JORNALISMO INVESTIGATIVO

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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

EU TERIA VERGONHA DE SER JORNALISTA DA ESPN



Prezados leitores, nós, os milhões de torcedores do Fluminense, exercendo o nosso direito de resposta, informamos que cada um de nós tem o prazer de proferir a seguinte frase:

"Eu teria vergonha de ser jornalista da ESPN".

Juntos Somos Fortes!

FLAMENGO: A IMPRENSA SENTE O GOLPE, A REVELAÇÃO DA VERDADE SERÁ DEVASTADORA



Prezados leitores, todos e todas sabem que o nosso espaço não se dedicava aos esportes, a nossa incursão nessa área da vida social, como explicamos em artigos e vídeos, deveu-se ao fato de que a campanha para responsabilizar o Fluminense pelo rebaixamento da Portuguesa, feita por torcedores de outros clubes e por parte da imprensa, tinha ultrapassado todos os limites. Tal verdade, aliada à nossa experiência na área investigativa, fez acender uma luz vermelha: tem algo errado.
Felizmente, as nossas investigações logo identificaram o que estava errado e o motivo de tentarem empurrar a culpa para cima do Fluminense, não voltaremos ao tema.
Qualquer pessoa que tenha uma inteligência mediana e que leu os artigos e assistiu os nossos vídeos pode afirmar que não existe nada mais estúpido do que acusar o Fluminense pelo rebaixamento da Portuguesa.
Apesar dessa verdade de clareza solar, significativa parte da imprensa segue querendo culpar um inocente, obviamente, para proteger os verdadeiros culpados.
Parte da imprensa ataca o Fluminense gratuitamente.
Uns ofendem o Fluminense aos berros na televisão.
Uma autêntica cruzada para culpar o Fluminense.
Isso tudo é desprezível.
Coisa de gente pequena que coloca seus interesses pessoais acima da verdade.
Longe de defender qualquer ofensa dirigida a integrante da imprensa, mas paciência tem limite e ela está chegando ao fim.
O senhor Antero Greco se mostra ressentido no seu artigo publicado no Estadão com as ofensas que estaria recebendo, o que é um direito dele, afinal deve defender a sua honra. Lamentamos que isso esteja ocorrendo, sinceramente. Temos sido alvos também de ofensas por parte de torcedores do Flamengo, desesperados diante da realidade que não podem contestar. 
Aliás, senhor Antero, quem não quis um debate civilizado foi parte da imprensa, que ato contínuo passou a responsabilizar o Fluminense pelo que ele não fez.
Além disso, não existe supostamente uma campanha contra o Fluminense, existe uma campanha aberta contra o Fluminense, só não percebe que não lê jornais e revistas, assim como, não assiste televisão.
Não existe uma única referência ao rebaixamento da Portuguesa que o Fluminense não seja tratado como beneficiado.
Basta rever as matérias, a verdade está nelas.
Pior, basta olhar a tabela para ver que quem foi beneficiado pelo rebaixamento da Portuguesa foi o Flamengo, mas eles contradizem até a matemática, na fome de atacar o Fluminense.
Quem ainda tem dúvida, leia o artigo que publicamos antes desse e constate a agressão gratuita da Revista Exame ao Fluminense.
Não sei se o senhor virou um inimigo do Fluminense, espero que não, mas para demonstrar isso terá que demonstrar uma isenção que não temos presenciado na imprensa.
Em termos de sugestão, senhor Antero, leia nossos artigos, assista nossos vídeos e os conteste, assim nascerá uma debate sadio, onde as divergências servirão para que a verdade prevaleça.
Milhares de pessoas já leram e já assistiram, só os Flamenguistas mais fanáticos ainda discordam das verdades que apresentamos.
E, por derradeiro, parabéns pelas defesas que alega ter feito do Fluminense, quem sabe o senhor não estava fazendo justiça e não apenas jornalismo.
Prezados leitores, por essas e por outras, reiteramos o pedido sobre a divulgação do artigo e do vídeo:
"Bomba! O Silêncio Criminoso - "O Flamengo e o rebaixamento da Portuguesa (Link)".
Eis o brilhante artigo do senhor Antero Greco:

"O ESTADÃO 
FUTEBOL, REDES SOCIAIS E LIBERDADE DE PENSAMENTO 
8 de janeiro de 2014
ANTERO GRECO 
Umas folgas de final de ano, prejudicadas por uma crise de gastrite, me tiraram do trabalho mais do que gostaria. Os dias em casa, porém, foram bons para aquela arrumação de papéis, para acelerar leitura e para observar o que rola pelo mundo real e virtual.
E uma constatação pude fazer deste período de repouso: as redes sociais são um instrumento poderoso, e perigoso nas mãos de quem as usa para o mal. São ferramentas ótimas para manipular opinião e transformar mentiras em verdades. Graças a Deus não existiam com tal fartura na época de Goebels! O Nazismo talvez tivesse produzido estragos mais nefastos.
Há uma histeria no ar, e provocada por futebol. Não se fala da violência das prisões, materializada pelas chacinas no Maranhão. Não se reclama contra corrupção, que nos torna um país caríssimo e carente. Não se clama por mais dignidade e respeito dos cidadãos.
A indignação, veja só, surge por um jogo em que marmanjos correm atrás da bola e que deveria ser apenas diversão para quem acompanha. O inconformismo vem, supostamente, por campanha de “difamação e ódio” contra agremiação futebolística, o venerável Fluminense.
Culpados por essa onda de caça às bruxas seria a imprensa. Ou, mais especificamente, parte da imprensa esportiva, da qual faço parte. Qual o crime cometido por alguns jornalistas? O de colocar-se contra o Tribunal Esportivo, que puniu a Lusa de forma desmedida ao erro que ela cometeu. Com a perda dos pontos, a equipe caiu para a Série B e o Fluminense, por circunstâncias da classificação final do Campeonato Brasileiro, se manteve na elite.
A argumentação de profissionais com larga experiência no jornalismo não convenceu a todos – e nem haveria essa pretensão.
A divergência é um dos fundamentos para a sabedoria. Só que, diante da repercussão negativa que teve o resultado dos julgamentos nos tribunais, torcedores da equipe beneficiada não tiveram coragem de assumir a bronca provocada nos demais e a repassaram para a imprensa. De um momento para outro, jornalistas de peso viraram vilões e irresponsáveis. (E admito que há oportunismo, pois torcedores de outros clubes teriam tido comportamento idêntico, se o tribunal os beneficiasse.)
Em vez de debate civilizado, começou a série de insultos, sobretudo no Facebook e no Twitter. Canalha, bandido, energúmeno, asno, idiota, imbecil, covarde, fdp, foram alguns termos repetidos ad nauseam. Fora os comentários maldosos em blogs, os abaixo-assinados repletos de preconceitos e inverdades e as correntes xiitas que pretendem retratação dos meios de comunicação e seus profissionais que não aceitaram o veredito de um tribunal. Como se esse tribunal fosse infalível.
Critiquei, e não arredo pé, do rigor com que foi tratado o caso da Lusa. Dei minha opinião no jornal, no blog e na tevê, e me baseei em juristas. Aliás, mentes brilhantes, acostumadas aos meandros do Direito também sustentaram tese semelhante à minha. Assim como outras, igualmente respeitáveis, disseram que o tribunal estava certo. Tema, portanto, polêmico. Há controvérsias na Justiça. Caso contrário, nem seriam necessários tribunais, advogados, juízes…
Infelizmente, na fantasia doentia de gente que não consegue viver com a divergência, virei um dos inimigos do Fluminense, um incitador da intolerância e da violência, um fora da lei! E justo eu, que devolvo até centavos de troco, se me derem a mais! E dá-lhe todo momento a ler insultos e ameaças (sim, ameaças de retaliação física) de cidadãos que nunca vi e que provavelmente, se encontrasse pessoalmente, viriam conversar de maneira pelo menos comedida.
Nos próximos meses, completo 40 anos de profissão, a maior parte desse tempo na crônica esportiva. Minha história, minha carreira, meus comentários, meus textos falam por si. Jamais fui leviano, nunca seria demente de acirrar ânimos, fomentar discórdia, racismo, bairrismo, xenofobia, atos de vandalismo, linchamentos e coisas abjetas do gênero. Sou da paz, sou católico, tenho filhos, sobrinhos, genros e sei da responsabilidade da minha profissão. Não sou tosco. E defendo tratamento digno até para os que cometem crimes. Acredito no homem.
Mesmo assim, cabeças ocas deliram e creem que a imprensa esteja por trás de atos agressivos de rivais do Flu.
Infelizmente, os desvairados não precisam do “estímulo” da imprensa para atacar os outros. Eles depredam, arruínam, batem, apanham em qualquer lugar e por qualquer motivo. Seja provocando um tricolor, seja pisoteando um corintiano, um atleticano, um vascaíno, um palmeirense. Para esses, sim, a solução está em algum tipo de internação – ou numa clínica psiquiátrica ou na cadeia.
Os mesmos que hoje cultivam esse ódio paranoico se dedicassem uns minutos a ler meu blog ou a manusear a coleção do “Estadão”, encontrariam muitas crônicas favoráveis ao Flu. O mesmo ocorreria se escarafunchassem as fitas do acervo da ESPN/Brasil. E não escrevi ou falei por simpatia pelo Flu ou para fazer média, mas porque era o que ditavam minha consciência, meu senso crítico. Fiz o que se exige de minha profissão. Ou seja, mantive minha independência, sempre, sem fazer campanha a favor ou contra quem quer que seja.
Se, ainda assim, há quem veja em meu comportamento um foco de calúnia e difamação, peço que vá à Justiça, me processe. Seria o primeiro processo que enfrentaria nessas décadas todas de militância no jornalismo. Mas levante dados concretos de que sou facínora, desagregador, perturbador da paz. Faça isso! Será uma grande contribuição para a sociedade.
Pois certamente a Justiça detectará quem estimula a intolerância. Uma simples “passeada” nas redes sociais servirá para desmascarar os covardes, os intolerantes, os mentirosos, os que se valem do terror para impor ideias, os que se escondem sob nomes falsos para atingir a honra de cidadãos de bem, que unicamente exercem sua profissão com transparência. Um juiz ponderado avaliará de onde parte o destempero.
Proponho por fim que os exaltados repensem sua estratégia. Radicalismo não levará a nada, só trará raiva, dor e tristeza. E os extremistas jamais tirarão meu bem maior: a liberdade de pensar. Minha consciência nunca esteve à venda.
Feliz 2014 a todos".

Juntos Somos Fortes!

domingo, 24 de novembro de 2013

EDITORIAL DO ESTADÃO - O QUE TRAMA O PT ?

"ESTADÃO 
Coluna do Augusto Nunes 
23/11/2013 às 15:12 \ Opinião 
"O QUE TRAMA O PT"
Editorial do Estadão 
O manifesto petista divulgado na terça-feira, que classifica de “ilegal” a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, de mandar recolher à prisão 12 dos condenados no processo do mensalão, afirma que “uma parcela significativa da sociedade” teme “pelo futuro do Estado Democrático de Direito no Brasil”. Têm razão os signatários do documento. 
O Estado de Direito está real e gravemente ameaçado no Brasil, mas pelos sectários, pelos oportunistas fisiológicos e pelos inocentes úteis do PT que, por razões diversas, se empenham numa campanha nacional de desmoralização do Poder Judiciário, ferindo fundo a estabilidade institucional e colocando em risco, em benefício da hegemonia política do partido, o futuro da democracia no País. 
O tal manifesto não é um documento oficial do PT. Mero detalhe. As posições “oficiais” do partido, ditadas pelo pragmatismo eleitoral, são traduzidas pela linguagem melíflua das notas oficiais, hábeis em camuflar o verdadeiro pensamento da elite petista. Mas esse pensamento está explicitado no manifesto de terça-feira, que tenta em vão dissimular seu caráter eminentemente político-partidário com a adesão de “companheiros” intelectuais e juristas. Mas assinam a nota o presidente Rui Falcão e todos os demais integrantes do Diretório Nacional do partido. Está ali, portanto, o que pensa o PT. 
Da mesma forma como ataca sistematicamente a imprensa, ao investir contra o Poder Judiciário, lançando mão do recurso de demonizar a figura do ministro Joaquim Barbosa, o PT deixa claro o modelo de “democracia” que almeja : aquele em que ninguém ousa contrariar suas convicções e seus interesses nos meios de comunicação, na aplicação da Justiça, na atividade econômico-financeira. Em todas as atividades, enfim, em que entendem que o Estado deve dar sempre a primeira e a última palavra, para promover e proteger os interesses “do povo”. 
Para visualizar esse modelo dos sonhos dos petistas radicais sem ir muito longe, basta olhar para a Venezuela e demais regimes “bolivarianos” da América Latina, sem falar no clássico exemplo da ilha dos Castros. Esses países, em que vigora o “socialismo do século 21″, são comandados pelos verdadeiros amigos do peito e de fé de Lula, Dilma e companheirada. 
Mas nem todo mundo no PT está preocupado com dogmatismo ideológico. Ao longo de 10 anos, boa parte da militância petista aprendeu a desfrutar das benesses do poder e hoje reage ferozmente a qualquer ameaça de ter que largar o osso. São os oportunistas que tomaram conta do aparelho estatal em todos os níveis e a ele dedicam todo seu despreparo e incompetência gerencial. 
E existem ainda os inocentes úteis, em geral mal informados e despolitizados, que engrossam as fileiras de uma militância que comprou a ideia-força lulopetista de que o mundo está dividido entre o Bem e o Mal e quem está “do outro lado” é um “inimigo” a ser ferozmente dizimado. As redes sociais na internet são o ambiente em que melhor prospera esse maniqueísmo de esgoto. 
O que pretende esse amplo e variado arco de dirigentes e militantes petistas que, a pretexto de se solidarizarem com os condenados do mensalão, se mostram cada vez mais ousados em suas investidas contra o Poder Judiciário? O País tem estabilidade institucional suficiente para impedir que, num golpe de mão ou num passe de mágica, a condenação dos mensaleiros seja anulada. Mas os radicais sabem que para alcançar seus objetivos precisam criar e explorar vulnerabilidades na estrutura institucional de nossa democracia. Os oportunistas sabem que precisam ficar bem com os donos do poder a que aderiram. E os inocentes úteis não sabem nada. Agem por impulso, movidos por apelos emocionais. Acreditam até no argumento falacioso de que é preciso ser tolerante com a corrupção e os corruptos porque sem eles é impossível governar. 
A quem não entra nessa lista resta comemorar, enquanto pode, uma singela obviedade : feliz é o país em que a Justiça pode contrariar os interesses dos poderosos de turno".
Jutos Somos Fortes!