram expostas em vários artigos e em diferentes momentos, mas em apertada síntese cito que são órgãos caríssimos e ineficientes na sua única função: coordenar as Polícias Civil e Militar.
Boa sorte ao Coronel Paulo Afonso.
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