JORNALISMO INVESTIGATIVO

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quinta-feira, 12 de maio de 2016

GOVERNO PEZÃO-DORNELLES: A FARRA DOS CARGOS COMISSIONADOS



Prezados leitores, os militares estaduais e o funcionalismo público do estado do Rio de Janeiro têm sofrido com atrasos no pagamento dos salários, dos proventos e das pensões.
A proliferação dos denominados "cargos comissionados" é uma das razões para a crise.
Eles se multiplicaram no Rio de Janeiro (e no Brasil) para agraciar apoiadores políticos.
É hora de valorizar o servidor público de carreira e por um fim nessa vergonha.

"JOTA-UOL 
Dominadas por cargos de confiança, secretarias do RJ são alvo de ações do MP 
Publicado 27 de Março, 2015 
Por Luciano Bottini Filho 
São Paulo 
Com mais chefes e comissionados do que funcionários de carreira, secretarias estaduais do Rio de Janeiro tornaram-se uma espécie de cabide de empregos, onde ser efetivo ou um subordinado comum é quase uma exceção. O Ministério Público ajuizou neste ano ações contra o Estado do RJ após apurar casos como a Secretaria de Estado de Trabalho e Renda (Setrab), em que para 140 indicados existem 18 efetivos. 
A estrutura organizacional de algumas secretarias chamou a atenção dos promotores que passaram a investigar o excesso de cargos por indicação. Para o MP, muitos mandam, mas poucos são encarregados de executar tarefas. Na metade do quadro da Setrab, dos 27 chefes de serviço, nenhum possui subordinado. O mesmo ocorre com três dos seis superintendentes, sete dos dez coordenadores, três dos quatro assessores-chefe e nove dentre 11 diretores de divisão. 
Outra secretaria do RJ, a de Estado de Governo (Segov), não tem nenhum servidor próprio. São 620 ocupantes de cargos de comissão, dentre os quais apenas 10 são funcionários concursados, cedidos de outros órgãos. Em planilha encaminhada pela Segov, verifica-se que, em 2006, o total de comissionados era 233. No atual governo, esse número triplicou. 
A Promotoria do RJ pediu explicações aos responsáveis pela Segov para entender o que cada um fazia exatamente na pasta e a necessidade de tantas nomeações. A resposta não satisfez. 
“Foi possível constatar que, em sua maioria, os funcionários ouvidos não desempenham função de direção, chefia ou assessoramento”, disse a promotora Glaucia Maria da Costa Santana. A situação demonstraria que “o governo do Estado do Rio de Janeiro vem se utilizando abusivamente da livre nomeação de empregados para o exercício de funções de confiança como forma de ingresso nos quadros da Administração Pública”. 
As ações objetivam que o Estado do RJ realize concursos para regularizar seus quadros. Ainda exigem a declaração de nulidade de todas as nomeações feitas até então. 
“Ao se admitir a prática da contratação de terceirizados ou da nomeação de ocupantes para cargos em comissão fora dos estritos limites permitidos pela Constituição, possibilita-se que os vínculos com o Poder Público deixem de se pautar pelos critérios objetivos de mérito, aferidos através do concurso público”, disse o promotor Vinicius Leal Cavalleiro. Segundo ele, a liberação das vagas nas secretaria passa a “trilhar pelo pantanoso terreno dos interesses pessoais ou dos apadrinhamentos políticos” 
Sobre a Segov, a Procuradoria do Estado informou que “a Pasta tem por finalidade precípua a articulação política entre os Poderes e do Estado com os demais municípios fluminenses, bem como de colaboração com as demais Secretarias de Estado para melhoria na qualidade do atendimento ao cidadão”. Por isso, o setor precisaria de mais flexibilidade nas contratações para atingir a cooperação entre instituições. 
O órgão tem como carro-chefe programas especiais, como a Operação Lei Seca, de blitze no trânsito, Operação Lapa Segura, para reduzir a criminalidade no Rio Antigo e a Operação Barreira Fiscal, que combate a sonegação de impostos. De acordo com o governo, caso a Justiça determinasse a dispensa dos comissionados, esses projetos ficariam comprometidos. 
A Procuradoria de Estado também contestou a ação contra as contratações na Setrab. O órgão já foi vinculado a outras notícias de terceirização indevida, como a contratação de 400 pessoas sem concurso público por meio de um instituto. Segundo o Estado, não houve qualquer irregularidade na pasta, e o governo agiu dentro do seu poder de decisão. 
“Talvez, isoladamente considerada, a estrutura da secretaria, para o serviço em questão, não seja a ideal, mas foi a possível, diante da gama de investimentos que estão sendo feitas no setor, além de depender da configuração de determinadas condições por parte dos órgãos envolvidos”, observou o procurador Rena Miguel Saad (Fonte)." 

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domingo, 27 de julho de 2014

O ESTRANHO EXÉRCITO DE PMs DE SÉRGIO CABRAL

(Revista Veja)

Prezados leitores, essa história precisa ser melhor esclarecida:
Dezenas de PMs do serviço ativo estão trabalhando para Sérgio Cabral Filho, ex-governador do Rio de Janeiro, na condição de contratos pelo PMDB, sendo que os referidos PMs estariam de licença.
Isso soa como terceirização de serviços da Polícia Militar.
Salvo melhor juízo, a licença em referência é a Licença para Tratamento de Interesse Particular (LTIP), a qual é concedida com a perda dos vencimentos e segundo alguns critérios.
É melhor dar uma olhada mais de perto (Acesse e conheça as condições)
Além desse aspecto, o correto seria que o PMDB contratasse uma empresa de segurança particular para a proteção de Sérgio Cabral, evitando retirar os PMs do serviço ativo.

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sexta-feira, 30 de maio de 2014

DENÚNCIA NOVA AUMENTA CRISE NO GOVERNO CABRAL-PEZÃO



Prezados leitores, não bastasse o escândalo que atingiu o secretário de segurança Beltrame, surge uma nova denúncia envolvendo outro "homem de confiança" do governador Sérgio Cabral.

"Ex-Blog do Cesar Maia 
MARACANÃ, FORNECEDORES E CABRAL ! 
(ESPN, 30) 
1. Entre os fornecedores levantados pela reportagem está a Sunset Vigilância e Segurança LTDA. A empresa é dirigida por Anderson Fellipe Gonçalves, o Coronel Fellipe, ex-chefe da segurança pessoal do ex-governador do Rio Sérgio Cabral. O Oficial, que foi braço direito de Cabral durante os últimos quatro anos, também dirige a empresa que faz a limpeza do Maracanã, a Sunplus Sistemas de Serviço LTDA. O Maracanã foi concedido à iniciativa privada pelo ex-governador, em um processo polêmico que enfrentou dezenas de manifestações populares, além de questionamentos da Defensoria Pública da União e do Ministério Público do Estado. 
2. O Oficial nega que tenha participação na empresa. Mas, mês passado, a reportagem recebeu um cartão de visitas do Policial em que ele se apresenta como diretor da companhia. Na quarta-feira 29 de maio, a reportagem ligou para a sede do grupo, na Tijuca, e a atendente disse que o Coronel ficava na sede do Leblon e que mais informações poderiam ser dadas pela diretoria. Além disso, o jovem Oficial pode ser visto em todo dia de jogo, à beira do gramado do Maracanã. 

Foto: Link.

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segunda-feira, 26 de maio de 2014

UPP DA CIDADE DE DEUS ATACADA



Prezados leitores, segue a sina dos Policiais Militares.

"JORNAL EXTRA 
26/05/14 00:05 Atualizado em 26/05/14 10:45 
Bandidos vasculham UPA após ataque à UPP da Cidade de Deus 
Diego Barreto 
Minutos após a Unidade de Policia Pacificadora (UPP) da Cidade de Deus ter sido atacada por criminosos, na noite deste domingo, quatro homens armados vasculharam a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da comunidade em busca de policiais feridos. Um policial militar de uma cabine do 18º BPM (Jacarepaguá) localizada em frente à unidade de saúde comunicou por rádio o fato. “UPA em frente à cabine. Elemento armado entrou, vasculhou a UPA e saiu. Mais três elementos no Peugeot” disse o policial por rádio (Leia mais).

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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

POLÍCIA MILITAR: TERCEIRIZAÇÃO DAS VIATURAS - DE NOVO? NÃO!

Prezados leitores, a terceirização da compra e da manutenção de parte da frota operacional da Polícia Militar já determinou a instauração de um Inquérito Civil Público pelo Ministério Público, após nossa denúncia, assim como, uma Ação Popular impetrada por um advogado do Rio de Janeiro, em face dos preços elevadíssimos.
Apesar desses fatos, tudo continua igual na segurança pública, um novo contrato acaba de ser celebrado nos mesmos moldes.

JORNAL O DIA
Fernando Molina

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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

PMs ESTARIAM PAGANDO CONSERTOS DAS VIATURAS

Eu já publiquei diversos artigos nesse espaço democrático explicando a realidade sobre a propalada terceirização da frota da PMERJ, algo que o governo Sérgio Cabral alardeia até nas propagandas políticas, onde uma falsa realidade é jogada no colo da população.
Ontem, o Jornal Extra revelou alguns dos muitos problemas.
JORNAL EXTRA: 
Sem seguro, viaturas doadas por Eike Batista às UPPs só são consertadas com dinheiro dos policiais. 
(...) 
— Se quisermos voltar a circular com o carro, nós mesmos é que temos que pagar o conserto. Às vezes, o valor é alto e não dá. Por isso, há muita viatura parada em todas as UPPs — conta o PM. 
(...) 
Leia a matéria (clique).
Em breve republicarei as verdades sobre essa terceirização, as quais já comuniquei ao Ministério Público.
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sábado, 12 de maio de 2012

DEPUTADO FEDERAL GAROTINHO (PR) CONTINUA "BOMBARDEANDO" O GOVERNO SÉRGIO CABRAL (PMDB)


O deputado federal Garotinho (PR) continua lançando verdadeiras "bombas" sobre o governo Sérgio Cabral (PMDB) através do seu blog.
Em um artigo ele denuncia a compra de um helicóptero de luxo pelo governo (Link), em outro ele ataca a terceirização das viaturas da Polícia Militar, criticando duramente o secretário de segurança Beltrame (Link).
Uma verdadeira guerra política que a cada artigo publicado por Garotinho vai fazendo cada vez mais vítimas no governo Sérgio Cabral, no PMDB e, certamente, atinge com "radiação"os os partidos aliados.
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sexta-feira, 11 de maio de 2012

GOVERNO SÉRGIO CABRAL (PMDB): FATOS QUE PODEM SE TRANSFORMAR EM NOVAS DORES DE CABEÇA.

O deputado federal Garotinho (PR) ratificou o ensinamento através da publicação no seu blog de fotografias e de vídeos retratando viagens para a Europa do governador do Rio de Janeiro, secretários estaduais, familiares e empresários, causando um estrago imensurável, atingindo além dos viajantes, o próprio partido (PMDB), a tentativa de reeleição do Prefeito Eduardo Paes (2012) e os sonhos do vice Pezão em ocupar a cadeira 01 do Palácio Guanabara (2014).
Diante desse quadro político em convulsão, lembro que existem alguns fatos que ocorreram no passado recente do Rio de Janeiro, isso na área sensível da segurança pública, que ainda não foram devidamente esclarecidos e que podem causar novas dores de cabeça ao governo.
Obedecendo a ordem cronológica, cito três deles:
1) Os contratos de terceirização da compra e da manutenção das viaturas da Polícia Militar.
Em 2008, os primeiros contratos foram celebrados entre a secretaria de segurança e a Empresa Júlio Simões Logística SA (JSL), incluindo tanto a compra, quanto a manutenção básica das viaturas. Na época eu recebi denúncias quanto ao preço exagerado por viatura e também cópias de processos de conserto das viaturas. Cada veículo marca VW, modelo Gol 1.6, custaram mais de R$ 110.000,00 (compra + manutenção), pagos em 30 (trinta) prestações. Lembro que foram centenas de veículos. Eu comuniquei o denunciado ao Ministério Público que instaurou o Inquérito Civil Público (ICP) número 13662/2009. A soma do denunciado com o fato dos novos contratos feitos para a renovação da frota terem sido celebrados com a Empresa CS Brasil Transportes de Passageiros e Serviços Ambientais Ltda, que segundo a reportagem do Jornal Extra (Leiam a reportagem), tem o grupo Júlio Simões como principal acionista, com 99,4% (noventa e cinco por cento) do total, pode provocar um grande desgaste político, sobretudo se for conseguido o andamento do ICP e quanto custa cada viatura da marca Renault, modelo Logan 1.6 (compra + manutenção).  Salvo melhor juízo, isso pode ser interpretado na prática como uma simples mudança de nome, em face do ICP instaurado. Pode ser acrescentado ainda o fato de que ao término dos primeiros contratos, inúmeras viaturas ficaram paradas nos batalhões por falta de manutenção, pois ocorreu um lapso temporal considerável enquanto não foi celebrado novo contrato. Essas viaturas seriam as que foram doadas recentemente pelo estado para diversos municípios, após serem descaracterizadas.
2) A inércia governamental da área de segurança pública que permitiu que Bombeiros e familiares tomassem o Quartel General do CBMERJ.
No dia 03 JUN 2011, o governo estadual não cumpriu o seu dever de ofício (a sua responsabilidade) no sentido de evitar que os Bombeiros “tomassem” o QG, ao não adotar nenhuma das providências que deveria desenvolver para impedir, considerando que teve conhecimento antecipado da intenção de invadir, como noticiou a imprensa fluminense. Todo desenrolar das ações dos Bombeiros foi filmado por mim (Assistam  o vídeo), ficando comprovado que o governo se omitiu por completo, o que facilitou a invasão. Todos os indícios direcionam para a versão de que o governo optou por permitir a invasão, isso para usar o ato contra os Bombeiros, como fez efetivamente o governador em entrevista coletiva. Para azar do governo o comando da PMERJ optou por retomar o QG com o uso da força (BOPE), provocando feridos, um morto (uma esposa de Bombeiro que estava no QG passou mal e abortou) e danos ao patrimônio público. Fiz denúncias em vários órgãos, mas não tenho conhecimento sobre o desenvolvimento de qualquer investigação, portanto, podemos estar diante de uma operação abafa. É hora de tirar da gaveta, é tempo de transparência.
3) A prisão ilegal de Policiais Militares e Bombeiros Militares em Bangu 1.
No dia 10 FEV 2012, por ordem da administração estadual, PMs e BMs foram presos e jogados nas solitárias de Bangu 1, violando o Código de Processo Penal, o Código de Processo Penal Militar e as leis estatutárias dos PMs e BMs. Hoje não existe mais dúvida de que não houve determinação judicial para essas prisões ilegais em Bangu 1, que em tese configuram abuso de autoridade, constrangimento ilegal e tortura física e psicológica. Os comandantes gerais estão assumindo a responsabilidade pela ordem, mas isso é impossível, pois nenhum dos dois possui competência para dar essa ordem ilegal para o secretário de administração penitenciária, que é um Coronel PM e sabe que a ordem não era legal, portanto, não obedeceria. A conclusão é lógica: a ordem só pode ter vindo do primeiro andar do governo estadual. Eu denunciei tudo a diversos órgãos, dentre eles o Ministério Público.
São fatos gravíssimos.
É hora de esclarecer tudo, momento mais oportuno que o atual não existirá.
Juntos Somos Fortes!