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quinta-feira, 1 de junho de 2017

POLICIAIS E BOMBEIROS MILITARES - SÉRGIO CABRAL SOFRE OS PRIMEIROS EFEITOS DO MAL QUE CAUSOU

ex-governador Sérgio Cabral

Prezados leitores, o ex-governador Sérgio Cabral fez mal aos milhões de cidadãos fluminenses, considerando o conteúdo das investigações no sentido dele ter desviado dinheiro público e com isso ter contribuído para a quase destruição de todos os serviços públicos estaduais, sobretudo, a educação, a saúde e a segurança públicas.
O mal feito por ele é imensurável.
É quase impossível estimar quantos morreram no seu governo por falta de saúde e segurança públicas.
Além desse mal generalizado que produziu, Sérgio Cabral foi mais perverso ainda com alguns Policiais Militares e Bombeiros Militares, os quais ele encarcerou (sem ordem judicial para tal) de forma ilegal no presídio de segurança máxima Bangu 1, contando com o apoio dos então secretários estaduais de segurança e de defesa civil (que acumulava o comando geral do Corpo de Bombeiros Militar), assim como, do comandante geral da Polícia Militar.
Hoje ele é o retrato de quem começa a pagar pelo mal que fez.
E a conta só começou a ser paga...

Juntos Somos Fortes!


terça-feira, 30 de maio de 2017

RISCO DE MÃO DUPLA - INSEGURANÇA NO PRESÍDIO ONDE SÉRGIO CABRAL ESTÁ ENCARCERADO



Prezados leitores, ontem o jornal O Dia publicou a matéria que transcrevemos em parte. 
Nela agentes penitenciários comentam sobre a insegurança do presídio para onde foi transferido o ex-governador Sérgio Cabral e outros presos que estavam em Bangu 8.
Temos certeza que a preocupação dos agentes é pertinente, uma fuga poderá ocorrer de qualquer um dos encarcerados.
O que a reportagem não abordou é que se é fácil sair, não deve ser difícil entrar.
Isso também é preocupante.
Não só o ex-governador Sérgio Cabral como outros que estão encarcerados no local são verdadeiros "arquivos vivos" e deveriam estar melhor protegidos, como em um presídio federal de segurança máxima.

"Jornal O Dia
Segurança de 'presídio Vip' onde está Cabral é vulnerável, apontam agentes 
Muro dá acesso a terraços de residências. Dois portões separam unidade da rua e há espaço para pouso de helicóptero. Ex-governador e outras 145 presos foram transferidos para ex-Bep da PM 
29/05/2017 06:00:00 - ATUALIZADA ÀS 29/05/2017 15:07:24 
BRUNA FANTTI 
Rio - O ex-governador Sérgio Cabral foi transferido ontem com outros 145 presos do Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste, para a Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte. Em sua nova morada funcionava, até 2015, o Batalhão Especial Prisional (BEP) da Polícia Militar — unidade famosa pelas mordomias concedidas aos internos e desativada após uma juíza da Vara de Execuções Penais (VEP) ter sido agredida durante vistoria. 
De acordo com agentes penitenciários, o local é mais vulnerável do que o presídio de Bangu, onde os presos estavam. “Ao contrário de Gericinó, que tem três portarias fortificadas até chegar aos presídios, no local onde Cabral está só existe um portão para a rua antes da porta de entrada para a unidade”, afirmou um inspetor, que pediu anonimato (Leiam mais)". 

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sexta-feira, 10 de março de 2017

SÉRGIO CABRAL E CÚMPLICES DEVEM IR PARA PRESÍDIO FEDERAL, A LEI DETERMINA



Prezados leitores, nós recebemos por e-mail o artigo que transcrevemos a seguir.
Nós consideramos a exposição de motivos correta.
Em face da ideia apresentada no artigo, na segunda-feira estaremos conversando com advogados para a promoção da ação popular proposta pelo autor.
Sérgio Cabral e cúmplices devem ir para um presídio federal e não para um "presídio vip".

"Jorge Béja 
O ex-governador Sérgio Cabral está preso por ordem de dois juízes federais, o juiz dr. Bretas, da 7a. Vara Federal Criminal do Rio, e o juiz dr. Moro, da 13a. Vara Federal de Curitiba. Quem deveria custodiá-lo é o governo federal, isto é, a União. É irregularíssimo manter Cabral preso em presídio estadual, no caso Bangu 8, que integra o Complexo Penitenciário de Gericinó, que pertence ao governo do Estado do Rio de Janeiro. Irregular, também, é transferir Cabral para a prisão de Benfica, destinada a policiais militares do Estado do Rio de Janeiro, agora, segundo dizem, “presídio estadual para quem tem curso superior”. 
Esse custodiamento até que poderia ser tolerado, em caso excepcionalíssimo, e desde que autorizado pelos juízes federais que decretaram a prisão de Cabral. O Sistema Penitenciário Federal é um e o Sistema Penitenciário Estadual é outro. Caso não existissem no país penitenciárias e cadeias públicas federais, a custódia de um preso federal, digamos assim, por parte do Sistema Penitenciário deste ou daquele Estado da Federação, seria justificável por falta de outra solução, de opção e de alternativa. Mas não é isso que acontece. 
EM PRISÃO FEDERAL – No Brasil existem penitenciárias e cadeias públicas federais. Numa dessas é que deveria estar Sérgio Cabral. E tem mais: não é justo que o ex-governador esteja preso à conta e risco do Estado do Rio de Janeiro, que arca com todos os custos do seu custodiamento. É uma despesa que quem paga é o cidadão fluminense, o povo do Estado do Rio de Janeiro que Cabral lesou. 
Os juízes federais, doutores Bretas e Moro, certamente não concordam com a situação em que se encontra Sérgio Cabral, nem em Bangu 8, nem na prisão de Benfica, destinada a policiais militares e agora, improvisadamente, adaptada para presos “com curso superior”, para onde se notícia que Cabral será transferido. Ele e demais presos que têm curso universitário completo. 
CONTRAPARTIDA – Essa situação se agrava ainda mais quando o governo federal, que pelo braço do Poder Judiciário prendeu Cabral, exige contrapartida do Estado para emprestar dinheiro a este próprio Estado, que gasta o pouco ou o nada que tem com um preso, um detento, que não é seu e que não foi a Justiça do Estado do Rio de Janeiro que ordenou sua prisão. 
Se os presos federais, chamemos assim, que são custodiados pelo Estado do Rio de Janeiro, custam aos cofres do Estado cerca de 100 mil reais por mês, valor que se atribui como mero exemplo, este gasto estadual é para ser antecipado, ou reposto ou repassado ao Estado pelo governo federal, ou seja, pela União. 
Moral da história: o falido Estado do Rio de Janeiro, que não se aguenta de pé, financeira e moralmente, está pagando custos que pertencem ao governo federal para custodiar um ex-governador que lesou este próprio Estado. Isso é inimaginável. É irregularíssimo. Uma ação popular, da iniciativa de qualquer cidadão-eleitor fluminense, seria cabível e teria tudo para acabar com este descalabro".

Juntos Somos Fortes!