JORNALISMO INVESTIGATIVO

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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

A VIOLÊNCIA NO RIO DE JANEIRO E O EMPREGO DO EFETIVO POLICIAL


Prezados leitores, convidamos para uma rápida análise sobre aplicação dos recursos humanos da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, objetivando fornecer um subsídio para que possam avaliar e concluir com maior propriedade sobre a violência que está presente em todos os lugares.
O site oficial das UPPs revela que existem 38 Unidades de Polícia Pacificadora instaladas.
Indicam ainda que a extensão do território fluminense abrangida pelo programa é de 9.446.047 quilômetros quadrados, que o programa alcança 1.500.000 habitantes e emprega 9.543 Policiais Militares (Link).
No intuito de estabelecermos comparações, acessamos o site do IBGE (Link) onde consta que a população estimada do Rio de Janeiro em 2015 é de 16.550.024 habitantes, que a área territorial é de 43.777.954 quilômetros quadrados.
O cruzamento dos dados revela que o programa das UPPs alcança menos de 10% da população fluminense e que  menos de 22% do território estadual.
O que nos leva a concluir que a Polícia Militar emprega 9.543 Policiais Militares para atender menos de 10% da população e aplicado em menos de 22% do território fluminense.
A Secretaria de Segurança Pública tem divulgado que pretende que o efetivo da PMERJ seja de 60.000 em 2016, quando se realizarão as Olimpíadas.
Diante dessa informação vamos arbitrar o efetivo atual como da ordem de 47.000 Policiais Militares, isso com base em uma matéria jornalística (dado não oficial).
Máquina de calcular na mão e constatamos que a Polícia Militar emprega 20% do seu efetivo para atender menos de 10% da população.
Pensem sobre esses dados e tirem suas conclusões se pode existir alguma relação entre a violência que estamos vivenciando e o emprego do efetivo da Polícia Militar.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

QUATORZE GUARNIÇÕES DE RÁDIO PATRULHA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA

O jornal O Dia publica nessa quinta-feira que 114 (cento e quatorze) Policiais Militares trabalham na segurança do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, número que teria mais que dobrado nos dois últimos anos. A nota foi publicada na coluna "Informe do Dia" de Fernando Molica.
Em tempos de falta de PMs nas ruas, lembro que os 114 PMs submetidos a escala usual (12x24hs + 12x48hs) poderiam compor 14 (quatorze) guarnições de Rádio Patrulha, por exemplo, para policiar durante 24 (vinte e quatro) horas a área de qualquer batalhão do Rio de Janeiro, isso diariamente.
Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

UPPs: POPULAÇÃO PREJUDICADA PELA FALTA DE EFETIVO NOS BATALHÕES

Prezados leitores, como escrevo há anos,  o projeto de implantação de UPPs na Capital tem impedido o recompletamento do efetivo dos batalhões da Polícia Militar de todo estado do Rio de Janeiro. Isso se deve ao fato de nos últimos anos os Soldados formados no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças serem encaminhados quase que na sua totalidade para as UPPs. Hoje temos comunidades super policiadas e ruas órfãs do indispensável policiamento ostensivo.
Honesta e corajosa a postura do comandante do 9o BPM, quando trata da falta de efetivo, uma demonstração de respeito à população.
JORNAL O DIA: 
Sem efetivo para combater traficantes em guerra 
Comandante do 9º BPM (Rocha Miranda) admite que não tem como acabar com o atual confronto nos morros da Serrinha, Cajueiro e Juramento 
FLAVIO ARAÚJO Rio - O tiroteio que assombrou moradores de Madureira na noite de terça não foi suficiente para a Polícia Militar mobilizar mais recursos e proteger quem mora na região. O comandante do 9º BPM (Rocha Miranda), tenente-coronel Miguel Ramos, admite que não tem efetivo para acabar com a guerra do tráfico nos morros da Serrinha, Cajueiro e Juramento, pois não tem como fazer operação nas comunidades para prender traficantes (Leia a matéria).
Juntos Somos Fortes!