JORNALISMO INVESTIGATIVO

JORNALISMO INVESTIGATIVO
Comunique ao organizador qualquer conteúdo impróprio ou ofensivo
Mostrando postagens com marcador desaparecidos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador desaparecidos. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL LANÇA "SINAL DESAPARECIMENTOS"



Excelente ferramenta para comunicar o desaparecimento de pessoas e possibilitar o seu encontro com brevidade.

Parabéns a Polícia Rodoviária Federal pela iniciativa.

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

HOMICÍDIOS CRESCEM NO RIO DE JANEIRO



Prezados leitores, a população do Rio de Janeiro pede socorro!
Em 2013, 4.761 homicídios foram registrados no Rio de Janeiro (sem falar nos desaparecidos).
Isso significa que 13 pessoas são assassinadas por dia no estado.
Uma a cada duas horas.
Socorro!

"O DIA
28/02/2014 00:10:38
Homicídios em alta no estado
Após três anos em queda, mortes aumentaram em 16,7%, se comparados 2013 com 2012
MARIA INEZ MAGALHÃES
Rio - Após três anos consecutivos em queda, o número de assassinatos no estado voltou a subir. Em dezembro de 2008, a cidade ganhou a primeira Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) — implantada no Santa Marta, em Botafogo. O principal projeto de segurança do governo de Sergio Cabral, que hoje conta com 37 UPPs, ajudou a explicar essa redução, disse a Secretaria de Segurança inúmeras vezes. 
Porém, dados divulgados ontem pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) mostram que os homicídios dolosos (com intenção de matar) subiram 16,7% ano passado em relação a 2012, num total de 680 mortes a mais. Em 2013 foram registrados 4.761 assassinatos contra 4.081 em 2012.
O último aumento de casos de homicídios registrados no estado, de acordo com o ISP, foi em 2009. Naquele ano, foram 5.793 assassinatos, um aumento de 1,3% em relação a 2008, quando esse número foi de 5.717 (76 a mais) (Leiam mais)".

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 26 de novembro de 2013

CASOS QUE SUMIRAM DA IMPRENSA: CADÊ AMARILDO




Prezado leitor, você deve ter notado que o caso do desaparecimento do senhor Amarildo, morador da Rocinha, desapareceu da grande mídia.
O caso parece encerrado, mas isso não é verdade.
Os Policiais Militares continuam presos, isso é fato.
O senhor Amarildo desapareceu e seu corpo ainda não foi encontrado, portanto, a morte continua como presumida, isso é fato.
A imprensa não noticiou o resultado de qualquer exame pericial que tenha comprovado a tortura, nem menos a existência de sangue de Amarildo nas viaturas, na base da UPP ou nas proximidades, isso é fato.
Sem querer defender os PMs acusados, nem tenho subsídios para argumentar nesse sentido pois não conheço o inquérito policial que foi concluído, lembro que o caso está longe de ter o seu fim,  o processo deve estar seguindo seu curso e os PMs não foram condenados.
Diante disso, por que sumiu da imprensa o "Cadê Amarildo"?
Talvez não seja notícia informar à população que não estão sendo encontradas provas concretas contra os PMs.
Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

CASO AMARILDO: A BUSCA PELA PROVA

A imprensa está divulgando que nesse momento a Polícia Civil está realizando busca na Rocinha com o objetivo de encontrar o corpo do morador Amarildo. É uma ação imperiosa, a busca pela prova da morte de Amarildo, fato até o momento presumido. Caso seja localizado o corpo, a necrópsia pode esclarecer novos fatos sobre o ocorrido. Cem Policiais Civis estão atuando na operação (Leia).
A localização do corpo e a realização do sepultamento amenizarão a enorme dor dos familiares e dos amigos. Além disso, poderá servir de estímulo para realizações de novas operações com idêntico empenho para tentar localizar os corpos dos milhares de desaparecidos do governo Cabral.
Não custa lembrar que dez Policiais Militares da UPP da Rocinha estão presos, acusados de "tortura seguida de morte" e de "ocultação do cadáver", isso demonstra como a localização do corpo é imprescindível inclusive para justificar a prisão, pois não parece justo alguém ser preso em razão de ser acusado de ter matado alguém sem que se prove que esse alguém está realmente morto.
Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

CASO AMARILDO: DELEGACIA QUER OUVIR PMs DO BOPE

JORNAL EXTRA 
Caso Amarildo: PM não explicou para DH ida do Bope à Rocinha no dia do desaparecimento 
Carolina Heringer e Rafael Soares 
No fim da noite de 14 de julho deste ano - horas após o desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza - o major Edson Santos, então comandante da UPP da Rocinha, pediu que o Bope subisse a favela. A ida da tropa de elite da PM para o cenário do crime não ficou explicada até hoje para a Divisão de Homicídios. A especializada enviou um ofício à corporação, pedindo detalhes sobre a presença do Bope na favela. Os nomes de todos os PMs presentes e números das viaturas foram pedidos no documento. Segundo a DH, porém, a solicitação nunca foi respondida. 
- Queríamos ouvir todos os policiais do Bope que estavam na comunidade naquela noite, assim como fizemos com os da UPP da Rocinha. Pedimos ao comando da PM o nome de todos eles, mas não recebemos resposta — explicou a delegada Ellen Souto, do Setor de Descoberta de Paradeiros da DH e responsável pelo inquérito (Leia).
Enquanto isso, Amarildo continua desaparecido, a sua morte é presumida e dez Policiais Militares da UPP da Rocinha continuam presos, acusados de tortura seguida de morte e ocultação do cadáver.
Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

CASO AMARILDO: SURPRESA !

O inquérito policial instaurado para apurar o desaparecimento do senhor Amarildo, morador da comunidade pacificada da Rocinha, está sendo revelado aos poucos pela imprensa, sobretudo pelas Organizações Globo, que exibe uma imagem aqui, outra ali, assim como, trechos de interceptações telefônicas, embora isso não seja permitido pois tais interceptações são protegidas por sigilo, o que não tem sido respeitado.
Dez Policiais Militares (PMs) estão presos em face do contido no citado inquérito, acusados de "tortura seguida de morte" e de "ocultação de cadáver". Todos os presos faziam parte do efetivo da UPP da Rocinha, sendo um deles o ex-comandante.
Lendo e relendo as reportagens, assistindo algumas vezes as imagens das câmeras também divulgadas pela imprensa, ainda não encontrei qualquer prova no sentido de que o senhor Amarildo esteja morto. Obviamente, elas podem existir nos autos, mas se existem ainda não foram divulgadas.
O concreto é que os PMs estão presos e não apareceu na imprensa qualquer prova sobre a morte de Amarildo. Nenhuma prova técnica e nenhuma prova testemunhal. Nada.
Diante do exposto, surgem os seguintes questionamentos:
- Como alguém pode ser preso acusado de "torturar e matar" uma pessoa, inexistindo o mínimo, ou seja, a constatação da morte da vítima?
- Como alguém pode ser preso acusado de "ocultar o cadáver", inexistindo o mínimo, ou seja, a constatação de que existe um cadáver?
Prezado leitor, isso não é estranho?
Eu considero um absurdo considerando que se estamos vivendo em um estado democrático de direito, a presunção da inocência, por exemplo, deveria ser respeitada pois constitui direito de todo cidadão.
Reafirmo, não escrevo para defender os PMs, escrevo para tentar mostrar que os direitos dos PMs não estão sendo respeitados no Rio de Janeiro.
Eles podem ter torturado e matado Amarildo, ocultando seu corpo?
Sim. Eles podem.
Até o presente momento, baseado no que foi revelado pela imprensa, isso é uma possibilidade.
Não esqueçam que enquanto não for comprovada a morte, ela própria é presumida.
O governo Cabral sempre que é questionado sobre o gigantesco número de desaparecidos durante a gestão do secretário de segurança Beltrame, não pestaneja e logo informa que muitos dos desaparecidos acabam voltando para casa, isso para justificar que o número elevadíssimo é irreal.
Surpresa!
Imagine se Amarildo for um desses que o governo Cabral cita, um dos que desaparecem por muito tempo e depois retornam para suas casas. 
Respeitando a dor dos familiares de Amarildo, isso é uma possibilidade e continuará sendo enquanto a morte for presumida, só deixando de ser quando a morte for comprovada.
O triste é que embora a morte seja presumida, a prisão dos Policiais Militares acusados pela morte é uma dura realidade.
Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

CASO AMARILDO: POLICIAIS MILITARES, OS ETERNOS CULPADOS

A minha obrigação é iniciar esse artigo destacando o meu respeito pelos Policiais Civis e Policiais Militares que participaram das investigações relacionadas com o desaparecimento do senhor Amarildo, morador da Rocinha, comunidade onde foi instalada uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). É meu dever também esclarecer que escrevo ser ter acesso ao inquérito policial, não li uma linha sequer, portanto, escrevo sobre o que chegou ao conhecimento público através da imprensa. 
Em apertada síntese, as investigações levaram a seguinte dinâmica para os fatos: o senhor Amarildo foi abordado no interior da comunidade, sendo levado para uma das bases da UPP. Imagens revelam Amarildo saindo andando da referida base e entrando em uma viatura da Polícia Militar, inclusive a sua esposa aparece nessas imagens. Do local ele teria sido conduzido para a sede da UPP. Não existem imagens da sua chegada em razão de câmeras estarem inoperantes. Após chegar a sede, Amarildo teria sido torturado e morto por Policiais Militares (sufocamento e choques elétricos), os quais teriam ocultado o seu corpo em local ainda não sabido (Os PMs estão sendo acusados de “tortura seguida de morte” e “ocultação de cadáver”). A viatura que conduziu Amarildo circulou em seguida por áreas do Centro, como demonstrou o localizador do rádio. Testemunhas que teriam acusado traficantes pela morte de Amarildo anteriormente, mudaram seus depoimentos e passaram a acusar PMs de ter oferecido dinheiro para que prestassem tal testemunho. Testemunhas informaram que a base da UPP era usada como local de tortura. 
Salvo melhor juízo, o parágrafo anterior resume o noticiado, mas os interessados podem ler a matéria do jornal O Globo dessa quinta-feira para maiores esclarecimentos: “Inquérito culpa PMs por tortura e morte de Amarildo” (Link). 
Eu trabalhei na área correcional da Polícia Militar por quase dez anos, o que me habilita a afirmar que os fatos podem ter se desenvolvido conforme o noticiado, tudo isso é possível, portanto, não escrevo para defender os acusados, mas para tentar, mais uma vez, que se conceda aos PMs o direito da dúvida, um direito que todos nós temos e que é rotineiramente negado aos integrantes da Polícia Militar. 
Peço que atentem para os seguintes aspectos: 
- O inquérito policial é uma peça informativa para o Poder Judiciário e o Ministério Público. Não é um pré-julgamento. Não condena, nem absolve ninguém. Assim sendo, não condenem publicamente os Policiais Militares sem o direito da ampla defesa e o direito do contraditório, direitos de todos nós, cidadãos brasileiros. 
- Os Policiais Militares negam que torturaram, mataram e ocultaram o corpo do senhor Amarildo. Não existe confissão, como ocorreu no caso do assassinato da juíza Patrícia Acioli, por exemplo. Eles têm o direito da presunção de inocência, direito de todos nós, cidadãos brasileiros. 
- As testemunhas mudaram o depoimento. Quem garante onde está a versão mentirosa: no primeiro ou no segundo depoimento. 
- Não foi citada a existência de testemunha das alegadas tortura, morte e ocultação de cadáver do senhor Amarildo. 
- Aliás sobre a acusação de que as torturas eram constantes na sede da UPP, não foi citada uma vítima ou uma testemunha de tais torturas. 
- No sentido contrário, o delegado afirmou que não existe indício de que ocorreu tortura na sede da UPP, chegando a concordar com a possibilidade citada por um jornalista presente na entrevista de que a tortura poderia ter ocorrido na mata. 
 - Não foi citada a existência de testemunha que tenha visto o senhor Amarildo, vivo ou morto, ter sido retirado da base da UPP. 
- Não foi esclarecido se as câmeras foram danificadas de propósito e nem o período no qual se encontravam inoperantes. Isso é importante tendo em vista que o noticiário induz que as câmeras teriam sido danificadas para ocultar os fatos. 
- Por derradeiro, não foi localizado o corpo do senhor Amarildo. 
Prezados leitores, diante do exposto, respeitando os familiares do senhor Amarildo e considerando apenas o noticiário divulgado pela imprensa, temos até o presente momento um caso de morte presumida (Ninguém provou que Amarildo está morto), um desaparecimento como outros dezenas de milhares que ocorreram no atual governo estadual. Não temos confissão dos acusados. Não temos prova técnica da tortura, da morte e da ocultação do cadáver. Não temos prova testemunha da tortura, da morte e da ocultação do cadáver. Isso é o que temos, salvo algo que exista no corpo do inquérito e que não tenha sido revelado. 
No Rio de Janeiro prender Policiais Militares é muito fácil, não respeitam os nossos direitos, eu sou prova viva dessa realidade cruel. 
Não tenham dúvidas de que será decretada a prisão dos dez Policiais Militares acusados, isso é o costume quando acusados somos nós. 
Decretada a prisão, sofrem os Policiais Militares, seus familiares e amigos, assim como, a própria Polícia Militar. 
Peço que concedam aos acusados os direitos da presunção de inocência, da ampla defesa e do contraditório, ratificando que tudo o que foi noticiado é possível de ter ocorrido, mas ninguém pode ser preso em razão de uma possibilidade. 
Caso seja comprovada no futuro a responsabilidade dos Policiais Militares, eles que arquem com todas as consequências, enquanto estivermos no campo das possibilidades, que prevaleçam os direitos. E, diante disso, que o Ministério Público devolva os autos para a Delegacia de Homicídio para o prosseguimento das investigações na busca de provas técnicas e testemunhais.
Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

ONDE ESTÁ AMARILDO?

No Rio de janeiro, o sumiço de um ajudante de pedreiro está “tocando horror” em toda a bela Cidade Maravilhosa. 
“Foi a PM, não foi”, e as opiniões, apesar de divergentes lamentam o desaparecimento de Amarildo. 
A celeuma e as indagações são tantas, que tal balbúrdia poderia ser equiparada, caso a Dilma não seja reeleita. 
Pouco se sabe do Amarildo, só que sumiu de mãos dadas com policiais militares. 
As investigações estão sendo minuciosas e em breve será descoberto ou escalado um culpado, doa a quem doer. Nós, de nossa profunda caverna, lamentamos, pois talvez o Amarildo possa ser o símbolo de um cidadão que foi escafedido e, com isto, vemos que qualquer um pode ser vítima de algum sequestro de eterna duração. 
Lamentamos, mas já estamos acostumados, pois sem desmerecer o Amarildo, vimos, ou melhor, não vimos o sumiço da dignidade, o desaparecimento da justiça e a desmoralização de outras figuras de importância para quem tem um mínimo de vergonha na cara. 
Quando meditamos a respeito de quem poderia escamotear de nossas vistas valores tão caros para a existência de uma sociedade, como a honestidade, a firmeza moral e o pudor, para muitos da esquerda vem logo uma resposta – foram os americanos. 
Depois da descoberta que a inteligência dos EUA vinha espionando a presidente, a Petrobras, o pré - sal e as nossas entranhas, ficou mais nítido para os antiamericanistas, que de alguma forma, para retirar a fibra dos nativos, eles levaram o nosso senso, a nossa vergonha e a nossa cidadania. 
E tem dado certo, pois nos últimos doze anos, período favorável para os países do BRIC, infelizmente, para a nossa Pátria, praticamente, foi perdido. 
Lastimavelmente, continuamos na rabeira de muitas nações, embora com orgulho, por nos destacarmos entre os piores. 
Sim, o Brasil é tão grande, tão magnífico que por tudo, detém a inveja de gregos, troianos, e todo o mundo sabe, dos americanos de olhos azuis. 
Brasília, DF, 10 de setembro de 2013. 
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

AMARILDO, UMA NOVA VERSÃO PARA PACIFICAÇÃO?

O pedreiro Amarildo, morador da "pacificada" Rocinha, continua desaparecido. Os dias passam e o fato vai perdendo força no noticiário. Fenômeno que se repete rotineiramente no Rio de Janeiro, estado onde o número de desaparecidos tem crescido ao longo do governo Sérgio Cabral.
Cabral assumiu o governo na primeira hora do ano de 2007, quando nomeou para a secretária de segurança, o delegado de Polícia Federal José Mariano Beltrame, o qual permanece até a presente data no exercício da função, tendo nomeado nesse período cinco Comandantes Gerais da Polícia Militar e três Chefes da Polícia Civil, uma rotina de trocas que representa um recorde nacional na área da segurança. Nunca se trocou tanto.
No ano anterior à assunção de Beltrame, o Rio registrou um número absurdo de pessoas desaparecidas: 1.904.
Verdade, na época o viés era de leve queda:
2003 = 2.059.
2004 = 2.020.
2005 = 1.930.
2006 = 1.904.
Uma diminuição pouco superior a 5%.  
Números dignos de uma guerra, sem dúvida.
Após dois anos de manutenção do tiro, porrada e bomba como única "política de segurança" (2007-2008), Beltrame inciou o propalado processo de pacificação no final de 2008 com a transformação do projeto dos Grupamentos de Policiamento em Áreas Especiais (GPAEs) da Polícia Militar em um projeto de governo, adotando um novo nome: Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).
Nascia na Zona Sul a "pacificação" do Rio de Janeiro com apoio maciço da imprensa. Um apoio amplo, geral e irrestrito. Tanto que recentemente, a jornalista Lillian Witte Fibe participando do programa do apresentador Jô Soares, lembrou que era praticamente proibido falar mal na imprensa a respeito das UPPs. Isso é inquestionável. 
O quadro parece estar mudando, as críticas começam a romper a blindagem, o que sinaliza que a verdade está vencendo os interesses políticos e econômicos, finalmente.
Após sete anos de gestão Beltrame ocorreu uma reversão, o número de desaparecidos parou de cair e aumentou assustadoramente. Dados contidos em matéria do jornal Folha de São Paulo (leiam) publicada no dia 14 de agosto, indicam que em 2013 já foram registrados um total de 2.655 desaparecidos.
Caros leitores, um aumento de 40% no número de desaparecidos (1.904 / 2655).
Uma tragédia social.
Quem sabe até o final do ano não teremos alcançado um aumento de 50%, considerando que para isso só faltam mais 200 Amarildos desaparecerem nesses últimos quatro meses.
Verdade, lembra a matéria, o número de homicídios diminui bastante no período Beltrame. Aumentaram os desaparecidos e diminuíram os assassinados, os números indicam.
Será essa a verdade?
Isso me leva a uma reflexão:
Será que o termo pacificação não ganhou um novo sentido?
Um sentido transformador.
Uma "química" que transforma assassinatos em desaparecimentos?
Sugiro a reflexão.
Cadê Amarildo?
Repito a pergunta feita nas ruas.
Juntos Somos Fortes!