JORNALISMO INVESTIGATIVO

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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

A PARCIALIDADE DOS DEFENSORES DOS DIREITOS HUMANOS


Prezados leitores, a vida ensina que toda generalização é um erro, portanto, nos cabe nessas primeiras linhas esclarecer que não estamos tratando de todos os indivíduos e de todas as organizações que erguem a bandeira dos direitos humanos.
Defender os direitos humanos é um dever de todos nós.
Isso é indiscutível, não avançaremos nessa direção, o que queremos lamentar é que exista uma visão focada em indivíduos e em organizações de direitos humanos, no sentido de só defenderem os direitos humanos que eles consideram violados pelo Estado, especificamente pela ação dos órgãos policiais.
Basta morrer alguém  em  confronto  com  a  polícia   para   que   surjam    as   cobranças sobre investigações rigorosas, sobre a antecipação de indenizações e sobre o afastamento dos policiais envolvidos.
Criou-se uma rotina que não se repete quando o morto (ou ferido) é o policial.
Por quê?
Os policiais são sujeitos de direitos humanos, isso é também indiscutível.
Apesar dessa verdade, os indivíduos e as organizações se calam.
Não cobram apurações rigorosas, antecipação das pensões para os órfãos e viúvas dos policiais e prisão imediata dos criminosos.
Salvo melhor juízo, como isso ocorre há anos e não existe qualquer indício de mudança, sugerimos que os indivíduos e as organizações mudem a bandeira.
Não se apresentem como defensores dos direitos humanos, mas se apresentem como defensores dos direitos humanos dos envolvidos em ações policiais que resultem em mortes, desde que os mortos "não sejam policiais".
Isso seria mais honesto.

Juntos Somos Fortes!



quarta-feira, 1 de outubro de 2014

VOTAR EM PEZÃO É UMA TREMENDA BURRICE !

Prezados leitores, o Coronel PM Paúl comenta os vários motivos que o levarão a afirmar que: 

- Votar em Pezão é uma tremenda burrice!




Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 23 de setembro de 2014

SÉRGIO CABRAL ADORA PEZÃO. DESCUBRAM OS MOTIVOS...

Prezados leitores, Sérgio Cabral (PMDB), ex-governador do estado do Rio de Janeiro, adora Pezão (PMDB), o seu vice-governador por mais de 7 anos e indicado por ele para sucedê-lo no Palácio Guanabara.
Assistam o vídeo e descubram alguns dos motivos:




Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 3 de março de 2014

BLOG DO CORONEL PAÚL: AS VERDADES QUE O GOVERNO NÃO QUER QUE VOCÊ CONHEÇA

27 de janeiro de 2008

Prezados leitores, convidamos a todos e a todas para a leitura dos 45 (quarenta e cinco) artigos do blog "UPPs: a biografia não autorizada pelo governo" (Link).
Nele encontrarão verdades sobre as UPPs que o governo não quer que você conheça, algumas que foram escondidas por muito tempo pela imprensa que apoia o governo Cabral.
Infelizmente, em face da forma como são postados os artigos, o primeiro que aparece é na verdade o último da série. Portanto, o ideal é ler de baixo para cima, ou seja, a partir do primeiro artigo postado.
Milhares de visitantes já acessaram o blog.
Ele será transformado em um livro impresso, como ocorreu com o nosso primeiro livro impresso: "Cabral contra Paúl - A Polícia Militar de Joelhos", uma narrativa sobre a mobilização iniciada em 2007 por Bombeiros e Policiais Militares no Rio de Janeiro.
Provavelmente, o livro sobre as UPPs receberá também o conteúdo do blog "Heróis em Bangu 1" (Link), outra narrativa que trata do movimento dos Policiais e dos Bombeiros Militares, esse ocorrido em 2012, que resultou na prisão ilegal na Penitenciárias Bangu 1 de Oficiais e Praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar.
No blog "Heróis em Bagu 1", os artigos já foram reordenados, o que facilita a leitura.

Juntos Somos Fortes!

sábado, 15 de fevereiro de 2014

sábado, 16 de novembro de 2013

POLICIAIS NÃO SÃO MÁQUINAS DE SEGURANÇA - MARIA CECÍLIA DE SOUZA MINAYO

Um excelente texto sobre as dificuldades enfrentadas pelos policiais. Uma pesquisa que serve como ferramenta para humanizar os policiais. Uma profissão onde o risco de morte é iminente, as condições de trabalho são péssimas, os salários são famélicos e o reconhecimento é nenhum.
Parabéns à pesquisadora Maria Cecília de Souza Minayo.
O texto deveria ser discutido nas escolas brasileiras para que os estudantes possam ter uma visão real sobre as dificuldades dos policiais, antes de considerá-los inimigos nas ruas.
"O GLOBO 
São homens e mulheres que, como nós, sofrem, amam, desejam, têm medo, mas arriscam sua vida para nos proteger 
MARIA CECÍLIA DE SOUZA MINAYO (*)
Publicado: 16/11/13 - 0h00 
Dentre os assuntos tratados pela mídia a partir da divulgação do Anuário de Segurança Pública de 2013, destaco um ainda não tocado: a pessoa do policial. Não falo dos policiais corruptos que cruzam a linha tênue entre o crime e sua coerção. Refiro-me à maioria dos 675.996 policiais do país e especificamente aos quase 60 mil do Estado do Rio de Janeiro. 
Desde 2002 estudamos as condições de vida, trabalho e saúde dos policiais civis e militares, na hipótese de que seu bem-estar contribui para a segurança da sociedade. A lógica do Estado democrático repousa sobre a coesão e a coerção social, e a polícia, no mundo inteiro, foi criada para manter esse equilíbrio. Sua missão é exercer o monopólio da violência física legítima em nome do Estado, substituindo a prática da justiça pelas próprias mãos. 
A Constituição brasileira também atribui à polícia o nobre papel de proteger a sociedade, prevenir o crime e investigar os malfeitos que corroem a vida social. Apesar dessa missão indispensável, a polícia no Brasil sempre foi desprezada e cobrada mais do que deveria. Quando há um contexto conflituoso e convulsionado como o que ocorre desde junho de 2013, o endurecimento policial, cujo efeito funesto para a coesão social é conhecido, sempre acaba sendo reforçado. Poucos perguntam os motivos que provocam as desordens. Falta consciência de que ordem e desordem são coproduções, nas quais instituições de segurança têm papel tão importante como as populações com as quais se confrontam. 
Policiais não são máquinas de produzir segurança: enfrentam situações de risco que os levam à morte e a lesionar-se em proporções muito mais altas do que a população civil; suas jornadas são exercidas em condições adversas e extenuantes; existe insuficiência de servidores para a quantidade de serviço; e seus equipamentos de trabalho e proteção pessoal muitas vezes são impróprios e inadequados. 
Nossos estudos e outros mostram que a dignidade prévia de que os policiais se investem pelo papel essencial de poder de Estado não se sustenta quando inexistem condições suficientes para exercê-la. As pesquisas realçam o mal que lhes fazem a insatisfação, a ansiedade e a falta de reconhecimento. A impossibilidade de expressar e ver acolhido seu sofrimento acabam se transformando em adoecimento e comorbidades como problemas gastrintestinais, disfunções cardíacas, insônia, irritação, depressão e outros agravos físicos e mentais. Mas, mesmo enfrentando desvalorização profissional, a maioria gosta do que faz: seu papel social entranha tanto sua identidade que chega a definir o que são, como agem e como pensam. 
Assim, contra os que colocam na conta dos policiais todos os problemas de segurança pública, minha intenção é suscitar uma reflexão social sobre a necessidade de reconhecimento do seu papel e do valor de sua contribuição. Policiais são homens e mulheres que, como nós, sofrem, amam, desejam, têm medo, mas arriscam sua vida para nos proteger. 
(*) Pesquisadora da Fiocruz
Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

UPPs: UM PROJETO INSUSTENTÁVEL

Uma verdade tem sido esquecida por boa parte da imprensa e dos especialistas em segurança: o Rio de Janeiro é um estado e contém entre os seus noventa e dois municípios, uma Capital que possui nome idêntico ao estado, ou seja, Rio de Janeiro. Tal lembrança pode ser considerada uma tolice para o leitor apressado, a ele peço paciência. Ela é relevante principalmente tendo em vista que em termos de segurança pública a maioria tem confundido o todo pela parte, uma metonímia, sobretudo no tema Unidades de Polícia Pacificadora, as famosas UPPs, que consideram um benefício enorme para o Rio de Janeiro.
As UPPs são um projeto de segurança pública claramente municipal, como a prática demonstrou de forma inequívoca, considerando que após cinco anos de existência, foram implantadas até a presente data um total de trinta e quatro, todas na Capital.
Embora não seja o foco do artigo, não custa lembrar que raros foram os traficantes presos no processo de implantação das UPPs. Eles se dividiram em dois grupos: um que permaneceu na comunidade comercializando drogas sem exibir armas e outro que se transferiu para outras comunidades, inclusive em outros municípios, onde praticam vários crimes. O segundo grupo reforça a tese de que as UPPs são um projeto municipal de segurança. O importante tem sido garantir a segurança da Capital, a partir da Zona Sul. Eis a verdade que os fatos comprovam.
De volta ao tema, destaco parte da entrevista do secretário estadual de segurança pública, o delegado de Polícia Federal Beltrame, concedida ao jornal O Globo, no domingo passado:
“Nossa proposta é que, até o fim do próximo ano, o Rio conte com pelo menos 40 UPPs. Pode ser que a gente avance um pouco mais. A UPP não é a solução de todos os problemas. O projeto é grande, audacioso. Hoje, temos 8.592 PMs dentro de 34 áreas historicamente conflagradas. Os problemas vão existir. A ideia é chegar a mais de 12 mil policiais” (Leia).
Usando os números do secretário concluímos que temos uma média de 250 Policiais Militares por UPP. Apenas para permitir o avanço do raciocínio, vamos estimar que um Batalhão de Polícia Militar possui o efetivo de PMs prontos para o serviço equivalente ao efetivo de três UPPs, ou seja, 750 homens. Na realidade a maioria dos batalhões possui um efetivo menor.
Números para lá, números para cá, temos nas 34 UPPs instaladas nas comunidades um efetivo total equivalente ao efetivo estimado de mais de dez Batalhões de Polícia Militar.
Caro leitor, sugiro uma reflexão: o efetivo desses mais de dez batalhões, empregados apenas em comunidades da Capital, está fazendo falta nas ruas do Estado do Rio de Janeiro?  
Não existe mais qualquer dúvida: a implantação de policiamento nas comunidades carentes foi um acerto, a maneira empregada um grande erro. A colocação de milhares e milhares de PMs em comunidades da Capital, não recompletando os efetivos dos batalhões, efetivos que deveriam ser aumentados na verdade, foi um grande erro estratégico.
Trocou-se o todo pela parte, prejudicando noventa e um dos noventa e dois municípios que integram o Estado do Rio de Janeiro.
Além disso, para atender ao projeto municipal de segurança a Polícia Militar foi obrigada a transformar o seu Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças em uma fábrica de produzir Soldados PM para integrar as UPPs. A quantidade pela qualidade foi outra troca cruel para a Polícia Militar e para a população.
O projeto é insustentável, não se pode manter tamanho absurdo estratégico em termos de política de segurança publica estadual. Um projeto que pode até ser considerado elitista, diante da prioridade no atendimento à Zona Sul da Capital, a área nobre.
O atual governo seguirá implantando UPPs e recebendo aplausos da imprensa e de especialistas até o final de 2014.
As atuais UPPs não serão extintas, por razões políticas não poderão ser, mas terão seus efetivos severamente reduzidos no futuro, caso o novo mandatário estabeleça uma política estadual para a segurança pública. Caso ele enxergue que existem o município e o estado do Rio de Janeiro, homônimos, mas o segundo contém o primeiro.
O saldo para o governo Cabral será positivo por algum tempo, isso enquanto as verdades sobre as UPPs não forem ditas por todos e não chegarem ao conhecimento de todos.
O saldo para a Polícia Militar?
Uma tropa agigantada, desqualificada e desvalorizada.
O saldo para a população?
A violência que enfrentamos atualmente nas ruas é a melhor resposta.
Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 10 de julho de 2013

ANISTIA DOS BOMBEIROS E PMs - PRIMEIRO PASSO

Ontem foi aprovada na Câmara dos Deputados a anistia criminal de Bombeiros e de Policiais Militares que participaram de mobilizações salariais em vários estados. O projeto seguirá para o Senado, onde será votado.
O primeiro passo foi dado, o caminho ainda é longo, pois temos que lutar pela anistia administrativa, a qual deve ser votada nas Assembleias Legislativas.
No Rio de Janeiro, o projeto de anistia se arrasta há mais de um ano na ALERJ, em face do deputado estadual Paulo Melo (PMDB), presidente da casa legislativa, se recusar a colocá-lo em votação. O projeto foi assinado por mais de 60 deputados.
Juntos Somos Fortes! 

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

ANISTIA JÁ! BOMBEIROS E POLICIAIS MILITARES

Prezados leitores e leitoras, informamos que não temos identificado qualquer avanço no tocante à concessão da anistia administrativa dos Bombeiros e Policiais Militares do Rio de Janeiro que participaram do movimento salarial nos meses de janeiro e fevereiro do corrente ano.
Aproveitamos para informar que continuam em andamento as campanhas para obtenção de recursos para os PMs e BMs excluídos.
Saibam como ajudar aos:
- Bombeiros Militares excluídos (acesse e ajude).
- Policiais Militares excluídos (acesse e ajude).
No dia 25 NOV 2012, às 10:00 horas, será realizado na Praia de Copacabana, em frente ao Hotel Copacabana, um ato público em defesa dos direitos humanos dos Policiais Militares de todo o Brasil.  
O ato será uma excelente oportunidade para tratarmos da anistia.
Juntos Somos Fortes!