JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sábado, 16 de setembro de 2017

ROCK IN RIO: O "FORA TEMER" ECOOU TRÊS VEZES DURANTE SHOW

governador Pezão e presidente Temer


Prezados leitores, a impopularidade do presidente Temer é muito grande e isso faz com que em grandes concentrações de público seja natural que o grito "Fora Temer" apareça, não importa a natureza do evento.

"Jornal Extra
15/09/17 22:39 Atualizado em 15/09/17 22:55 
Público solta ‘Fora, Temer’ pelo menos três vezes durante primeiro dia de festival 
Bruno Alfano 
Quase não deu, em algumas partes da plateia, para ouvir o discurso emocionado de Gisele Bündchen: quando a supermodelo citou o projeto Amazona Live, projeto socioambiental do Rock in Rio, a multidão se acabou em gritos de “Fora, Temer!”. Esse foi o momento em que se ouviu mais alto o pedido da saída do presidente, mas não o único. 
Momentos antes, no Palco Sunset, Fernanda Abreu, antes de cantar “Rio 40 graus”, pediu para o público pensar sobre o meio ambiente. E nesse momento o “Fora, Temer” ganhou força. O presidente ficou com a imagem arranhada com os o ambientalistas depois de sancionar um decreto liberando a exploração de metais preciosos dentro de uma reserva natural da Amazônica. A medida foi considerada perigosa para a preservação do ecossistema. 
O show em homenagem aos 100 anos de samba também teve pedidos pela saída do presidente, mesmo sem que nenhum artista tenha estimulado a plateia. O grito de “Fora, Temer” se tornou um coro recorrente em grandes eventos. Nos Jogos Olímpicos, por exemplo, faixas contra o presidente chegaram a ser proibidas. No Rock in Rio, ainda não se viu nenhum cartaz do tipo (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

VÍDEO - CARNAVAL: O "FORA TEMER" COMEÇOU...



Prezados leitores, a população não está aguentando a morosidade do governo Temer em reverter o caos implantado pelos governos Lula e Dilma.
Além disso, as delações premiadas estão atingindo em cheio o alto escalão do governo, o que provoca a perda da indispensável credibilidade.
No Carnaval os gritos de "Fora Temer" ecoaram pelas ruas, conform vídeo que circula nas redes sociais.

Juntos Somos Fortes!

sábado, 14 de janeiro de 2017

O "PLANO B" DE PEZÃO TAMBÉM PREJUDICARÁ O FUNCIONALISMO

Prezados leitores, a dupla Meirelles-Pezão quer de qualquer forma que nós paguemos a conta.



"Jornal O Globo
Ancelmo Gois
O 'plano B' de Pezão: redução de jornada de trabalho e do salário dos servidores 
13/01/2017 07:15 
O plano B vem aí 
Desde novembro, quando Pezão e Dornelles anunciaram o pacote de medidas para sanear as contas do Rio, cujas medidas mais amargas não foram apreciadas pela Assembleia, o estado tinha um plano B. 
Era este de pedir ao STF que levasse a plenário, como fez a ministra Cármen Lúcia, a Adin que contesta os artigos da Lei de Responsabilidade Fiscal que permitem redução da jornada de trabalho e do salário dos servidores. 
O trabalhador... 
O economista José Roberto Afonso, um dos autores da LRF e do pacote do Rio, chegou a fazer, ano passado, uma exposição sobre o tema para o relator da Adin, o ministro Teori Zavascki. 
Aliás, como aumentou a carga de trabalho do ministro Teori, que, além da Lava-Jato, vai relatar esta questão (Fonte)"

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MINISTRO MEIRELLES QUER ACABAR COM OS SERVIDORES PÚBLICOS DO RIO DE JANEIRO

Prezados leitores, o governo quer destruir os servidores públicos.




"Site R7
André Forastieri
Publicado em 12/01/2017 às 17:08 
Meirelles inicia o maior ataque ao funcionalismo público
Sem alarde, o governo de Michel Temer e o Supremo Tribunal Federal iniciaram esta semana o maior ataque ao funcionalismo público que o Brasil já viu. À frente da operação está o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. A blitz continua na semana que vem, quando deve ser aprovado o acordo da União com o estado do Rio de Janeiro. Esse compromisso incluirá a redução da jornada de trabalho e dos salários dos funcionários públicos do Rio. Também está previsto o aumento da contribuição previdenciária dos funcionários públicos, que hoje é de 11%.
Como o estado do Rio "está quebrado", enfiaram também no acordo a privatização da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), que pode chegar a render R$ 5 bilhões. O responsável pela venda será o BNDES. Que mais está na mesa de negociação? Um plano de demissão voluntária e o corte de funcionários terceirizados.
Mas custa caro demitir. Para isso, entrou em jogo o Banco do Brasil, para quem o Rio deve R$ 10,8 bilhões. Fechado o grande acordo, o Banco do Brasil poderia fazer um novo empréstimo para o Estado, justamente para financiar os programas de demissão voluntária e para bancar o alongamento de dívidas do Rio. Em troca de tudo isso, o estado do Rio ficará de três a cinco anos sem pagar os juros da dívida com a União e outras instituições federais.
Mas pode diminuir salário de funcionário público? A lei permite isso? "Vamos submeter o acerto ao STF para ter segurança jurídica e evitar contestações adiante?, disse Meirelles ao jornal Valor Econômico. Se ele falou que vai submeter ao STF, é que ele já sabe que vai passar... o acordão está feito. Mais um (Leiam mais). 

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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

"PROFESSOR" COMENTA AÇÕES DO GOVERNO PEZÃO NESSE SHOW DE CRUELDADES

Prezados leitores, o texto está circulando nos grupos de Whats App.
Não podemos garantir que o autor seja o citado no texto.




"Pra quem quiser entender um pouco o que se passa no Rio e seus reflexos no país, uma síntese muito boa de Bruno Leonardo Barth Sobral, professor dá Economia da UERJ. 
ATENÇÃO: Explicando a canalhice sobre a crise do Rio de forma didática (fato por fato): 
A crise do Rio virou um jogo de xadrez político, quem achar que é só um problema técnico já tem um lado nessa disputa. Chamo atenção que a "solução" que darão para ela afetará toda a política nacional daqui para frente, por isso, atenção: muito cuidado para aqueles que acharem que crise do Rio é problema de carioca e fluminense. 
Segue o histórico e seus desfechos: 
Fato 1: Pezão renuncia a administrar conflitos que é o papel de um governador eleito e joga para a Alerj o abacaxi de ter que aprovar um pacote de maldades inaceitáveis. Sem menor capacidade de articulação política, único argumento é: não temos alternativas (o que irá repetir a partir de então). 
Fato 2: pacote de maldade não passa na Alerj diante de forte mobilização de servidores. Nesse momento, Meirelles (ministro da Fazenda) avesso a acatar resultados democráticos contrários a sua vontade, já passa a exigir esse pacote para renegociar dívida do Rio em condições mais viáveis. Ou seja, diante da fraqueza do governo estadual, ele respalda e nacionaliza a imposição das maldades. 
Fato 3: Pezão já aliado de Meirelles, vai a Brasília e tenta uma acordo passando por cima da decisão desfavorável da Alerj. Tanto é assim que Pezão veta a parte do pacote aprovada na Alerj que reduziria seu salário e de seus secretário, e impediria "supersalários" para cedidos. Ou seja, se não tirou dinheiro dos servidores, ele não quer perder nada para si e seu secretariado. 
Fato 4: Jogaram para a câmara dos deputados federais o abacaxi. Mas também não passa na Câmara. Diante disso, mais um ato de força, Temer veta o que foi votado e parte para ideia de negociar acordos bilaterais, ou seja, executivo federal com executivo estadual, caso a caso. 
Fato 5: Meirelles para acentuar o "terrorismo financeiro" e manter Pezão em suas mãos, impõe sucessivos bloqueios na conta do governo do estado. Isso agrava ainda mais o quadro, deixando a maioria dos servidores estaduais sem um tostão em dezembro. Uma dívida mostrou ter mais valor que vidas na atual conjuntural federal. 
Fato 6: STF intervém e desbloqueia as contas do Estado. Meirelles agora tem dois problemas: uma rebelião na câmara dos deputados e não bater de frente com o STF. A dúvida seria como reagiria Pezão, aproveitaria as contradições na base governista federal e a interpretação jurídica que poderia ser politizada a favor do Rio? 
Fato 7: Não, Pezão mantém-se aliado a Meirelles, não vê saída sem ser um bom aliado de quem deve. Diante dessa certeza, Meirelles executa sua joga da mestre: vem até o Rio enquadrar mais uma vez Pezão e fechar questão a portas fechadas, o que não encontra nenhum resistência só apoiadores no executivo estadual. 
Fato 8: Lançamento de um pacote de maldades requentado. Passando por cima das decisões anteriores das casas legislativas, levará primeiro ao STF para homologação. Primeira vitória de Meirelles: superar qualquer risco de judicialização (afinal qualquer maldade sempre gera milhares de ações judiciais, certo?). 
Fato 9: Carmem Lúcia deve lavar as mãos, feliz que as duas partes chegaram a um "acordo", e diante disso, pacote será aprovado independente de uma votação no congresso. Câmara tem poder para derrubar o veto de Temer a votação anterior, mas diante desse acordão, provável irá garantir a segunda vitória de Meirelles ao não questionar o teor autoritário da articulação sem anuência transparente dos representantes eleitos do povo. 
Fato 10: Novamente projeto irá cair na Alerj para aprovação, mas em um quadro totalmente adverso como Meirelles desejava: chancelado pelos três poderes federais. Como Alerj vai se opor contra a algo que a mídia ainda vai chamar de a grande "solução"? 
Atenção, sob o nome de "recuperação" se propõe na verdade algo que não recupera nada, apenas retira parte dos rendimentos dos servidores estaduais para aliviar a conta desse arranjo? Ou seja, PEZÃO ESTÁ NEGOCIANDO EM SALAS FECHADAS COM O DINHEIRO DOS SERVIDORES SEM OS CONSULTAR!!!! 
Dois poréns e uma conclusão: 
1) Porém não contam que ainda é forte a mobilização dos servidores estaduais, mesmo sendo acusados por parte da mídia de reduto de castas que defendem privilégios (algo curioso quando nem salários recebem). Um quadro de greves precisa ganhar mais força e terá um papel fundamental, repito, nesse momento, terá um papel fundamental. A pressão já mostrou efeito em dezembro e agora é ainda mais importante. 
2) Porém a base do governo estadual também está em frangalhos na Alerj, nesse quadro não se consegue aprovar nada. Diferente do Rio Grande do Sul, o pacote aqui foi liquidado antes em dezembro. Mesmo com a força da figura de Picciani, ele não se colocará no fogo para defender um governo sem articulação política. Explorar as contradições dentro da Alerj é fundamental, deixando claro que está na hora de aliados de ocasião abandonarem esse navio furado para não se queimarem junto com Pezão. 
3) Conclusão: o que é o único fator que permite Meirelles concluir seu xeque-mate e usar a "experiência da solução do Rio" para generalizar para o resto do país essa aposta draconiana? Reposta: a sustentação do frágil governo Pezão que tem como único respaldo o próprio Meirelles. 
Tanto a mobilização dos servidores como nos bastidores da Alerj avança a possibilidade de sua derruba por improbidade (alguém tem dúvida que ele não cumpriu o orçamento previsto de 2016?). Em um jogo de xadrez, a vitória depende de você pensar duas ou mais jogadas na frente de seu adversário. 
A única coisa que Meirelles não conta é com a queda de Pezão e Dornelles agora. Eles e seu secretariado são os únicos que ficaram fieis as demonstrações unilaterais de poder por Meirelles, mesmo quando Alerj, câmara federal e STF tomaram medidas contra. 
A escolha se resume a: avançar de vez para a saída de Pezão e Dornelles por greves e pressão maior que nunca sobre a Alerj ou esperar que, passo a passo, Meirelles vá costurando seu xeque-mate. O que aceitaremos? 
Isso não é radicalismo, é análise das forças em jogo. Essa solução você nunca lerá alguém falar em nenhum grande jornal impresso e televisivo (dado que a tese dominante é que servidores são privilegiados). Contudo, essa solução é aquela que abre espaço para a construção negociada de um governo que sente com as classes sob risco financeiro e, no nível federal, traz câmara e STF para o nosso lado definitivamente. 
E Pezão que vá junto com o Gustavo Barbosa trabalhar no ministério da Fazenda ou peça um carta de recomendação para o Meirelles. O ano começou, a luta é a mesma. E o momento mais importante é agora tanto para o Rio, como principalmente para o país (Fonte: Whats App). 

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GOVERNO TEMER E GOVERNO PEZÃO QUEREM "ENTUBAR" SERVIDORES, MILITARES, INATIVOS E PENSIONISTAS

Prezados leitores, tudo que nós publicamos aqui ao longo dessa luta contra o "pacote de maldades" estrá se confirmando, ou seja, o interesse do governo é aumentar a contribuição previdenciária dos servidores, militares (PMs e BMs), inativos (aposentados) e pensionistas, alegando que esse é o ÚNICO MODO de regularizar o calendário de pagamento.
Não podemos permitir que sejamos, mais uma vez, prejudicados pelo governo.
É hora de unirmos todas as forças para impedir que os deputados da ALERJ aprovem essa NOVA CRUELDADE.
O governo TEMER e o governo PEZÃO que arrumem outro modo de resolver a crise sem mexer nos nossos combalidos bolsos.
Não somos escravos para carregar esses péssimos políticos nas costas.



"Jornal Extra
12/01/17 06:00 
Com acordo, voltaria a pagar no 5º dia útil’, diz Pezão sobre salários dos servidores 
Nelson Lima Neto 
Para o governador Luiz Fernando Pezão, a homologação do acordo com a União, que será feita pelo Supremo Tribunal Federal, seria suficiente para colocar as contas em ordem. Segundo ele, existe a possibilidade de voltar a pagar os salários dos servidores em dia, mesmo antes da aprovação dos projetos pela Alerj. — Estou tentando normalizar (o pagamento) antes. Com o acordo, volta ao normal, pagando no quito dia útil do mês — disse Pezão ao EXTRA (Leiam mais)". 

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GOVERNO FEDERAL SE ALIOU AO ESTADUAL CONTRA NÓS. VAMOS TER QUE GRITAR "FORA TEMER!" ?



Prezados leitores, os governos Cabral-Pezão e Pezão-Dornelles afundaram a economia do Rio de Janeiro e querem que a população, os servidores, os militares (PMs e BMs) os inativos (aposentados) e as pensionistas pague a conta.
Não podemos aceitar tal solução que penaliza quem não tem culpa.
O governo federal e o governo estadual que arrumem outra que não passe por diminuir o valor líquido dos nossos salários, proventos e pensões.
É hora de lembrar que AMIGO DO NOSSO INIMIGO É NOSSO INIMIGO.
Talvez  tenha chegado a hora de começarmos a pensar em gritar nos protestos: "FORA TEMER!"
E, nesse ponto, vale destacar que "FORA TEMER!" não tem qualquer relação com "VOLTA DILMA!", essa sepultada para sempre no cenário político e nem com qualquer ação de esquerda.
Não podemos esquecer que o Rio de Janeiro é a "caixa de ressonância" do Brasil.
Isso poderá gerar um efeito dominó e causar prejuízos ao governo que quer nos prejudicar.
Basta do povo pagar a conta dos políticos.
E, por favor, que não surjam com as alegações do tipo "quem vai ficar no lugar?"
Temos que lembrar que uma casa inundada pelas águas de enchentes (algo comum no Rio de Janeiro) começa a ser esvaziada com o primeiro balde cheio de água retirado.
Tiramos um balde com água, tiramos dois, tiramos três,.... e a inundação da casa é resolvida.

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