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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO: NÓS ESTAMOS NO CAMINHO CERTO, AS CRÍTICAS CONFIRMAM


Prezados leitores, nós já escrevemos que um excelente termômetro para avaliar o quanto estamos incomodando são as críticas, isso é uma grande verdade.
Não as críticas de contestação, quando o crítico apresenta argumentos válidos, essas realmente demonstram que as opiniões e ações podem não estar no caminho certo. Essas são as chamadas críticas construtivas, que servem de alerta para um reposicionamento.
Tratamos das críticas infundadas, aquelas que não tem qualquer argumentação que as sustente. Aquelas que só tem por objetivo denegrir opiniões e pessoas para diminuir o impacto, atenuar os estragos que as opiniões fundamentadas estão provocando contra os interesses do crítico oportunista. Essas são as chamadas críticas destrutivas, que nem devem ser consideradas por quem age corretamente.
Sinceramente, algumas opiniões não possuem qualquer relevância para nós, a origem não é boa, portanto, procuramos ignorá-las por completo.
Apesar dessa verdade, algumas pessoas se preocupam quando somos alvos desse tipo de crítica e desse tipo de crítico.
Em respeito a elas transcrevemos a seguir um email que recebemos ontem (não identificaremos o emissor):

"Coronel, acabei de ler este comentário no site da ESPN Brasil na reportagem da nova tabela do brasileirão 2014 falando do blog do Paulinho falando de vc. Dê uma lida abaixo: 
Marcos Paulo · Quem mais comentou 
FALTA POUCO PARA O MPSP REVELAR OFICIALMENTE A VERDADE E ENCERRAR A BAGUNÇA: 
 Falaram tanto que o Blog do Paulinho não tem credibilidade, que o Blog do Coronel Paúl protocolou denúncia contra o Paulinho e bla bla bla no MPRJ, e cadê? http://blogcoronelpaul.blogspot.com.br/2014/01/o-escandalo-do-brasileirao-denuncia-ao.html#comment-form PROTOCOLO Nº 2014-00067172 MPRJ). 
As denúncias continuam lá e nenhuma liminar obrigou o Blog do Paulinho a remover as denúncias contra Unimed e Fluminense, e agora ele postou um vídeo chamando o Coronel de vagabundo e que a tática de desqualificar as denúncias é coisa da máfia. http://blogdopaulinho.wordpress.com/2014/02/06/blog-do-paulinho-no-youtube-02/).
No minuto 32 do video o Paulinho chama o Coronel Paul de vagabundo! 
Confirma a denúncia que aponta a Unimed como compradora do rebaixamento da Portuguesa como autêntica. Se o Paulinho não apresentou as provas, tão pouco a justiça contestou a versão. 
E aí tricolores, porque não obtiverem a Tutela Antecipada se as denúncias contra Unimed são falsas?
Porque o blog do Coronel agora reproduziu uma das matérias que o blog do Paulinho já havia divulgado sobre o Da Lupa? 
FICARAM COM MEDINHO? 
Agora o Coronel deu para reproduzir a primeira denúncia feita pelo Paulinho, ele apenas fez QUESTÃO de não citar quem comprou né! http://blogcoronelpaul.blogspot.com.br/2014/02/o-escandalo-do-brasileirao-falando-em.html"

Sinceramente, risível.
O comentário só demonstra o desconhecimento do comentarista.
Nós fizemos o que o "Paulinho" deveria ter feito, ou seja, comunicar as denúncias que faz no blog ao Ministério Público. 
Não denunciamos o blog, apenas colaboramos com o Ministério Público que está investigando o caso fornecendo uma testemunha que afirma conhecer a verdade. 
Repetimos, fizemos o que o próprio "Paulinho" deveria ter feito.
Aliás, fizemos exatamente o que nós mesmos tínhamos praticado dias antes, quando entregamos dados ao Ministério Público e à Polícia Federal.
Simples assim.
No tocante à opinião do "Paulinho" sobre nós, isso é de uma insignificância gigantesca para todos e todas.
Afinal, como qualificar como "vagabundo" um professor e Coronel PM, isso é absolutamente ridículo, próprio de quem tem poucas letras e poucas palavras.
Aliás, não precisamos desqualificar o "Paulinho", tantos já fizeram isso.
Finalmente, basta entender minimamente como funcionam as investigações para não escrever tamanhas "abobrinhas".
Críticas como a do "Paulinho" e do comentarista que publicou esse texto no site da ESPN, demonstram que estamos no caminho certo.
Só servem para isso, nada mais.

#flalusagate

Juntos Somos Fortes!

O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO: POR QUE ACUSAM A UNIMED?


Prezados leitores, não gostamos de escrever sobre assuntos que não estamos familiarizados, como é o caso das eleições para a presidência da UNIMED, porém recebemos por email o link do artigo que transcrevemos a seguir do site Tricolor.
A leitura nos leva a entender o possível motivo de tantos estarem interessados em atacar a UNIMED, empresa que patrocina o Fluminense há anos, atribuindo a ela o "suborno" a alguém da Portuguesa.
O candidato Claudio Salles seria torcedor do Flamengo e na sua plataforma teria inserido o fim da parceria com o Fluminense, algo que indiscutivelmente tem dado saldo positivo para ambos os lados.
Não nos aprofundamos na matéria, mas aconselhamos aqueles que dão ouvidos aos críticos e aos acusadores da UNIMED que tentem obter mais informações antes de acreditarem em qualquer um, nunca se sabe o que está por trás das bravatas proferidas de longe via internet, sobretudo quando o histórico do acusador não recomenda confiabilidade.

"O TRICOLOR 
5 de fevereiro de 2014. 
Depois de ataques às finanças, à reputação e à marca do Fluminense, parceria com Unimed é o alvo 
Arapongas tricolores descobrem que candidato da oposição a Celso Barros na seguradora é rubro-negro 
O Fla-Flu fora dos gramados, agora de forma comprovada, chegou à Unimed de forma mais efetiva. As alegações pouco verossímeis de Claudio Salles, candidato de oposição a Celso Barros, como mostra matéria do O Tricolor.com - http://www.otricolor.com/?pg=noticia&id=5227 - rebatidas por Celso Barros e pelo site com números, escondem algo nada surpreendente. Claudio Salles é torcedor do Flamengo, conforme mostra foto descoberta pela central tricolor de arapongagem. 
Salles elegeu o fim da parceria com o Fluminense como sua principal plataforma de campanha. Perguntado em entrevista ao Extra sobre qual o seu time de coração, ele respondeu que seu time é a Unimed. A Unimed e o Flamengo, na verdade (Leia mais)".

#flalusagate

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO - VÍDEO ( 3 minutos ) - O MISTERIOSO SILÊNCIO DA IMPRENSA

Prezados leitores, a seguir mais um vídeo da série "O Escândalo do Brasileirão" (3 minutos), dessa vez tratando do misterioso silêncio da imprensa a partir da declaração do Exmo Promotor Roberto Senise, no sentido de que existiam indícios no processo de que alguém da Portuguesa tinha levado vantagem para escalar irregularmente o jogador Héverton
Não custa lembrar que no domingo, antes dos jogos, o Flamengo tinha matematicamente 40% de chance de ser rebaixado e que caso Héverton fosse escalado essa possibilidade diminuiria para apenas 7%.

 

#flalusagate

Juntos Somos Fortes!

O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO: FALANDO EM DINHEIRO...



Prezados leitores, falando em dinheiro... 

"BRASIL ECONÔMICO: 
E$porte Clube - MP está de olho em Manoel Lupa 
04/02/14 14:05 | Chico Silva (chico.silva@brasileconomico.com.br) 
Roberto Senise Lisboa, promotor público, confirmou uma possível ligação entre os empréstimos contraídos pelo ex-presidente da Portuguesa com o banco português Banif e a escalação irregular do atacante Hérveton na última rodada do BR-2013.
O promotor público responsável pela investigação do rebaixamento da Portuguesa à Série B do Campeonato Brasileiro, Roberto Senise Lisboa, confirmou à E$porte Clube que analisa uma possível ligação entre os empréstimos contraídos pelo ex-presidente do clube, Manuel da Lupa, e seu ex-vice, Luís Iaúca, com o banco português Banif e a escalação irregular do atacante Hérveton na última rodada do BR-2014. Ao colocá-lo em campo suspenso contra o Grêmio, a Lusa perdeu quatro pontos e acabou rebaixada na vaga do Fluminense. Desde que o caso veio à tona, alguns conselheiros e membros da oposição do clube comentavam que tudo foi armado de forma proposital e em troca do pagamento de parte ou do total da dívida, que segundo os advogados do banco hoje estaria na casa dos R$ 50 milhões. 
Da Lupa e Iaúca tomaram os empréstimos em seus nomes, pois o clube estava com o "nome sujo" na praça devido a inúmeras dívidas fiscais, tributárias e trabalhistas. A dupla tentou repassar o débito à Portuguesa, alegando que o dinheiro foi integralmente repassado para as contas do clube. Mas a Justiça indeferiu o pedido e hoje a dívida está em fase de execução, com análise dos bens oferecidos para penhora. Senise investiga também se a Lusa teria sido procurada ou mesmo oferecido a vaga na Série A em troca do dinheiro. Se as investigações avançarem nesse sentido, o caso deixará de ser tratado apenas na Promotoria do Consumidor e passará também para a esfera criminal do MP paulista (Fonte)".

#flalusagate

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O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO: OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA FAZ DURAS CRÍTICAS À IMPRENSA



Prezados leitores, recebemos de um leitor um artigo do Observatório da Imprensa sobre o "Escândalo do Brasileirão". 
O artigo não aborda os principais indícios da existência de uma fraude, mas pode significar a abertura de uma nova frente de luta.
Sugerimos que acessem o artigo e que comentem (Link), acrescentando os indícios que não foram abordados.

"OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA
FEITOS&DESFEITAS
6 de fevereiro de 2014
CASO PORTUGUESA
As evidências do MP e a imprensa esportiva
Por Pedro Eduardo Portilho de Nader 
em 04/02/2014 na edição 784 
Ainda sobre a escalação irregular, pela Portuguesa, de jogador suspenso na última rodada do Campeonato Brasileiro de 2013: recentemente, no dia 22/1, o Ministério Público de São Paulo informou ter averiguado que há evidências de que “a Portuguesa sabia” que o jogador estava suspenso. 
Naquele dia e no dia seguinte a imprensa noticiou essa informação do MP. Cabe ressaltar a maneira tímida e discreta como a imprensa mencionou a notícia. Foi um claro contraste com o alarde e a exaltação com que os jornalistas esportivos trataram o assunto durante semanas antes, quando, sobretudo ao longo de dezembro, defenderam vigorosamente a Portuguesa, tratando-a como vítima, e atacaram furiosamente aqueles entendiam que o clube merecia punição. 
A timidez e a discrição da imprensa esportiva agora foram tamanhas que o público não foi esclarecido sobre as “evidências”. 
O óbvio ululante 
No entanto, a evidência principal apareceu ampla e repetidamente na própria imprensa ainda na primeira quinzena de dezembro. Logo após ser descoberta (e denunciada na Justiça Desportiva) a irregularidade referente ao jogador suspenso, a imprensa correu, como seria normal e correto fazer, para saber o que os representantes da Portuguesa tinham a dizer sobre o assunto. Desta maneira, a imprensa informou ao público que a Portuguesa alegava que o seu então advogado, presente no julgamento do STJD, não tinha avisado o clube que o jogador estava suspenso por duas partidas; assim, segundo sucessivos representantes do clube – a começar pelo seu presidente –, a Portuguesa tinha sido avisada sobre a suspensão do jogador por apenas uma partida. O que denota, inequivocamente, que a Portuguesa sabia que o jogador estava suspenso por uma (aquela) partida. Ela não saberia que a suspensão se estendia também a uma segunda partida, a primeira que vier a ser disputada em 2014 em torneio organizado pela mesma entidade, a CBF. 
Portanto, já em dezembro, logo no início quando a descoberta e denúncia do caso foram feitas, a imprensa divulgou amplamente a principal evidência. Apesar disso, os jornalistas esportivos preferiram ignorar essa evidência, clara e contundente, e repetiram freneticamente que a Portuguesa não sabia que o jogador estava suspenso. Nem agora, com o Ministério Público informando sobre evidências contrárias, a imprensa esportiva descobriu o que ela mesma tinha noticiado. 
Então, não é apenas que, agora, o MP de São Paulo descobriu que a Portuguesa sabia sobre a suspensão; mais do que isso, que a Portuguesa sabia é óbvio e ululante desde logo no início. Os jornalistas esportivos, com vontade de se enganarem, não viram o óbvio e ululante, a evidência clara e contundente. Ao invés de se restringirem, ponderadamente, a entender a notícia, os jornalistas, romanticamente e imbuídos de fervor, “desentenderam” e contrariaram a realidade evidente. Por isso, a imprensa esportiva foi obrigada à timidez e discrição quando o MP paulista apontou a existência de evidências que contrariam os discursos despropositados dos jornalistas. 
Discursos e inverdades 
Que “a Portuguesa não sabia que o jogador estava suspenso” é apenas uma de várias inverdades ditas e repetidas exaustivamente pela imprensa nesse caso. O extremo desserviço dos jornalistas esportivos continua incólume. Primeiro, a imprensa publicou o que o MP de São Paulo anunciou, mas não explicou ao público que a evidência principal era sempre evidente à luz do que a própria imprensa publicou em dezembro. Além disso, a imprensa permanece omissa em desfazer as outras inverdades com que ela tentou se enganar e enganar o público. 
Os tangarás, os cucos e os chupins da imprensa esportiva mandaram as evidências, os escrúpulos e as verdades (não necessariamente nessa ordem) às favas. No entanto, um conjunto de inverdades mal ajuntadas e repetidas freneticamente não deixa de ser tão somente um monte de inverdades reunidas e repisadas. “A Portuguesa não agiu com má-fé e não houve dolo porque não sabia da suspensão, a partida não valia nada e o clube se pautou pelo boletim da CBF. Além disso, o jogador não interferiu no resultado e a punição de perda de quatro pontos é desproporcional, mas, se for para ser aplicada, devia ser aplicada apenas no próximo campeonato e a punição faria sentido se o jogador fosse um Enéias (grande jogador da Portuguesa nos anos 70 e 80) ou um Dener, não um ‘jogador qualquer’, afinal”. Os discursos dos jornalistas esportivos primam pelas inverdades e pela inversão da realidade. 
É preciso desfazer toda a inversão cometida pela imprensa: a Portuguesa sabia, sim, da suspensão, a partida valia pelo menos triplamente para a Portuguesa (pequena possibilidade de rebaixamento, prêmio em dinheiro dado pela CBF e, mais importante, a Portuguesa queria vaga na Sul-Americana, o que ela poderia obter caso vencesse aquela partida), além de valer para outros clubes, a Portuguesa não se pautou pelo BID da CBF naquela rodada pelo mesmo motivo que nem ela nem nenhum outro clube antes, ao longo de cada uma das rodadas no ano inteiro, não se pautou pelo boletim da CBF (se a Portuguesa, ou qualquer outro clube, tivesse se pautado antes pelo boletim o problema já deveria necessariamente ter ocorrido antes). Além disso, a partir do momento em que o jogador entrou em campo, a presença (ou não) dele em determinado lugar a cada momento interfere na partida (por exemplo, os jornalistas que alegaram o contrário não podem garantir que a presença dele em determinado lugar não impediu que uma jogada terminasse em gol do time adversário); se a presença do jogador não foi decisiva a favor da Portuguesa, o fracasso no resultado pretendido com a fraude não suspende, não anula, não cancela a fraude (os jornalistas não percebem isso?). 
Mais ainda: se o jogador tivesse interferido de forma mais direta e decisiva, por exemplo, marcando um gol que daria a vitória à Portuguesa na partida que terminou empatada, então a punição a ser aplicada seria a perda de seis pontos, e não de apenas quatro pontos como efetivamente ocorreu; deste modo, a perda de pontos tal como ocorrida foi, sim, proporcional (os jornalistas esportivos que defenderam que houve desproporcionalidade sabiam disso, mas preferiram ignorar para melhor se enganarem). Nesse caso, haveria desproporcionalidade se o clube fosse punido com a perda de mais de quatro pontos. Ainda, haveria desproporcionalidade se o clube perdesse menos de quatro pontos. Ao contrário do que os jornalistas esportivos não se cansaram de esbravejar, a perda de quatro pontos foi proporcional. Desproporcionais no caso foram os discursos imponderados e as inverdades dos jornalistas. Boa fé punida só a do respeitável (mas não respeitado) público, que se tentou ludibriar pela repetição lamentável de inverdades grosseiras. 
Opção nada desprezível 
Que falta de credibilidade dessa imprensa. A desfaçatez é tamanha que à medida que suas inverdades venham eventualmente a serem publicamente desfeitas e as verdades venham a aparecer, esses jornalistas esportivos dirão que “da mesma maneira” que antes defenderam as inverdades “agora” se posicionam contra aquelas mesmas inverdades. “Da mesma maneira”? Foi exatamente o que já ocorreu quando um desses profissionais da imprensa esportiva foi comentar a notícia sobre as evidências do MP de que a Portuguesa sabia que o jogador estava suspenso: “da mesma maneira” (foi a expressão que ele usou) que antes ele tinha sido contra a punição à Portuguesa “agora” ele defende que, se a Portuguesa sabia, então ela deve ser punida. A única coisa que continua “da mesma maneira” é que ele e seus colegas não reconhecem que as evidências já eram óbvias e ululantes de que a Portuguesa sabia, que a partida valia, etc., e que essas evidências já eram públicas em dezembro. 
O que cabe ao respeitável público no futuro? Me lembrei de quando, alguns anos atrás, houve greve dos jornalistas na Itália e uma rodada do Campeonato Italiano teve partida televisionada “apenas” com som ambiente do estádio, sem narrador, sem comentarista e sem repórter: o telespectador teve a oportunidade de experimentar uma opção nada desprezível. Felizmente, imprensa esportiva não é importante como serviços médicos e de saúde, educação, serviços públicos essenciais como transporte, saneamento etc". 
* Pedro Eduardo Portilho de Nader é doutor em Filosofia, Campinas, SP 

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