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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

RIO - COMANDO DA POLÍCIA MILITAR EMITE NOTA SOBRE MOBILIZAÇÃO DOS FAMILIARES

Prezados leitores, ontem, o Comando Geral da PMERJ desmentiu uma imagem de documento que estava circulando pelas redes e emitiu uma nota sobre a mobilização das esposas (familiares) e amigos dos Policiais Militares.




"Jornal Extra 
07/02/17 16:22 Atualizado em 07/02/17 16:50 
PM do Rio diz que comunicado sobre greve #éboato e divulga nota: ‘A quem interessa a barbárie?’ 
A assessoria da Polícia Militar do Rio informou, após contato do EXTRA, que são falsos os comunicados atribuídos à corporação que vêm circulando pelas redes sociais. Num deles, uma falsa reprodução do boletim interno da PM, um texto supostamente assinado pelo comandante-geral, coronel Wolney Dias, avisa sobre uma “greve geral lícita” a ser iniciada na próxima sexta-feira, data a partir da qual a população deveria evitar “de sair as ruas”.
Na página oficial da corporação no Facebook, uma nota classifica protestos como “legítimos”, mas pede que a tropa busque “a melhor forma de reivindicar nossos direitos”. “Paralisar um serviço essencial afeta toda a população, incluindo nossas famílias. A quem interessa a barbárie?”, continua o texto. 
Por meio de grupos no WhatsApp, parentes de policiais militares do Rio estão organizando um protesto como forma de cobrar o pagamento do 13º salário, do RAS e de metas alcançadas em 2015 devidos aos servidores. Nas trocas de mensagens, eles estão divididos por batalhões. A ideia é que cada grupo chegue cedo a uma determinada unidade para impedir a saída dos agentes para o expediente de serviço, semelhante ao que aconteceu no Espírito Santo, no último fim de semana. 
Segundo pessoas que estão planejando o ato, a ideia é protestar em frente a todos os batalhões do estado. A manifestação aconteceria a partir da manhã da próxima sexta-feira. Em função do regimento interno, os militares não podem fazer greve. 




Veja a íntegra da nota divulgada pela PM:
“A violência é um grave problema da nossa sociedade. Dentro desse contexto, sabemos que o Rio de Janeiro possui peculiaridades na área da Segurança Pública, só encontradas aqui. Nós, policiais militares, atuamos diuturnamente nesse cenário e sabemos agir nos casos extremos. A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro é a Instituição que garante a “civilidade”, o ir e vir, o trânsito de pessoas. Só nós conhecemos a realidade nua e crua do dia a dia de policiamento. No entanto, é preciso pensar que o impacto da nossa ausência poderá recair sobre nossos ombros, sobre nossas famílias. A nossa falta causaria males incalculáveis e irreparáveis. Temos a certeza que passamos por um momento muito delicado, mas é preciso avaliar as consequências dos nossos atos. Protestos são legítimos, mas precisamos buscar a melhor forma de reivindicar nossos direitos. Paralisar um serviço essencial afeta toda a população, incluindo nossas famílias. A quem interessa a barbárie? #ValorizeQuemteProtege #ServireProtege” (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

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