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terça-feira, 31 de julho de 2018

CANDIDATURA DE EDUARDO PAES É UMA AFRONTA!

Sérgio Cabral, Eduardo Paes e Lula

Eu só posso qualificar como uma verdadeira AFRONTA o fato o ex-prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, se apresentar como candidato ao governo estadual.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

BRASIL, O INCRÍVEL CASO DO PAÍS SEM "DIREITA"



Prezadores leitores, resolvemos publicar esse artigo da Revista Veja de 2011 para que os nossos leitores possam refletir sobre o equilíbrio das forças políticas na época e se ocorreu alguma mudança significativa nesses seis anos.

"Revista Veja
O incrível caso do país sem direita
Não há partidos conservadores no Brasil. O único liberal de peso agoniza depois de perder nomes importantes. E são poucas as perspectivas de mudança 
Por Gabriel Castro 03 abr 2011, 16h38 
O espectro político brasileiro é peculiar: na ponta esquerda, tem o jurássico PCO. Passa por socialistas radicais, como o PSOL e o PSTU, pelos comunistas conformados do PPS, pelos social-democratas do PT e do PSDB, pela esquerda verde do PV e se encerra no centro, onde estão PP e DEM. Não há, entre os 27 partidos brasileiros, um que se assuma como direitista. E o recente anúncio da criação do PSD, que se define como social-democrata, abre um buraco no DEM e empurra o eixo da política brasileira ainda mais para a esquerda. 
A situação é única. Todas as grandes democracias do mundo têm ao menos um partido conservador forte, como o PP espanhol, o Partido Republicano dos Estados Unidos, a UMP francesa e o PDL italiano. O que teria levado a direita brasileira à lona enquanto, em outros países, como os vizinhos Chile e Colômbia, ela ocupa o poder máximo? Para especialistas e políticos ouvidos pelo site de VEJA, a causa está na herança maldita da ditadura militar (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

sábado, 11 de agosto de 2012

O GOVERNO SÉRGIO CABRAL DÁ CALOTE NOS PMs E AINDA OS PUNE


A chegada do serviço extra remunerado na Polícia MIlitar foi motivo de júbilo, tendo em vista que os PMs sempre foram escalados em serviços extras sem nenhuma remuneração. Longe de ser o ideal, que seria a concessão do pagamento de horas extras, o PROEIS e o RAS surgiram como paleativos. Infelizmente, mal operacionalizados, sobretudo no concernente à elaboração das escalas e ao fato do serviço não ser voluntário (RAS), o benefício virou um castigo. Acuados os PMs começaram a faltar aos serviços extras, uma consequência previsível.
O tempo foi passando, as faltas foram se sucedendo e o pagamento pelos serviços extras simplesmente não apareceu, o que deve ter determinado o aumento de faltas.
Nesta semana, o governo Sérgio Cabral (PMDB) puniu centenas de Policiais Militares em razão das faltas, como a mídia noticiou, mas não regularizou os pagamentos.
Por que o governo Sérgio Cabral (PMDB) trata tão mal os Policiais Militares?
Eu não sei se existe algum ódio pretérito do governador com relação aos PMs, mas tenho certeza que ele só age desta maneira em razão da subserviência completa da instituição ao poder político. Tal opinião é facilmente comprovável, basta conhecer as terríveis represálias que Cabral fez contra os Oficiais e Praças que lutam contra essa postura de joelhos. Em 2008, os Coronéis Barbonos foram exonerados, colocados na DGP sem função (geladeira) e tiveram dois anos de suas carreiras subtraídos (aposentadoria compulsória), violando o direito adquirido. Em 2012, Os Oficiais e os Praças foram presos e encarcerados ilegalmente na penitenciária Bangu 1.
Penso que este atrito irá aumentar, pois embora exista por parte dos últimos comandos da PMERJ uma tendência para aceitar a subserviência, existe o grupo ao qual eu pertenço que ainda não desistiu de lutar pela independência da Polícia MIlitar, pelo respeito aos direitos dos Policiais Militares e que não teme o governador.
As eleições de outubro serão o fiel da balança.
Se a tropa da PMERJ se organizar, escolher criteriosamente seus candidatos nos diversos municípios e, principalmente na Capital, divulgando a campanha e votando nos escolhidos, a PM renascerá como uma força política, podendo fazer um enfrentamento de igual para igual com o governo.
Penso que a escolha precisa ser orientada na direção dos pontos mais relevantes:
- A honestidade e a competência demonstradas pelos candidadtos ao longo das carreiras.
- A história de luta de cada candidato em defesa da PMERJ e dos PMs nos últimos anos. Paraquedismo deve ser ignorado. Para atender esta necessidade eu tive o cuidado de oferecer uma síntese da minha luta (2007-2012), para isso basta acessar o blog para conhecer. São milhares de artigos e centenas de vídeos, provas incontestáveis da luta e das represálias sofridas (Link). Compare.
- O partido escolhido pelo candidato para concorrer, pois não podemos mudar o quadro se estamos concorrendo por um dos 19 partidos que fizeram aliança com o PMDB de Sérgio Cabral.  Votar nos partidos aliados é votar em Sérgio Cabral e Eduardo Paes. Eu concorro por um partido de oposição, o DEM. Igual raciocínio vale para os Bombeiros Militares, os quais tiveram inclusive o cuidado de centralizar seus candidatos também em partidos de oposição (PR e PSOL).
Tenho certeza que se os PMs, os BMs e o funcionalismo público em geral acreditarem que nós podemos nos fortalecer através do voto para defendermos os nossos interresses e os interesses do povo, a vitória virá facilmente nas urnas e teremos condições de enfrentar  os maus políticos de igual para igual, olho no olho. Caso contrário, continuaremos sofrendo e com os nossos olhos enxergando a cintura dos políticos.
Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 26 de julho de 2012

PSDB, DEM E PV VÃO ENTRAR COM REPRESENTAÇÕES CONTRA CABRAL

Os Reis do Rio
Sérgio Cabral (PMDB) e Eduardo Paes (PMDB)

Jornal O Globo on line.
PSDB, DEM e PV vão entrar com representações contra Cabral.
Partidos reagiram às declarações do governador em Londres, onde pediu votos para Paes. 
DÓRIO EWBANK VICTOR 
RIO - Os diretórios do PSDB, DEM e do PV no Rio de Janeiro vão entrar com representações na Justiça Eleitoral contra o governador do Rio, Sérgio Cabral, por propaganda eleitoral irregular e uso da máquina no processo eleitoral. O motivo foi a declaração de Cabral durante evento realizado nesta quarta-feira em Londres, quando ele pediu votos para o prefeito Eduardo Paes, candidato à reeleição pelo PMDB. O governador do Rio viajou para participar da abertura dos Jogos Olímpicos. O candidato tucano a prefeito, Otavio Leite, considerou o fato um “abuso de autoridade”. Ele ressaltou que o partido também vai entrar com uma representação contra Paes, pelo mesmo motivo. 
- É um nítido caso de abuso de autoridade, que ofende a Lei Eleitoral. Afinal era um evento oficial do Rio, e o palanque acabou virando eleitoral, custeado pelo bolso dos cariocas. Estes abusos estão se tornando um péssimo exemplo para a nossa democracia. Estão se tornando lugar comum à postura do governo do Rio - disse Otavio. 
O secretário de Assuntos Jurídicos do PV, Eurico Toledo, afirmou que as declarações de Cabral em Londres “afrontam a Constituição”. Já o DEM, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que vai pedir na Justiça o retorno dos recursos públicos usados na viagem do governador. O candidato pelo PSOL, Marcelo Freixo, informou que o partido não vai entrar com representação, mas vai aguardar a posição dos órgãos fiscalizadores quanto ao fato. Freixo criticou a postura de Cabral em Londres. 
- Eles (Cabral e Paes) perderam completamente o limite do público com o privado. Espero que, desta vez, ele não tenha colocado guardanapo na cabeça para pedir voto - disse Freixo, se referindo a foto dos secretários do Rio durante viagem à Paris. 
No entanto, o Ministério Público Eleitoral (MPE) informou que, inicialmente, não exerga irregularidades na atitude de Cabral. Segundo informou a assessoria de imprensa, só seria considerado crime eleitoral se a declaração de Cabral fosse feita antes do último dia 6, quando começou a campanha eleitoral. 
Para cientista político, Cabral foi oportunista 
O cientista político Ricardo Esmael considerou o fato como um "oportunismo" de Cabral, e que merece o repúdio da população. 
- Um governador tem que saber separar as coisas. Ele está representando as forças do Rio de Janeiro, não só o PMDB e o seu candidato. Se ele aproveitou para fazer campanha, acho que certamente merece repúdio. Agora, se é crime eleitoral, isso eu não posso dizer, mas o caso é, no mínimo, uma falta de sensatez - disse. 
Já o David Flasher, cientista político da Universidade de Brasília (UnB), acha normal este tipo de comportamento em anos eleitorais 
- Eu acho que qualquer político brasileiro aproveita estas brechas. Se o Paes for reeleito, vai pegar as Olimpíadas do Rio no final de sua gestão, o que é interessante para Cabral em termos de exposição - explicou. Lula foi multado após pedir votos para Paes Além de Cabral, o ex-presidente Lula também pediu votos para Paes, antes mesmo do período de propaganda eleitoral, em junho. O feito foi registrado durante o lançamento da Transoeste, corredor expresso que liga os bairros de Santa Cruz, Campo Grande e Barra da Tijuca, todas na Zona Oeste do Rio. Por conta do pedido de votos, Lula foi multado em R$ 5 mil. 
- Hoje eu posso dizer para vocês que valeu a pena pedir votos para Eduardo Paes. Posso te dizer, Eduardo, que, em 2012, eu tenho muito mais convicção - discursou Lula na ocasião, se referindo a campanha de 2008, quando também pediu votos para o atual prefeito do Rio. Por conta das declarações, Lula foi multado em R$ 5 mil pela Justiça Eleitoral, por propaganda antecipada. 
Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 9 de julho de 2012

ELEIÇÃO 2012 - POLICIAIS MILITARES ERRAM, BOMBEIROS MILITARES ACERTAM.

Sérgio Cabral (PMDB) e Eduardo Paes (PMDB)
Policiais Militares vocês votarão neles!
Bombeiros Miliatres vocês votarão neles!
Funcionários públicos vocês votarão neles!

Ao longo dos últimos anos os Policiais Militares e os Bombeiros Militares do Estado do Rio de Janeiro aprenderam uma lição: o PMDB (Sérgio Cabral) e o PT (Lula e Dilma Rousseff) não gostam de nós.
O governador Sérgio Cabral (PMDB) e sua base governista têm demonstrado isso diariamente, eles não gostam dos PMs e dos BMs. Lula e Dilma deixaram isso claro quando engavetaram a PEC 300.
Diante dessas verdades, as quais acredito pertencerem a todos nós, PMs e BMs, assim como, a quase totalidade do funcionalismo público nos três níveis, era de se esperar que todos nós entrássemos na campanha eleitoral CONTRA Sérgio Cabral (PMDB) e contra a sua base governista, evitando a reeleição de Eduardo Paes (PMDB) e dos outros prefeitos e vereadores dessa turma que não gosta de nós.
Nesse quadro o que fizeram os Bombeiros Militares, pelo menos o núcleo que luta nas ruas, escolheu partidos de oposição para se candidatarem, nada mais lógico. No município do Rio de Janeiro, por exemplo, o escolhido foi o Major BM Márcio Garcia, ele é candidato pelo PR, oposição ao governo no Rio. Os Bombeiros foram coerentes com a luta, tanto no discurso, quanto na ação. Sei que outros estão se candidatando pelo PSOL, outro partido de oposição, demonstrando também estarem harmônicos com a luta. Em contrapartida, tenho percebido que muitos Policiais Militares se candidataram pelo PMDB ou por partidos da base governista, o que considero um erro completo, diante da luta que já resultou em prisões, transferências e expulsões de companheiros. A opção pode ser até excelente para o candidato em termos de receber apoio e conseguir se eleger, porém fere de morte os nossos ideiais e desrespeita o quanto os PMs e BMs estão sofrendo com o PMDB e os partidos aliados nesse estado.
Na prática ao se candidatar por um partido que apoia Eduardo Paes (PMDB) estaremos ajudando quem tanto sofrimento nos tem imposto.
Obviamente, caros leitores, temos que respeitar a decisão e os interesses de cada um, portanto interpretem essas linhas não como uma crítica pessoal a um ou outro candidato que optou na direção contrária à da luta, ele exerceu seu direito, mas como uma opinião de quem luta há seis anos contra eles e tem plena consciência de que no Rio o PMDB e sua base aliada não gostam de nós.
Eu fiz meu dever de casa, sou candidato pelo DEM, partido que junto com o PR e o PSOL são a oposição no Rio de Janeiro.
Juntos Somos Fortes!