JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

ERRO GIGANTE! A CRIAÇÃO DO PROJETO DA FORÇA NACIONAL DE SEGURANÇA

Prezados leitores, uma significativa parcela dos gestores públicos brasileiros demonstra incompetência na gestão da coisa pública e/ou demonstra que se locupleta com o dinheiro público.
A área da segurança pública é pródiga neste sentido.
A criação do projeto da Força Nacional de Segurança (FNS) pode ser apontado como o MAIOR ERRO EM DÉCADAS no tocante à gestão da segurança pública no âmbito federal. Um erro do tamanho do projeto das Unidades de Polícia Pacificadora, esse o MAIOR ERRO EM DÉCADAS em termos de gestão da segurança pública no âmbito dos estados brasileiros.
O projeto é CARÍSSIMO e INEFICIENTE.
Deve ser extinto o mais rápido possível, inclusive para atender a ECONOMICIDADE, algo importantíssimo nesses dias de crise econômica.
Temos exaustivamente repetido isso, dessa vez temos o apoio dos Policiais Federais.




"Sindicato da PF chama Força Nacional de 'polícia inventada' em protesto contra cortes 
Os Policiais Federais de Mato Grosso do Sul realizaram um protesto com faixas e até um caixão na frente da Superintendência Regional em Campo Grande, para marcar os 67 anos da corporação. Segundo o presidente do Sindicato da classe em Mato Grosso do Sul (Sinpef/MS), Jorge Caldas, o velório simbólico representa o sucateamento da PF em todo o País causado com corte de repasses. 
Os agentes da Polícia Federal questionam o direcionamento de verbas para novas instituições, como a Força Nacional. Segundo Caldas, nunca faltam recursos para as “polícias inventadas”. Ele avalia que o policiamento ostensivo da Força Nacional não impede o avanço do crime organizado em Mato Grosso do Sul. 
Uma resolução do governo federal determinou o corte de gastos nas polícias federais de todo o Brasil. Essa resolução deve-se à redução de R$ 50 bilhões no orçamento federal de 2011, anunciado no mês passado pelo Planalto. 
A diminuição de recursos em todos os ministérios da União e, consecutivamente, o da Justiça, afetou a área operacional da PF. Viagens, abastecimento e até a formação de novos agentes estão comprometidos, segundo o sindicalista. “O policial federal está sustentando de seu bolso viagens operacionais”, diz Caldas. 
Com a diminuição dos repasses, representantes da polícia também alegam que a atuação da PF em eventos como a Copa do Mundo no Brasil em 2014 e as Olimpíadas de 2016 pode ser comprometida. Também foi lembrado que, até o ano do campeonato mundial de futebol, pelo menos 40% do efetivo atual da Polícia Federal em todo o País se aposentará (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

RIO: UM GOVERNO INCOMPETENTE E UMA POPULAÇÃO SE SAÍDA



Prezados leitores, o governo do Rio de Janeiro tem demonstrado que com os incontáveis erros na gestão pública que é o principal responsável pela crise instalada nos serviços públicos.
A população padece diariamente com uma péssima prestação dos serviços públicos essenciais, como a saúde, a segurança e a educação públicas.
Como todo culpado, o governo estadual tenta transferir a sua responsabilidade para terceiros, como tem feito, por exemplo, com relação a crise nos pagamentos, quando tem citado os Coronéis PM inativos como os grandes vilões. Sim, existem Coronéis PM inativos que recebem proventos que ultrapassam o teto estadual (sendo cortados e limitados a ele), mas o governo não fala dos super salários do Poder Judiciário e do Ministério Público, muito maiores que os pagos no Poder Executivo.
Por que não fala?
Deve ter medo da reação.
Composto por políticos citados aqui e ali nas operações da Polícia Federal, os governantes pensam que já basta o medo que convivem toda noite de serem pegos de pijama na manhã de qualquer dia desses.
O que levou as finanças do estado do Rio de Janeiro ao completo caos foi a péssima gestão do dinheiro público, eis a verdade.
A incompetência gestora aliada aos desvios do erário (superfaturamento de obras, por exemplo) formaram um sorvedouro por onde escoou todo o sacrifício da população que sofre com uma carga tributária avassaladora.
Uma gestão tão temerária que nem os salários, proventos e pensões do funcionalismo, dos Policiais Militares e dos Bombeiros Militares, o governo consegue honrar,
Quais seria o planejamento para reverter a falta de prestação dos serviços públicos?
Ninguém sabe, ninguém viu.
E, quando fala em soluções, o governo cita redução de investimentos, demissões e cortes de salários, o que demonstra o quanto está afastado do interesse público.
Isso só aumentará a crise.
O estado do Rio de Janeiro precisa na verdade de um novo governo, o que está aí é um fracasso amplo, geral e irrestrito, mas para isso é necessária a realização de novas eleições.
Isso só seria possível com a renúncia (ou o impeachment) do governador Pezão, que se encontra licenciado e do governador em exercício, o vice Dornelles.
Isso seria pensar no povo, mas o bem do povo não faz parte dos planos deles, pois o PMDB quer continuar no poder, o que seria muito difícil em caso de eleições, considerando o péssimo governo e o resultado das eleições para o município do Rio de Janeiro, onde nem para o segundo turno o PMDB chegou a ir.
A solução para ficar no poder encontrada pelo PMDB é ir mantendo Pezão ou Dornelles, não importando as condições de ambos, isso até o início de 2017, quando terão ultrapassado a metade do mandato e nesse caso, assumiria o presidente da ALERJ, caso não tivessem mais condições de governar.
Um plano ardiloso que impediu até hoje que o processo de impeachment de Pezão tenha sido iniciado na ALERJ.
Eis a realidade do Rio de Janeiro.
Um governo incompetente e uma população sem saída.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

GOVERNO SÉRGIO CABRAL-PEZÃO DESTRUIU O RIO DE JANEIRO

(2008 - Praia do Leblon)

Prezados leitores, nós criticamos o governo Sérgio Cabral-Pezão desde o seu início (2007), o que nos habilita a defini-lo em  poucas: um desastre total.

Juntos Somos Fortes!