JORNALISMO INVESTIGATIVO

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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

OLIMPÍADA PREJUDICA POLICIAMENTO NO RIO DE JANEIRO



Prezados leitores, não precisa ser especialista em segurança pública para concluir que, em tese, os locais onde a segurança pública está sendo reforçada com a presença das Forças Armadas, da Polícia Militar, da Polícia Civil, da Polícia Federal e da Força Nacional de Segurança, deverá ocorrer uma diminuição dos índices de criminalidade; em compensação devemos esperar o efeito contrário nos locais onde o policiamento ostensivo da Polícia Militar está sendo enfraquecido para reforçar a segurança dos jogos olímpicos.
Alguém pensa diferente?
Não podemos esquecer que Coronéis da Polícia Militar alertaram sobre a insegurança na Olimpíada (vídeo).

"Blog Pauta do Dia
Batalhão de São Gonçalo perde 20% do efetivo para as Olimpíadas do Rio 
by roberta trindade 
Em pouco mais de um ano, o 7º BPM (São Gonçalo) perdeu 138 homens. Se no primeiro semestre de 2015 o batalhão gonçalense possuía efetivo de 679 policiais, hoje este número é de 541. Isso representa cerca de 140 homens e mulheres por dia. 
Com esse efetivo que já não é suficiente para cobrir o município, o batalhão de São Gonçalo ainda perdeu pouco mais de 100 policiais para as Olimpíadas do Rio. A frota do 7ºBPM – composta por 30 viaturas – também sofreu baixa (Fonte)." 

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

OS PMs, A GRATIFICAÇÃO DAS UPPs e AS COMPANHIAS DESTACADAS

EXPRESSO - RJ 
19 de dezembro de 2013


O jornal Expresso usou de humor para tratar da matéria sobre a instalação de Companhias Destacadas em municípios da Baixada, Niterói e São Gonçalo.
Citou apelidos dos municípios de São Gonçalo e Niterói e criou um apelido para as Companhias Destacadas: UPPinhas.
Todos os leitores do blog e os leitores da "Biografia não autorizada das UPPs" (Conheça) sabem porque não podem ser instaladas UPPs em municípios fora da Capital: a necessidade dos prefeitos desses municípios pagarem a gratificação paga pelo prefeito Eduardo Paes a cada PM que trabalha nas UPPs da Capital, ou seja, R$ 750,00 por mês.
Diante dessa verdade, hipoteticamente, escrevemos que o governo pode ter encontrado uma solução através da instalação das Companhias Destacadas ao invés de UPPs. 
Em tudo elas se parecem com as UPPs, inclusive nos problemas de infraestrutura, mas não recebem o nome de UPPs, pois se assim fosse os PMs teriam que ganhar a gratificação e os prefeitos teriam que pagar.
Na Capital, para pagar os 10.000 PMs que integraram as UPPs até 2014, Paes gastará com as gratificações R$ 7.500.000,00 por mês e R$ 90.000.000 por ano.
O problema começará se os PMs das Companhias Destacadas se convencerem que têm direito à gratificação das UPPs e requererem.
Qual será a solução do governo Cabral?

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

PREFEITOS VENCEM BELTRAME. PMs PARA BAIXADA, NITERÓI E SÃO GONÇALO

Charge: Aroeira

Os prefeitos da Baixada Fluminense colocaram o secretário de segurança Beltrame contra a parede (Leia uma das matérias), como a imprensa noticiou, tudo em face da instalação das UPPs no município do Rio de Janeiro, o que ocasionou a transferência de traficantes e o sucateamento dos batalhões operacionais que padecem com a falta de efetivo.
A pressão também veio de Niterói e de São Gonçalo.
O secretário ficou sem opção e teve que ceder, fazendo uma adaptação na denominação (UPPs > Companhias Destacadas).
Eis a matéria que trata do assunto:

O GLOBO 
Sérgio Ramalho
Beltrame anuncia reforço no policiamento no Grande Rio 
Baixada receberá quatro Companhias Destacadas da PM, além de 450 policiais civis 
Niterói e São Gonçalo também serão contempladas 
No Rio, foco será em áreas onde ocorrem disputas territoriais
RIO - O secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, anunciou durante encontro com prefeitos da Baixada Fluminense no Comando Geral da Polícia Militar, na tarde desta quarta-feira, a implantação de 10 Companhias Destacadas da PM em áreas onde foram constatados aumentos nos índices de criminalidade. Além da Baixada, que receberá quatro unidades, cada uma com 60 homens, a PM vai implantar o programa também em Niterói, São Gonçalo e em comunidades do Rio que enfrentam problemas relacionados a disputas territoriais entre traficantes e milícias. É o caso da Praça Seca (Leia mais). 

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

RIO: PM AMEAÇADO POR TRAFICANTES PEDE SOCORRO...

O Rio "pacificado" só existe na propaganda do governo.

TV RECORD 
R7 NO AR publicado em 26/11/2013 
PM ameaçado de morte por traficante de São Gonçalo (RJ) pede proteção


 


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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

UPPinha É O CACETE ! - CORONEL PM WILTON RIBEIRO, EX-COMANDANTE GERAL DA PMERJ

Blog do Cel Wilton 
Segurança Pública/Selva/Defesa Institucional da PMERJ. 
Espaço criado para recordar momentos na vida de um policial, neste caso teremos o " Escaninho de Recordações". Destaque para a manutenção permanente do fator Selva e sua proteção, bem como também, artigos sobre Segurança Pública e Defesa Institucional de uma de nossas mais importantes instituições brasileiras, as Policias Militares, particularmente a PMERJ. 
quinta-feira, 14 de novembro de 2013 
UPPinha é o cacete !!!!!!! 
Com todo respeito ao heróico povo de Niterói , São Gonçalo e Maricá , mas UPPinha é o cacete!!!!!
Nosso Município está há sete anos, juntamente com São Gonçalo e Maricá, sendo tratado na área da segurança pública como se fôssemos cidadãos de 2ª classe, sub-raça, habitantes de colônias conquistada em épocas medievais. Não, não somos. Somos contribuintes, pagamos nosso impostos em nossas glebas como os da corte também pagam ou deveriam pagar. A Fusão foi decretada em 1975. A partir dessa data passamos a constituir um único Estado. Não mais Guanabara, não mais antigo Estado do Rio de Janeiro. De 1975 até 2006 todo o planejamento de segurança pública, vislumbrava e cuidava da demanda e distribuição de recursos de Varre Sai a Paraty. O que vemos e sentimos hoje é que a desfusão na área da segurança pública foi decretada em 2007. Uma linha imaginária na área da segurança restabeleceu o perímetro e área da antiga Guanabara e passou a ali injetar todos os seus recursos de segurança, como se o antigo Estado do Rio de Janeiro nunca existisse. A partir daquele ano nem mais um Policial Militar foi enviado em reforço às nossas ruas. E os que vieram eram abduzidos alguns dias após e acordavam já policiando bairros da Zona Sul da antiga Guanabara. O 12º e o 7º BPM viram irresponsável e indecorosamente seus efetivos baixarem de 1400 para 700 e 1000 para 400 respectivamente. Para aumentar cada vez mais o desequilíbrio de forças passaram a nos mandar também levas e levas de traficantes, facínoras , estupradores, 157, latrocidas, etc, como se por aqui já não tivéssemos bastante deles para assassinarem, roubarem, humilharem, traumatizarem as famílias fluminenses. 
Eis que hoje, dia 14 Novembro, o outrora heróico e combativo Jornal A Tribuna, traz noticia com tom de euforia informando que " Niterói já está a merecer uma UPP", o também outrora cioso Jornal O Fluminense, ontem, já dava sob a forma de alvíssaras e rufar de tambores, que "Niterói vai receber duas Companhias Destacadas. E finalmente aparece na primeira página do jornal EXTRA, que : " Niterói ganhará duas UPPinhas, uma vai ser no Morro do Estado. Ora, diante deste quadro , só nos resta bradar: 
COM TODO RESPEITO AO HERÓICO POVO DE NITERÓI, SÃO GONÇALO e MARICÁ, MAS UPPinha É O CACETE !!!!!! 
Como esquecer que Niterói já teve dois GPAE/UPP ( Cavalão com 120 homens e Morro do Estado, com 90 homens ) e uma Cia Destacada ( Caramujo/Lagoinha com 90 homens). Todos com sede fixa de alvenaria. Todo este modelo de ocupação e distribuição espacial do policiamento foi exterminado pelo sistema atual , transformando-os em DPO a 3 homens por dia, a partir de 2008/2009. Os traficantes agradecem até hoje. Suas máquinas de destruir famílias nunca foram tão eficientes. A imprensa não tem memória. A imprensa perdeu o respeito pela população de bem. As outroras "forças vivas" de nossos Municípios parecem estar anestesiadas. E as estatísticas criminais ladeira acima. E as famílias Niteroienses, Gonçalenses e Maricaenses cada vez mais assustadas, atingidas, traumatizadas, descrentes. LAMENTÁVEL, EXTREMAMENTE LAMENTÁVEL......
Wilton Ribeiro
Coronel PM - Ex-Comandante Geral da PMERJ
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POPULAÇÃO DE SÃO GONÇALO VÍTIMA DAS UPPs



A grande pergunta que continua sem resposta:
- O governo Cabral está SOMANDO FORÇAS com quem?

JORNAL EXTRA
18 de novembro de 2013 
Polícia tenta localizar bandidos que fizeram arrastão em São Gonçalo 
Diego Barreto 
A polícia tenta localizar e prender oito bandidos que na manhã de domingo realizaram um arrastão em dois bairros de São Gonçalo. Divididos em dois carros roubados, os criminosos aterrorizaram motoristas e pedestres que passavam pela Rua Salvatori. Policiais acreditam que 20 pessoas tenham sido vítimas do arrastão. 
A sequência de assaltos começou por voltas das 7h no bairro do Colubandê, onde motoristas foram rendidos nas proximidades do Hospital Estadual Alberto Torres (Heat). Os bandidos seguiram pela Rua Salvatori em direção ao bairro Água Mineral e, no caminho, renderam pedestres e motoristas. Duas motos foram roubadas pelo bando. 
Policiais do 7º BPM (São Gonçalo) foram chamados. Foi iniciada uma perseguição aos criminosos, que seguiram pelo Engenho Pequeno para o Morro do Pereirinha, no Barro Vermelho. Após troca de tiros na favela, os assaltantes conseguiram fugir. Foram deixados para trás os pertences roubados das vítimas e os dois carros — um Fox prata e um Siena cinza. Uma moto Honda CB 300 também foi recuperada. O caso foi registrado na 73ª DP (Neves). 
Até o início da tarde de domingo oito vítimas haviam ido à delegacia para registrar ocorrências relativas ao arrastão. No entanto, pela quantidade de pertences recuperados, incluindo telefones celulares e documentos, os policiais estimam em pelo menos 20 o número de vítimas do bando. 
O dono do Siena esteve na delegacia e contou que o carro foi roubado em São Gonçalo, na noite de sábado, por homens armados com fuzis. 
Uma das vítimas do arrastão, que pediu para não ser identificada, contou que os bandidos agiram com agressividade: 
— Estava passando a pé e eles me pararam. Gritaram para eu entregar celular e carteira. Pareciam estar drogados. Estavam armados. Achei que ia acontecer o pior. 
Segundo policiais militares, o grupo de bandidos integra a facção criminosa que controla o tráfico no Morro do Pereirinha. O mesmo bando estaria cometendo roubos em bairros vizinhos à favela. 
As estatísticas do Instituto de Segurança Pública mostram que, no comparativo de agosto de 2012 com agosto de 2013, o número de roubos em São Gonçalo aumentou de 706 para 924 (30%). Os roubos de veículo passaram de 165 para 216 (30%). 
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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

SÃO GONÇALO: 1 PM PARA 2.5000 MORADORES. ROCINHA: 1 PM PARA 114 MORADORES

No nosso espaço, ao longo dos últimos anos, temos destacado à exaustão que a municipalização da segurança pública, ou seja, a concentração das ações de policiamento na Capital, sobretudo no tocante à aplicação dos recursos humanos (Policiais Militares), é um grande equívoco. Tal realidade obviamente enfraquece o policiamento ostensivo nos outros 91 (noventa e um) municípios que integram o Estado do Rio de Janeiro. Isso é de uma clareza solar, embora alguns permaneçam de olhos vendados para não verem a realidade.
Atualmente temos um efetivo de mais 8.500 PMs lotados nas UPPs, todas instaladas apenas na Capital. Para que se tenha uma ideia do descompasso na distribuição do policiamento, o único batalhão existente no município de São Gonçalo possui apenas 400 PMs para servir e proteger uma população de um milhão de habitantes. 
Uma conta rápida demonstra que temos nas UPPs o efetivo equivalente ao efetivo de mais de 21 (vinte e um) batalhões de São Gonçalo. A UPP da Rocinha, por exemplo, possui um efetivo de 700 (setecentos) PMs, quase o dobro do efetivo do 7o BPM. A comunidade tem menos de 70.000 moradores (Leia), menos de 7% da população de São Gonçalo.
De volta à máquina de calcular, em São Gonçalo existe 1 PM para cada 2.500 moradores, enquanto na Rocinha temos 1 PM para cada 114 moradores.
Pegando outro exemplo, a população do município de Duque de Caxias é de 850.000 moradores (Leia), mais de 12 (doze) vezes a população da Rocinha.
Salta aos olhos que está tudo errado.
É importantíssimo informar aos leitores que com a exceção da Capital, onde existem vários batalhões e onde estão instaladas todas as UPPs, nenhum dos outros 91 (noventa e um) municípios possui mais de um batalhão da PM, sendo que alguns não possuem nenhum, o que faz com que alguns batalhões acumulem municípios na sua área de atuação.
A seguir trechos da matéria publicada no jornal O Globo sobre o aumento da criminalidade na Capital e em outros municípios.
O GLOBO: 
Índices mostram que violência cresceu mais fora da capital Em Niterói, roubo de veículos subiu 172%; em São Gonçalo, 30% 
Beltrame nega que protestos tenham relação com alta de crimes 
RIO - Os índices de criminalidade do mês de agosto, divulgados na quarta-feira pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), mostram que os registros têm subido mais no interior e na Região Metropolitana. O comparativo de agosto de 2012 com agosto de 2013 revela, por exemplo, que houve um aumento 172% no número de roubos de carros em Niterói. Foram 65 casos em 2012 contra 177 em 2013. No mesmo período, no município do Rio, o acréscimo foi de 21,9%. No caso dos homicídios, também houve aumento em Niterói. Foram quatro registros em agosto de 2012 contra 11 em 2013 (175%). Já na capital, foram 113 assassinatos contra 95 no mesmo mês de 2012 (um aumento de 18,94%) Município vizinho de Niterói, São Gonçalo também registrou aumento expressivo dos índices. Em agosto do ano passado, foram 11 homicídios contra 32 no mesmo mês em 2013 (um aumento de 190%). A soma dos homicídios dos oito primeiros meses de 2012, quando comparada com a do mesmo período de 2013, indica que a tendência é mesmo de maior alta fora da capital. Enquanto na cidade do Rio a variação foi de 3%, passando de 836 para 864, em todo o estado o crescimento foi de 15%. Foram 2.716 homicídios nos primeiros oito meses de 2012 contra 3.123 este ano. 
Secretário: locais abandonados 
(...)
O secretário (Beltrame) negou que o deslocamento de policiais de algumas regiões para atuar nas manifestações tenha contribuído para o aumento da violência em agosto, como alegou a PM: 
— Não procede isso. Nas manifestações, a atuação é de batalhões do Centro da cidade. 
(...) 
Para autoridades e especialistas, o aumento da criminalidade no interior tem a ver com falta de policiamento, ausência de políticas para essas regiões e migração de bandidos da capital. 
Os índices de agosto foram o principal assunto do encontro do Conselho Comunitário de Segurança de São Gonçalo, realizado ontem. 
O presidente do conselho, Carlos Alberto de Paula, disse que o crescimento da criminalidade no município é resultado da migração de bandidos do Rio: 
— Essa migração é estimulada pela falta de policiais em São Gonçalo e Niterói. O 7º BPM (São Gonçalo) foi criado em 1972 com um efetivo de 1.800 policiais e hoje tem apenas 400. A situação das delegacias é um pouco pior: faltam policiais, e os carros estão sucateados. 
O secretário de Segurança de São Gonçalo, coronel Antônio Oswaldo da Silva, concordou: 
— Sem policiais, é difícil combater a criminalidade. São Gonçalo tem mais de 1 milhão de habitantes e precisa de mais policiamento.
A Coordenadoria de Inteligência da PM informou que tem acompanhado a movimentação de criminosos e que, em alguns casos, chefes de quadrilhas que atuavam em favelas pacificadas são recebidos “em outros locais da mesma facção criminosa”
Mais políticas de apoio às UPPs 
(...)
Para Renato Sérgio Lima, conselheiro do Fórum Brasileiro de Segurança, as unidades não podem resolver todos os problemas da segurança pública: 
— Sem dúvida, as UPPs são importantes para o Rio e para o Brasil, mas elas não são uma panaceia que tudo resolve. É preciso discutir procedimentos e analisar as características do crime em cada cidade, em cada bairro. Essas análises mostrarão que, em determinadas áreas, a política de segurança pode ser diferente porque a natureza da criminalidade também é diferente (Leia a íntegra).
Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 10 de abril de 2012

RIO: CONTRA-INDICAÇÕES DAS UPPs ESPALHAM VÍRUS DA VIOLÊNCIA PARA NITERÓI, SÃO GONÇALO, ITABORAÍ, ...

JORNAL O DIA:
PM é morto por criminosos ao tentar impedir assalto em Niterói
Ricardo Albuquerque
Rio - Niterói registrou mais um caso de violência na noite desta segunda-feira. Um policial militar à paisana, lotado no 12º BPM (Niterói), morreu após trocar tiros com assaltantes no posto de gasolina da Avenida João Brasil, esquina com Alameda São Boaventura, no Fonseca. Segundo testemunhas, o sargento Celso de Jesus tentou evitar o assalto, mas levou quatro tiros, um deles na cabeça. O militar morreu ao dar entrada no Hospital Azevedo Lima.
O Serviço Reservado do 12º BPM (Niterói) informou que testemunhas ajudaram a fazer o retrato de um dos suspeitos da morte do sargento, que estava abastecendo seu carro no momento do assalto, por volta das 20h30 de segunda-feira. Testemunhas informaram que os assaltantes fugiram em três motos e um carro importado. O caso foi registrado na 78ª DP (Fonseca).
Na noite de sábado, o fisioterapeuta Fabiano de Almeida Affonso, 35 anos, foi baleado na cabeça durante um assalto na Estrada Velha de Itaipu. Ele corre o risco de perder a visão. No dia 1º de abril, o estudante de administração Jorge Luiz de Carvalho, 24, foi baleado durante um assalto no bairro do Ingá e morreu cinco dias depois. Em 31 de março, o ginecologista Carlos Vieira de Carvalho Sobrinho, 65, morreu durante assalto em Icaraí.
Onda de violência em Niterói
O crime atravessou a Baía de Guanabara e desembarcou de fuzil na mão. Os números da violência em Niterói, São Gonçalo e Itaboraí mostram cidades sitiadas pelas armas. Quase um terço da população dos municípios vive em áreas classificadas como de risco por prestadoras de serviço, concessionárias e distribuidoras de bebidas, eletroeletrônicos e móveis. Os números indicam que o crime cresce do outro lado da Ponte Rio-Niterói na medida que os morros e favelas das zonas Sul e Norte do Rio são pacificados (Leiam mais).
Comento:
Os leitores do nosso espaço democrático tão logo a implantação das Unidades de Polícia Pacificadora se  acelerou no município do Rio de Janeiro com a aproximação das eleições de 2010, foram avisados que os criminosos estavam sendo transferidos de uma localidade para outra, considerando o desprezível número de prisões que ocorria na implantação de cada nova UPP. Os criminosos se espalharam no próprio município, saindo do eixo Zona Sul - Centro - Zona Norte (Tijuca e Méier), assim como seguiram para outros municípios. A realidade atual era plenamente previsível, só não viu quem estava com os olhos fechados ou vendados.
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