JORNALISMO INVESTIGATIVO

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terça-feira, 22 de agosto de 2017

RIO - DIFICULDADE DAS FORÇAS FEDERAIS DEVE PROMOVER VALORIZAÇÃO DAS FORÇAS ESTADUAIS



Prezados leitores, as dificuldades que estão sendo encontradas pelas forças federais para obtenção de resultados nas megaoperações contra o tráfico de drogas, considerando a relação custo-benefício, deve servir como parâmero para valorizar os Policiais Militares e os Policiais Civis do estado do Rio de Janeiro, eles que sem estrutura têm enfrentado durante décadas o poder dos criminosos que estão encastelados em comunidades carentes, ultrapassando inclusive os limites de suas missões constitucionais.
Valorizar os policiais é passo essencial para melhorar o controle da violência no Rio de Janeiro.
Penso que seja o momento do governo federal e dos governos estaduais implantarem mudanças que garantam uma melhor qualificação e valorização dos Policiais Militares e dos Policiais Civis.

Juntos Somos Fortes!

RIO - VIOLÊNCIA 7 X 1 EDUCAÇÃO



Prezados leitores, optei por usar o placar do maior vexame do futebol brasileiro (Alemanha 7 x 1 Brasil) para expressar a goleada que a educação pública está sofrendo em consequência da luta contra os traficantes de drogas, diante da necessidade de fechar escolas em algumas comunidades por tempo indeterminado.
Escola sem alunos significa país sem futuro e tal tragédia reforça o pedido que fiz neste espaço para que as pessoas de bem que residem nas comunidades carentes no sentido de que denunciem com segurança (anonimamente) onde se homiziam os criminosos que dominam as comunidades e onde escondem seus armamentos.
As pessoas de bem devem pensar no futuro de seus filhos que está seriamente ameaçado não só pelos confrontos armados, mas também pela falta de aprendizado.

"Jornal O Dia
POR CONTA DA VIOLÊNCIA
Escolas do Jacarezinho e Manguinhos fecham por tempo indeterminado
De acordo com SME, 15 escolas serão fechadas e outras 11 farão horários alternativos para não expor alunos a riscos de tiroteios (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

RIO - MEGAOPERAÇÕES - A MONTANHA ESTÁ PARINDO RATOS ( ? )



Prezados leitores, considerando o que foi anunciado pelo governo federal com toda pompa e circunstância sobre as operações contra o crime que seriam realizadas no estado do Rio de Janeiro e o resultados das megaoperações realizadas até o momento, alguém poderá estra achando que "a montanha está parindo ratos".
Sem dúvida, os custos de cada uma delas é altíssimo e os benefícios (resultados) obtidos parecem não corresponder. Assim como, ficam evidentes as dificuldades enfrentadas pelas forças federais.
Ouso expressar que essa avaliação pode ser precipitada, sobretudo se houver continuidade.
A continuidade, apesar dos custos, salvo engano, será o grande diferencial entre abalar seriamente a estrutura do tráfico de drogas ou apenas provocar alguns arranhões, logo cicatrizados.
E, não posso imaginar que com tantas autoridades envolvidas não tenha sido feito um planejamento de longo prazo, prevendo a continuidade das operações.
Se estiver certo com relação ao planejamento e à continuidade inserida nele, aposto na vitória dos mocinhos.

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sábado, 19 de agosto de 2017

A VIOLÊNCIA NO RIO DE JANEIRO PODERÁ DESMORALIZAR GOVERNOS FEDERAL E ESTADUAL



Prezados leitores, a incapacidade do governo Pezão de controla a violência no estado do Rio de Janeiro é pública e notória, eis um fato.
Tamanha ineficiência fez com que o governo federal deslocasse em JULHO para o Rio de Janeiro efetivos das Forças Armadas, da Polícia Rodoviária Federal e do projeto da Força Nacional de Segurança, eis outro fato.
Diante desses fato, afirmo que hoje temos a responsabilidade pelo controle da violência dividida entre os governos federal e estadual.
É certo que as ações integradas ainda estão no começo e ninguém em sã consciência pode esperar resultados positivos rápidos diante da dimensão do problema da violência.
O tempo é senhor da razão.
Por sua vez, o tempo trabalha contra os dois níveis de governo e os resultados precisam aparecer sob pena de todo esse esforço e do dinheiro público consumido acabar produzindo descrédito para todas as instituições envolvidas.
Torço para que os resultados apareçam com a brevidade possível e que o povo possa acreditar que os governos federal e estadual unidos têm capacidade para controlar a violência que tem apavorado a população fluminense, seja nos bairros, seja nas comunidades carentes.
É inconcebível pensar que os governos não controlarão a violência.
Tento ser otimista, mas o tempo não para ultrapassamos a metade do mês de AGOSTO.

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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

RIO - ROUBO DE CARGA CONTINUA A TODO VAPOR APESAR DO APOIO DO GOVERNO FEDERAL



Prezados leitores, a presença das Forças Armadas, do projeto da Força Nacional de Segurança e do reforço da Polícia Rodoviária Federal, ainda não surtiu o efeito desejado no controle da violência.
O roubo de cargas, por exemplo, continua com números impressionantes.

"Jornal O Globo
Estado do Rio registra 246 casos de roubos de cargas em 11 dias 
Levantamento da Polícia Civil aponta média de 22 ocorrências a cada 24 horas desde a chegada de tropas federais 
POR ANTÔNIO WERNECK 
10/08/2017 4:30 / atualizado 10/08/2017 8:22 
RIO - Após o início das operações das Forças Armadas no Rio, o estado registrou, ao longo de 11 dias, um aumento na quantidade de roubos de cargas. Um levantamento da Polícia Civil obtido pelo GLOBO aponta que, de 28 de julho até terça-feira, houve um total de 246 casos. A estatística corresponde a uma média de 22 a cada 24 horas. No ano passado, no mesmo período, foram contabilizados um total de 195 (Leiam mais)". 

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sábado, 15 de julho de 2017

FORÇAS ARMADAS AQUARTELADAS E MAIS UM POLICIAL MILITAR ASSASSINADO NO "RIO PACIFICADO"


A inércia dos governos federal e estadual é a principal causa de tantas mortes de Policiais Militares de folga e de serviço no Rio de Janeiro.
O governo federal encaminhou para o estado "meia dúzia" de integrantes do fracassado projeto da Força Nacional de Segurança, como se isso pudesse minimizar de alguma forma a gravíssima situação.
Pergunto:
- O que estão fazendo os integrantes da Força Nacional de Segurança?
É indispensável o emprego das Forças Armadas para o Estado começar a controlar a violência no Rio de Janeiro, como eu justifiquei em vários artigos e vídeos.
Sem isso nada mudará, salvo melhor juízo.

"Jornal O Dia
Policial militar é morto ao reagir a tentativa de assalto no Grajaú 
Soldado Cleber de Castro Xavier, de 28 anos, trocou tiros com bandidos que estavam numa moto e um deles também acabou morto no tiroteio 
15/07/2017 09:49:22 - ATUALIZADA ÀS 15/07/2017 10:08:56 
Rio - Um policial militar acabou morrendo depois de reagir um assalto e trocar tiros com criminosos que tentaram roubar o seu carro, na noite desta sexta-feira, no Grajaú, na Zona Norte do Rio. O soldado Cleber de Castro Xavier, de 28 anos, atingiu e matou um dos bandidos, que estava em uma moto com um comparsa. 
O crime aconteceu na Rua Grajaú. O assaltante morto foi identificado como Vagner da Silva Rodrigues, de 23 anos. O outro homem que estava na moto com ele também teria ficado ferido, mas conseguiu fugir. A Delegacia de Homicídios (DH-Capital) investiga o caso e tenta identificar e prender o outro criminoso que participou da tentativa de roubo (Leiam mais)". 

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quinta-feira, 8 de junho de 2017

RIO - DENÚNCIA CONTRA A FORÇA NACIONAL DE SEGURANÇA



Prezados leitores, nós somos contrários à existência do projeto da Força Nacional de Segurança, algo que consideramos improdutivo e muito dispendioso para os cofres públicos, posição que demonstramos em artigos e vídeos.
No Rio de Janeiro sempre que foi empregado o projeto não mostrou ser eficiente para colaborar com o controle da violência.
Atualmente, o projeto voltou ao Rio e estava sendo empregado na proteção da ALERJ e do Palácio Guanabara, utilização fora do contexto da promoção de segurança nas ruas.
O clamor popular fez com que o governo federal aumentasse o número de integrantes, mas a resposta veio em número insignificante diante da dimensão do problema existente no Rio de Janeiro.
O noticiário deu conta que parte do novo efetivo está sendo empregado no cerco ao Chapadão, isso para prevenir o roubo de carga, mas não estaria fazendo abordagens, limitando-se a uma "operação visibilidade" ou "operação imobilidade" que nenhum efeito surte.
Se for verdadeira a denúncia tornada pública pela imprensa no sentido de que não estão sendo feitas abordagens, salvo engano, melhor (e mais barato) devolver o efetivo que está no Rio de Janeiro para ser empregado em outros estados.

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terça-feira, 16 de maio de 2017

RIO: CARÍSSIMO PROJETO DA FORÇA NACIONAL DE SEGURANÇA COMEÇOU A SER APLICADO NAS RUAS



Prezados leitores, ontem o projeto da Força Nacional de Segurança (FNS) começou a ser empregado nas ruas do Rio de Janeiro.
O projeto é extremamente dispendioso para os cofres públicos, o que acaba contrastando com o atraso no pagamento dos Policiais Militares e dos Policiais Civis do estado do Rio de Janeiro.
O custo elevado é relativo à logística e, sobretudo, ao pagamento das diárias que cada integrante tem direito por estar atuando fora do seu estado de origem, o que se soma ao salário.
Como o custo nunca é divulgado pelo governo federal, o povo aplaude a presença, sem saber o quanto está pagando por essa sensação de segurança. 
A própria eficiência é questionável pois os integrantes da FNS não atuam nos locais onde a criminalidade violenta está instalada.
Por que não colocam o efetivo da FNS substituindo os Policiais Militares de uma UPP, afinal a comunidade está "pacificada"?
Os Policiais Militares substituídos teriam uma produtividade muito melhor nas ruas do que os integrantes da FNS.
Em tempo de crise econômica, a presença do projeto da Força Nacional de Segurança no Rio de Janeiro é um desrespeito aos policiais fluminenses.

"Jornal O Globo
Moradores querem presença da Força Nacional no Rio durante todo o ano 
Equipes estão distribuídas em pontos onde há altos índices de roubo de carga no estado 
GUSTAVO GOULART 15/05/2017 11:30 / atualizado 15/05/2017 13:03 
RIO - Moradores de regiões onde a Força Nacional começou a atuar, nesta segunda-feira, aplaudem a presença das tropas nas ruas. Eles gostariam que os agentes ficassem permanentemente no estado. Equipes estão distribuídas em pontos onde há altos índices de roubo de carga no Rio, como acesso a rodovias: 
- Deveria haver sempre a presença das tropas todos os dias do ano. Não deveria acabar nunca - comentou um morador você 66 anos que está há 23 anos no Rio e é natural de Natal, no Rio Grande do Norte (Leiam mais)". 

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