Prezados leitores, a segunda (contrariando a primeira) decisão do Presidente do STJD causou-nos enorme surpresa, sobretudo após as argumentações apresentadas por ele, as quais temos lido e ouvido através da imprensa.
Um dos argumentos apresentados pelo Presidente que mais estranhamos é o fato dele considerar como PROVA a palavra do árbitro e do inspetor de arbitragem.
Salvo melhor juízo, respeitando todas as opiniões em contrário, no caso em questão tanto o árbitro, quanto o inspetor de arbitragem são "ACUSADOS" da conduta proibida pela FIFA. O primeiro de mudar sua decisão ao receber uma interferência externa e o segundo de ter trazido a interferência externa, fato demonstrado pela leitura labial, essa sim que pode se constituir em uma PROVA se confirmada por um exame pericial.
O entendimento do contido no parágrafo anterior é fundamental para concluir o quanto foi errada a decisão apressada de mudar de opinião e arquivar, assim como, a sua fundamentação.
A palavra do acusado virou PROVA, bastou o árbitro negar.
Isso fere de morte o bom direito.
Imagine isso na justiça comum.
Extrapolando no exagero, Fernandinho Beira-Mar estaria solto, pois ele sempre negou as acusações.
Diante do exposto e como é regra no nosso blog, onde exercemos um jornalismo amador investigativo, sempre que encontramos "não conformidades", nós tentamos buscar maiores detalhes sobre os fatos, como fizemos com relação ao que denominamos "o escândalo do Brasileirão 2013", por exemplo.
A busca sempre nos faz encontrar aspectos relevantes e aspectos sem qualquer importância.
O dado que trazemos nesse artigo pode ser encarado por alguns como relevante e por outros insignificante.
Cada um que faça a sua avaliação.
Na pesquisa descobrimos que o Dr. Ronaldo Botelho Piacente foi eleito para a presidência do STJD para o quadriênio 2016/2020. Ele chegou ao STJD em 2012, indicado pela Associação Nacional de Árbitros de Futebol (ANAF).
Faça sua avaliação dos fatos, acrescentando esse dado, caso o julgue relevante.
Achamos que vocês não leram essa informação na imprensa, estamos certos ou errados?
Juntos Somos Fortes!

