JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

PACOTE DE MALDADES: QUEM "QUEBROU" O RIO DE JANEIRO QUE PAGUE O CONSERTO



Prezados leitores, os governos Sérgio Cabral-Pezão e Pezão-Dornelles "quebraram" o Rio de Janeiro, destruindo a economia, cabe a eles todos os ônus para consertarem o mal que fizeram.
Não devem e não podem ser os Policiais Militares, os Bombeiros Militares, o funcionalismo público e a população os penalizados para consertar o que eles quebraram.
O denominado "pacote de maldades" do governo Pezão-Dornelles não pode passar na ALERJ.
Cabe a nós, as vítimas, promovermos uma mobilização forte e contínua para impedir que façam mais essa covardia.
É hora de lutar pelos nossos direitos.

"Jornal O Globo
Estado divulga pacote de austeridade para enfrentar a crise
Palácio Guanabara quer descontar 30% de todos os servidores, restringir o Bilhete Único e aumentar ICMS
por Carina Bacelar e Danielle Nogueira
04/11/2016 4:30 / Atualizado 04/11/2016 10:03
RIO - O Rio vai encarar, a partir do próximo ano, o pacote de austeridade mais duro da crise financeira que está enfrentando. Entre decretos que serão publicados no primeiro dia de 2017 e projetos de lei que chegarão hoje à Assembleia Legislativa, o Palácio Guanabara pretende adotar medidas como aumentar a contribuição previdenciária, inclusive com a criação de uma alíquota extraordinária, acabar com programas sociais, suspender reajustes salariais, cortar cargos comissionados, elevar impostos e recorrer aos fundos de outros poderes para pagar servidores. O resultado seria um ganho de arrecadação de R$ 13,4 bilhões em 2017 e de R$ 14,76 bilhões no ano seguinte. O governo do estado alega que, se nada for feito, o rombo ao fim de 2018 vai chegar a R$ 52 bilhões.
— O estado está quebrado. É preciso fazer alguma coisa — defendeu uma fonte do Palácio (Leiam mais)".

Juntos Somos Fortes!

O FLA-FLU, O ESTATUTO E O JUIZADO DO TORCEDOR




Prezados leitores, interagimos com a Ouvidoria do Brasileirão 2016 sobre o caso do Fla-Flu e recebemos esclarecimentos sobre o funcionamento do Juizado do Torcedor.
O objetivo é exercer nossos direitos de cidadão, torcedor e consumidor com relação ao arquivamento do processo instaurado para avaliar a anulação do Fla-Flu, em face do erro de direito, evidenciado pelas imagens das redes de televisão.

"Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro
Juizado do Torcedor garante direitos relacionados a eventos esportivos
Notícia publicada pela Assessoria de Imprensa em 10/12/2013 17:22
Desde 2010, os torcedores que tiverem seus direitos violados dispõem de um lugar específico para reclamar: o Juizado do Torcedor, criado pela Lei 12.299/10, que criou o art. 41-A na Lei 10.671/03. Trata-se de evolução do conceito de juizado especial criminal nos estádios e do esforço do Tribunal de Justiça para que as arenas esportivas voltem a ser o segundo lar das famílias cariocas.
O Juizado do Torcedor possui competência cível e criminal, em caráter absoluto, em questões que envolvam os direitos elencados na Lei 10.671/03. Na esfera cível, a competência do Juizado do Torcedor se estende a todas as causas onde houver direito do torcedor violado, danos morais, cadeiras cativas, cumprimento de promoções e outros vícios do serviço. Na criminal, todo e qualquer fato em que um crime, seja de menor potencial ofensivo ou não, envolvendo torcedor, será julgado junto ao Juizado do Torcedor.
O Juizado do Torcedor encontra-se adjunto à 2ª Vara Cível da Ilha do Governador, funcionando normalmente, no horário de expediente, processando e julgando causas oriundas das violações do Estatuto do Torcedor e, em regime de plantão, em espaço próprio nos estádios, para registro imediato das causas apresentadas.
O plantão do juizado funciona com um juiz de Direito, um promotor de Justiça, um defensor público e um delegado de polícia com suas equipes, iniciando-se as atividades uma hora antes do espetáculo esportivo e encerrando-se quando todos os fatos encontrarem-se analisados, após o que estes são remetidos à sede do Juizado para processamento (Fonte)".

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

POLICIAIS E BOMBEIROS ESTÃO COLHENDO O QUE PLANTARAM

(40 da Evaristo - 2007)


Prezados leitores, a semeadura é livre, a colheita obrigatória.
O ensinamento muito empregado em religiões, serve para explicar a crise relacionada aos pagamentos que está sendo enfrentada pelos Policiais Militares, Policiais Civis e Bombeiros Militares.
Ao longo dos últimos anos integrantes das citadas categorias realizaram mobilizações tendo como principal objetivo unir e fortalecer as suas instituições, isso para conquistar os objetivos imediatos de melhorar as condições de trabalho e receber salários justos.
Os salários e as condições de trabalho até melhoraram nesses quase dez anos de mobilização, iniciada em 2007 com os 40 da Evaristo e com os Coronéis Barbonos.
Na época as represálias sofridas pelos 40 da Evaristo e pelos Barbonos passaram em branco, ninguém se mobilizou contra as covardias, alguns ainda se beneficiaram.
A autofagia falou mais alto.
Nada de união, nada de fortalecimento.
Em 2011 os Bombeiros Militares deram um exemplo de união espetacular e algumas conquistas aconteceram.
Apesar do sucesso da união demonstrada não foi assimilada, não passou a nortear o pensamento e as ações da tropa, acabou se perdendo em razão dos interesses de pequenos grupos.
Nem Bombeiros Militares, nem Policiais Militares e nem Policiais Civis aprenderam nada com essa mobilização que reuniu dezenas de milhares de participantes.
Nada de união, nada de fortalecimento.
Uma prova clara dessa perda foi a prisão em 2012 de Policiais Militares e Bombeiros Militares e o encarceramento ilegal em Bangu 1.
Naque momento de mobilização das três categorias, o grupo que representava os Policiais Civis deu para trás na primeira cara feia do governo, dando meia volta e avançando, enquanto apresentava justificativas sem qualquer sentido.
Por sua vez, apesar da ilegalidade flagrante das prisões, as mobilizações contra esse ato ditatorial deveriam reunir todo o efetivo dos Policiais Militares e dos Bombeiros Militares, mas reuniram um número muito enorme, apesar do esforço dos que participaram, sobretudo, os familiares dos presos.
Nada de união, nada de fortalecimento.
Ao longo desses quase dez anos nós fomos semeando a desunião e o enfraquecimento das instituições, hoje estamos colhendo o que plantamos.
O governo não nos respeita, nem poderia, nós não nos respeitamos.
Nossas pensionistas e nossos Praças inativos de idade avançada estão passando por tremendas dificuldades, mas isso não nos faz mover um músculo.
O governo não paga em dia nossos salários, pensões e proventos, mas a inércia continua sendo a nossa marca registrada.
Não aprendemos a nos unir, só olhamos para o nosso umbigo.
Nada de união, nada de fortalecimento.
Vida que segue.

Juntos Somos Fortes!

O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO 2013 - "EQUÍVOCOS" NO PROGRAMA REDAÇÃO SPORTV

Prezados leitores, ontem recebemos um vídeo gravado por um leitor, através de um celular, de uma pequena parte do programa "Redação Sportv", onde o jornalista André Rizek fez breves comentários sobre o que ocorreu no Brasileirão 2013, especificamente sobre as escalações irregulares dos jogadores André Santos pelo Flamengo (sábado - 7 de dezembro de 2013) e Héverton pela Portuguesa (domingo - 8 de dezembro de 2013).
O trecho é pequeno, cerca de um minuto, mas precisa ser corrigido.




Apesar do jornalista alegar que "foi atrás dos fatos", não parece que consumiu muito tempo nessa investigação.
Ela alega em defesa do Flamengo algo que já superamos nesse espaço: o fato de Héverton estar relacionado para o jogo de domingo, antes do Flamengo cometer o erro no sábado.
Isso não tem qualquer relevância para o esclarecimento dos fatos, não é esse o cerne da questão.
Primeiro, nunca foi provada a tal concentração da Portuguesa.
Isso é alegado rotineiramente como argumento de defesa para o Flamengo, mas nunca foi provado.
A Portuguesa não provou.
A imprensa não provou.
Nem André Rizek citou onde foi a tal concentração.
Apesar da concentração estar mais para "perna de cobra", mesmo que tenha ocorrido, não serve como tese defensiva.
Primeiro, o jogador só está oficialmente relacionado para o jogo quando o clube, antes do jogo (nesse caso no domingo) faz a entrega da relação. Não se pode confundir relacionado para a concentração com relacionado para o jogo, são momentos distintos, nesse caso separados por mais de um dia.
O ponto crucial, não abordado pelo jornalista, trata-se do fato da imprensa ter noticiado que André Santos não poderia jogar, ele ter jogado e a imprensa não ter noticiado que ele jogou irregularmente, o que faria com que o Flamengo perdesse os pontos e passasse a correr risco de rebaixamento.
São esses FATOS que constituem o foco da investigação.
Vale lembrar que era o furo do Brasileirão 2013 e a imprensa não deu.
Por quê?
Amnésia coletiva?
Também é conveniente lembrar que caso a imprensa tivesse cumprido o seu papel, noticiando no sábado o erro do Flamengo, mesmo que Héverton estivesse concentrado, a Portuguesa teria todo cuidado antes de relacioná-lo para o jogo de domingo.
Se a imprensa noticia o erro do Flamengo no sábado, como a Portuguesa iria justificar o "duplo erro" que tentam nos empurrar goela abaixo.
Diante do exposto, aconselhamos o jornalista a "ir atrás dos fatos corretos", caso contrário, nunca chegará à verdade que todos buscamos.
Nós estamos "correndo atrás" desde dezembro de 2013.
Publicamos centenas de artigos e dezenas de vídeos sobre o assunto, organizamos e publicamos um livro sobre o tema e viajamos duas vezes para São Paulo na busca da verdade, onde tivemos acesso aos autos da investigação do Ministério Público, inclusive obtendo cópias para solicitar a reabertura do caso.
Por derradeiro, devemos corrigir que o Flamengo se beneficiou da perda de pontos da Portuguesa, o Fluminense não, como o jornalista erroneamente deu a entender.
O Fluminense se beneficiou do erro do Flamengo, não precisava que a Portuguesa "errasse".
Basta consultar a tabela e a classificação oficial do Brasileirão 2013.

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quarta-feira, 2 de novembro de 2016

FLA-FLU: ADIVINHE QUEM SE "DEU BEM" NO JULGAMENTO DO STJD



Prezados leitores, o caso "Fla-Flu" entrou para a história dos maiores absurdos já ocorridos no futebol brasileiro.
Será que o presidente do Fluminense irá recorrer? 

"Site do SporTv
1/11/2016 18h48 - Atualizado em 01/11/2016 18h51
Ricci é suspenso por 60 dias. Árbitro e Fluminense são multados em R$1 mil
Flamengo é absolvido no julgamento da confusão do Fla-Flu. Árbitro irá recorrer
Por SporTV.com
O clássico entre Flamengo e Fluminense, válido pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro, ganhou mais um capítulo nesta terça-feira. E ele foi escrito no STJD. O Supremo Tribunal de Justiça Desportiva ouviu a defesa dos dois clubes e do árbitro Sandro Meira Ricci. O Tricolor e Ricci foram condenados. Já o Rubro-negro foi absolvido. 
Por ser mandante da partida, o Fluminense foi multado em R$1 mil por causa de objetos atirados no gramado durante a partida. Sandro Meira Ricci foi julgado por duas situações: deixar de relatar na súmula ocorrências relevantes referentes ao clássico e por deixar de coibir animosidade (permitir a confusão no gramado). Nas duas, o árbitro foi punido. No primeiro caso, Sandro foi multado em R$1 mil e suspenso por 30 dias, mas, por ser réu primário, converteu a pena em advertência. Na súmula, o árbitro afirmou que nada de anormal havia ocorrido na partida. 
Na segunda situação, Sandro foi suspenso por 60 dias e multado novamente em R$1 mil por não impedir a confusão no gramado, com jogadores e comissões técnicas de ambos os times invadirem o gramado. Como deixou de ser réu primário por causa da primeira condenação, terá que cumprir essa pena. Mas a defesa do árbitro irá recorrer em até dez dias, pedindo para que o árbitro seja ouvido. Sandro não compareceu a audiência porque está na Índia a convite da Fifa (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

GOVERNOS CABRAL E PEZÃO PERDERAM LUTA CONTRA A CRIMINALIDADE



Prezados leitores, não existem mais qualquer dúvida, nem a imprensa, antes tão parceira, ousa defender os fracassos dos governos Sérgio Cabral-Pezão e Pezão-Dornelles, sobretudo na área da segurança pública.
A falência completa do sistema de segurança pública no Rio de Janeiro é o resultado de erros cometidos ano após ano, onde o equivocado projeto de implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) foi o grande expoente, aplaudido durante os anos iniciais por policiólogos e jornalistas, que atualmente criticam, esquecendo que impulsionaram toda essa tragédia,
A reconstrução será longa, custosa e dolorosa.
Para que essa mudança possa começar a acontecer é indispensável ousadia para por fim a tudo que não funciona, como a própria Secretaria de Segurança Pública (SESEG), e ter a visão voltada para o futuro no sentido de investir nas instituições policiais e na qualificação e valorização seus integrantes.
Mais uma vez afirmamos, talvez pela milésima vez,  que a SESEG é um órgão desnecessário, caríssimo e que ainda consome grande efetivo de policiais.
Dar autonomia gestora para o Comandante Geral da PMERJ e para o Chefe da PCERJ resultará em enorme economia de recurso para os cofres públicos e recuperará efetivos para as duas instituições.
Eis o primeiro passo para mudar a tragédia que se transformou a violência no Rio de Janeiro.
Temos que promover a mudança para que os especialistas em policiamento ostensivo e em preservação da ordem pública (Policiais Militares) e os especialistas em polícia investigativa (Policiais Civis) tenham a liberdade necessária para promoverem a melhoria dos resultados oriundos do sistema de segurança pública.
A autonomia da perícia criminal é outra medida positiva, já adotada na maioria dos estados brasileiros.
Insistir no modelo atual, onde a SESEG é o órgão gestor, é um erro grosseiro.
Resta saber se o governo tem coragem de fazer o que precisa ser feito.
Enquanto isso não acontecer, nós continuaremos enterrando nossos mortos vítimas da criminalidade.

"Jornal Extra
01/11/16 18:27 Atualizado em 01/11/16 18:27 
Sobem índices de homicídios e roubos no Rio, segundo dados do ISP 
O Instituto de Segurança Pública (ISP) do Rio de Janeiro revelou, nesta terça-feira, os dados do mês de setembro. Ao todo, foram registradas 423 vítimas de homicídio doloso no estado do Rio de Janeiro. O número representa um aumento de 72 vítimas em relação ao mesmo período do ano passado. Já os roubos de rua (roubo a transeunte, de aparelho celular e em coletivo) chegaram à marca de 11.199 ocorrências, 4.451 a mais que em setembro de 2015 (Fonte)". 

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terça-feira, 1 de novembro de 2016

RIO: A VIOLÊNCIA TOTALMENTE FORA DE CONTROLE



Prezados leitores, a violência sempre irá existir, cabe ao poder público desenvolver medidas para minimizar os seus efeitos.
No Rio de Janeiro, os fatos demonstram que a violência está fora de controle e que a população não tem segurança em nenhuma região.
É o fracasso da gestão da segurança pública.

- "Jornal O Dia
Corpo carbonizado é encontrado em carro de policial militar desaparecido
Delegacia de Homicídios da Baixada realizará exames para descobrir se corpo é do policial Gilberto Pereira, sumido desde sábado após sair de casa
31/10/2016 13:37:45
Rio - O carro do policial militar Gilberto Pereira, desaparecido desde o último sábado após sair de casa em Itaguaí, cidade da Região Metropolitana do Rio, foi encontrado neste domingo com um corpo carbonizado dentro. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) tenta descobrir se a vítima é o PM, que seria lotado na UPP Macacos (Fonte)".

- "Jornal Extra
31/10/16 18:42 Atualizado em 31/10/16 21:41
Mulher é morta ao tentar fugir de bandidos no Itanhangá, na Zona Oeste do Rio
Uma mulher morreu após ser baleada dentro do carro em uma tentativa de assalto na Estrada das Furnas, no Itanhangá, na Zona Oeste do Rio. O crime aconteceu na tarde desta segunda-feira. A vítima, Priscila Nicolau Soares dos Reis, de 37 anos, era cirurgiã dentista e foi atingida ao tentar fugir dos bandidos. Segundo a perícia, pelo menos 17 disparos acertaram o carro. Ela foi baleada no braço e na cabeça, e morreu no local (Fonte)".

Juntos Somos Fortes!

FLA-FLU: PRESSA DO STJD PODE PREJUDICAR FINAL DO BRASILEIRÃO 16



Prezados leitores, ao ser punido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) com a perda de quatro pontos no Brasileirão 2013, por ter escalado irregularmente o jogador André Santos, o Clube de Regatas do Flamengo usou de todos os seus direitos e recorreu até a Corte Arbitral do Esporte (Leiam e lembrem).
Fez muito bem.
Não recuperou os pontos, mas lutou por seus direitos.
No Brasileirão 2016, no Fla-Flu do returno, a arbitragem fez uma tremenda confusão, anulando, validando e anulando, o gol de empate do Fluminense.
A interferência externa na decisão ficou evidenciada nas imagens exibidas pela imprensa, o que levou o Fluminense a peticionar junto ao STJD para anular a partida, diante do evidente erro de direito.
O presidente do STJD de imediato instaurou o processo, como não poderia deixar de fazer diante das evidências, mas eis que o procurador do STJD emite um parecer e o presidente arquiva o processo.
Nós publicamos alguns artigos onde demonstramos a nossa posição considerando apressada e equivocada a decisão.
Diante da situação, estamos em contato com a Ouvidoria do Brasileirão 2016, solicitando esclarecimentos relacionados com o Estatuto do Torcedor e o Código de Defesa do Consumidor.
A nossa preocupação ultrapassa o exercício dos nossos direitos de torcedor e consumidor, nós queremos evitar que mais um campeonato brasileiro de futebol fique sob suspeição, como está ocorrendo com o Brasileirão 2013, onde as investigações não alcançaram (ainda) os responsáveis.
É fácil entender nossa preocupação.
Como nós entendemos equivocada a decisão do STJD, consideramos que os departamentos jurídicos de clubes diretamente envolvidos na disputa pelo titulo e por vaga na Libertadores 2017 também devem ter concluído de igual forma.
Hoje, a classificação dos clubes que estão envolvidos nas lutas é a seguinte, faltando cinco rodadas:
1) Palmeiras: 67 pontos.
2) Flamengo: 62 pontos.
3) Santos: 61 pontos. 
4) Atlético-MG: 60 pontos.
5) Botafogo: 54 pontos.
Não precisa ser matemático para concluir que com 15 pontos em disputa, os quatro primeiros têm chances de conquistar o título.
Eis o problema.
Imaginem se o Flamengo conquista o título com uma diferença inferior a três pontos.
O clube que tiver ficado em segundo lugar poderá arguir a não anulação do Fla-Flu.
Imaginem se o Flamengo conquista uma das três vagas diretas para a Libertadores e termina com uma diferença inferior a três pontos do quarto colocado.
O quarto poderá arguir a não anulação do Fla-Flu.
Lógico, o recurso seria para a CAS (como fez o Flamengo) e não para o STJD.
O futebol brasileiro não precisa continuar sendo essa confusão.
Errou também o Fluminense que não recorreu da decisão do STJD e contribuiu para o caos.
O Fla-Flu deveria ter sido anulado e jogado novamente, diante do erro de direito evidente.
O Flamengo que vive um momento muito melhor que o Fluminense poderia ter ganho e não teríamos qualquer possibilidade de questionamento. Se empatasse ou perdesse continuaria na disputa, mas com menor chance.
Antes que algum leitor apressado alegue que caso não vencesse o novo Fla-Flu, seria o Flamengo a recorrer, lembramos que as evidências do erro de direito desaconselhariam qualquer tentativa, as imagens e a leitura labial não deixam qualquer dúvida sobre o que ocorreu.
Salvo melhor juízo, a decisão apressada do STJD foi motivada para eliminar o asterisco na tabela e a imediata perda de pontos do Flamengo, que hoje estaria com 59 pontos se o novo Fla-Flu ainda não tivesse ocorrido ou com 60 ou 62 pontos, caso tivesse acontecido.
A pressa é inimiga da perfeição.
No caso ela poderá prolongar por meses (ou anos) a definição do Brasileirão 2016, mas também poderá não ter qualquer efeito, considerando que no nosso futebol "há mais coisas entre o céu e a terra do que pode imaginar nossa vã filosofia"

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

POLICIAIS QUEREM PAGAMENTO E SECRETÁRIO CONTA COM A PAIXÃO DO POLICIAL



Prezados leitores, o atual Secretário de Segurança Pública, Delegado PF Roberto Sá, concedeu uma entrevista ao Jornal O Dia na qual declarou que conta com "a paixão, a vocação e o sacerdócio dos policiais".
Embora a gestão do Secretário Roberto Sá seja entendida como uma extensão da gestão do Secretário Beltrame, considerando que era seu assessor direto, nós esperamos que sejam implementas significativas mudanças para evitar a repetição dos erros que se mantiveram ano após ano, causando sérios prejuízos para as instituições policiais e para a população.
Nós até entendemos que diante da sua impossibilidade de resolver o nosso maior problema, a falta do pagamento dos salários, proventos e pensões, o secretário apele para a "paixão, vocação e sacerdócio", mas não concordamos.
A paixão pelo trabalho é diretamente proporcional ao que o trabalho oferece em contrapartida e, atualmente, a contrapartida é péssima, tanto com relação aos pagamentos do que nos é devido, quanto às condições de trabalho.
Vocação é um termo em desuso no mercado, além disso, ninguém tem vocação para ser alvo, como tem ocorrido no Rio de Janeiro, onde os policiais estão sendo massacrados.
A preocupação deve ser a qualificação continuada dos Policiais Civis e Militares.
Policial não é sacerdote, não deve suportar (nem aceitar) dificuldades para o exercício da sua atividade. Deve ter as melhores condições de trabalho, considerando que arrisca a vida no exercício da função e deve receber o justo pagamento.
Nós reconhecemos as boas intenções do novo Secretário de Segurança e desejamos a ele todo o sucesso, mas para isso ele deverá se dedicar a solucionar os nossos problemas, considerando que ninguém consegue ser eficiente não tendo o indispensável equilíbrio físico e emocional.
Um quadro que se agrava se o "desequilibrado" faz uso de armas de guerra no seu trabalho.

"Jornal O Dia
'Conto com a paixão do policial', revela Roberto Sá em entrevista
Novo secretário de segurança falou sobre desafios e planos para um sistema que aproxime a sociedade do diagnóstico policial
30/10/2016 08:18:13
Bruna Fantti
Rio - Em entrevista ao DIA, o novo secretário de Segurança do Rio, Roberto Sá, afirma que nesse momento de crise conta com “a paixão, a vocação e o sacerdócio dos policiais”. Sá, que foi do Bope— antes de virar delegado federal e ser subsecretário de José Mariano Beltrame por nove anos — lembra que já esteve em confronto. Preocupado com os fuzis, ele fala sobre inovações na sua gestão: um fórum para as UPPs e a participação direta da sociedade no apontamento de possíveis causas para os crimes (Leiam mais)".

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domingo, 30 de outubro de 2016

ISSO AQUI NÃO É FLAMENGO !



Prezados leitores, a torcida do Flamengo tem o hábito de usar a expressão "Isso aqui é Flamengo", como uma forma de diferenciação.
Ela foi usada em um recente comentário no blog, quando tratamos da influência da Rede Globo no crescimento do Flamengo, algo que o comentarista demonstrou não ter entendido. ´
Ele deve ser jovem e não conhecer a história evolutiva do clube que torce.
Isso é comum nos torcedores, colocar a paixão acima da razão.
Só que "Isso aqui não é Flamengo!"
O nosso espaço é democrático e fiéis a esse objetivo, publicamos artigos e comentários da lavra de torcedores do Flamengo, desde que não ofendam os nossos outros parâmetros, mas "Aqui não é Flamengo!"
Nós somos duramente criticado, mas isso faz parte.
O torcedor do Flamengo que nos visitar será sempre bem-vindo, mas precisa entender alguns aspectos.
Aqui o Flamengo não está sempre certo.
Aqui não escondemos as verdades que não interessam ao Flamengo e aos seus torcedores.
Aqui os erros de arbitragem que favorecem, ao Flamengo, por exemplo, não são desconstruídos.
Aqui os jogadores médios do Flamengo não são transformados em craques.
Aqui quando o Flamengo é salvo de ser rebaixado pela Portuguesa, nós demonstramos os fatos que comprovam.
Aqui nós buscamos a verdade, tanto que não escondemos a veracidade nem com relação ao nosso amado e glorioso Fluminense.
Aqui a verdade é o foco.
Diante do exposto, como "Isso aqui não é o Flamengo !", lembramos que as chances do clube conquistar o seu HEXAcampeonato brasileiro são de 7%.
Segundo o site Lance, simpático ao Flamengo, o Palmeiras tem 86% , o Santos tem 5% e o Atlético-MG tem 2% de chances.
O Fluminense não tem chance de ser campeão brasileiro, nem merecia ter.
Por derradeiro, lembramos que apesar da fragilidade da comissão técnica e do elenco do Fluminense, neste ano, por enquanto, o clube é o único carioca que conquistou um título interestadual.

Juntos Somos Fortes!

sábado, 29 de outubro de 2016

FLUMINENSE: A CONQUISTA DE ESCAPAR DO REBAIXAMENTO



Prezados leitores, os torcedores do Fluminense devem comemorar o fato do clube não ser rebaixado no Brasileirão 2016, situação constrangedora que escapou isso algumas rodadas atrás.
Basta analisar a qualidade técnica do nosso elenco e da nossa comissão técnica para concluirmos que existiam boas chances de sermos rebaixados, como temos comentado no Twitter.
Ontem, empatamos com o Vitória (isso ainda com um erro da arbitragem favorável ao Fluminense), clube que luta contra o rebaixamento, colocando em campo os seguintes jogadores:

Júlio César; Wellington Silva, Gum, Henrique e Giovanni (Marquinho); Pierre, Douglas, Cícero e Gustavo Scarpa; Richarlison (Magno Alves) e Wellington (Marcos Junior).

Sendo respeitosos, esse elenco não pode representar o Fluminense, o glorioso tricolor.
Sim, a crise não está fácil para ninguém, o que inviabiliza maiores investimentos no elenco, mas o Fluminense tem (tinha) um ótimo trabalho de base, além de ter várias escolinhas espalhadas pelos quatro cantos, como explicar o não surgimento de jogadores de melhores qualidades técnicas?
É triste ver em campo jogadores que, seguidamente, erram passes, chutes e cabeçadas.
O time perde gols inacreditáveis e sofre gols inadmissíveis.
A torcida do Fluminense não merece passar por isso.
Urge que alguém assuma o Fluminense e entenda o tamanho da instituição, as glórias conquistadas e as que serão conquistadas.
Enquanto isso não ocorre, treinos em tempo integral e corte de folgas farão muito bem ao elenco que precisa aperfeiçoar todos os fundamentos do futebol.
Treinar é preciso, treinar muito.
Nós, torcedores, continuaremos torcendo.
Afinal, o amor pelo clube nos move para torcermos sempre, não importa a qualidade do time e nem a posição na tabela.
Inclusive nesse Brasileirão 2016 ainda temos a esperança para nos motivar, tendo em vista que por incrível que pareça, ainda existem chances matemáticas de alcançarmos o G6.
Um barca gigante deve sair do Fluminense, uma reformulação ampla no elenco e na comissão técnica para que possamos ter um  2017 mais feliz.
As mudanças são imprescindíveis.

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

RIO: A VIOLÊNCIA E A INCOMPETÊNCIA NOSSA DE TODO DIA



Prezados leitores, os contínuos erros de gestão na área da segurança pública nos governos Sérgio Cabral-Pezão e Pezão-Dornelles condenaram a população do estado do Rio de Janeiro a ter que conviver com o risco de morte.
Uma face fácil de ser identificada nesses erros é o número, nunca antes visto na segurança pública no país, de nomeações e de exonerações de Comandantes Gerais da Polícia Militar e de Chefes da Polícia Civil.
No caso da Polícia Militar a gravidade é maior, sendo que a instituição teve em média um Comandante Geral a cada 13 meses nesse período.
Se não bastasse isso, o governo errou também com a recondução de Coronéis PM inativos para o serviço ativo para exercerem a função, o que significa que todos os Coronéis PM  da ativa, nesses diferentes momentos, pois isso ocorreu mais de uma vez,  não foram considerados pelo governo como habilitados para o exercício do Comando Geral.
Eis a fórmula da desvalorização e da desmotivação para os Coronéis PM da ativa.
As balas perdidas constituem outra marca registrada dessa gestão apartada da eficiência.

"Jornal Extra
27/10/16 12:28 Atualizado em 27/10/16 19:28 
Rio tem mais três casos de balas perdidas em menos de 24 horas 
Ana Carolina Torres
Mais três casos de bala perdida foram registrados no Rio após uma mulher ser morta dentro de casa. Todas as ocorrências foram na Zona Norte da capital. Na Penha, uma mulher foi baleada dentro de um táxi durante um ataque de bandidos contra policiais. Já em Olaria, uma perseguição a assaltantes terminou com dois pedestres feridos.
Eram por volta de 11h quando houve o tiroteio na Penha. Patricia da Silva Rocha era passageira de um táxi e passava pela Rua do Valão quando foi atingida no braço. Ela foi socorrida para o Hospital estadual Getúlio Vargas, também na Penha. Segundo o hospital, o quadro de saúde de Patricia é estável.
Segundo a assessoria de imprensa das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), a mulher foi atingida no momento em que uma equipe de policiais militares era atacada a tiros. Houve confronto. Ainda de acordo com a assessoria, estão sendo realizadas buscas na região (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

O FLA-FLU E O ESTATUTO DO TORCEDOR

Prezados leitores, nós temos trocado e-mails com um torcedor do Fluminense sobre o denominado "Estatuto do Torcedor".
É a Lei número 10.671, de 15 de maio de 2003, que dispõe sobre o Estatuto de Defesa do Torcedor e dá outras providências.
Na lei está previsto no seu artigo 30:

"Capítulo VII
Da relação com a arbitragem esportiva
Artigo 30 - É direito do torcedor que a arbitragem das competições desportivas seja independente, imparcial, previamente remunerada e isenta de pressões".

O destaque é nosso.
Quem assistiu a confusão que se instalou após a anulação e validação do segundo gol do Fluminense testemunhou que a arbitragem sofreu pressões.
Isso é inquestionável.




Primeiro a pressão natural dos jogadores do Fluminense e do Flamengo, mas a pressão continuou com interferências externas, inclusive do inspetor da arbitragem.
Tal pressão foi ilegal e está registrada nas imagens.
Os torcedores do Fluminense foram prejudicados com isso e, não custa lembrar, que torcedores são também consumidores, tendo outra legislação para defender essa relação, o Código de Defesa do Consumidor.
Salvo melhor juízo, considerando a facilidade de comprovar a pressão externa (vídeo), torcedores do Fluminense podem arguir direito à reparação, nesse caso à CBF, entidade que organiza o Brasileirão 2016.
Diante disso, consideramos que a decisão à jato de arquivar a petição do Fluminense ganha novo contorno, sendo menos justificável ainda.
Nós gostaríamos de saber a opinião dos nossos leitores, sejam torcedores do Fluminense ou não, afinal, somos torcedores, não somos palhaços.
Qual a utilidade de uma lei que defende os direitos dos torcedores, mas que não é cumprida?

Juntos Somos Fortes!

( SÉRGIO ) CABRAL, O IMORTAL - BERNARDO MELLO FRANCO



Prezados leitores, transcrevemos artigo encaminhado na forma de comentário.

"Cabral, o imortal
Folha De S.Paulo
25 OUT 2016
BRASÍLIA - Dizem que certos políticos têm sete vidas, tamanha a sua capacidade de sobreviver a escândalos. Se for verdade, Sérgio Cabral deve ter 14. O ex-governador do Rio é alvo de acusações de corrupção há quase duas décadas, mas as suspeitas contra ele nunca foram a julgamento. Em 1998, o Ministério Público abriu a primeira investigação sobre Cabral. Ele era suspeito de enriquecimento ilícito por comprar uma mansão em Mangaratiba, perto de Angra dos Reis. O caso foi arquivado pelo procurador Elio Fischberg, que seria afastado por falsificação de documentos em ação contra outro peemedebista ilustre: Eduardo Cunha.
O escândalo à beira-mar não interrompeu a escalada de Cabral. Ele acumulou poder e se elegeu senador e governador por duas vezes. Chegou a se insinuar à Vice-Presidência da República, mas foi abatido em voo pelas manifestações de 2013.
Um acidente aéreo na Bahia expôs sua intimidade com empresários que prosperaram em terras fluminenses. Um deles, o empreiteiro Fernando Cavendish, presenteou a mulher do peemedebista com um anel avaliado em R$ 800 mil. O valor da joia parece gorjeta diante das cifras atribuídas a ele na Lava Jato.
Cabral já foi acusado de receber propina em várias obras milionárias, como a reforma do Maracanã, o complexo petroquímico, o Arco Metropolitano e a reurbanização de favelas. Ele anda sumido, mas continua a atuar no bastidor. Há poucas semanas, treinava o aliado Pedro Paulo para os debates da eleição municipal.
Encastelado no Leblon, o peemedebista acaba de entrar na mira de outra operação de nome sugestivo: Saqueador. Para o juiz Marcelo da Costa Bretas, as apurações apontam para um “gigantesco esquema de corrupção” no Estado, “com o apadrinhamento” do ex-governador.
Em nota, Cabral disse que “repele com veemência” e manifesta “indignação e repúdio” contra os acusadores. Se sobreviver a mais essa, ele poderá reivindicar o título de imortal (Fonte)".

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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

2a EDIÇÃO DO LIVRO "O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO 2013"



Prezados leitores, nós continuamos recebendo pedidos para aquisição do livro "O escândalo do Brasileirão 2013 - Como o Flamengo foi salvo do rebaixamento", o qual se encontra esgotado.
Nosso planejamento inicial era elaborar uma 2a edição (revista e ampliada), inserindo uma segunda parte relacionada com as conclusões das investigações do GAECO do Ministério Público de São Paulo.
Nessa direção ficamos acompanhando pela imprensa a conclusão, mas para nossa surpresa foi noticiado o arquivamento, o que inviabilizou o nosso projeto inicial.
Optamos por apresentar o que consideramos "fatos novos" ao MP para que fosse avaliada a possibilidade da reabertura das investigações.
No momento estamos aguardando notícias.
Caso as investigações sejam reabertas, voltaremos ao projeto de aguardar o término das conclusões.
Se não forem reabertas as investigações, buscaremos um recurso da decisão e, paralelamente, elaboraremos a 2a edição, contendo na primeira parte o livro e na segunda parte comentários sobre o arquivamento e sobre a nossa solicitação de reabertura.
Como de costume, o nosso espaço democrático será utilizado para atualização.
Aproveitamos para informar que estamos solicitando ao STJD cópia do processo instaurado e, rapidamente, arquivado sobre o que ocorreu no Fla-Flu do dia 13 de outubro de 2016.

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