JORNALISMO INVESTIGATIVO

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segunda-feira, 22 de maio de 2017

CASO TEMER: DEFESA NÃO DESMENTE O CONTEÚDO, APOSTA NA IMPRESTABILIDADE DO ÁUDIO COMO PROVA



Prezados leitores, uma reviravolta no caso Temer.
A defesa do presidente Temer desistiu de tentar suspender o inquérito no Supremo Tribunal Federal.
Aposta todas as fichas que a prova (áudio) é imprestável.
Agora a defesa quer a continuidade do inquérito e que seja breve.
Juridicamente pode ser considerada uma aposta com alguma chance, porém, salvo melhor juízo, para a opinião pública e para o mundo político valem os fatos condenáveis que o presidente não consegue explicar.
Só não podemos esquecer na avaliação que estamos no Brasil, onde tudo é possível.

"Site G1
Defesa faz perícia própria e desiste de suspender inquérito para investigar Temer 
Advogado diz que perícia apontou 70 'pontos de obscuridade' na gravação da conversa entre Temer e empresário. Com isso, quer agora que inquérito prossiga para 'provar a inocência' do presidente. 
Por Mariana Oliveira, TV Globo, Brasília
22/05/2017 16h07 Atualizado há 10 minutos 
O advogado Gustavo Guedes, que integra a defesa de Michel Temer, disse nesta segunda-feira (22) que a defesa não vê mais necessidade de o plenário do Supremo Tribunal Federal julgar o pedido de suspensão do inquérito que investiga o presidente. 
Segundo ele, a defesa contratou uma perícia própria que constatou 70 "pontos de obscuridade" na gravação da conversa entre Temer e Joesley Batista, na qual a Procuradoria Geral vê indício de cometimento, pelo presidente, de crimes de obstrução à Justiça, corrupção passiva e organização criminosa. Na conversa, o empresário faz relatos de crimes a Temer, sem que nenhuma providência tivesse sido tomada. 
Guedes disse que, como a defesa tem segurança de o áudio é "imprestável", quer agora que o inquérito prossiga para "provar a inocência" do presidente (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

DIA 24 MAI 17 - ALERJ PODERÁ VOTAR AUMENTO NA CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA

Prezados leitores, o governo Pezão insiste em querer que os militares (policiais e bombeiros) e os servidores públicos paguem pelos efeitos da crise econômica produzida pelos maus políticos.





Juntos Somos Fortes!

ALERJ NÃO VOTARÁ FIM DOS TRIÊNIOS E CANCELAMENTO DOS REAJUSTES DA SEGURANÇA



Prezados leitores, no meio de tantas notícias ruins...

"Jornal Extra 
Publicado em 21/05/17 08:00 
Fim do triênio e adiamento de reajustes da Segurança estão descartados pelo governo 
Nelson Lima Neto 
O adiamento da aplicação de reajustes prometidos às carreiras da Segurança Pública até 2019 e o fim da aplicação de triênios sobre os vencimentos dos servidores não serão discutidos pela Alerj. Os dois temas estão fora do pacote de medidas que será trabalhado pelos deputados. O foco, segundo membros do governo, é aprovar a nova taxação à Previdência. 
Ambos os assuntos foram debatidos no último pacote enviado por Pezão, no fim de 2016. A questão sobre o fim do triênio parou na Justiça. O deputado Luiz Paulo (PSDB) conseguiu liminar que vetou a discussão. O caso parou no Supremo Tribunal Federal e segue sem resolução. Já o adiamento dos reajustes à Segurança foi devolvido pela Alerj em função da falta de unidade na discussão do assunto (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

CASO TEMER: JUDICIÁRIO E MP DEVEM TRAZER EMPRESÁRIOS DA JBS DE VOLTA AO BRASIL

Prezados leitores, o Coronel de Polícia Reformado Paúl comenta que delator é tão bandido quanto o delatado. 
Ambos devem ir para a cadeia e devolver dinheiro para os cofres públicos. 
Ele pede ao Judiciário e ao Ministério Público que tragam de volta para o Brasil os empresários da JBS que fizeram as delações e que estão vivendo livremente nos Estados Unidos.





Juntos Somos Fortes!

domingo, 21 de maio de 2017

SE FOSSEM POLICIAIS MILITARES ...

Revista Época


Prezados leitores, os grupos de elite de todo mundo tem a balaclava como parte do uniforme para preservar a identidade dos policiais ou dos militares que integram esses grupos.
Eles também não usam o nome no uniforme, o qual é substituído por uma numeração que permite ao comando identificar o policial ou o militar.
No Brasil os Policiais Federais têm feito uso da balaclava e usam números como identificação, como demonstra a fotografia que publicamos, mas quando os Policiais Militares usam as críticas surge dos denominados "defensores dos direitos humanos".

Juntos Somos Fortes!

JUIZ NEGA ABSOLVIÇÃO SUMÁRIA DO EX-PRESIDENTE LULA E SEU FILHO

ex-presidente Lula e ex-governador Sérgio Cabral

Prezados leitores, o ex-presidente Lula da Silva e seu filho Luís Cláudio Lula da Silva continuarão como réus em ação penal decorrente da Operação Zelotes.

"Jornal O Globo
Juiz nega pedido de absolvição sumária de Lula e seu filho
Eles são réus numa ação penal que investiga tráfico de influência para ajudar fabricante de aviões e montadoras de carros 
André de Souza 
20/05/2017 20:15 / Atualizado 20/05/2017 20:50 
BRASÍLIA - O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, rejeitou os pedidos de absolvição sumária feitos pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de seu filho, Luís Cláudio Lula da Silva. Assim, terá continuidade a ação penal surgida a partir da Operação Zelotes em que os dois são réus. O juiz também marcou uma audiência para o dia 22 de junho, na qual a praxe é o comparecimento de todas as partes. 
O Ministério Público Federal (MPF) os acusa pelos crimes de tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Eles são investigados por supostas irregularidades em negociações que levaram à compra de 36 caças da empresa sueca Saab e à prorrogação de incentivos fiscais para montadoras de veículos. Os crimes teriam sido cometidos entre 2013 e 2015. Na condição de ex-presidente, Lula teria prometido ajudar o casal de lobistas Mauro Marcondes e Cristina Mautoni, também réus, que representavam os interesses da Saab e das montadoras MMC e Caoa. Em troca, eles teriam repassados mais de R$ 2,5 milhões a Luís Cláudio (Leiam mais)". 

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(PT) O PARTIDO DA BANDIDAGEM - REVISTA ISTO É

Prezados leitores, transcrevemos artigo publicado na Revista Isto é sobre o Partido dos Trabalhadores (PT).



"BRASIL 
O partido da bandidagem 
Eventos do PT são transformados em convescotes do deboche cujos alvos prioritários são a imprensa e o Judiciário. Enquanto isso, condenados pela Justiça seguem saudados como “guerreiros do povo brasileiro” e tratados como presos políticos 
Germano Oliveira 
12.05.17 - 18h00 
A escalada de ataques do ex-presidente Lula ao Judiciário, à imprensa livre e à democracia não conhece limites. Pior: agora, o petista transforma os eventos do PT numa espécie de convescote do deboche, em que políticos do partido processados e denunciados pela Lava Jato fazem troça de procuradores, tentam intimidar a Justiça e atentam contra a liberdade de informação. Durante a abertura do 6º Congresso do PT de São Paulo, realizado na Quadra dos Bancários, em São Paulo, na última sexta-feira 5, Lula disse que, caso eleito, vai “mandar prender jornalistas”, como se, numa democracia, presidente da República fosse dotado desse poder. Não é. As declarações fazem saltar a veia totalitária de Lula e escancaram, para quem quiser ver e ouvir (há quem não queira), o que nos espera caso o petista retorne ao poder. 
Lula e seus companheiros parecem querer que o Brasil siga o caminho da Venezuela, que massacra seu povo, prende líderes da oposição e mata opositores nas ruas. Para eles, criminosos como José Dirceu e João Vaccari, que patrocinaram a maior operação de saque aos cofres públicos, são “presos políticos” e heróis nacionais, e não criminosos comuns, condenados a dezenas de anos de prisão (só Dirceu já foi condenado a mais de 33 anos de cadeia pelo juiz Sergio Moro). No palanque ao lado d (PT-PR), que na lista de corrupção da Odebrecht apareceu recebendo milhões de reais de propinas com o codinome “Coxa”, Lula, além de bradar que vai mandar prender jornalistas, numa atitude típica de republiquetas de bananas, entabulou uma saudação já tradicional a Dirceu:“guerreiro do povo brasileiro” – para o deleite da plateia, numa homenagem ao fato de o ex-ministro da Casa Civil ter sido posto em liberdade dias antes. “Espero que em breve esses companheiros, presos políticos, posam estar entre nós”, disse o presidente do Diretório Estadual do PT, Emídio de Souza, numa referência também a João Vaccari Neto e ao ex-ministro Antonio Palocci. 
Em seu pronunciamento raivoso contra os jornalistas, no entanto, Lula preferiu não mencionar as graves denúncias feitas contra ele por Renato Duque, ex-diretor da Petrobras. Segundo Duque, Lula era o comandante do esquema de propinas na estatal. Bom manipulador que é, o petista achou mais conveniente insistir na tática da vitimização, afirmando que os jornalistas faltavam com a verdade quando diziam que ele era proprietário do tríplex no Guarujá. Para ele, o apartamento não passava de “três casinhas do Minha Casa, Minha Vida, uma em cima da outra”. “Eles já estão com a tese pronta: o PT é uma organização criminosa e o Lula montou um governo para roubar até depois que saísse do governo. Portanto, se o Lula é o chefe, ele tem que saber de tudo”, vociferou Lula. Ao seu lado, Gleisi Hoffmann, que também é investigada por corrupção juntamente com seu marido Paulo Bernardo, batia palmas e ria sarcasticamente. “Aqui não tem bandido. Aqui tem pessoas que podem ter errado”, disse Gleisi, como se vivesse num mundo paralelo. 
No mesmo evento, Lula tornou a cogitar a proposta de regulamentação da mídia, um eufemismo para censura da imprensa. Petistas não se constrangem mais em dizer, mesmo publicamente, que o governo deseja rever concessões, como a concedida à TV Globo. Ou seja, pretendem cercear o direito de expressão, tal como acontece nas ditaduras. Em outro convescote, nos mesmos moldes, há quinze dias em Brasília, o ex-presidente sapecou. “Se vierem falar que teu tenho que jantar na casa dos Marinho, almoçar no Estadão, eu não vou (Leiam mais)” 

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A IMPORTÂNCIA DA LAVA-JATO - CINEASTA JOSÉ PADILHA



Prezados leitores, transcrevemos artigo publicado pelo jornal O Globo no dia 12 de fevereiro de 2017 (Fonte).
Os grifos são nossos.

"A importância da Lava-Jato
Vinte e sete enunciados sobre a oportunidade de desmontar o mecanismo de exploração da sociedade brasileira

01) Na base do sistema político brasileiro, opera um mecanismo de exploração da sociedade por quadrilhas formadas por fornecedores do Estado e grandes partidos políticos. (Em meu último artigo, intitulado Desobediência Civil, descrevi como este mecanismo exploratório opera. Adiante, me refiro a ele apenas como “o mecanismo”.)

02) O mecanismo opera em todas as esferas do setor público: no Legislativo, no Executivo, no governo federal, nos estados e nos municípios.

03) No Executivo, ele opera via superfaturamento de obras e de serviços prestados ao estado e às empresas estatais.

04) No Legislativo, ele opera via a formulação de legislações que dão vantagens indevidas a grupos empresariais dispostos a pagar por elas.

05) O mecanismo existe à revelia da ideologia.

06) O mecanismo viabilizou a eleição de todos os governos brasileiros desde a retomada das eleições diretas, sejam eles de esquerda ou de direita.

07) Foi o mecanismo quem manipulou as massas para eleger: o PMDB, o DEM, o PSDB e o PT. Foi o mecanismo quem elegeu José Sarney, Fernando Collor de Mello, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer.

08) No sistema político brasileiro, a ideologia está limitada pelo mecanismo: ela pode balizar políticas públicas, mas somente quando estas políticas não interferem com o funcionamento do mecanismo.

09) O mecanismo opera uma seleção: políticos que não aderem a ele têm poucos recursos para fazer campanhas eleitorais e raramente são eleitos ou re-eleitos.

10) A seleção operada pelo mecanismo é ética e moral: políticos que têm valores incompatíveis com a corrupção tendem a ser eliminados do sistema político brasileiro pelo mecanismo.

11) O mecanismo impõe uma barreira para a entrada de pessoas inteligentes e honestas na política nacional, posto que as pessoas inteligentes entendem como ele funciona e as pessoas honestas não o aceitam.

12) A grande maioria dos políticos brasileiros tem baixos padrões morais e éticos. (Não se sabe se isto decorre do mecanismo, ou se o mecanismo decorre disto. Sabe-se, todavia, que na vigência do mecanismo este sempre será o caso.)

13) A administração pública brasileira se constitui a partir de acordos relativos a repartição dos recursos desviados pelo mecanismo.

14) Um político que chega ao poder pode fazer mudanças administrativas no país, mas somente quando estas mudanças não colocam em xeque o funcionamento do mecanismo.

15) Um político honesto que porventura chegue ao poder e tente fazer mudanças administrativas e legais que vão contra o mecanismo terá contra ele a maioria dos membros da sua classe.

16) A eficiência e a transparência estão em contradição com o mecanismo.

17) Resulta daí que na vigência do mecanismo o Estado brasileiro jamais poderá ser eficiente no controle dos gastos públicos.

18) As políticas econômicas e as práticas administrativas que levam ao crescimento econômico sustentável são, portanto, incompatíveis com o mecanismo, que tende a gerar um estado cronicamente deficitário.

19) Embora o mecanismo não possa conviver com um Estado eficiente, ele também não pode deixar o Estado falir. Se o Estado falir o mecanismo morre.

20) A combinação destes dois fatores faz com que a economia brasileira tenha períodos de crescimento baixos, seguidos de crise fiscal, seguidos de ajustes que visam conter os gastos públicos, seguidos de novos períodos de crescimento baixo, seguidos de nova crise fiscal...

21) Como as leis são feitas por congressistas corruptos, e os magistrados das cortes superiores são indicados por políticos eleitos pelo mecanismo, é natural que tanto a lei quanto os magistrados das instâncias superiores tendam a ser lenientes com a corrupção. (Pense no foro privilegiado. Pense no fato de que apesar de mais de 500 parlamentares terem sido investigados pelo STF desde 1998, a primeira condenação só tenha ocorrido em 2010.)

22) A operação Lava-Jato só foi possível por causa de uma conjunção improvável de fatores: um governo extremamente incompetente e fragilizado diante da derrocada econômica que causou, uma bobeada do parlamento que não percebeu que a legislação que operacionalizou a delação premiada era incompatível com o mecanismo, e o fato de que uma investigação potencialmente explosiva caiu nas mãos de uma equipe de investigadores, procuradores e de juízes, rígida, competente e com bastante sorte.

23) Não é certo que a Lava-Jato vai promover o desmonte do mecanismo. As forças politicas e jurídicas contrárias são significativas.

24) O Brasil atual está sendo administrado por um grupo de políticos especializados em operar o mecanismo, e que quer mantê-lo funcionando.

25) O desmonte definitivo do mecanismo é mais importante para o Brasil do que a estabilidade econômica de curto prazo.

26) Sem forte mobilização popular, é improvável que a Lava-Jato promova o desmonte do mecanismo.

27) Se o desmonte do mecanismo não decorrer da Lava-Jato, os políticos vão alterar a lei, e o Brasil terá que conviver com o mecanismo por um longo tempo."      

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A CAMINHO DO BREJO - JORNALISTA CORA RONÁI



Prezados leitores, transcrevemos artigo publicado no jornal O Globo no dia 8 de dezembro de 2016 (Fonte).

"A caminho do brejo
Cora Ronái
A sociedade dá de ombros, vencida pela inércia
Um país não vai para o brejo de um momento para o outro — como se viesse andando na estradinha, qual vaca, cruzasse uma cancela e, de repente, saísse do barro firme e embrenhasse pela lama. Um país vai para o brejo aos poucos, construindo a sua desgraça ponto por ponto, um tanto de corrupção aqui, um tanto de demagogia ali, safadeza e impunidade de mãos dadas. Há sinais constantes de perigo, há abundantes evidências de crime por toda a parte, mas a sociedade dá de ombros, vencida pela inércia e pela audácia dos canalhas.
Aquelas alegres viagens do então governador Sérgio Cabral, por exemplo, aquele constante ir e vir de helicópteros. Aquela paixão do Lula pelos jatinhos. Aquelas comitivas imensas da Dilma, hospedando-se em hotéis de luxo. Aquele aeroporto do Aécio, tão bem localizado. Aqueles jantares do Cunha. Aqueles planos de saúde, aqueles auxílios moradia, aqueles carros oficiais. Aquelas frotas sempre renovadas, sem que se saiba direito o que acontece com as antigas. Aqueles votos secretos. Aquelas verbas para “exercício do mandato”. Aquelas obras que não acabam nunca. Aqueles estádios da Copa. Aqueles superfaturamentos.
Aquelas residências oficiais. Aquelas ajudas de custo. Aquelas aposentadorias. Aquelas vigas da perimetral. Aquelas diretorias da Petrobras.
A lista não acaba.
Um país vai para o brejo quando políticos lutam por cargos em secretarias e ministérios não porque tenham qualquer relação com a área, mas porque secretarias e ministérios têm verbas — e isso é noticiado como fato corriqueiro da vida pública.
Um país vai para o brejo quando representantes do povo deixam de ser povo assim que são eleitos, quando se criam castas intocáveis no serviço público, quando esses brâmanes acreditam que não precisam prestar contas a ninguém — e isso é aceito como normal por todo mundo.
Um país vai para o brejo quando as suas escolas e os seus hospitais públicos são igualmente ruins, e quando os seus cidadãos perdem a segurança para andar nas ruas, seja por medo de bandido, seja por medo de polícia.
Um país vai para o brejo quando não protege os seus cidadãos, não paga aos seus servidores, esfola quem tem contracheque e dá isenção fiscal a quem não precisa.
Um país vai para o brejo quando os seus poderosos têm direito a foro privilegiado.
Um país vai para o brejo quando se divide, e quando os seus habitantes passam a se odiar uns aos outros; um país vai para o brejo quando despenca nos índices de educação, mas a sua população nem repara porque está muito ocupada se ofendendo mutuamente nas redes sociais".

Juntos Somos Fortes!

CASO TEMER - TRECHOS IMPORTANTES DA GRAVAÇÃO NÃO FORAM EDITADOS

presidente Temer e ex-governador Sérgio Cabral

Prezados leitores, nós consideramos que a situação do presidente Temer é insustentável.
Apesar das divergências entre os peritos ouvidos, existe concordância no que diz respeito aos trechos que incriminam o presidente não terem sofrido edição.

"Site G1
Peritos afirmam que partes importantes da gravação de Joesley com Temer não foram editadas 
Especialistas ouvidos por jornais dizem que trechos mais relevantes estão intactos. Jornal Nacional ouviu mais dois peritos, que concluíram que não há sinais de adulteração ou edição. 
Por Jornal Nacional 
20/05/2017 20h52 Atualizado há 35 minutos 
(...) 
Outras perícias, sobre as quais o presidente também não falou, mencionam número bem menor de edições. A perícia feita pelo jornal "O Estado de S. Paulo" fala de 14 edições, e confirma que está intacta a parte referente a Eduardo Cunha. Também intacto está outro trecho, segundo o perito d'"O Estado de S. Paulo". É o trecho sobre a manipulação de juízes por parte de Joesley Batista. 
Dois outros respeitados peritos concluíram que a fita inteira está intacta, sem sinais de adulteração ou edição (Leiam mais e assistam a reportagem). 

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sábado, 20 de maio de 2017

OS MAUS POLÍTICOS E O SISTEMA PENITENCIÁRIO BRASILEIRO

Bangu 1


Prezados leitores, o sistema penitenciário brasileiro é caótico.
Matanças ocorridas recentemente no interior de presídios (penitenciárias) e transmitidas pela imprensa nos remetem aos mais impactantes filmes de terror da história do cinema.
A superlotação é uma realidade em quase todos os estabelecimentos carcerários do país.
Os escândalos de superfaturamento nos contratos relacionados com a alimentação dos detentos povoam o noticiário, inclusive no Rio de Janeiro, onde dias atrás isso estava na imprensa.
O caos é completo.
Imaginem se todos os maus políticos fossem presos de uma vez.
Todos eles que praticam atividades criminosas como fizeram Sérgio Cabral, Eduardo Cunha e outros que já estão na tranca.
Onde seriam encarcerados?
Talvez seja necessário sacrificar o futebol em algum estado para colocá-los em um desses estádios construídos para a Copa do Mundo realizada no Brasil, um desses que teve as obras superfaturadas seria bem apropriado.

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PRESIDENTE TEMER MANDOU ENTREGAR R$ 1 MILHÃO A CORONEL DA POLÍCIA MILITAR

Prezados leitores, a "lama da corrupção" se espalha para todos os lados.



"Revista Época 
Temer mandou entregar R$ 1 milhão a coronel da PM, diz delator 
Valor foi descontado dos R$ 15 milhões enviados a ele a pedido do PT 
MARCELO ROCHA 
19/05/2017 - 16h37 - Atualizado 19/05/2017 18h02 
O lobista da J&F Ricardo Saud disse aos procuradores da República que o presidente Michel Temer pediu pessoalmente a ele que R$ 1 milhão fossem entregues ao coronel da PM João Batista Lima Filho, amigo do peemedebista e conhecido como coronel Lima. De acordo com o delator, quem transportou os valores foi Florisvaldo Caetano de Oliveira. No endereço de entrega, funciona a Argeplan Arquitetura e Engenharia, investigada no braço da Lava Jato que apura irregularidades envolvendo Angra 3. “Isso me chamou a atenção porque eu já vi o cara pegar dinheiro para a campanha e gastar na campanha. Agora, o cara pegar dinheiro para a campanha, ganhar um dinheiro do PT e guardar no bolso dele. Só Temer e o Kassab fizeram isso”, disse o delator. Saud afirmou que o dinheiro entregue ao coronel Batista foi descontado dos R$ 15 milhões que o PT enviou a Temer para serem gastos na campanha de 2014 (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

TEMER SANCIONA LEI DE SOCORRO AOS ESTADOS EM CRISE

Prezados leitores, a sanção do presidente Temer deve acender o sinal de alerta no Rio de Janeiro, onde o governador Pezão tentará aumentar a contribuição previdenciária dos militares (policiais e bombeiros) e dos servidores públicos. 
Além disso, nem pensar em reajustes salariais ou concursos públicos, entre outras restrições.


governador Pezão e presidente Temer


"Site G1 
Temer sanciona lei que prevê socorro fiscal a estados em crise 
Sanção de projeto ocorre em meio à maior crise política do governo desde que Temer assumiu. Para aderir a programa, estados terão de adotar medidas de ajuste fiscal. 
Gustavo Aguiar, G1, Brasília 
19/05/2017 19h37 Atualizado há menos de 1 minuto 
Em meio à maior crise política desde que assumiu o governo, causada pelas delações de empresários da JBS, o presidente Michel Temer sancionou nesta sexta-feira (19) o projeto que prevê a recuperação fiscal dos estados em crise financeira (leia mais abaixo o que a lei estabelece). 
Enviado pelo governo no início deste ano, o projeto foi aprovado na última quarta (17) pelo Senado e já havia sido aprovado pela Câmara. 
O texto suspende o pagamento das dívidas estaduais com a União por três anos (prorrogáveis por mais três), desde que sejam adotadas medidas de ajuste fiscal, as chamadas contrapartidas. 
De acordo com a assessoria da Presidência, o projeto foi sancionado pelo presidente sem veto (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

VÍDEO - POLÍTICOS INVENTAM NOVO CRIME: A "QUADRILHA DE DELATORES"

Prezados leitores, o coronel de Polícia Reformado Paulo Ricardo Paúl comenta a esfarrapada desculpa dos delatados e dos seus parceiros no sentido de que todas as delações são mentirosas.
Tal estratégia está sendo usada por todos os políticos delatados e pelos partidos aos quais pertencem.
A alegação inconsistente esbarra na riqueza de detalhes das delações, no número de delatados, no número de partidos atingidos e nas provas testemunhais e, principalmente, nas provas técnicas.
Querem que acreditemos que existem "quadrilhas de delatores" tentando prejudicar centenas de políticos e dezenas de partidos.
Nem brasileiro acredita nisso.
Inventem outra mentira, vocês são ótimos nisso.





Assistam também o vídeo: "Os delatores são todos malucos" (Link)".


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CASO TEMER: ÁUDIO GRAVADO PODE TER CORTES. ISSO INVALIDA A PROVA?



Prezados leitores, propomos uma reflexão sobre a possibilidade do áudio da conversa do presidente Michel Temer com Joesley Batista ter sido editado, conforme parte da imprensa tem noticiado.
Um perito teria identificado cortes no conteúdo.
Salvo melhor juízo, o importante é identificar se os cortes ocorreram e se alteraram a ordem das falas, ou seja, se os cortes teriam resultado em uma edição com as falas fora da ordem da conversa ocorrida, criando uma "nova conversa", que não existiu de fato.
Se isso ocorreu, não podemos considerar o áudio como válido, porém se os cortes apenas suprimiram partes da conversação sem modificar os trechos existentes, os quais teriam a continuidade normal, não vemos qualquer problema em avaliá-los.
Claro que se poderá alegar entre inúmeros argumentos que nas partes suprimidas o presidente teria dito, por exemplo, que adotaria providências sobre os crimes que tinham sido relatados por Joesley, uma das acusações que estão fazendo contra Temer.
Só que tal possibilidade perde o valor diante do fato de Temer não ter feito tal comunicação ao Ministro da Justiça ou a quem quer que seja.
Isso significa que mesmo que ele tenha falado que faria, ele não fez, portanto, o crime continua existindo.
Também cabe ressaltar que não temos conhecimento do presidente Temer ter alegado a edição da conversa, os cortes que estão sendo noticiados, algo que era de se esperar diante da gravidade do caso.
Nós consideramos que não podemos nem acreditar em tudo que foi exibido no áudio, nem invalidar o que foi dito em razão de trechos suprimidos (cortes).
Só uma investigação isenta poderá nos levar a verdade dos fatos.
Afinal, provar nada mais é do que demonstrar a verdade.


"Revista Veja 
Blog Reinaldo Azevedo
Brasil, Política
Uma vez confirmada edição da gravação, Janot e Fachin impichados
Caso se confirme a adulteração, estamos diante de dois crimes: falsidade material, prevista nos artigos 297 e 298 do Código Penal, e obstrução da Justiça (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

PS - Aconselhamos a leitura do artigo da Folha de São Paulo que contém a opinião de "especialistas" (Link).