JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sexta-feira, 13 de abril de 2018

terça-feira, 10 de abril de 2018

RIO - UMA BOA ALTERNATIVA PARA MELHORAR A SEGURANÇA PÚBLICA



A insegurança é o maior problema enfrentado pela população fluminense.
É preciso melhorar a segurança para que os outros serviços públicos possam funcionar melhorar e para que a população possa viver em paz.
Uma alternativa que nunca foi tentada para equacionar esse problema é eleger para governador um integrante da área de segurança pública.
O Subtenente ANDRÉ MONTEIRO do BOPE está apresentando seu nome para que seja avaliado pelos eleitores.
A minha intenção é votar nele.

LULA, A SUPERNOVA NOS CÉUS DO BRASIL

Publico texto que circula nas redes sociais:



"Que texto maravilhoso da Sonia Zaghetto.
Vale a pena ler.

Uma supernova brilhou nos céus do Brasil. Mal sabia que a explosão que a tornou visível já lhe anunciava o fim. A eleição de Lula para a Presidência da República é o marco inicial de sua queda.
Eleito, carregava consigo a esperança de muitos. Gente simples, que acreditava na lenda do trabalhador inculto que venceu as elites. Gente sonhadora, que o louvava como pai dos pobres, D. Sebastião revivido, campeão da ética, herói que venceria a fome e encantaria o mundo. Nas redações, sindicatos e universidades intoxicados de idolatria infante, era bicho raro, ave exótica que nunca estudara mas cuja sapiência era louvada. Uma lenda que ainda hoje alimenta o imaginário da cada vez mais esquálida academia brasileira e de um jornalismo torcedor e tacanho.
Mas o poder tem lá suas seduções e armadilhas. Uma delas é revelar a verdadeira natureza dos homens. Lula aliou-se aos antigos inimigos, fez tudo o que antes dizia condenar, arrumou justificativas para cada ato indigno. O Fome Zero jamais saiu do papel.
Veio o mensalão. Havia algo de podre no reino das vestais impolutas. O esquema subterrâneo de Dirceu começava a ser conhecido. Ponta de iceberg, mas suficiente para acender o alerta. Uma parte dos antigos aliados debandou. Foram-se o Bicudo, a Heloísa, o Cristovam.
Arrumou substitutos. Agora lambuzava-se com Sarney, Collor, Renan e Jucá. Bebiam na mesma taça de torpezas. Champanhes, jatinhos, adegas e ternos caros eram sua vida, mas ele ainda se apresentava como operário. A aura de herói injustiçado o mantinha enfeitiçando universitários, artistas e outros devotos. Comprou uma bela máquina que moía reputações, apostou em um país dividido, criou frases que nutriram ódios e incendiaram a imaginação pré-adolescente de alguns. E os doutores, que valorizavam os títulos e diziam honrar os livros e a ciência, nem se deram conta de que ele consolidava na alma brasileira a preguiça e o desprezo pelo intelecto.
Apresentou sua sucessora. Era medíocre e arrogante, mas estava embriagada pela possibilidade de voar alto. Criou-se para ela também uma imagem falsa, de eficiência, valentia e honestidade. A realidade se impôs, cruel como sempre, em atos e discursos. Pobre mulher, rainha do auto-engano, imperatriz de um reino imaginário.
No meio do caminho havia a Lava Jato. Caíram o Delcídio, o Palocci, o Dirceu, o Vaccari, o João Paulo, o Mercadante. Martha foi embora. Odebrecht desnudou o apocalipse. E, nas noites, sussurrava-se sobre um cadáver insepulto, o de Celso Daniel. Um fantasma, como o pai de Hamlet, clamando por justiça.
Pedalinhos e pedaladas. Triplex e impeachment. O sonho de poder se desfez entre miudezas, como um sítio que ele poderia ter comprado. Sequer pagou pelos armários da cozinha - o que diz muito sobre sua pequenez.
Soterrado por denúncias, encolheu a cada escândalo, denúncia e depoimento.
Da altivez arrogante de outrora, Lula tornou-se uma figura trágica. Revelou-se de forma plena. Era agora bem visível a extensão de sua indigência moral. Comparou-se a serpentes venenosas, exagerou-se como a alma mais honesta do Brasil. Suas negativas soavam patéticas e a insistência em dizer que nada sabia o transformaram em figura folclórica e ridicularizada.
Marisa morreu. A companheira foi velada em um comício-bravata e tornada responsável por recibos, contratos e negociações. Mais um cadáver a arrastar correntes pesadas com marcas de lodo e horror.
Palocci falou, com voz arrastada: havia um pacto de sangue. Ainda assim, nada parecia abalar a devoção de alguns de seus súditos: encharcados de teorias da conspiração, agarrados à túnica do ídolo, levaram-no a liderar a corrida presidencial. A alguns pouco importava se Lula comandou o maior esquema de corrupção da história brasileira.Às favas o saque aos cofres públicos. Que importa se a Pátria sangra?
Condenada, carregada de processos, com os bens bloqueados, a antiga estrela promoveu uma caravana. Gabava-se da força, da disposição, debochava dos adversários e açulava seus defensores contra os que considerava adversários. Seus advogados protelavam o cumprimento da pena. Recebeu ovos, pedras e tiros no ônibus. Reclamou do ódio que semeou, cultivou e agora colhe.
Veio o julgamento no Olimpo brasileiro. Minerva decidiu o jogo de poder, enquanto as demais divindades guerreavam entre si. Encerrados em suas torres de marfim, alguns deuses não viram a exaustão de um povo. Venceram os que farejaram o perigo de consolidar a sensação de que, no Brasil, os poderosos compram impunidade.
Por fim, chegou a ordem de prisão. Sergio Moro concedeu ao ex-presidente benefícios devidos à dignidade do cargo presidencial: nada de algemas, cela especial. Uma ironia final, destinada a contrastar com a indignidade dos atos de quem ocupava o cargo.
Lula terá o tempo de vida que lhe resta para descobrir que livros são úteis, sim. Faltou-lhe ler os filósofos, os pais de outras nações e os grandes mestres da retórica e do Direito. Se houvesse conhecido o velho Aristóteles, descobriria que pathos (as paixões) precisam de ethos (o caráter do orador) e de logos (o conhecimento) para que ocorra a persuasão que captura em definitivo a alma da audiência. As biografias o ensinariam que mesmo o grande Cícero, que mesmerizava multidões, terminou com um alfinete de cabelo espetado na língua. Coisas da política.
Era uma vez uma estrela que brilhou nos céus do Brasil. Mal sabia que era uma supernova".

sábado, 7 de abril de 2018

PRISÃO DE LULA - BRASIL, MAIS UMA VEZ, SERVE DE PIADA PARA O MUNDO



Beiraria o inacreditável se os fatos envolvendo a prisão do ex-presidente Lula não estivessem ocorrendo no Brasil.
Ontem e hoje, todos nós, brasileiros não alienados, temos motivos para nos envergonhar.
Lula e sua turma estão zombando do Poder Judiciário em rede nacional.
A bola está com o Judiciário que está perdendo de mil a zero para Lula.
Caberá aos ministros do Supremo Tribunal Federal na próxima semana colocar esse condenado no seu devido lugar. 
Julgar algo que possa favorecer quem desmoralizou a todo o judiciário será o ápice do descrédito.
O mundo civilizado ri de nós.

LULA, O GRANDE GANHADOR COM A DECRETAÇÃO DE SUA PRISÃO



A partir da premissa que a decretação da prisão do ex-presidente Lula era certa, respeitando as opiniões contrárias, avalio como sendo ele o grande ganhador com a decretação de sua prisão, considerando que conquistou (e está conquistando) dividendos eleitorais incalculáveis.
Planejamento, essa maldita etapa indispensável que tantos esquecem.
Respeitosamente, ocorreram erros de planejamento na decretação da prisão pelo Poder Judiciário que acabaram gerando erros na execução, tudo em face das deferências concedidas em razão de se tratar de um ex-presidente da república, embora a legislação apregoe a falácia de que todos nós somos iguais perante a lei.
Sabedores da prisão a qualquer momento, só restava à Lula e à sua turma obterem a maior repercussão possível, o que foi facilitado com a divulgação da expedição do mandato de prisão e, sobretudo, com o prazo dado para apresentação do preso.
O prazo era tudo que Lula e o PT queriam.
Ontem, só se falou em Lula e PT.
Isso por todo Brasil e em vários países.
Uma propaganda eleitoral gigantesca.
As televisões exibiram as concentrações de militantes petistas que estavam apoiando a "resistência de Lula".
Lula foi sendo "martirizado" na consciência dos incautos.
Isso enquanto era feita uma espécie de contagem regressiva para o término do prazo.
O prazo acabou.
Lula não foi preso, mas foi notícia no mundo todo.
Ganhou Lula.
Vai ganhar de novo quando for solto nos próximos dias.
O PT vai preparar festas em todo país para saldar seu líder "injustiçado pelas elites".
Perdeu o Poder Judiciário.
Perdeu a Polícia Federal.
Perdeu a Lava-Jato.
Perderam os outros pré-candidatos.
Lula fará a partir de agora um estrago ainda maior na campanha eleitoral, apesar de não ser mais um "ficha limpa".
Basta uma leitura da legislação eleitoral e da "ficha limpa" para conhecer até onde Lula pode ir mesmo sendo "ficha suja".
Planejamento, sem ele, o fracasso é quase certo.

sexta-feira, 6 de abril de 2018

OS EFEITOS DA PRISÃO E DA SOLTURA DO EX-PRESIDENTE LULA



Penso que ninguém tenha dúvida que caso ocorra a efetivação do encarceramento do ex-presidente Lula, tudo indica que ela não ficará muito tempo nesta condição, sendo beneficiado por um habeas corpus, mais cedo ou mais tarde.
A grande incógnita que se apresenta no momento é relacionada aos efeitos da prisão e da soltura de Lula no cenário das próximas eleições.
O PT sairá fortalecido ou enfraquecido?
Os outros pré-candidatos ganharão ou perderão com esse prende e solta de Lula?
Arrisca um palpite?