JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sexta-feira, 28 de julho de 2017

SANTOS X FLAMENGO - FOCO ERRADO, O PROBLEMA NÃO FOI INTERFERÊNCIA EXTERNA

Prezados leitores, eu assisti o programa Globo Esporte desta sexta-feira (28 JUL 17) no site Globoplay.
Os comentários sobre o pênalti anulado e o pedido do Santos começaram por volta dos 13:25 minutos do vídeo disponibilizado no site.
A matéria dá conta que o Santos pediu anulação do jogo e que estaria acusando um repórter da Rede Globo de ser o responsável por uma interferência externa.
Até o momento que escrevo esse artigo não vi ou ouvi nada que comprovasse a tal interferência externa.
Penso que o pedido do Santos não irá prosperar. 
Acostumado a realização de investigações na vida profissional, busquei avaliar primeiro todo o cenário, contando inclusive com uma foto que recebi no Whats App que demonstra a posição ruim do quarto árbitro para avaliar o lance.
Eis a foto:



Penso que todos concordam que a distância e a posição (existe outro jogador do Flamengo na frente do lance) é muito desfavorável. Isso por si só não muda nada, vale destacar.
Assistindo o vídeo percebe-se que a posição do árbitro é muito melhor e que ele não teve dúvida e marcou o pênalti (certo ou errado, ele marcou com convicção).
É óbvio que ele pode mudar de ideia após consultar os árbitros auxiliares, portanto, o fato de ter ouvido o quarto árbitro é normal. Como seria normal ele mudar a decisão (como mudou) após ouvir quaqluer um dos seus auxiliares.
Na matéria contém uma fala do árbitro da partida, ele que marcou com convicção o pênalti e que estava melhor posicionado que o quarto árbitro.
Eis o que ele disse ter ouvido do quarto árbitro:
"eu estou longe com essas palavras eu estou longe mais prá mim a impressão que ficou é que pegou só a bola" Link para o vídeo https://globoplay.globo.com/v/6039587/programa/ ).
Vou dividir a falar:
1) "eu estou longe 
As imagens são claras, isso é verdade.
2) mais para mim a impressão que ficou é que pegou só a bola"
Realmente, distante e mal posicionado, o quarto árbitro não poderia ter convicção e falou que teve a impressão.
Pergunto aos leitores:
- Devemos considerar uma atitude normal um árbitro que teve "convicção" ao marcar uma falta, como ele demonstrou, após consultar um auxiliar que estava distante e mal posicionado e esse o informado que teve uma "impressão", mudar de opinião com base nessa "impressão", isso em um lance de tamanha importância.
Salvo melhor juízo, eis a questão a ser discutida.
O árbitro teve algo de concreto para mudar a sua opinião?
Não, salvo engano, teve apenas uma "impressão".
Não podemos repetir o erro do Ministério Público de São Paulo que no caso do Brasileirão 2013 não focou nos aspectos mais importantes da investigação e acabou arquivando o caso.

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

FLA-FLU: VOCÊ SABE QUEM INDICOU O ATUAL PRESIDENTE DO STJD ?



Prezados leitores, a segunda (contrariando a primeira) decisão do Presidente do STJD causou-nos enorme surpresa, sobretudo após as argumentações apresentadas por ele, as quais temos lido e ouvido através da imprensa.
Um dos argumentos apresentados pelo Presidente que mais estranhamos é o fato dele considerar como PROVA a palavra do árbitro e do inspetor de arbitragem.
Salvo melhor juízo, respeitando todas as opiniões em contrário, no caso em questão tanto o árbitro, quanto o inspetor de arbitragem são "ACUSADOS" da conduta proibida pela FIFA. O primeiro de mudar sua decisão ao receber uma interferência externa e o segundo de ter trazido a interferência externa, fato demonstrado pela leitura labial, essa sim que pode se constituir em uma PROVA se confirmada por um exame pericial.
O entendimento do contido no parágrafo anterior é fundamental para concluir o quanto foi errada a decisão apressada de mudar de opinião e arquivar, assim como, a sua fundamentação.
A palavra do acusado virou PROVA, bastou o árbitro negar.
Isso fere de morte o bom direito. 
Imagine isso na justiça comum.
Extrapolando no exagero, Fernandinho Beira-Mar estaria solto, pois ele sempre negou as acusações. 
Diante do exposto e como é regra no nosso blog, onde exercemos um jornalismo amador investigativo, sempre que encontramos "não conformidades", nós tentamos buscar maiores detalhes sobre os fatos, como fizemos com relação ao que denominamos "o escândalo do Brasileirão 2013", por exemplo.
A busca sempre nos faz encontrar aspectos relevantes e aspectos sem qualquer importância.
O dado que trazemos nesse artigo pode ser encarado por alguns como relevante e por outros insignificante.
Cada um que faça a sua avaliação.
Na pesquisa descobrimos que o Dr. Ronaldo Botelho Piacente foi eleito para a presidência do STJD para o quadriênio 2016/2020. Ele chegou ao STJD em 2012, indicado pela Associação Nacional de Árbitros de Futebol (ANAF).
Faça sua avaliação dos fatos, acrescentando esse dado, caso o julgue relevante.
Achamos que vocês não leram essa informação na imprensa, estamos certos ou errados?

Juntos Somos Fortes!

FLA-FLU: TORCIDA TRICOLOR LEIA A MATÉRIA DE UM SITE RUBRO-NEGRO



Prezados leitores, aconselhamos ao Presidente do Fluminense e à torcida tricolor a lerem a matéria que transcrevemos a seguir do site NETFLA - Ninho rubro-negro (Fonte).
A matéria original é do Site UOL.
Nós sublinhamos alguns trechos.
Após a leitura façam uma comparação com os argumentos da decisão pelo arquivamento do Presidente do STJD,

"Resultado do tribunal não caberá recurso, diz presidente do STJD
18 DE OUTUBRO DE 2016 ÀS 14:25
O presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Ronaldo Piacente, disse nesta terça-feira (18) que a previsão inicial é de que o caso envolvendo o pedido de anulação do clássico Fla-Flu seja julgado até o dia 15 de novembro, antes da 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. Porém, ele admitiu a possibilidade de que a sessão do pleno do STJD seja realizada antes para uma resolução rápida. Piacente deixou claro ainda que o resultado não caberá recurso. 
O UOL Esporte apurou que o julgamento pode ser realizado em Belo Horizonte, até o dia 4 de novembro, na tentativa de dar celeridade ao processo. A definição deve sair em um encontro marcado para quinta-feira. 
"O normal seria 15 de novembro, mas estamos atentos (para adiantar a data) por causa do final da competição. Temos que tomar cuidado, mas se possível vamos adiantar em uma sessão extraordinária. Mas precisamos tomar cuidado para não ter nulidade deste processo. Primeiro vão ser cumpridos todos os prazos legais, da ampla defesa e do contraditório", disse em entrevista ao programa "Seleção Sportv".
Segundo Piacente, a decisão que será tomada no pleno do STJD será definitiva. "Não cabe recurso e a decisão final do processo, que é a questão da anulação, isso não cabe mais recurso. Este processo é originário do pleno, ele julga e não há mais recursos", disse.
Apesar da preocupação para que o caso tenha uma solução rápida e interfira o mínimo possível na disputa do Campeonato Brasileiro, o presidente alerta que será preciso tomar todos os cuidados relativos às questões processuais. "Preciso cumprir prazos, se não vai causar uma nulidade e e estaremos liquidados, porque vai demorar mais tempo ainda", disse.
O Fluminense entrou com um pedido de anulação do resultado do Fla-Flu da última quinta-feira (13) alegando que houve interferência externa na marcação do impedimento de Henrique em lance que empataria o clássico, vencido por 2 a 1 pelo time rubro-negro. O árbitro Sandro Meira Ricci chegou a validar o gol, mas após muita confusão voltou atrás na decisão.
Uma leitura labial reproduzida pela Rede Globo no último domingo indica que o inspetor de arbitragem Sergio Santos disse "a TV sabe" para o árbitro. Na entrevista ao Sportv, porém, Piacente evitou fazer qualquer julgamento do caso.
"Eu não posso me manifestar em relação a uma possibilidade ou não, porque vou participar do julgamento. Não posso opinar. O que eu posso dizer é que vai depender das provas. Não há como, nesse momento, sem ouvir partes, analisar provas, ouvir árbitro, assistente, ter a conclusão desse processo", disse.
Na noite da última segunda-feira, o tribunal solicitou a suspensão do resultado do clássico até o julgamento, o que significou três pontos a menos para o Flamengo na classificação até o julgamento. Desta forma, a vantagem do Palmeiras subiu para sete pontos.
Piacente disse que a decisão de abrir o processo e suspender o resultado do jogo foi meramente técnica. "Requisito é um requisito processual. Ele preenche esse requisito. Eu acolho o pedido e o julgamento final será no pleno do tribunal. O Fluminense está buscando seu direito. Se não tivesse o tribunal, ele iria na Justiça Comum. Isso duraria de três a cinco anos", disse.
Fonte: Uol"

O que motivou uma mudança tão radical de opinião para parar o processo e arquivar?
Quais provas apresentou o Procurar que fizeram com que o Presidente decidisse contra toda a sua convicção anterior?
A decisão técnica exarada por ele não foi técnica?
São inúmeras as perguntas a serem respondidas.

Juntos Somos Fortes!

FLA-FLU: AS PROVAS CLARAS DA INTERFERÊNCIA INTERNA E EXTERNA QUE O STJD REJEITOU

Prezados leitores, o Presidente do STJD ao mudar sua decisão inicial e resolver arquivar a petição do Fluminense, ignorou provas claras da interferência interna (jogadores) e da interferência externa (inspetor de arbitragem).
A interferência interna é comum nos jogos de futebol, jogadores e comissões técnicas reclamam sempre das marcações da arbitragem. Na próxima rodada isso ocorrerá em TODOS os jogos.
No tocante à interferência externa, essa é PROIBIDA pela FIFA e temos indícios claros que ela ocorreu em alguns jogos, antes e depois do Fla-Flu.
No Fla-Flu a interferência externa foi COMPROVADA PELA PRIMEIRA VEZ através do trabalho de leitura labial feito pela Rede Globo.
Basta assistir o vídeo para COMPROVAR a interferência externa.
O Presidente do STJD decidiu contra as provas.
As falas do Inspetor de Arbitragem não deixam marge a qualquer dúvida, constituem prova da interferência, assim como, as falas de jogadores do Flamengo com o bandeirinha.





Será que o Presidente do STJD vai tomar uma nova decisão como fez o árbitro do Fla-Flu que adotou TRÊS decisões?
A segunda por interferência interna e a terceira por interferência externa.
Ele aceitou a petição, mudou e resolveu arquivar, será que vai desarquivar e dar prosseguimento?
Será que estamos diante de um novo caso de interferência externa?
O certo é que o Presidente do Fluminense e a torcida do Fluminense não podem aceitar essa violação flagrante dos princípios jurídicos.
Hora de agir.

Juntos Somos Fortes!

FLA-FLU: DECISÃO DO STJD AGRAVA CRISE, EXPÕE O FLAMENGO E ABRE PRECEDENTE



Prezados leitores, a decisão do senhor Presidente do STJD precisa ser esclarecida e a imprensa deve cobrar esses esclarecimentos, isso para que não se some mais um mistério ao tão misterioso futebol brasileiro.

A decisão do Presidente do STJD:
"De ordem do Dr. Auditor Presidente deste Superior Tribunal de Justiça Desportiva, Ronaldo Botelho Piacente, referente ao Pedido de reconsideração encaminhado pela Procuradoria do STJD nos Impugnação de Partida sob nº 354/2016- STJD - tendo como Impugnante Fluminense F.C., informo que através de despacho, acolhe o pedido da D. Procuradoria, e reconsidera a decisão de fls. 31/32, e com fundamento no inciso III, §2º do artigo 84 do CBJD, indefere liminarmente a petição inicial da ação de impugnação de partida. 
Determina ainda, a intimação imediata do Presidente da Confederação Brasileira de Futebol, para que homologue o resultado da partida realizada em 13 de outubro de 2016 entre o Fluminense Football Club e o Clube de Regatas Flamengo pelo Campeonato Brasileiro - Série- A (2016), devendo surtir seus efeitos legais e regulamentares (Fonte)".

O Fluminense deve ter alicerçado seu pedido na reportagem do Esporte Espetacular, onde foi feita a leitura labial de várias pessoas que se manifestaram ao longo dos fatos.
Não custa rever a reportagem:

EE: Leitura labial mostra que inspetor avisou juiz de impedimento no Fla-Flu (Acesse e assista). 

Assistida a reportagem, vamos analisar trechos de reportagens da imprensa sobre a decisão do Presidente do STJD:

1) Site do Globo Esporte (Fonte):
"O pedido de reconsideração da Procuradoria, assinada pelo procurador-geral Felipe Bevilacqua, foi feito na manhã desta quinta. Na visão de Bevilacqua, a matéria jornalistica utilizada pelo Fluminense (a leitura labial da confusão feita pelo Esporte Espetacular do último domingo) não serve como prova. Segundo o procurador-geral, ''a prova de vídeo não possui valor já que houve a negativa do Inspetor de Arbitragem, assim também como a manifestação dos atletas em campo não podem ser considerada intervenção externa justamente por serem participantes.''

Estranho!
A palavra do Inspetor de Arbitragem serve de prova, mas as imagens claras dele falando o que falou e que comprova a interferência externa não servem como prova?

2) Site Lance (Fonte):
"Resta provado nos autos a inexistência de um mínimo probatório necessário a configurar a referida "interferência externa", citou Ronaldo Piacente".
(...)
No despacho desta quinta, o presidente do STJD citou que entendeu "que essa prova é relativa, pois não há certeza que o inspetor de arbitragem (Sérgio Santos) realmente teria dito essas palavras, e mesmo que tiver dito, seria necessária a prova dessa interferência externa, ou seja, que a decisão do árbitro foi com base nessas palavras 'a TV sabe, a TV sabe que não foi gol' supostamente ditas pelo inspetor de arbitragem". 
Ronaldo Piacente ainda citou que o inspetor negou ter dito as palavras citadas na leitura labial. O presidente do STJD acrescentou que "as provas produzidas pela procuradoria demonstram de forma cabal que todos foram categóricos em dizer que a decisão do árbitro Sandro Meira Ricci se deu única e exclusivamente pela decisão do Emerson Augusto de Carvalho, o assistente".

Muito estranho!
Eles querem nos convencer que o que foi visto e ouvido por milhões de pessoa não é verdade e que a verdade é o contido nas palavras da arbitragem e do inspetor?
Isso afronta a inteligência mediana.

O Fluminense se manifestou através de nota sobre essa decisão sem qualquer alicerce e que só tumultuou mais ainda o fato e expôs o Flamengo (Fonte):


"O Fluminense FC lamenta a decisão do presidente do STJD, que aceitou o pedido da procuradoria e reconsiderou o seu próprio despacho, que havia deferido o recebimento da ação de impugnação da partida entre Fluminense e Flamengo, realizada no último dia 13, em que claramente teve interferência externa (imagem televisiva) na decisão do árbitro Sandro Meira Ricci ao anular o gol do Henrique. 
O Fluminense fez o seu papel. Apresentou à Justiça Desportiva uma flagrante ilegalidade, que acarretou no cometimento do erro de direito. As provas de interferência externa estavam escancaradas na mídia. Iniciada pelos jogadores do Flamengo e, em seguida, pelo inspetor de arbitragem que invadiu o campo para informar à equipe de arbitragem que a televisão teria apontado impedimento no lance. 
E, nesse sentido, foi a posição do presidente do STJD ao admitir a ação, na última segunda-feira (dia 17). Como explicar que, três dias depois, seja reconsiderada a sua própria decisão? Nada surgiu de novo. Rigorosamente nada. As provas eram as mesmas. Por que motivo houve essa mudança repentina? 
Enfim, é triste ver a corte máxima desportiva do nosso país se apequenar, deixando de submeter ao julgamento do Pleno matéria tão relevante (interferência externa) do futebol brasileiro. Optou-se em agradar parte da opinião pública. Causa perplexidade que tribunal de tamanha relevância divorcie-se da legislação desportiva, da legalidade, das regras de futebol. Quiseram evitar que uma grande ferida fosse aberta no poder do futebol brasileiro. E esse poder do futebol brasileiro, mais uma vez, venceu. 
Para encerrar, o Fluminense Football Club sugere que o presidente do STJD venha a público para manifestar e esclarecer sobre a sua inusitada e contraditória mudança de opinião. Com a palavra, o presidente do STJD".

A nota é excelente.
Expõe a ferida com clareza solar.
É evidente que houve interferência externa na decisão da arbitragem. A sequência dos fatos e a leitura labial comprovam de forma indiscutível.
A dúvida sobre a leitura labial que acometeu o Presidente do STJD, repentinamente, pode ser sanada com um exame pericial, o que não pode é a simples negativa do Inspetor de Arbitragem desmentir suas próprias palavras.
Isso é uma vergonha.
Nós voltaremos ao assunto e aproveitamos para aconselhar que os interessados consultem os artigos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (Fonte) que tratam da impugnação de uma partida, os artigos 84 a 87. 
Na próxima rodada do Brasileirão 2016 os técnicos terão um aparelho de televisão à sua disposição nos bancos de reserva para apresentarem seus desafios?
Ou isso só vale para alguns clubes?

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

FLAMENGO, O REI DA ÉTICA E DA MORAL ESPORTIVA




Prezados leitores, primeiro nos cabe perguntar:
- Por que a imprensa esportiva não fez a analogia que demonstraremos nesse artigo?
Propomos inverter a situação hipoteticamente.
O Fluminense estava ganhando o Fla-Flu de 2 a 1. O Flamengo faz o gol de empate, mas o bandeirinha e o juiz anulam o gol. Jogadores do Flamengo correm em cima do bandeirinha e argumentam. Árbitro e bandeirinha conversam e resolvem validar o gol do Flamengo. Jogadores do Flamengo comemoram, enquanto jogadores do Fluminense e comissão técnica passam a pressionar a arbitragem. O delegado do jogo também invade o campo. A leitura labial da conversa entre vários envolvidos deixa claro que ocorreu uma interferência externa na decisão da arbitragem, que voltou a anular o gol, isso mais de dez minutos depois do lance.
O que o Flamengo faria?
Não acionaria os seus direitos no STJD?
Claro que sim.
Como fez no passado, conforme comentário recebido e publicado.

"IG Esporte
Por gol anulado, TJD suspende resultado e Fla volta a ter chances na Taça Rio
Por iG São Paulo | 18/04/2013 17:47 
Clube carioca alegou que o gol de Hernane no empate diante do Duque de Caxias foi anulado devido a uma interferência externa, o que é proibido pela Fifa 
Depois de ter derrotado o Remo por 3 a 0 e garantir a vaga na segunda fase da Copa do Brasil, o Flamengo voltou a ter chances de chegar às semifinais da Taça Rio. Isso porque o presidente do TJD-RJ (Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro, José Teixeira Fernandes, concedeu, a pedido do clube, um mandado de garantia para suspender o resultado do jogo entre Flamengo e Duque de Caxias, válido pela quinta rodada. Naquela ocasião o clube da Gávea alegou que o gol marcado pelo atacante Hernane e anulado alguns minutos depois de ter sido validado pelo trio de arbitragem mostra que houve interferência externa na decisão, algo proibido pela Fifa. O duelo terminou empatado por 1 a 1 (Fonte)".

Muito engraçado.
O Fluminense é o "rei do tapetão" segundo parte da imprensa, ela que esquece quando o Flamengo usou idêntico recurso.
O Fluminense provará facilmente a interferência externa.

Juntos Somos Fortes!

FUTEBOL: PARTE DA IMPRENSA ESPORTIVA DISTORCE OS FATOS, ISSO É PÉSSIMO



Prezados leitores, a principal missão da imprensa é informar.´
Informando a imprensa contribui para a formação da opinião pública.
De tal realidade decorre o compromisso da imprensa com a verdade, caso contrário, ela deforma a opinião pública, o que é péssimo em todos os sentidos.
Pior que uma população de desinformados, só uma população de mal informados.
Parte da imprensa brasileira deforma a opinião pública segundo seus interesses.
A imprensa esportiva também padece desse mal.
Ontem recebemos o seguinte comentário:

"Anônimo
18 de outubro de 2016 19:10
Coronel, o senhor costuma dizer que a imprensa não fala mais do Fluminense com envolvido no caso do Brasileirão de 2013. Eu nunca concordei. O portal da Microsoft não só não cita o Flamengo, como, hoje, indiretamente chama de tapetão a anulação temporária dos pontos do Flamengo. http://www.msn.com/pt-br/esportes/brasileirao-serie-a/relembre-os-casos-de-tapet%c3%a3o-no-futebol-brasileiro/ar-AAj6ns2?li=AAggXC1&ocid=iehp
Fora isso, um apresentador do SporTV, conversando com o Peter Siemsen, hoje, ao vivo, por telefone, fala de uma suposta mancha na imagem do Fluminense, por, segundo ele, entrar sempre nos tribunais. O presidente do Fluminense, obviamente, o corrigiu dizendo que, em 2013, o Flamengo é quem era polo ativo no processo".

A leitura do primeiro parágrafo desaconselha o restante da matéria.

"O Campeonato Brasileiro de 2016 pode registrar mais um decisão de “tapetão”, como é popularmente conhecida a prática de alterar, via tribunal, um resultado conquistado em campo. Mais uma vez, o Fluminense aparece como principal envolvido. A equipe tricolor alega que houve interferência externa, proibida pela Fifa, na derrota para o Flamengo e solicitou a anulação do clássico junto ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). O Fluminense já escapou de dois rebaixamentos e “pulou” uma divisão com a ajuda de seus advogados. Outras grandes equipes do futebol nacional também já se envolveram em escândalos. Relembre os principais casos:"

Será que o autor do artigo não considera que houve interferência externa?
- Difícil acreditar depois da leitura labial feita pela Rede Globo.
Será que ele desconhece que foi a interferência externa que mudou o resultado do jogo?
- Sim, o jogo seria, em tese, 2 a 2, caso não ocorresse novo gol no tempo que faltava após o gol irregular do Fluminense, mas validado pela arbitragem após a conversa entre o árbitro e o bandeirinha. Foi a interferência externa que mudou o resultado.
Aposto que o autor do artigo deve fazer parte do grupo que ainda considera que a Portuguesa e o Flamengo perderam os pontos no "tapetão" (Brasileirão 2013), ignorando a verdade, já que perderam os pontos dentro do campo, ao escalarem jogadores irregulares para jogar (dentro do campo, bom lembrar).
É preciso por um ponto final nessa mania de parte da imprensa esportiva de querer manipular os fatos, esses chatos.
Se fosse o inverso, o Flamengo teria feito exatamente como o Fluminense fez (sobretudo por estar disputando o título) ou será que o autor do artigo desconhece que o Flamengo também recorre aos tribunais?
Até ao tribunal internacional o clube já recorreu e perdeu.
No tocante ao restante do artigo, recomendamos a leitura do livro "Pagar o quê? (link para compra).

Juntos Somos Fortes!