JORNALISMO INVESTIGATIVO

JORNALISMO INVESTIGATIVO
Comunique ao organizador qualquer conteúdo impróprio ou ofensivo
Mostrando postagens com marcador ministro Henrique Meirelles. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ministro Henrique Meirelles. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

BRASILEIROS, A ORDEM É NÃO GASTAR! - TEMPO DE CONSUMO CONSCIENTE



Notícias oriundas do governo anunciam que a grave crise financeira está sendo derrotada e apresentam números (calculados pelo próprio governo) para justificar os sinais de melhora.
Não sendo especialista no assunto, ouso aconselhar que não se iludam com esse discurso.
É tempo de só gastar o que for absolutamente necessário, providência que a maioria da população já adotou.
Hoje temos milhões de endividados que não sabem como irão negociar suas dívidas, entre eles os milhões de desempregados, mas vale destacar que são também milhões os endividados que estão empregados.
Os endividados estão quebrados e como não pagam consequentemente quebram os credores.
É assim que funciona, as partes são interligadas. 
Milhões não estão conseguindo gastar menos do que recebem, isso pelos mais diferentes motivos e tal quadro tende a se agravar no início do ano, época de contas de valor expressivo e obrigatórias.
Nunca fez tanto sentido a frase: "vender o almoço para comprar o jantar".
Portanto, quem está endividado não pode gastar e quem ainda não está, não deve gastar.
Os poucos felizardos que estão conseguindo fechar o mês com alguma sobra, tratem de investi-la.
São conselhos de um leigo, baseados no que ouve, lê e vê.
Quem residir no Rio de Janeiro pode avaliar o quadro indo ao shopping que sempre teve o maior movimento comercial do município.
Verá inúmeras lojas fechas e quiosques que desaparecem de um dia para o outro.
Além disso, o número de salas (escritórios) desocupados também é expressivo.
A crise está viva.
Tudo indica que irá demorar para ser controlada.
Neste contexto, salvo melhor juízo, a regra é clara: só gaste o indispensável!

quarta-feira, 12 de julho de 2017

GOVERNADOR PEZÃO PROMETE PAGAR SEGURANÇA E EDUCAÇÃO NO DIA 14 (SEXTA-FEIRA)

governador Pezão

"Jornal O Dia 
Servidor: Segurança e Educação receberão salário de junho nesta sexta 
Governador confirmou o pagamento ao sair de reunião com o ministro Henrique Meirelles 
11/07/2017 19:13:45 - ATUALIZADA ÀS 11/07/2017 19:52:52 
PALOMA SAVEDRA 
Rio - O governador Luiz Fernando Pezão afirmou nesta terça-feira que pagará os salários de junho da Segurança e Educação na sexta-feira (décimo dia útil). 
"Com muita dificuldade a gente vem pagando os salários. Hoje mesmo conseguimos pagar abril de todos os funcionários, vamos pagar sexta-feira Segurança e Educação. Então, estamos indo, estamos caminhando também, fazendo um grande esforço de aumento de receita", declarou Pezão ao sair de reunião com o ministro da Fazenda, Herinque Meirelles (Leiam mais)". 

O funcionalismo público segue sofrendo as consequências dos desvios de dinheiro público do governo Cabral-Pezão.
O endividamento dos funcionários e dos militares continua crescendo com o acúmulo de dívidas, uma triste realidade que demorará a ser equacionada mesmos após a regularização do calendário de pagamento dos salários, proventos e pensões e do pagamento do décimo-terceiro.

Juntos Somos Fortes!

domingo, 15 de janeiro de 2017

RIO - A CRISE NA ÁREA DA SEGURANÇA PÚBLICA SE AGRAVA PERIGOSAMENTE

Prezados leitores, todos sabem que os militares federais e estaduais não têm o direito a GREVE, embora greves tenham ocorrido ao longos dos últimos anos em vários estados brasileiros desencadeadas por Policiais Militares e Bombeiros Militares, sendo desencadeadas contra eles pelos governos as represálias contidas nos regulamentos disciplinares e no Código Penal Militar, anuladas posteriormente por anistias.
Portanto, devemos ter greves de várias categorias do funcionalismo público, mas não deverá ocorrer paralisação por parte dos militares do estado do Rio de Janeiro, mas atendidas as condições os militares deverão continuar participando das manifestações de rua e realizando outros tipos de protestos.
A população sofrerá alguns prejuízos, mas deve entender que as greves do funcionalismo são mais do que justas, considerando a situação do não pagamento do 13o salário e do atraso nos pagamentos dos salários, dos proventos e das pensões, o que está endividando os funcionários públicos e os militares.
Ninguém consegue trabalhar sem ter como prover o seu sustento e o sustento da sua família.
Tudo indica que o Rio de Janeiro viverá o caos completo nesse início de 2017.





"Jornal O Dia
Crise faz militares usarem viaturas ou trocarem de batalhão para trabalhar 
Muitos servidores ainda não receberem salários e nem o décimo terceiro 
14/01/2017 15:35:40 - ATUALIZADA ÀS 14/01/2017 16:18:50
MARIA INEZ MAGALHÃES
Rio - Devido à crise financeira do estado, o comandante-geral da corporação e secretário de Defesa Civil coronel Ronaldo Jorge Brito de Alcântara autorizou as unidades a disponibilizarem viaturas para buscar em casa os militares que não tenham dinheiro para pagar a passagem. 
A autorização foi publicada no Boletim Interno da corporação no último dia 9. Muitos servidores ainda não receberam salários e nem o décimo terceiro. Para conseguir o transporte, o militar deve procurar a unidade onde é lotado com, no mínimo, 24 horas de antecedência do dia de serviço. 
No documento, o comandante-geral também veda a convocação dos militares para atividades que não sejam de emergências e autoriza, ainda, que os comandantes das unidades alterem a escala de 24x72h para 48x144h se houver interesse por parte dos militares (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

sábado, 14 de janeiro de 2017

POLICIAIS MILITARES E BOMBEIROS MILITARES NÃO TÊM DINHEIRO PARA PAGAR TRANSPORTE



Prezados leitores, se os Policiais Militares e Bombeiros Militares mal tem dinheiro para comprar comida para seus familiares e pagar "algumas" contas, como irão priorizar parte desse dinheiro para o transporte?
A apresentação na OPM ou OBM mais próxima é a melhor saída para não prejudicar o serviço.
As instituições que promovam os transportes para as unidades de origem.

"Jornal Extra
14/01/17 12:53 Atualizado em 14/01/17 12:54 
PMs de Niterói ameaçam não ir ao trabalho por falta de recursos
Fábio Teixeira e Raphael Andreozzi - O Globo 
Policiais do 12º BPM (Niterói) tiveram na manhã deste sábado uma reunião com o comandante do batalhão, Márcio Rocha, para discutir a questão da falta de pagamento dos servidores públicos. A conversa foi realizada após uma carta ser publicada em redes sociais em que um PM afirma não ter recursos para pagar pela condução até o trabalho. Na carta, o policial afirma que irá se reportar ao batalhão mais próximo de sua residência — no caso o 9º BPM (Rocha Miranda). 
Segundo PMs ouvidos pela reportagem, policiais de outros batalhões estariam pensando em fazer o mesmo. (Leia mais)".

Juntos Somos Fortes!

PMERJ: MENSAGEM DO COMANDO GERAL SOBRE PAGAMENTO


                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                         





















Prezados leitores, transcrevemos mensagem do Comando Geral sobre o pagamento de dezembro.
Ela foi divulgada ontem.
Cumpre esclarecer que ilustra esse artigo um ofício da AOMAI para o Comandante Geral (07 DEZ 2016) que trata do tema, inclusive com relação à situação das pensionistas e, ainda, sugere a produção de um documento de inteligência para o Governador Pezão diante da gravidade do quadro.
Desconhecemos se o documento foi produzido e encaminhado pelo Comando Geral.

Eis a mensagem:

"Caros Cmt, Ch, Dir e Coordenadores de Unidades 
Hoje nosso Cmt Geral esteve no Palácio Guanabara em uma reunião com o nosso Governador do Estado. 
Dentre vários tópicos abordados, um desses com ctz foi uma definição sobre a data de pagamento, referente ao mês de Dezembro. 
Foi sinalizado pelo Governo q se empenhará para q tudo se normalize até a quarta feira, dia 18/01/17. 
Sabemos das dificuldades financeiras q todos servidores do Estado estão passando, porém o Comando da Corporação estará sempre presente, de forma disciplinada e educada, fazendo as interlocuções junto ao Governo do Estado, a fim de assegurar os direitos dos policiais militares. 
Favor os senhores e as senhoras Cmts, Ch, Dir e Coordenadores que conversem com seus policiais militares neste momento, esclarecendo as medidas q estão sendo desenvolvidas para q esse assunto seja tratado da melhor forma possível junto ao Governo do Estado".

Juntos Somos Fortes!

O "PLANO B" DE PEZÃO TAMBÉM PREJUDICARÁ O FUNCIONALISMO

Prezados leitores, a dupla Meirelles-Pezão quer de qualquer forma que nós paguemos a conta.



"Jornal O Globo
Ancelmo Gois
O 'plano B' de Pezão: redução de jornada de trabalho e do salário dos servidores 
13/01/2017 07:15 
O plano B vem aí 
Desde novembro, quando Pezão e Dornelles anunciaram o pacote de medidas para sanear as contas do Rio, cujas medidas mais amargas não foram apreciadas pela Assembleia, o estado tinha um plano B. 
Era este de pedir ao STF que levasse a plenário, como fez a ministra Cármen Lúcia, a Adin que contesta os artigos da Lei de Responsabilidade Fiscal que permitem redução da jornada de trabalho e do salário dos servidores. 
O trabalhador... 
O economista José Roberto Afonso, um dos autores da LRF e do pacote do Rio, chegou a fazer, ano passado, uma exposição sobre o tema para o relator da Adin, o ministro Teori Zavascki. 
Aliás, como aumentou a carga de trabalho do ministro Teori, que, além da Lava-Jato, vai relatar esta questão (Fonte)"

Juntos Somos Fortes!

MINISTRO MEIRELLES QUER ACABAR COM OS SERVIDORES PÚBLICOS DO RIO DE JANEIRO

Prezados leitores, o governo quer destruir os servidores públicos.




"Site R7
André Forastieri
Publicado em 12/01/2017 às 17:08 
Meirelles inicia o maior ataque ao funcionalismo público
Sem alarde, o governo de Michel Temer e o Supremo Tribunal Federal iniciaram esta semana o maior ataque ao funcionalismo público que o Brasil já viu. À frente da operação está o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. A blitz continua na semana que vem, quando deve ser aprovado o acordo da União com o estado do Rio de Janeiro. Esse compromisso incluirá a redução da jornada de trabalho e dos salários dos funcionários públicos do Rio. Também está previsto o aumento da contribuição previdenciária dos funcionários públicos, que hoje é de 11%.
Como o estado do Rio "está quebrado", enfiaram também no acordo a privatização da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), que pode chegar a render R$ 5 bilhões. O responsável pela venda será o BNDES. Que mais está na mesa de negociação? Um plano de demissão voluntária e o corte de funcionários terceirizados.
Mas custa caro demitir. Para isso, entrou em jogo o Banco do Brasil, para quem o Rio deve R$ 10,8 bilhões. Fechado o grande acordo, o Banco do Brasil poderia fazer um novo empréstimo para o Estado, justamente para financiar os programas de demissão voluntária e para bancar o alongamento de dívidas do Rio. Em troca de tudo isso, o estado do Rio ficará de três a cinco anos sem pagar os juros da dívida com a União e outras instituições federais.
Mas pode diminuir salário de funcionário público? A lei permite isso? "Vamos submeter o acerto ao STF para ter segurança jurídica e evitar contestações adiante?, disse Meirelles ao jornal Valor Econômico. Se ele falou que vai submeter ao STF, é que ele já sabe que vai passar... o acordão está feito. Mais um (Leiam mais). 

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

"PROFESSOR" COMENTA AÇÕES DO GOVERNO PEZÃO NESSE SHOW DE CRUELDADES

Prezados leitores, o texto está circulando nos grupos de Whats App.
Não podemos garantir que o autor seja o citado no texto.




"Pra quem quiser entender um pouco o que se passa no Rio e seus reflexos no país, uma síntese muito boa de Bruno Leonardo Barth Sobral, professor dá Economia da UERJ. 
ATENÇÃO: Explicando a canalhice sobre a crise do Rio de forma didática (fato por fato): 
A crise do Rio virou um jogo de xadrez político, quem achar que é só um problema técnico já tem um lado nessa disputa. Chamo atenção que a "solução" que darão para ela afetará toda a política nacional daqui para frente, por isso, atenção: muito cuidado para aqueles que acharem que crise do Rio é problema de carioca e fluminense. 
Segue o histórico e seus desfechos: 
Fato 1: Pezão renuncia a administrar conflitos que é o papel de um governador eleito e joga para a Alerj o abacaxi de ter que aprovar um pacote de maldades inaceitáveis. Sem menor capacidade de articulação política, único argumento é: não temos alternativas (o que irá repetir a partir de então). 
Fato 2: pacote de maldade não passa na Alerj diante de forte mobilização de servidores. Nesse momento, Meirelles (ministro da Fazenda) avesso a acatar resultados democráticos contrários a sua vontade, já passa a exigir esse pacote para renegociar dívida do Rio em condições mais viáveis. Ou seja, diante da fraqueza do governo estadual, ele respalda e nacionaliza a imposição das maldades. 
Fato 3: Pezão já aliado de Meirelles, vai a Brasília e tenta uma acordo passando por cima da decisão desfavorável da Alerj. Tanto é assim que Pezão veta a parte do pacote aprovada na Alerj que reduziria seu salário e de seus secretário, e impediria "supersalários" para cedidos. Ou seja, se não tirou dinheiro dos servidores, ele não quer perder nada para si e seu secretariado. 
Fato 4: Jogaram para a câmara dos deputados federais o abacaxi. Mas também não passa na Câmara. Diante disso, mais um ato de força, Temer veta o que foi votado e parte para ideia de negociar acordos bilaterais, ou seja, executivo federal com executivo estadual, caso a caso. 
Fato 5: Meirelles para acentuar o "terrorismo financeiro" e manter Pezão em suas mãos, impõe sucessivos bloqueios na conta do governo do estado. Isso agrava ainda mais o quadro, deixando a maioria dos servidores estaduais sem um tostão em dezembro. Uma dívida mostrou ter mais valor que vidas na atual conjuntural federal. 
Fato 6: STF intervém e desbloqueia as contas do Estado. Meirelles agora tem dois problemas: uma rebelião na câmara dos deputados e não bater de frente com o STF. A dúvida seria como reagiria Pezão, aproveitaria as contradições na base governista federal e a interpretação jurídica que poderia ser politizada a favor do Rio? 
Fato 7: Não, Pezão mantém-se aliado a Meirelles, não vê saída sem ser um bom aliado de quem deve. Diante dessa certeza, Meirelles executa sua joga da mestre: vem até o Rio enquadrar mais uma vez Pezão e fechar questão a portas fechadas, o que não encontra nenhum resistência só apoiadores no executivo estadual. 
Fato 8: Lançamento de um pacote de maldades requentado. Passando por cima das decisões anteriores das casas legislativas, levará primeiro ao STF para homologação. Primeira vitória de Meirelles: superar qualquer risco de judicialização (afinal qualquer maldade sempre gera milhares de ações judiciais, certo?). 
Fato 9: Carmem Lúcia deve lavar as mãos, feliz que as duas partes chegaram a um "acordo", e diante disso, pacote será aprovado independente de uma votação no congresso. Câmara tem poder para derrubar o veto de Temer a votação anterior, mas diante desse acordão, provável irá garantir a segunda vitória de Meirelles ao não questionar o teor autoritário da articulação sem anuência transparente dos representantes eleitos do povo. 
Fato 10: Novamente projeto irá cair na Alerj para aprovação, mas em um quadro totalmente adverso como Meirelles desejava: chancelado pelos três poderes federais. Como Alerj vai se opor contra a algo que a mídia ainda vai chamar de a grande "solução"? 
Atenção, sob o nome de "recuperação" se propõe na verdade algo que não recupera nada, apenas retira parte dos rendimentos dos servidores estaduais para aliviar a conta desse arranjo? Ou seja, PEZÃO ESTÁ NEGOCIANDO EM SALAS FECHADAS COM O DINHEIRO DOS SERVIDORES SEM OS CONSULTAR!!!! 
Dois poréns e uma conclusão: 
1) Porém não contam que ainda é forte a mobilização dos servidores estaduais, mesmo sendo acusados por parte da mídia de reduto de castas que defendem privilégios (algo curioso quando nem salários recebem). Um quadro de greves precisa ganhar mais força e terá um papel fundamental, repito, nesse momento, terá um papel fundamental. A pressão já mostrou efeito em dezembro e agora é ainda mais importante. 
2) Porém a base do governo estadual também está em frangalhos na Alerj, nesse quadro não se consegue aprovar nada. Diferente do Rio Grande do Sul, o pacote aqui foi liquidado antes em dezembro. Mesmo com a força da figura de Picciani, ele não se colocará no fogo para defender um governo sem articulação política. Explorar as contradições dentro da Alerj é fundamental, deixando claro que está na hora de aliados de ocasião abandonarem esse navio furado para não se queimarem junto com Pezão. 
3) Conclusão: o que é o único fator que permite Meirelles concluir seu xeque-mate e usar a "experiência da solução do Rio" para generalizar para o resto do país essa aposta draconiana? Reposta: a sustentação do frágil governo Pezão que tem como único respaldo o próprio Meirelles. 
Tanto a mobilização dos servidores como nos bastidores da Alerj avança a possibilidade de sua derruba por improbidade (alguém tem dúvida que ele não cumpriu o orçamento previsto de 2016?). Em um jogo de xadrez, a vitória depende de você pensar duas ou mais jogadas na frente de seu adversário. 
A única coisa que Meirelles não conta é com a queda de Pezão e Dornelles agora. Eles e seu secretariado são os únicos que ficaram fieis as demonstrações unilaterais de poder por Meirelles, mesmo quando Alerj, câmara federal e STF tomaram medidas contra. 
A escolha se resume a: avançar de vez para a saída de Pezão e Dornelles por greves e pressão maior que nunca sobre a Alerj ou esperar que, passo a passo, Meirelles vá costurando seu xeque-mate. O que aceitaremos? 
Isso não é radicalismo, é análise das forças em jogo. Essa solução você nunca lerá alguém falar em nenhum grande jornal impresso e televisivo (dado que a tese dominante é que servidores são privilegiados). Contudo, essa solução é aquela que abre espaço para a construção negociada de um governo que sente com as classes sob risco financeiro e, no nível federal, traz câmara e STF para o nosso lado definitivamente. 
E Pezão que vá junto com o Gustavo Barbosa trabalhar no ministério da Fazenda ou peça um carta de recomendação para o Meirelles. O ano começou, a luta é a mesma. E o momento mais importante é agora tanto para o Rio, como principalmente para o país (Fonte: Whats App). 

Juntos Somos Fortes!

GOVERNO TEMER E GOVERNO PEZÃO QUEREM "ENTUBAR" SERVIDORES, MILITARES, INATIVOS E PENSIONISTAS

Prezados leitores, tudo que nós publicamos aqui ao longo dessa luta contra o "pacote de maldades" estrá se confirmando, ou seja, o interesse do governo é aumentar a contribuição previdenciária dos servidores, militares (PMs e BMs), inativos (aposentados) e pensionistas, alegando que esse é o ÚNICO MODO de regularizar o calendário de pagamento.
Não podemos permitir que sejamos, mais uma vez, prejudicados pelo governo.
É hora de unirmos todas as forças para impedir que os deputados da ALERJ aprovem essa NOVA CRUELDADE.
O governo TEMER e o governo PEZÃO que arrumem outro modo de resolver a crise sem mexer nos nossos combalidos bolsos.
Não somos escravos para carregar esses péssimos políticos nas costas.



"Jornal Extra
12/01/17 06:00 
Com acordo, voltaria a pagar no 5º dia útil’, diz Pezão sobre salários dos servidores 
Nelson Lima Neto 
Para o governador Luiz Fernando Pezão, a homologação do acordo com a União, que será feita pelo Supremo Tribunal Federal, seria suficiente para colocar as contas em ordem. Segundo ele, existe a possibilidade de voltar a pagar os salários dos servidores em dia, mesmo antes da aprovação dos projetos pela Alerj. — Estou tentando normalizar (o pagamento) antes. Com o acordo, volta ao normal, pagando no quito dia útil do mês — disse Pezão ao EXTRA (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

GOVERNO FEDERAL SE ALIOU AO ESTADUAL CONTRA NÓS. VAMOS TER QUE GRITAR "FORA TEMER!" ?



Prezados leitores, os governos Cabral-Pezão e Pezão-Dornelles afundaram a economia do Rio de Janeiro e querem que a população, os servidores, os militares (PMs e BMs) os inativos (aposentados) e as pensionistas pague a conta.
Não podemos aceitar tal solução que penaliza quem não tem culpa.
O governo federal e o governo estadual que arrumem outra que não passe por diminuir o valor líquido dos nossos salários, proventos e pensões.
É hora de lembrar que AMIGO DO NOSSO INIMIGO É NOSSO INIMIGO.
Talvez  tenha chegado a hora de começarmos a pensar em gritar nos protestos: "FORA TEMER!"
E, nesse ponto, vale destacar que "FORA TEMER!" não tem qualquer relação com "VOLTA DILMA!", essa sepultada para sempre no cenário político e nem com qualquer ação de esquerda.
Não podemos esquecer que o Rio de Janeiro é a "caixa de ressonância" do Brasil.
Isso poderá gerar um efeito dominó e causar prejuízos ao governo que quer nos prejudicar.
Basta do povo pagar a conta dos políticos.
E, por favor, que não surjam com as alegações do tipo "quem vai ficar no lugar?"
Temos que lembrar que uma casa inundada pelas águas de enchentes (algo comum no Rio de Janeiro) começa a ser esvaziada com o primeiro balde cheio de água retirado.
Tiramos um balde com água, tiramos dois, tiramos três,.... e a inundação da casa é resolvida.

Juntos Somos Fortes!

GOVERNO PEZÃO PROMETEU PAGAR HOJE ATIVOS DA EDUCAÇÃO

Prezados leitores, não se pode confiar em nada que tenha origem no atual governo estadual, mas torcemos que os pagamentos se concretizem.




"Jornal Extra 
12/01/17 13:50 Atualizado em 12/01/17 13:55 
Governo do Rio vai pagar, nesta sexta-feira, salário de dezembro aos ativos da Educação 
Nelson Lima Neto 
A Secretaria de Educação confirmou que os servidores ativos vinculados à pasta receberão nesta sexta-feira seus vencimentos de dezembro de forma integral. A decisão beneficia, principalmente, aos docentes do Estado. Os salários de dezembro dos professores serão pagos com recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Os funcionários ativos do Departamento Geral de Ações Socioducativas (Degase) também receberão seus vencimentos de forma integral nesta sexta. 
— É uma vitória muito grande para a Educação estadual. O pagamento dos ativos da Educação será possível graças a boa gestão dos recursos do Fundeb. Vale ressaltar a participação decisiva do secretário de Fazenda, Gustavo Barbosa, e do governador Luiz Fernando Pezão — exaltou o secretário de Educação, Wagner Victer (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

PEZÃO VAI INSISTIR QUE PAGUEMOS A CONTA E A IMPRENSA ESTÁ APOIANDO

Aliados contra nós: Pezão e Meirelles


Prezados leitores, os governos Cabral e Pezão destruíram a economia do Rio de Janeiro e querem que os servidores, os militares (Bombeiros e Policiais Militares), inativos (aposentados) e pensionistas.
Como eles querem que paguemos?
Aumentando a nossa contribuição previdenciária, como temos publicado nesse espaço democrático desde que o "pacote de maldades" foi lançado.
O governo Pezão sempre teve com objetivo primordial esse aumento, o resto era apenas figuração.
O pior é que parte da imprensa (Rede Globo) está insistindo que temos que fazer esse sacrifício.
Além disso, o governo federal e o STF também estarão apoiando Pezão, como sendo essa a única solução para regularizar os pagamentos.
A luta contra esse aumento será muito difícil e demorada.
É hora de nos ORGANIZARMOS e PLANEJARMOS nossos atos de protesto.
Hora de criar uma comissão organizadora dos atos com um representante de cada categoria profissional, eleito pelos seus companheiros,
Hora de dar um tempo nas pretensões políticas. O carro de som não pode ser um palanque político onde meia dúzia se revezam em falações. A regra deve ser subiu, falou e desceu
As pretensões políticas são um direito de todos, mas o momento é para deixá-las de lado.
Hora de parar com protestos NÃO PLANEJADOS nos quais os manifestantes nem sabem o que vai ocorrer e ficam sob um calor infernal nas ruas do Rio de Janeiro.
Hora de vencermos!

"Jornal Extra
12/01/17 05:00 
Governo do Rio vai insistir em cota extra para a Previdência sobre salário dos servidores 
Nelson Lima Neto 
Por exigência da União, o governador Luiz Fernando Pezão terá que reenviar um projeto de lei à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) que pretende restabelecer uma cota extra de contribuição à Previdência para os servidores estaduais. Além da elevação gradual do percentual fixo já recolhido hoje, de 11% para 14%, haverá um novo pedido de criação de uma contribuição extra — possivelmente de 6% — por um período determinado. Esta é uma das contrapartidas exigidas pelo governo federal para que seja feita uma reestruturação das dívidas do Rio com a União, de mais de R$ 20 bilhões. O acordo será anunciado oficialmente na próxima semana, segundo o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

MEIRELLES E PEZÃO SÃO ALIADOS CONTRA SERVIDORES, MILITARES, INATIVOS E PENSIONISTAS




Prezados leitores, o ministro Meirelles e o governador Pezão querem aumentar nossa contribuição previdenciária de 11% para 20%.
Você vai pagar a conta dos desvios dos governos Cabral e Pezão?

Juntos Somos Fortes!