JORNALISMO INVESTIGATIVO

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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

POLICIAMENTO PRIVADO RETIRADO DA LAGOA RODRIGO DE FREITAS

Prezados leitores, o policiamento privado implantado na Lagoa Rodrigo de Freitas em face da insegurança, teve que ser retirado.

(O Globo)


Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 21 de outubro de 2014

O GOVERNO PEZÃO E O FIM DA POLÍCIA MILITAR

Prezados leitores, a falência total na gestão da segurança pública tem provocado efeitos inimagináveis no Rio de Janeiro.
A insegurança e a violência se espalharam por todo o estado do Rio de Janeiro, isso é um fato, após a desastrada forma como foram implantadas as UPPs.
O projeto foi tão mal gerido pela Secretaria de Segurança Pública que espalhou criminosos pelo estado e não "pacificou" nem as áreas ocupadas.
Em apertada síntese, um fracasso completo.
Obviamente, ninguém é obrigado a viver sem segurança, isso está fazendo com que os que possuem mais recursos encontrem as suas soluções para minimizar os ricos.
Na Lagoa Rodrigo de Freitas, bairro onde residem pessoas de alto poder aquisitivo, resolveram implantar a solução da segurança privada, diante da ineficiência da segurança pública ofertada pelo governo Pezão.
É flagrante a ilegalidade, o policiamento ostensivo é prerrogativa da Polícia Militar, mas nós perguntamos:
- Prezado leitor, se você tivesse dinheiro não contrataria segurança particular para o seu bairro?


(Jornal O Globo)


Juntos Somos Fortes!

domingo, 27 de julho de 2014

O ESTRANHO EXÉRCITO DE PMs DE SÉRGIO CABRAL

(Revista Veja)

Prezados leitores, essa história precisa ser melhor esclarecida:
Dezenas de PMs do serviço ativo estão trabalhando para Sérgio Cabral Filho, ex-governador do Rio de Janeiro, na condição de contratos pelo PMDB, sendo que os referidos PMs estariam de licença.
Isso soa como terceirização de serviços da Polícia Militar.
Salvo melhor juízo, a licença em referência é a Licença para Tratamento de Interesse Particular (LTIP), a qual é concedida com a perda dos vencimentos e segundo alguns critérios.
É melhor dar uma olhada mais de perto (Acesse e conheça as condições)
Além desse aspecto, o correto seria que o PMDB contratasse uma empresa de segurança particular para a proteção de Sérgio Cabral, evitando retirar os PMs do serviço ativo.

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

LUGAR DA PM É FORA DO ESTÁDIO DE FUTEBOL

Foxsport

A última rodada do Brasileirão nos reservou cenas de selvageria, mais uma vez, no interior de um estádio de futebol, com seres humanos se agredindo mutuamente como se eles fossem lutadores do violentíssimo MMA. Pessoas que deveriam estar preocupados em torcer por seus times de futebol, travaram um combate feroz, mostrando para o mundo como parte dos torcedores brasileiros está despreparado para assistir à Copa do Mundo ou às Olimpíadas.
O noticiário internacional destacou que o país não está preparado para organizar esses eventos, quando na verdade o país está despreparados é para educar o povo, considerando a péssima educação pública que proporciona para a população.
As cenas que assistimos são recorrentes nos estádios brasileiros, nenhuma novidade. 
Inclusive um dos alvos das críticas foi uma culpada também habitual: a Polícia Militar.
Como o jogo foi em Santa Catarina (Joinvile), a PM culpada da hora é a gloriosa PMSC, uma das PMs mais avançadas do Brasil, diga-se de passagem.
Apenas para ilustrar, na PMSC para se inscrever no concurso para ser Soldado PM o candidato tem que ter um curso superior completo e no concurso para o Curso de Formação de Oficiais tem que ser bacharel em direito.
A culpa da PMSC seria não estar presente no interior do estádio, o que teria permitido que os instintos animalescos mais primitivos aflorassem nos torcedores. Eis a culpa alegada.
No calor dos acontecimentos surgiu uma notícia de que a PMSC não estaria no interior do estádio por determinação do Ministério Público, algo que representantes do órgão não estão confirmando neste dia seguinte. Isso também é normal, verdade ou mentira, o filho é feio, logo não tem pai;
Prezados leitores, um hábito completamente errado gerou uma deformação, um comportamento que contraria os preceitos constitucionais, a nossa lei maior.
Por uma questão financeira, para obter maior lucro, os organizadores (patrocinadores) de grandes eventos privados no Brasil, dentre eles os jogos de futebol, querem que a segurança interna seja feita pelas Polícias Militares e o pior, eles têm conseguido isso ao longo dos anos. O erro foi consolidado como se fosse o certo.
Isso fez com que a população fosse levada a acreditar que cabe às PMs a segurança interna nos jogos de futebol, por exemplo.
Não cabe, as PMs cabem o policiamento ostensivo nas ruas e a preservação da ordem pública. 
Policiais Militares só devem entrar em estádios quando a situação exigir em termos de ação policial repressiva para restaurar a ordem, como ocorreu ontem.
O que falhou ontem foi responsabilidade dos organizadores do jogo que não tiveram o devido cuidado para contratar uma segurança privada que soubesse atuar em grandes eventos.
Quem sabe não tentaram economizar para aumentar o lucro?
A ganância gerou o costume errado, contrário aos mandamentos constitucionais.
A regra é clara, usando expressão de um comentarista de arbitragem:
Evento público, segurança da Polícia Militar.
Evento privado, segurança privada.
Nos estádios de futebol: segurança externa é com a PM, segurança interna com a empresa privada.
Rock in Rio: segurança externa é com a PM, segurança interna com a empresa privada.
Carnaval no Sambódromo: segurança externa é com a PM, segurança interna com a empresa privada. 
Facilitando um pouco mais, cobrou ingresso, a segurança interna deve ser feita por uma empresa privada.
Na Copa das Confederações foi assim que se desenvolveu, as Polícias Militares ficaram do lado de fora, nas ruas, desenvolvendo o policiamento ostensivo, enquanto no interior a segurança foi privada.
Cabe destacar que não é atribuição do Ministério Público mandar que a PM atue ou não no interior dos estádios, isso cabe aos Comandantes Gerais, eles devem impedir que esse erro antigo, resultado de interesses financeiros, continue ocorrendo no Brasil.
Lugar de PM é fora dos estádios.

Juntos Somos Fortes!