JORNALISMO INVESTIGATIVO

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terça-feira, 15 de agosto de 2017

MOVIMENTO DE COMBATE À IMPUNIDADE - "DESENCARCERAMENTO É O CACETE, TRANCA NELES (AS) !"

Prezados leitores, recomendo a leitura do artigo "Verdades e Mentiras - O Brasil não prende de mais; ao contrário, prende de menos" de autoria dos exmos Juiz de Direito Alexandre Abrahão e Procurador de Justiça Marcelo Rocha Monteiro (Link), que considero referência contra esse movimento oriundo de ONGs no sentido de desencarcerar criminosos.
Lugar de criminoso é na cadeia e não nas ruas com a possibilidade de praticar novos atos criminosos.
No Rio de Janeiro a população vivencia o descontrole da violência determinado por vários fatores, entre eles essas medidas que favorecem menores infratores e maiores criminosos.
Isso precisa ser revertido e não ampliado.
Parece que o Estado brasileiro está facilitando a vida dos criminosos.
Convido que assistam o vídeo a seguir que trata da audiência de custódia. 



Como se sente o policial diante dessa realidade?
Motivado?
Claro que não!
A seguir transcrevo artigo do exmo Procurador de Justiça Marcelo Rocha Monteiro que trata da morte de policiais e do movimento das  ONGs "socialistas" financiadas com dinheiro vindo do exterior.

 "A policial militar Elisângela Bessa Cordeiro complementava sua renda com uma barraquinha de batata frita, onde trabalhava à noite com o marido (a vida de funcionário do Estado do Rio de Janeiro não está fácil, vocês sabem). Elisângela saiu ontem do plantão policial e foi direto para a barraquinha. De madrugada, ao sair desse seu outro trabalho com o marido para finalmente poder ir para casa descansar, foi abordada por assaltantes, os quais, ao identificarem Elisângela como policial, a assassinaram com um tiro na nuca. É a 97ª policial militar morta por criminosos este ano no Rio de Janeiro. 
Ontem foi o policial civil Xingu, tido como excelente colega na Polícia Civil do RJ, conforme me relatou um amigo comum. Na foto abaixo ele está ao lado do filho; mal dá para imaginar a dor dessa criança amanhã, Dia dos Pais. 
A polícia realizou ontem mesmo buscas no Jacarezinho para capturar os assassinos do policial Xingu, e aí surge um aspecto assustador da história. 
Ao mesmo tempo em que a polícia caçava os assassinos, uma organização chamada DefeZap (veja as imagens abaixo) conclamava os moradores da área para filmarem a ação policial a fim de "denunciar abusos da polícia". Era nitidamente um trabalho de sabotagem contra as forças policiais. 
A tal organização é financiada pela onipresente Open Society Foundation, do bilionário esquerdista (sim, isso existe!) George Soros. 
As famílias da policial Elisângela e do policial Xingu vão ter assistência de alguma ONG ou fundação bilionária? 
Adivinhem... 
Preste atenção: a fundação Open Society, do bilionário George Soros, financia não apenas a ONG mencionada acima (que sabota o trabalho da polícia), como também outras ONGs como o Instituto Igarapé (da senhora Ilona Szabó), Justiça Global, Instituto Sou da Paz, Rede Justiça Criminal etc. Essas organizações promovem atualmente uma campanha chamada "Encarceramento não é Justiça", cujo objetivo é a soltura de criminosos já condenados. 
Todas elas têm em comum (é sempre a mesma meia dúzia de gatos pingados - mas com muito dinheiro), em maior ou menor grau, o discurso de defesa prioritária dos direitos dos criminosos, animosidade beirando o ódio contra a polícia, forças armadas e forças da lei em geral, e absoluta indiferença com os direitos das vítimas. 
Para elas, o criminoso é que é uma "vítima da sociedade capitalista opressora"; se já é vítima (coitadinho...), prendê-lo seria puni-lo duas vezes. 
Portanto...."desencarceramento já!" 
Punição para criminosos só é justa quando o socialismo chegar e (aí, sim!) transformar nossa sociedade opressora num reino de igualdade e justiça, tal qual a Venezuela do PSUV (Partido Socialista Unificado de Venezuela, do grande líder Maduro), ou a Cuba dos Castro, ou quem sabe a igualitária Coréia do Norte. Pode ser também uma versão mais light, do tipo PSOL ou "Lula de novo com a força do povo". Não é por acaso que todas essas ONGs têm conexões pessoais ou institucionais com partidos de esquerda. 
Até alguma forma do glorioso socialismo chegar, nada de oprimir os companheiros infratores. 
"A luta continua" - com muitos dólares para financiá-la. 
As vítimas dos criminosos? O filho do policial civil que vai sepultá-lo na véspera do Dia dos Pais? 
São apenas um detalhe. 
Uma gente "maravilhosa" a turma dessas ONGs, não é mesmo? 
Marcelo Rocha Monteiro 
Procurador de Justiça MPRJ"

Todos devemos nos unir e apoiar o Movimento de Combate à Impunidade.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 20 de abril de 2017

CIDADANIA - POLICIAIS MILITARES SÃO COLOCADOS EM LIBERDADE



Prezados leitores, os dois Policiais Militares que estão sendo acusados de terem executado dois criminosos irão responder ao processo em liberdade.
Tudo indica que o Ministério Público e o Poder Judiciário estão começando a entender que existe uma GUERRA no Rio de Janeiro e incluindo novos parâmetros na avaliação das ações policiais.
É óbvio que tudo deve ser investigado e nós sempre apoiamos as investigações, mas a mudança inclui nos autos processuais aspectos da realidade da difícil luta dos Policiais Militares contra o crime.

"Jornal Extra 
19/04/17 13:54 Atualizado em 19/04/17 15:53
Justiça determina que dois PMs acusados de execução em Acari respondam processo em liberdade 
Carolina Heringer e Rafael Soares 
O juiz Alexandre Abrahão juiz Alexandre Abrahão, do 3º Tribunal do Júri, revogou nesta quarta-feira as prisões dos policiais militares do 41º BPM (Irajá) acusados de terem executado dois suspeitos, no último da 31, em Acari, na Zona Norte do Rio. Eles poderão responder ao processo em liberdade. O magistrado converteu as prisões em medidas cautelares. Fabio de Barros Dias e David Gomes Centeio terão que ser transferidos do batalhão e não poderão participar de operações. Eles terão que ficar em funções administrativas. Os PMs também não poderão se aproximar ou ter contato com parentes das vítimas ou testemunhas que não sejam militares, além de não poderem transitar em qualquer área que abranja a atuação do 41º BPM (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 19 de julho de 2016

ASSASSINATO DE POLICIAIS: UM TSUNAMI DE SANGUE E DOR



Prezados leitores, a mensagem que transcrevemos está circulando nas redes sociais.
Não tivemos como confirmar se o autor é realmente o excelentíssimo Juiz de Direito Alexandre Abrahão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro:

"Há um tsunami de sangue e dor se aproximando muito de nós, e continuamos não dando a devida atenção. Policiais são a ultima barreira entre o bem e o mal, se eles estão CAINDO assim, sinal que nossas defesas acabaram, pensem nisso!.". 
Alexandre Abrahão 
Juiz de Direito no TJRJ.

Juntos Somos Fortes!

sábado, 2 de novembro de 2013

RIO INSEGURO: PLANO ERA MATAR JUIZ. PM MORTO EVANGELIZADOR DE CRIANÇAS

O DIA 
Plano incluía morte de juiz que estava no Fórum de Bangu 
Polícia acredita que ordem para invasão que matou menino de 8 anos e PM tenha partido do traficante Celsinho da Vila Vintém 
ADRIANA CRUZ 
Rio - Os bandidos que invadiram o Fórum de Bangu quinta-feira, além do resgate de dois presos, pretendiam assassinar o juiz da 1ª Vara Criminal local, Alexandre Abrahão. As informações sobre o plano de execução do magistrado foram encaminhadas nesta sexta-feira à Secretaria de Segurança, à Divisão de Homicídios (DH) e à 34ª DP (Bangu). Há suspeitas de que a ordem teria partido do traficante Celso Luís Rodrigues, o Celsinho da Vila Vintém, preso no Complexo Penitenciário de Gericinó. Na ação, morreram o menino Kayo da Silva Costa, de 8 anos, e o sargento PM Alexandre Rodrigues de Oliveira. Os corpos foram sepultados ontem, em meio a comoção popular. A polícia recebeu informações de que a trama para matar Abrahão foi arquitetada na Vila Vintém. 
(...) 
 PM Morto era evangelizador de crianças 
Morreu cumprindo o dever dele, do qual era apaixonado”. O desabafo é de Antônio Generoso de Oliveira, 71 anos, pai do sargento Alexandre Rodrigues de Oliveira, 42 anos, durante o enterro do filho, ontem, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap. Cerca de 200 pessoas, entre familiares, amigos e colegas de farda compareceram ao cemitério (Leia na íntegra)" 
Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

JUIZ ALEXANDRE ABRAHÃO COMPARA A ZONA OESTE AO IRAQUE

"JORNAL O DIA
Mistura explosiva deixa Zona Oeste refém de bandidos 
Quadrilhas de traficantes, milicianos e contraventores são responsáveis por milhares de casos de violência naquela região 
FRANCISCO EDSON ALVES 
Rio - Realengo, 22h30 de quinta-feira. Encapuzados invadem uma casa na Rua Nuretama e fuzilam cinco homens e duas mulheres. As cenas de horror na Zona Oeste seguem sem tréguas, fazendo vítimas de forma cada vez mais violenta, característica ímpar de uma região marcada pela mistura explosiva de quadrilhas ligadas ao tráfico, milícia e contravenção. A fuga de criminosos de áreas pacificadas para lá tem acirrado ainda mais as disputas sangrentas por territórios. No meio da guerra que parece não ter fim estão três milhões de moradores — metade da população carioca
 “O que vemos é o aumento da violência na Zona Oeste, que, sem atenção adequada do estado, transformou-se numa espécie de para-raio, atraindo toda a sorte de criminosos”, lamenta o juiz Alexandre Abrahão. Ele fala com a experiência de quem está há quase dez anos à frente da 1ª Vara Criminal de Bangu. Pedra no sapato de bandidos, Abrahão, que já perdeu as contas da quantidade de traficantes, maus policiais e bicheiros que já condenou, costuma comparar a Zona Oeste ao Iraque. “Aqui a guerra é pesada nas três modalidades de crimes”, justifica o magistrado, que vive acompanhado de seguranças desde 2004 (Leia mais)".
COMENTO:
Imperdível a matéria.
O juiz Alexandre Abrahão toca direto nas feridas ao tratar da transferência de criminosos e do abandono da Zona Oeste, onde reside metade da população do Rio de Janeiro.
Eu tive a honra de interagir com o juiz Alexandre Abrahão quando ele exercia a função de Auditor Militar, em face da minha atuação na área correcional da Polícia Militar. Um magistrado sempre pronto a orientar nos momentos mais difíceis que vivenciamos na Polícia Militar naquela época. Idealista e destemido, como demonstra na entrevista, ele sempre será uma referência para mim.
Juntos Somos Fortes!