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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

SEGURANÇA PÚBLICA: "SISTEMA BELTRAME" NÃO SERVE PARA O PARANÁ

Prezados leitores, recomendamos a leitura do artigo a seguir transcrito sobre segurança pública no Paraná e no Rio de Janeiro.



"SITE DO CÍCERO CATTANI
18 de janeiro de 2015.
Cultura da violência na PM.
Celso Nascimento:
Setores do oficialato da Polícia Militar do Paraná afirmam que não vai demorar muito o momento em que o governador Beto Richa revelará arrependimento por ter escolhido o deputado Fernando Francischini como titular da Secretaria de Segurança Pública. Além dos espetáculos de fanfarronice que já protagonizou nestes poucos dias à frente do cargo – como o de, por exemplo, fantasiar-se de guarda-vidas para posar para fotógrafos que cobrem a Operação Verão nas praias –, pesa também contra ele seu apego a uma visão ultrapassada de políticas de segurança. 
Sob Francischini, afirma um oficial superior da PM, “as polícias Militar e Civil já começam a adotar o que chamamos de ‘cultura da violência’. Estamos arriscados a voltar aos tempos do tacape e da truculência policial, atropelando-se preceitos básicos do Estado Democrático de Direito e desrespeitando direitos humanos”.
O alarme já soou – interpretam as mesmas fontes que, em razão da disciplina militar, pediram anonimato – quando Francischini promoveu a visita do secretário de Segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, ao governador Beto Richa na semana passada. “Não estamos negando a competência de Beltrame, mas ele pratica uma política de segurança talvez adequada à realidade dos morros cariocas dominados por quadrilhas de traficantes armados – situação que estamos longe de conhecer no Paraná”, frisaram.
Na opinião deles, o “sistema Beltrame” nem sequer deveria ser apresentado ao governador, dada a sua completa inadequação ao caso paranaense. Na mesma audiência com Richa, Francischini chegou a propor a ideia de integrar a polícia do Rio de Janeiro na guarda da fronteira do Paraná com países vizinhos, dos quais proveem a maior parte das drogas e armas traficadas para o Brasil. 
As fontes citam pensadores mundialmente respeitados em matéria de segurança pública, que acentuam uma característica comum a todas as forças militares: “as tropas são o espelho de seus comandantes”. A partir desse raciocínio e com base no histórico da atuação policial do novo secretário da Segurança – desde os tempos em que serviu na Polícia Militar do Paraná e, depois, já como agente da Polícia Federal no Espírito Santo e São Paulo – “é lícito imaginar que as nossas polícias já estejam sendo induzidas a atuações que só servem para dar à população a falsa impressão de eficiência”.
Como foi o caso – lembram as fontes – da Operação Lei e Ordem, deflagrada na última semana e que prendeu e acorrentou 68 pessoas da periferia pobre, acusadas de crimes diversos. “Operações espetaculosas servem muito bem para alimentar a mídia, mas se contrapõem às rotinas e métodos das melhores polícias do mundo”.
Por meio de sua assessoria, o secretário Fernando Francischini convidou o colunista para uma conversa, durante a qual, espera-se, sejam esclarecidas as políticas que está implementando à frente da Segurança Pública (Fonte)".

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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

PM DO PARANÁ INVESTIGA POLICIAIS QUE PROTESTARAM POR AUMENTO SALARIAL


FOLHA DE SÃO PAULO:
PM do Paraná investiga policiais que protestaram por aumento salarial
O comando da Polícia Militar do Paraná abriu investigação contra pelo menos quatro policiais que protestaram, em fevereiro deste ano, pelo aumento salarial da categoria, sob acusação de terem "criticado publicamente ato de seus superiores".
Os servidores publicaram comentários em blogs e sites reclamando da "lentidão" e do "silêncio" do comando da PM a respeito das negociações salariais. Alguns deles estão à frente de associações de policiais e lideraram manifestações públicas.
Dois dos policiais foram indiciados por crimes militares, fundamentados numa lei de 1969. Os inquéritos são julgados por uma Vara Militar, formada por quatro juízes fardados e um togado. Caso condenados, os PMs podem pegar detenção de até um ano.
"É surreal. Nós estamos sendo alvo de um atentado à democracia", diz o sargento Orélio Fontana Neto, presidente da Apra (Associação dos Praças do Paraná) e indiciado sob suspeita de "criticar publicamente assunto atinente à disciplina militar".
Os outros dois PMs estão sendo investigados por transgressão disciplinar, num procedimento interno --um deles, o subtenente Sérgio Lantmann, foi punido com detenção de cinco dias. "Eu considero uma vingança, um troco pelas mobilizações que nós fizemos pela questão salarial", diz Lantmann, que é assistente jurídico da Amai (Associação de Defesa dos Direitos dos Policiais Militares).
Além das investigações, o comando da PM emitiu em junho uma circular determinando que cada comandante monitorasse e fiscalizasse o conteúdo postado na internet por seus subordinados.
"Eles estão blindando a PM", afirma o subtenente Alcino Fogaça, que tem um blog sobre a PM e foi indiciado por "incitar à desobediência, à indisciplina ou à prática de crime militar".
Em nota, o comando da PM afirmou que não proíbe seus integrantes de expressar suas opiniões, mas que "é crime militar fazer ataques, impropérios a autoridades constituídas e incitação a greves e depredações". 
Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 16 de abril de 2012

PARANÁ - SOLDADO DA PM GANHARÁ O DOBRO DO QUE UM SOLDADO DA M DO RIO DE JANEIRO.

SITE PROFISSÃO PM:
PR: Comandante Geral da PMPR apresenta tabelas finais do subsídio.
O Comandante Geral da PMPR, Coronel Roberson Luiz Bondaruk, divulgou hoje um texto sobre o subsídio, com as tabelas finais para a implementação desta nova forma de remuneração.
A AMAI informa que não apoia esta tabela, ela foi articulada pelo Governo sem a concordância formal ou informal das Associações.
Concorda, sim, com a tabela construída pela Comissão Especial formada por representantes das Associações e pelo Comando da PMPR, porém, nada mais se ouviu falar sobre ela, depois de ser entregue pessoalmente ao Secretário de Segurança Pública.
Neste momento, a AMAI não fará nenhuma manifestação porque ainda não tem conhecimento sobre o projeto. Porém, assim que tiver acesso ao material, este será analisado criteriosamente e avaliado pelo seu departamento jurídico.
PALAVRA DO COMANDANTE
A preocupação com o bem estar de nossos comandados tem sido a tônica do trabalho deste comando, pois é através deles que prestamos com eficiência e eficácia o melhor policiamento ostensivo, o socorrimento público e as demais missões da PMPR, de todos nós sobejamente conhecida.
Desta forma o Comando da PMPR vem divulgar oficialmente à Corporação os resultados das negociações referentes à implementação do subsídio, proposta pela Emenda Constitucional 29, para o efetivo esclarecimento de todos os interessados (Leiam e vejam a tabela).
Juntos Somos Fortes!