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segunda-feira, 14 de novembro de 2016

TENENTE CORONEL PM REF PAULO FONTES DENUNCIA RIO PREVIDÊNCIA



Prezados leitores, transcrevemos comentário do Tenente Coronel PM Ref Paulo Fontes sobre o Rio Previdência:

"PAULO FONTES
13 de novembro de 2016 23:18
CARO COMPANHEIRO CORONEL PMERJ PAUL
EM PRIMEIRO LUGAR QUERO TE PARABENIZAR PELA RESPOSTA DE ALTÍSSIMO NÍVEL DADA AO PEZÃO.
NO MES PASSADO EU ENTREI NO LINK DO RIO PREVIDÊNCIA E DENUNCIEI AO PRESIDENTE O QUE ABAIXO COLACIONO:
Eu vou denunciar aqui o quanto vocês são incompetentes, improbos e perfeitamente dispensáveis na atual conjuntura de crise financeira do estado. Sob a minha ótica vou sugerir ao governador que faça uma departamentalização e transforme essa custosa estrutura num depto da SEPLAG simplesmente pelo fato de que não há sentido em gastar tanto dinheiro numa estrutura onerosa, ineficiente, ineficaz e inefetiva, para executar atividades que podem ser maximizadas com o custo operacional mínimo.
ALÉM DISSO PERGUNTO: AONDE FORAM PARAR OS VALORES DESCONTADOS PELOS FUNCIONÁRIOS QUE TRABALHARAM POR 30 ANOS OU MAIS? SE O TESOURO ESTADUAL NÃO REPASSOU QUANDO DA CRIAÇÃO DESSA EMPRESA QUE TRATEM DE COBRAR PORQUE ESSE DINHEIRO É NOSSO!!!
AONDE FORAM PARAR OS VALORES DESCONTADOS POR SERVIDORES CELETISTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, E QUE NESSA CONDIÇÃO CONTRIBUÍRAM PARA O INSS E QUE COM O ADVENTO DA CARTA DE 1988, INGRESSARAM NO RJU DO ESTADO? FORAM PARA ONDE? Inclusão realizada com sucesso".

Juntos Somos Fortes!

domingo, 1 de fevereiro de 2015

"LIVRO ENTRE A CASERNA E A RUA - O DILEMA DO PATO" - COMENTÁRIO


Prezados leitores, transcrevemos comentário sobre o livro "Entre a caserna e a rua: o dilema do pato" de autoria do atual Chefe do Estado Maior Geral da PMERJ, Coronel PM Robson Rodrigues.

"Caros amigos,
Eis aí o pensamento de um Oficial que atingiu o último posto da carreira Policial Militar e chegou ao cargo de CHEFE DO EMG.
No seu livro ele faz uma analogia entre o pato que segundo ele nada, voa e anda mas não executa nenhuma atividade bem.
As conotações contaminadas pelo viés de cunho ideológico são muito claras e ele procura demonstrar que a condição de MILITAR atrapalha o exercício da atividade POLICIAL.
Respeitando o ponto de vista daquele oficial vou me permitir discordar do que ele afirma, pois na minha opinião uma condição não atrapalha a outra, muito pelo contrário.
Entendo também que a analogia está calcada em premissas que não se sustentam , ao afirmar que o PATO não executa nenhuma das suas atividades de forma satisfatória, muito pelo contrário, o pato nada como o peixe, inclusive por debaixo d'água e o peixe não anda e nem voa e nem respira fora do seu habitat.
Se observarmos a formação em cunha que os patos, principalmente os migratórios, usam para percorrer grande distâncias, vamos verificar que ele faz isso para diminuir o atrito com o ar. A tecnologia areronáutica de ponta copia esse modelo na aviação civil.
No mais tirem suas conclusões pois a minha eu já tirei faz muito tempo: ESSA NOVA GERAÇÃO DE OFICIAIS DO Q1 pretende desconstruir 200 anos de história, tradição e de bons serviços prestados e eles não tem a mínima ideia do que estão fazendo, ao se deixarem usar como massa de manobra para interesses inconfessáveis de forte conteúdo político ideológico contaminado pelas idéias marxistas do partido que se encontra há doze anos no poder: o PT e pretende "CIVILIZAR E DESARMAR AS POLÍCIAS MILITARES".
Saudações
Tenente Coronel PM RR Paulo Fontes

O grifo é nosso.

Juntos Somos Fortes!

sábado, 17 de maio de 2014

A GREVE E A DESMILITARIZAÇÃO DAS POLÍCIAS MILITARES DO BRASIL


Prezados leitores, peço que façam uma reflexão sobre a desmilitarização das Polícias Militares do Brasil, após lerem essas notícias de greve e o oportuno comentário do Tenente-Coronel PM RR Paulo FONTES: 

1) "O Estado de S. Paulo
16 de maio de 2014 | 15h 26
Polícia do Rio pode parar na Copa; MPF vai investigar adesão à greve
Mensagens transmitidas pelo aplicativo de celular WhatsApp convoca a categoria para paralisação no dia 15 de junho RIO - O Ministério Público Federal abriu procedimento para investigar a adesão de policiais militares à paralisação durante a Copa. Mensagens transmitidas pelo aplicativo de celular WhatsApp convoca a categoria para greve no dia 15 de junho. "Greve de militar é inadmissível. Quando se coloca a farda pela primeira vez, a primeira coisa que se aprende é que não se pode fazer greve. Ele sabe que está rompendo um dogma sagrado da instituição. A medida será a prisão imediata dos líderes da greve, assim como aconteceu em Pernambuco", afirmou o procurador Fernando Aguiar, coordenador do Grupo de Controle Externo da Atividade Policial (CGEAP/RJ).
O caso é tratado pelo Ministério Público Federal porque, se houver greve, as Forças Armadas e a Força Nacional de Segurança Pública são mobilizadas e esses órgãos estão sujeitos ao controle externo do MPF.
Aguiar informou que conversou com o comandante da Polícia Militar, Luís Castro, e que este disse considerar "improvável" a paralisação. "Ele atribuiu as mensagens a um grupo pequeno, sem organização, sem apoio das associações policiais".
Aguiar também está acompanhando o movimento de paralisação nacional marcada para 21 de maio das categorias policiais. 
"Manifestação podem fazer à vontade. Só não podem parar de trabalhar. A consequência é a desgraça social. Vira a lei do mais forte", afirmou o procurador".

2) "Revista Veja
Cidades
Policiais civis do Rio planejam greve para próxima semana
Categoria exige incorporação de 850 reais ao salário, como gratificação. Prazo para que o governo apresentasse projeto da mudança na Alerj venceu no dia 15
Pâmela Oliveira, do Rio de Janeiro
À medida que diminui a contagem regressiva para a Copa do Mundo, aumenta a pressão no Rio de Janeiro de categorias que ameaçam cruzar os braços se não tiverem atendidas suas reivindicações de melhores salários. Agora, quem planeja uma greve para a próxima semana são os policiais civis, que têm assembleia marcada para a próxima quarta-feira, na Tijuca, Zona Norte. Eles pedem uma gratificação de 850 reais incorporada aos rendimentos mensais. De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Sindpol), Francisco Chao, o benefício vem sendo discutido com o Estado desde o ano passado.
Em dezembro, o então governador Sérgio Cabral teria se comprometido a autorizar o pagamento em março. Na data combinada, ele pediu novo prazo até maio, quando o Palácio Guanabara já estaria sob o comando de Luiz Fernando Pezão. Agora, Pezão promete uma resposta para 10 de junho. Os agentes, porém, não acreditam que ele possa dar a devida atenção ao caso às véspera do início do Mundial - sem contar o fato de que o projeto sequer foi levado à apreciação dos deputados. "Essa demora é negativa. Não posso decidir se haverá greve sem consultar a categoria, mas se a Polícia Civil fosse prioridade, o projeto já teria sido apresentado na Alerj", disse Chao.

Leia também: Greves ameaçam parar o Rio no mês da Copa do Mundo (Link).

PM - Os policiais militares já se articulam em um movimento semelhante - o que significa que se o Estado ceder a um, terá de estender o benefício a toda a segurança pública. Nesta sexta-feira, o Ministério Público Federal instaurou um procedimento para investigar a possível adesão de agentes a uma paralisação durante a Copa do Mundo. De acordo com o procurador da República e coordenador do Grupo de Controle Externo da Atividade Policial, Fernando Aguiar, há indícios de que o mesmo tipo de paralisação que ocorreu em Pernambuco estaria para acontecer no Rio de Janeiro.
A greve da categoria, além de trazer consequências imprevisíveis à sociedade, é ilegal. Segundo a Constituição, policiais militares e bombeiros não têm esse direito. "Não será tolerada qualquer tipo de paralisação da PM. Greve de policiais militares é um atentado inaceitável ao Estado Democrático de Direito e à Constituição. Caso ocorra, adotaremos todas as medidas judiciais cabíveis, inclusive com a prisão dos líderes do movimento, para a manutenção da ordem pública", afirmou o procurador. A greve das duas categorias, a poucos dias da Copa do Mundo, é uma ameaça que pode comprometer não só a segurança do torneio, como também o governo de Pezão, pré-candidato à reeleição". 

COMENTÁRIO:
É muito bom saber que o MPF entende que ao militar é proibida a greve. Portanto seria melhor ainda que se tornasse parceiro das Polícias Militares do Brasil no sentido de lutar contra a absurda PEC 51, que pretende desmilitarizar as PPMM.
Porque na hora que isso acontecer será o caos no país, quando a Polícia Ostensiva, de Preservação e Manutenção da Ordem Pública, seja lá que natureza jurídica lhe for atribuída, adquirir o direito que todas as organizações de cunho civil possuem: Sindicalização, Greve e outros.
No momento que a espinha dorsal da hierarquia e disciplina for quebrada, passará a existir uma tropa de 500 mil servidores civis sem comando, sem regulamento disciplinar, sem princípios de Deontologia, pundonor ou ética.
Será o caos!!
Paulo Fontes Tenente Coronel PMERJ RR 

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