JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sexta-feira, 4 de julho de 2014

BRASIL: O PAÍS DOS ASSASSINATOS

Prezados leitores, o número de pessoas assassinadas no Brasil por ano supera o número de mortos em países que estão em guerra.
No período entre 2002 e 2012 foram assassinados mais de 500.000 brasileiros.
Os 500.000 mortos são o fruto da inexistência de uma política de estado para a segurança pública.
Criaram até uma Secretaria Nacional de Segurança Pública, isso sem criar uma política de segurança.
Absurdo!

(Fonte: O Dia)


Juntos Somos Fortes!

sábado, 2 de novembro de 2013

RIO INSEGURO: PLANO ERA MATAR JUIZ. PM MORTO EVANGELIZADOR DE CRIANÇAS

O DIA 
Plano incluía morte de juiz que estava no Fórum de Bangu 
Polícia acredita que ordem para invasão que matou menino de 8 anos e PM tenha partido do traficante Celsinho da Vila Vintém 
ADRIANA CRUZ 
Rio - Os bandidos que invadiram o Fórum de Bangu quinta-feira, além do resgate de dois presos, pretendiam assassinar o juiz da 1ª Vara Criminal local, Alexandre Abrahão. As informações sobre o plano de execução do magistrado foram encaminhadas nesta sexta-feira à Secretaria de Segurança, à Divisão de Homicídios (DH) e à 34ª DP (Bangu). Há suspeitas de que a ordem teria partido do traficante Celso Luís Rodrigues, o Celsinho da Vila Vintém, preso no Complexo Penitenciário de Gericinó. Na ação, morreram o menino Kayo da Silva Costa, de 8 anos, e o sargento PM Alexandre Rodrigues de Oliveira. Os corpos foram sepultados ontem, em meio a comoção popular. A polícia recebeu informações de que a trama para matar Abrahão foi arquitetada na Vila Vintém. 
(...) 
 PM Morto era evangelizador de crianças 
Morreu cumprindo o dever dele, do qual era apaixonado”. O desabafo é de Antônio Generoso de Oliveira, 71 anos, pai do sargento Alexandre Rodrigues de Oliveira, 42 anos, durante o enterro do filho, ontem, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap. Cerca de 200 pessoas, entre familiares, amigos e colegas de farda compareceram ao cemitério (Leia na íntegra)" 
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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

RIO: A CHACINA NA PACIFICAÇÃO

O GLOBO: 
Chacina termina com sete pessoas mortas em Realengo, na Zona Oeste 
RIO - Sete pessoas morreram em uma chacina em Realengo, na Zona Oeste da cidade, na noite desta quinta-feira. Os corpos foram encontrados com marcas de tiros de fuzil 556 e de pistola 9mm na varanda de uma casa no número 499 da Rua Nuretama. De acordo com o relato de testemunhas, a chacina foi cometida por homens encapuzados que chegaram ao local por volta das 23h em três carros. As vítimas foram identificadas como Toni Anderson Damásio Alves, de 37 anos; Renata Souza da Silva, de 30; Leandro Marcos Pereira, de 24; Alex Prudêncio de Amorim, de 28; Luan Santos da Cunha e os irmãos Amanda Silva Guimarães, de 27, e Cleiton Guimarães. (Leia mais
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domingo, 20 de outubro de 2013

RIO: MILHARES DE HOMICÍDIOS FORA DAS ESTATÍSTICAS.

A inconsistente "pacificação" do Rio de Janeiro. Isso não passa de uma propaganda que a imprensa quer colocar na nossa cabeça para vender um produto, que nesse caso não existe: a segurança pública.
"O GLOBO 
Estudo mostra 30 mil homicídios ocultos no Rio em 14 anos 
Extra 
Quem se debruça sobre as estatísticas de assassinatos, que têm caído nos últimos anos, mal sabe que, por trás daqueles números, estão milhares de nomes e histórias que não aparecem nos registros oficiais. O economista Daniel Cerqueira, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), concluiu em julho um estudo apontando que o Rio teve, entre 1996 e 2010, 29.075 homicídios ocultos, ou seja, mortes que são tabuladas como de causa indeterminada, mas que são, na verdade, assassinatos. 
A pesquisa se baseou nos números do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, único banco de dados que permite a comparação nacional de mortes violentas entre os estados. Cerqueira analisou características socioeconômicas de quase 1,9 milhão dessas mortes, ocorridas em todo o Brasil entre 1996 e 2010. A constatação foi de que o país não foi capaz de identificar, no período, a causa do óbito em 9,2% dos casos, número que corresponde a 174 mil vítimas. A estimativa é que 74% dessas mortes não identificadas se tratavam de homicídios. No grupo de mortes violentas indeterminadas, podem haver todas as causas não naturais de falecimento: homicídios, suicídios, acidentes de trânsito, quedas ou óbitos decorrentes de catástrofes naturais. 
No Rio, estado com maior número de mortes com causas desconhecidas em 2010, Cerqueira identificou dois problemas: a falta de qualidade na produção de dados e a má articulação entre as organizações, como a Polícia Civil, o Instituto Médico-Legal e a Secretaria de Saúde. O problema, explica o pesquisador, já começa de início, quando um indivíduo é encontrado morto na via pública, e deveria ser preservada a cena do crime. 
— No Rio, a primeira coisa que a polícia faz é descaracterizar a cena, seja por falta de treinamento, por falta de conhecimento ou porque ela mesma está envolvida com a morte — afirma ele. 
Isso ocorreu, por exemplo, na Favela do Rola, em Santa Cruz, na operação de 16 de agosto de 2012, quando houve cinco mortos. 
Vídeos revelados em maio passado pelo EXTRA mostraram os policiais alterando a cena das mortes, afetando a investigação posterior. Sem a preservação do local, não foi feita a perícia, o que impediu a polícia de checar se haviam sido homicídios dolosos ou mortes em confronto policiais".
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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

ONDE ESTÁ AMARILDO?

No Rio de janeiro, o sumiço de um ajudante de pedreiro está “tocando horror” em toda a bela Cidade Maravilhosa. 
“Foi a PM, não foi”, e as opiniões, apesar de divergentes lamentam o desaparecimento de Amarildo. 
A celeuma e as indagações são tantas, que tal balbúrdia poderia ser equiparada, caso a Dilma não seja reeleita. 
Pouco se sabe do Amarildo, só que sumiu de mãos dadas com policiais militares. 
As investigações estão sendo minuciosas e em breve será descoberto ou escalado um culpado, doa a quem doer. Nós, de nossa profunda caverna, lamentamos, pois talvez o Amarildo possa ser o símbolo de um cidadão que foi escafedido e, com isto, vemos que qualquer um pode ser vítima de algum sequestro de eterna duração. 
Lamentamos, mas já estamos acostumados, pois sem desmerecer o Amarildo, vimos, ou melhor, não vimos o sumiço da dignidade, o desaparecimento da justiça e a desmoralização de outras figuras de importância para quem tem um mínimo de vergonha na cara. 
Quando meditamos a respeito de quem poderia escamotear de nossas vistas valores tão caros para a existência de uma sociedade, como a honestidade, a firmeza moral e o pudor, para muitos da esquerda vem logo uma resposta – foram os americanos. 
Depois da descoberta que a inteligência dos EUA vinha espionando a presidente, a Petrobras, o pré - sal e as nossas entranhas, ficou mais nítido para os antiamericanistas, que de alguma forma, para retirar a fibra dos nativos, eles levaram o nosso senso, a nossa vergonha e a nossa cidadania. 
E tem dado certo, pois nos últimos doze anos, período favorável para os países do BRIC, infelizmente, para a nossa Pátria, praticamente, foi perdido. 
Lastimavelmente, continuamos na rabeira de muitas nações, embora com orgulho, por nos destacarmos entre os piores. 
Sim, o Brasil é tão grande, tão magnífico que por tudo, detém a inveja de gregos, troianos, e todo o mundo sabe, dos americanos de olhos azuis. 
Brasília, DF, 10 de setembro de 2013. 
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

AMARILDO, UMA NOVA VERSÃO PARA PACIFICAÇÃO?

O pedreiro Amarildo, morador da "pacificada" Rocinha, continua desaparecido. Os dias passam e o fato vai perdendo força no noticiário. Fenômeno que se repete rotineiramente no Rio de Janeiro, estado onde o número de desaparecidos tem crescido ao longo do governo Sérgio Cabral.
Cabral assumiu o governo na primeira hora do ano de 2007, quando nomeou para a secretária de segurança, o delegado de Polícia Federal José Mariano Beltrame, o qual permanece até a presente data no exercício da função, tendo nomeado nesse período cinco Comandantes Gerais da Polícia Militar e três Chefes da Polícia Civil, uma rotina de trocas que representa um recorde nacional na área da segurança. Nunca se trocou tanto.
No ano anterior à assunção de Beltrame, o Rio registrou um número absurdo de pessoas desaparecidas: 1.904.
Verdade, na época o viés era de leve queda:
2003 = 2.059.
2004 = 2.020.
2005 = 1.930.
2006 = 1.904.
Uma diminuição pouco superior a 5%.  
Números dignos de uma guerra, sem dúvida.
Após dois anos de manutenção do tiro, porrada e bomba como única "política de segurança" (2007-2008), Beltrame inciou o propalado processo de pacificação no final de 2008 com a transformação do projeto dos Grupamentos de Policiamento em Áreas Especiais (GPAEs) da Polícia Militar em um projeto de governo, adotando um novo nome: Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).
Nascia na Zona Sul a "pacificação" do Rio de Janeiro com apoio maciço da imprensa. Um apoio amplo, geral e irrestrito. Tanto que recentemente, a jornalista Lillian Witte Fibe participando do programa do apresentador Jô Soares, lembrou que era praticamente proibido falar mal na imprensa a respeito das UPPs. Isso é inquestionável. 
O quadro parece estar mudando, as críticas começam a romper a blindagem, o que sinaliza que a verdade está vencendo os interesses políticos e econômicos, finalmente.
Após sete anos de gestão Beltrame ocorreu uma reversão, o número de desaparecidos parou de cair e aumentou assustadoramente. Dados contidos em matéria do jornal Folha de São Paulo (leiam) publicada no dia 14 de agosto, indicam que em 2013 já foram registrados um total de 2.655 desaparecidos.
Caros leitores, um aumento de 40% no número de desaparecidos (1.904 / 2655).
Uma tragédia social.
Quem sabe até o final do ano não teremos alcançado um aumento de 50%, considerando que para isso só faltam mais 200 Amarildos desaparecerem nesses últimos quatro meses.
Verdade, lembra a matéria, o número de homicídios diminui bastante no período Beltrame. Aumentaram os desaparecidos e diminuíram os assassinados, os números indicam.
Será essa a verdade?
Isso me leva a uma reflexão:
Será que o termo pacificação não ganhou um novo sentido?
Um sentido transformador.
Uma "química" que transforma assassinatos em desaparecimentos?
Sugiro a reflexão.
Cadê Amarildo?
Repito a pergunta feita nas ruas.
Juntos Somos Fortes!