JORNALISMO INVESTIGATIVO

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domingo, 29 de janeiro de 2017

CHEFE DO TRÁFICO TENTA SUBORNAR POLICIAIS MILITARES, MAS É PRESO

Prezados leitores, eis um bom exemplo para os políticos brasileiros.




"Jornal O Dia
Chefe do tráfico de Cordeiro é preso no Lins e oferece R$ 500 mil aos policiais 
João Victor Novais da Silva, conhecido como 'Fofolete', foi encaminhado para a Central de Garantias, na Cidade da Polícia 
28/01/2017 17:03:18 
Rio - Policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Lins prenderam, na manhã deste sábado, João Victor Novais da Silva, conhecido como 'Fofolete', de 29 anos. Segundo o setor de inteligência da UPP, Fofolete é apontado como o líder do tráfico de drogas no município de Cordeiro, na Região Serrana, e possui dois mandados de prisão em aberto. 
A prisão do traficante ocorreu durante patrulhamento na Rua Araújo Leitão. Ainda de acordo com a polícia, o criminoso tentou subornar os agentes e chegou a oferecer R$ 500 mil para não ser preso, mas foi encaminhado para a Central de Garantias, na Cidade da Polícia, onde foi feito o registro da ocorrência (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 16 de agosto de 2016

O "ESTADO ISLÂMICO BRASILEIRO", OS POLICIAIS E A PENA DE MORTE

Prezados leitores, recomendamos que assistam o vídeo produzido por Joice Hasselmann.
Ela trata da pena de morte imposta pelos criminosos aos policiais, da farsa das UPPs, do "estado islâmico brasileiro" e outros temas relacionados com a insegurança e a violência. 





Juntos Somos Fortes!

domingo, 19 de junho de 2016

OLIMPÍADAS 2016 - NOVA MODALIDADE OLÍMPICA - "O BONDE"

Prezados leitores, o vídeo que publicamos está circulando na internet.
O Brasil na condição de país sede teve o direito de escolher algumas modalidades para serem incluídas nos jogos.
Se tivesse escolhido "o bonde", a medalha estaria garantida.




Juntos Somos Fortes!

sábado, 21 de dezembro de 2013

OS PMs SÃO AS MAIORES VÍTIMAS DAS UPPs


A Sd PM Fabiana foi assassinada quando estava 
de serviço no "pacificado" Complexo do Alemão

Prezados leitores, vocês sabem dizer onde morrem mais PMs em serviço no Rio de Janeiro?
Exatamente nas comunidades "pacificadas" pelo governo Sérgio Cabral.
As UPPs se transformaram no local mais perigoso para os PMs trabalharem, onde mais morrem e são feridos em serviço.
Na maioria das comunidades "pacificadas" existem áreas onde os PMs pode realizar o policiamento ostensivo e áreas onde os traficantes os recebem com tiros.
Eis a verdade. 
Quem leu a "Biografia não autorizada das UPPs" (Link) conhece toda a realidade vivenciada pelos PMs desde o início da implantação das UPPs, assim como, todos os efeitos negativos do projeto.
Ontem, mais dois PMs foram feridos, dessa vez no Complexo do Alemão: 

"SITE G1: 
21/12/2013 17h33 - Atualizado em 21/12/2013 17h35 
Eles foram socorridos na UPA do Alemão e liberados em seguida.
Policiamento na comunidade foi reforçado; caso foi registrado na 22ª DP.
Dois policiais militares ficaram feridos em uma troca de tiros com criminosos na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Nova Brasília, no Conjunto de Favelas do Alemão, na Zona Norte do Rio, na madrugada deste sábado (21).
De acordo com a assessoria de imprensa das UPPs, os policiais estavam em patrulhamento a pé pela localidade conhecida como Beco do Chuveirinho, quando foram surpreendidos por disparos de arma de fogo por três homens não identificados. Os agentes reagiram.
Dois policiais se feriram, um por estilhaços de bala que atingiu sua mão direita e o outro com escoriações na mão esquerda causadas no momento em que tentou se proteger dos tiros. Os dois foram socorridos na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Alemão e liberados em seguida. Os criminosos conseguiram fugir.
O policiamento na comunidade foi reforçado e buscas eram feitas por volta das 16h para tentar localizar os homens que atiraram contra os policiais. O caso foi registrado na 22ª DP (Penha).

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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

RIO PACIFICADO: A MILÍCIA ALUGA MORRO PARA O TRÁFICO DE DROGAS

Prezados leitores, você que espera já ter visto tudo em termos de INsegurança no Rio de Janeiro, leia a seguinte matéria que trata do aluguel de um morro por parte de milicianos para o tráfico de drogas:
JORNAL O DIA 
04/11/2013 00:20:18 
Milícia deu golpe no tráfico 
Grupo ‘vendeu’ espaço para traficantes em morro e depois os denunciou à polícia 
JOÃO ANTONIO BARROS 
Rio - Uma chacina em capítulos. Silenciosamente e sem espalhar corpos pela cidade, a guerra entre traficantes de drogas e milicianos pelo domínio do Morro da Barão, na Praça Seca, amedronta moradores na mesma proporção que suas vítimas se avolumam nas estatísticas de homicídios da Polícia Civil. Só este ano, pelo menos 12 pessoas foram mortas — quatro apenas em outubro —, mas sempre em horas e pontos diferentes, sem chamar a atenção. A guerra começou após o “arrendamento” do Morro da Barão a um grupo de traficantes da Vila Vintém, em Realengo, no início do ano. O negócio rendeu R$ 300 mil a homens ligados à milícia comandada pelo ex-sargento da PM Luiz Monteiro da Silva, o Doem. Pelo acerto, os paramilitares continuariam a explorar o ‘gatonet’, o transporte de Kombis e a venda de botijões de gás. O tráfico ficaria com pontos de venda de drogas (Leia mais). 
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sábado, 2 de novembro de 2013

BIOGRAFIA NÃO AUTORIZADA DAS UPPs: ONDE PODE OCORRER MORTE, ONDE NÃO PODE



Hoje publicamos o décimo capítulo da "Biografia não autorizada das UPPs".
O blog tem sido um sucesso, mais de 1.200 visitantes já conheceram verdades sobre as UPPs que nunca apareceram nas televisões, nunca foram ouvidas nas rádios e nem lidas nos jornais ou revistas.
O tema desse artigo é a tática utilizada pelo governo para agilizar a implantação das UPPs, evitando o confronto armado.
A leitura permitirá a análise com outro ferramental do que a imprensa tem considerado uma grande vitória, ou seja, a ocupação sem o disparo de um tiro. O leitor poderá concluir se isso realmente é uma conquista ou se na verdade o governo apenas transferiu os confrontos e as mortes.
Leia e opine (Link).
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terça-feira, 29 de outubro de 2013

TERROR NA PACIFICAÇÃO, POLICIAL CIVIL NO CASO AMARILDO E MUDANÇAS NO SISTEMA POLICIAL

Ontem, a "pacificação" do Rio de Janeiro teve cenas de terror:
JORNAL EXTRA: 
Mochila com cabeça de marido de policial de UPP é deixada em frente à casa da família, diz PM (Leia mais).
Enquanto isso, o "Caso Amarildo" continua fazendo vítimas.
O corpo de Amarildo continua desaparecido, a morte continua presumida, mas as escutas telefônicas e os depoimentos das testemunhas divulgados pela imprensa seguem provocando estragos. Primeiro, o governo Cabral sofreu acusações contra suas principais ferramentas de propaganda na área da segurança pública: As UPPs e o BOPE, afetando a Polícia Militar. A notícia que transcrevo a seguir atinge a Polícia Civil.
A insegurança pública que vivemos no Rio de Janeiro é a maior justificativa e o melhor catalisador para provocar mudanças no nosso sistema policial, o qual é ineficiente, uma constatação de clareza solar. Mudar é urgente. Temos que ter o cuidado para que não nos vendam que para mudar o sistema temos que desmilitarizar as Polícias Militares. Sim, esse é um tema a ser discutido, mas temos outros significativamente mais importantes, tais como: a extinção das desnecessárias e ineficientes secretarias de segurança; o fim das meias polícias (Polícias Civis e Militares) com a introdução do ciclo completo em ambas; valorização e qualificação dos policiais; e a federalização da segurança pública, unificando todas as polícias brasileiras e não apenas as estaduais. 
"O GLOBO: 
Caso Amarildo: após operação que terminou com a morte de ajudante de pedreiro, policial civil negociou entrega de armas com traficantes 
Extra 
Em julho deste ano, pouco após o sumiço do pedreiro Amarildo de Souza na Rocinha, um homem que se identifica como policial civil negociou a entrega de armas do tráfico com um bandido. Numa escuta telefônica em poder da 15ª DP (Gávea), o homem pede a um traficante identificado como Juliano Ferreira de Medeiros, de 26 anos, o Espinha, que entregue armas à polícia para “deixar o morro em paz”. A ligação foi feita em 18 de julho, quatro dias após a sessão de tortura que terminou com a morte de Amarildo de Souza, e faz parte dos grampos da Operação Paz Armada. 
Em seguida, o traficante, um dos denunciados pelo Ministério Público na ação, responde que não entregaria o armamento, pois ele já teria dado fuzis para um PM da UPP da Rocinha infiltrado na quadrilha. Segundo o bandido, o policial “não apresentou as armas”. 
A denúncia do MP sobre o caso Amarildo revela que o ajudante de pedreiro foi torturado pelos policiais da unidade para entregar a localização de um paiol de armas na favela. De acordo com o documento, a “operação não atingiu o objetivo almejado, haja vista a insuficiente apreensão de material ilícito”. 
Horas depois da primeira ligação pedindo os armamentos, uma pessoa que se apresenta como delegado negocia com o traficante a entrega do corpo de Amarildo. O homem afirma que “a paz será selada” se o corpo aparecer. Como resposta, o bandido alega que “a morte do Boi (apelido de Amarildo) foi de responsabilidade da UPP do major”. Ele se referia a Edson Santos, ex-comandante da unidade, preso acusado pelo sequestro seguido de morte de Amarildo. 
A perícia da Polícia Civil em três das quatro viaturas do Bope que estiveram na Rocinha na noite da sessão de tortura deu positivo para a reação com luminol, o que indica que se trata de material orgânico. As amostras foram encaminhadas para novo exame para indicar a presença de sangue. O MP investiga se a tropa de elite retirou o corpo de Amarildo da favela. (Link)". 
Juntos Somos Fortes!

A "PACIFICAÇÃO" CONTINUA DE VENTO EM POPA

Os nossos leitores sabem desde 2009 que o grande erro do denominado "projeto de pacificação" das comunidades carentes foi a opção por não prender os traficantes das comunidades ocupadas, os quais sempre deixaram as comunidades com seus fuzis, indo se instalar em outras regiões, enquanto uma parte dos traficantes permanecia na comunidade ocupada dando sequência ao comércio ilegal, mas sem necessitar portar armas, pois estavam protegidos pela presença da própria PM no local, das tentativas de invasão dos traficantes de facções rivais, seus piores inimigos.
Na prática, o governo espalhou pelo estado do Rio de Janeiro os fuzis que perderam a sua necessidade nas comunidades ocupadas pelas UPPs.
Tal erro gigante foi acobertado pela mídia que sempre destacou que as comunidades eram ocupadas sem que ocorresse o disparo de um tiro, festejando o fato, mas não divulgando a transferência dos traficantes e de suas armas, notícia que só começou a circular há pouco tempo.
Atualmente, todos os que se interessam pelo estudo do tema conhecem tais verdades.
Nas comunidades ocupadas por UPPs, o tráfico continua funcionando sem exibição de armas, assim como, a violência perdura. Em contrapartida, a situação piorou nas regiões que receberam os traficantes que deixaram as comunidades ocupadas com suas armas de guerra.
A "pacificação" continua de vento em popa.
"JORNAL O DIA 
Traficantes torturam jovens e estupram adolescente grávida na Zona Oeste 
Caso ocorreu no Morro do Banco, no Itanhangá. Bandidos desconfiaram que os jovens seriam informantes de traficantes da Rocinha 
O DIA Rio - Três jovens, sendo dois menores de idade, foram torturados por traficantes no Morro do Banco, no Itanhangá, na Zona Oeste, no fim da noite desta segunda-feira. Uma menina de 14 anos, que está grávida de dois meses, ainda foi estuprada pelos criminosos. 
As vítimas deixaram a Favela da Rocinha e se mudaram para o Morro do Banco há cerca de dois meses. Bandidos da comunidade, que seriam fugitivos do Complexo do Lins, pacificado no início de outubro, desconfiaram que os jovens seriam informantes de traficantes da Rocinha. 
“Mandaram a gente estender a palma da mão e a palma do pé e começaram a bater: coronhada de arma, muita coisa. Pegaram a fita isolante, enrolaram a gente, fizeram a gente tipo de balanço, um pelo pé e pela mão e jogaram a gente no mato. Tinha mais de 15, no começo tinha cinco, aí foi chegando. Chegou até um viciado aí eles falaram: aí, não quer dar uma porrada nele não? Aí deram uma madeira para o viciado e o viciado bateu na gente”, disse uma das vítimas ao Bom Dia Rio . 
Após duas horas de tortura, o trio foi abandonado em um matagal. A 16ª DP (Barra da Tijuca) vai investigar o caso".
Juntos Somos Fortes!