JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sexta-feira, 11 de maio de 2012

GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL (PMDB) DEU EXPLICAÇÕES SOBRE AS VIAGENS.

ESTADO DE MINAS. 
Para Cabral, viagem à Paris melhorou 'imagem do Rio'.
Agência Estado Publicação: 10/05/2012. 19:31 hs. 
Um Sérgio Cabral Filho (PMDB) abatido e de poucas palavras pronunciou-se pessoalmente nesta quinta pela primeira vez sobre a polêmica em torno de suas 37 missões oficiais ao exterior desde que assumiu o governo do Rio em 2007 - até então, se manifestara apenas por notas oficiais. Depois de participar da inauguração da ampliação do Museu Ciência e Vida em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, o governador defendeu suas viagens internacionais, mas não se aprofundou em detalhes sobre quanto gastou na ida a Paris em setembro de 2009, na qual recebeu, em diárias, em valores da época, R$ 6.384,00, de acordo com a Secretaria da Fazenda. A capital francesa foi a cidade mais visitada oficialmente pelo peemedebista - foram cinco viagens em cinco anos. Nova Iorque e Londres vieram em segundo lugar, com quatro visitas cada (Leiam mais).
Comento: 
Excelente notícia.
Eu sempre escrevi que o governador poderia acabar com boa parte das especulações sobre as suas viagens através de uma ação simples: exibir todos os comprovantes de pagamento das despesas de todos os envolvidos nas imagens exibidas. 
Ontem, o governador disse que:  
"Nosso governo é de transparência e eficiência. Está tudo claramente divulgado na transparência fiscal".
Notícia excelente.
Basta agora que os comprovantes sejam apresentados publicamente, sem isso a fala do governador se perderá no tempo sem esclarecer nada.
A exibição dos comprovantes é a única solução.
No tocante à alegada melhoria de imagem do Rio de Janeiro, penso que as imagens exibidas nos vídeos e nas fotos em nada contribuíram para melhorar a imagem dos brasileiros no exterior.
Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 9 de maio de 2012

RIO: O MINISTÉRIO PÚBLICO NO CENTRO DAS ATENÇÕES

Prezados leitores, bom dia!
1) JORNAL O DIA:
Briga política deixa Ministério Público em saia justa Em meio à guerra de Garotinho e Cabral, conselho decide sobre investigação.
Adriana Cruz.
Rio - Está nas mãos do Conselho Superior do Ministério Público a decisão do procurador-geral de Justiça, Cláudio Lopes, de arquivar as investigações sobre supostas irregularidades provocadas pela amizade entre o governador Sérgio Cabral (PMDB) e os empresários Fernando Cavendish e Eike Batista. E agora a possibilidade de o governo beneficiar, principalmente, a Delta Construções voltou a ser o centro das atenções após fotos e vídeos mostrarem Cabral com Cavendish, dono da empreiteira, em confraternização em Paris e a revelação criou uma saia justa no Ministério Público (Leiam mais).
2) JORNAL O DIA:
MP denuncia cinco funcionários da empresa de bondes por acidente em Santa Teresa.
Rio - Cinco funcionários da Companhia Estadual de Engenharia de Transportes e Logística (Central), responsáveis pela circulação e chefia dos bondes de Santa Teresa, foram denunciados por homicídio e lesão corporal culposa pelo acidente, em 27 de agosto de 2011, que resultou em seis mortos, entre eles o motorneiro Nelson Correa da Silva, e 48 feridos. Caso condenados, eles podem pegar até dois anos de prisão (Leiam mais). 
Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 3 de maio de 2012

O ÔNUS DA PROVA - DORA KRAMER

O ESTADO DE SÃO PAULO: 
O ônus da prova.
03 de maio de 2012 | 3h 05. 
Dora Kramer.
Chega a ser inútil a discussão sobre tentativas de "blindagem" ou a conveniência de se chamar o governador Sérgio Cabral Filho à CPI que tratará da triangulação entre crime organizado, políticos e parcerias comerciais público-privadas.
Diante do que se vê desde a última sexta-feira sobre os alegres passatempos do governador na companhia de secretários estaduais, do empreiteiro dono dos maiores contratos de obras no Rio de Janeiro (sem contar os negócios federais e em outros Estados) e respectivas senhoras mundo afora, é óbvio que Sérgio Cabral deve explicações em qualquer foro.
Assim como é evidente a impossibilidade de o PMDB, o governo federal, o PT, a Assembleia Legislativa, a Câmara Municipal ou o santo padroeiro do governador lhe assegurar qualquer tipo de proteção.
O Ministério Público não poderá - ou estará negando suas funções de defensor do interesse da sociedade - ignorar o assunto.
E o governador, seja na CPI ou fora dela, está obrigado a fornecer ao público mais do que as explicações frágeis já apresentadas. Até para se precaver do que certamente ainda vem por aí necessita se municiar de provas de que não foi nem é desonesto.
E o que vem por aí? Não se sabe, mas é de se supor que venha mais. Questão de lógica aliada a informações já em circulação de bastidor: quem passou o farto material fotográfico ao deputado, ex-governador, antigo aliado e hoje adversário de Cabral, Anthony Garotinho, que deflagrou o escândalo em seu blog, deu muito mais.
Nem o informante nem Garotinho escreveriam o capítulo inicial de uma narrativa dessa sem ter pronto o esboço do epílogo. Não entrariam na guerra para deixar o inimigo apenas levemente ferido e pronto para a desforra na primeira oportunidade mais adiante.
Só para início de conversa o governador deve, no mínimo, dirimir uma dúvida criada por sua assessoria.
Cabral, os secretários da Casa Civil, dos Transportes, de Governo e da Saúde estavam em férias quando fotografados e filmados na esbórnia parisiense de setembro de 2009?
A assessoria disse que não. Tratava-se de uma viagem oficial a respeito da qual foi apresentada longa agenda para divulgar o Guia Michelin Rio de Janeiro, fazer reuniões de trabalho para tratar da Olimpíada de 2016 e receber uma comenda.
Portanto, estavam no exercício da representação governamental e não poderiam se dar ao desfrute de farrear. Não apenas pela exigência de modos adequados ao cargo, mas também porque viajaram a expensas do dinheiro público.
Mas, logo em seguida a assessoria informou que os folguedos pertenciam à vida privada do governador. Muito bem: então o que faziam lá os secretários de Estado? E o empreiteiro camarada? Quem pagou aquela conta? Foi com dinheiro vivo ou há a fatura do cartão de crédito para comprovar?
A contradição exposta pela assessoria autoriza a conclusão de que a ação entre amigos seja vista com naturalidade como critério de governo. Algo explícito na fotografia do chefe da Casa Civil abraçado ao dono da construtora Delta, cujos contratos viria depois a auditar por determinação do governador.
Isso falando apenas daquela ocasião em que a turma aparecia fantasiada com guardanapos amarrados à cabeça, numa cena que expõe ao ridículo os personagens e a sociedade que lhes deu com seus votos a oportunidade de ocuparem as posições que ocupam.
As imagens sugerem promiscuidade entre o público e o privado e remetem à necessidade de se buscar detalhes sobre as constantes e inúmeras viagens ao exterior feitas por Sérgio Cabral. Tantas que o vice-governador, Luiz Fernando Pezão, é visto como o governador de fato do Rio.
Começando por contabilizar quantos dias Cabral esteve fora do País, quais viagens eram de trabalho e quais relativas a férias de direito, a apresentação dessas agendas e confrontação de origem do pagamento de despesas.
Por essas e outras, o ônus da prova é do governador.
Juntos Somos Fortes!

DEPUTADO FEDERAL GAROTINHO (PR) FAZ GRAVÍSSIMAS DENÚNCIAS CONTRA O GOVERNO SÉRGIO CABRAL (PMDB) NA CÂMARA DOS DEPUTADOS


Juntos Somos Fortes!

RIO: QUEM PAGOU AS DESPESAS DOS 150 EMPRESÁRIOS QUE VIAJARAM PARA PARIS COM O GOVERNADOR?

Ontem, o jornal O Globo publicou o editorial (Ônus da Prova) que transcrevi nesse espaço (link), tratando da necessidade do governo estadual provar as despesas feitas nas viagens para a Europa.
Hoje, o Globo publica mais um editorial, que alguns podem considerar uma mudança de rumo (página 3):
"OPINIÃO.
AVANÇO DE SINAL.
As cenas em que o governador Sérgio Cabral compartilha a noite europeia com o empresário Fernando Cavendish, da Delta, por enquanto não passam de provas da proximidade entre os dois.
Para que esse relacionamento pessoal entre na pauta da CPI do Cachoeira é necessária alguma prova ou evidência de que a amizade gerou prejuízo ao contribuinte, à sociedade.
Só assim o assunto passará a ser de interesse público".
A confrontação entre os dois editoriais pode levar a conclusão que O Globo colocou o pé no freio, opinião que não compartilho, pois penso que os editoriais se completam. No primeiro O Globo deixa claro que cabe ao governo o ônus da prova, a apresentação de todos os comrprovantes de todas as despesas, isso de todas as viagens publicadas no blog do deputado federal Garotinho. No editorial transcrito nesse artigo, O Globo trata de forma implícita da necessidade imperiosa da instauração de uma investigação, que na opinião do jornal deve anteceder a inclusão do caso na CPI do Cachoeira. Investigação que deve buscar as provas sobre o pagamento de cada despesa. As que foram pagas pelos cofres públicos (verificando a legalidade dos pagamentos) e as que foram pagas pessoalmente pelos envolvidos, verificando se algum dos empresários pagou as despesas do governador, dos secretários e dos seus familiares.
Eis o cerne da questão: a comprovação das despesas.
O Globo de hoje coloca mais um ingrediente nessa fritura (página 9 - Um Investidor em Paris), quando trata da participação nos fatos de outro integrante das viagens, o empresário Georges Saldala, um dos que colocaram o guardanapo na cabeça.
"Sadala disse que esteve em Paris (2009), com outros 150 empresários, convidado pelo governo do Rio, para dois eventos oficiais: a cerimônia de entrega da medalha de honra da Legião D'Honneur , concedida pelo Senado francês ao governador, e o lançamento do Guia Michelin Rio de Janeiro".
O sentido da palavra convidado deve ser esclarecido lato sensu.
Será que os cofres públicos pagaram as despesas de viagem de 150 empresários, para eventos de tão pouca relevância para o povo fluminense?
Penso que não.
Quero acreditar que não.
Apesar da minha boa vontade, só existe uma forma de me convencer: apresentando todos os comprovantes de todas despesas.
Enquanto o governo Sérgio Cabral (PMDB) não apresentá-los, eu quero que seja instaurada uma investigação sobre o fato, pois robustos indícios não faltam. Se a investigação vai ser feita por meio de um inquérito policial, um inquérito civil público, na CPMI do Cachoeira ou em uma CPI instaurada na ALERJ, pouco importa.
Investigar é imprescindível.
Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 1 de maio de 2012

RIO: O ÔNUS DA PROVA CABE AO GOVERNO SÉRGIO CABRAL.

O GLOBO - OPINIÃO:
Ônus da Prova.
Por inevitável, a falta de cuidados do governador Sérgio Cabral no relacionamento com o maior prestador de serviço de obras públicas ao estado, Fernando Cavendish, serve de munição na luta político-partidária regional.
Mas não adianta o Palácio Guanabara se achar vítima de "manipulações". O registro fotográfico de folguedos parisienses de Cabral, alguns secretários e até um conselheiro do TCE, Aloysio Neves, na companhia de Cavendish, é irrefutável. Que o Palácio e o TCE provem que despesas dos servidores públicas não foram pagas pelo empresário.
Comento:
O editorial reforça o que tenho escrito. A saída é simples para o governo Sérgio Cabral, basta apresentar os comprovantes das despesas. Comprovada as despesas pagas por cada um, ficará apenas o ônus da ostentação. Sem a comprovação, uma investigação deverá ser instaurada.
Juntos Somos Fortes!

PMDB TENTA EVITAR CONVOCAÇÃO DE CABRAL NA CPI DO CACHOEIRA.

O GLOBO:
PMDB tenta evitar convocação de Cabral na CPI do Cachoeira.
BRASÍLIA - Tranquilos até poucos dias atrás com o tiroteio entre PT e oposição, que mantinha o PMDB distante do alvo central da CPI do caso Cachoeira, integrantes da cúpula do partido começaram a se mobilizar no fim de semana para tentar blindar o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), e evitar que seja aprovada sua convocação para depor logo no início dos trabalhos. Dirigentes peemedebistas não escondiam nesta segunda-feira o desconforto e a preocupação com a superexposição das relações de Cabral com o dono da Delta, Fernando Cavendish, em fotos divulgadas pelo ex-governador e deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ) (Leiam mais).
Juntos Somos Fortes!

QUANDO FALTAVA UM CÓDIGO DE ÉTICA A CABRAL - RICARDO NOBLAT.

O GLOBO:
Quando faltava um código de ética a Cabral.
Gente: menos rigor com Sérgio Cabral, governador do Rio. Menos!
Somente em 2011 ele teve a feliz idéia de encomendar um código de ética para orientar sua conduta.
Não havia código quando ele voou em jatinho de Eike Batista. Nem quando dançou agachado à porta de um hotel em Paris junto com Fernando Cavendish, dono da empreiteira Delta e seu amigo.
A viagem a Paris em 2009 foi uma festa.
O ex-governador Garotinho publicou em seu blog fotografias de Cabral e Cavendish (fotos acima); de Cavendish dançando abraçado com os secretários Wilson Carlos (Governo) e Sérgio Côrtes (Saúde); e de Cavendish ao lado dos sorridentes secretários Júlio Lopes (Transporte) e Régis Fichtner (Casa Civil).
A Delta foi beneficiada pelo governo Cabral com obras avaliadas em R$1,49 bilhão. Pasmem: o governo desconhece o número exato de contratos celebrados com ela.
Parte dos contratos foi dada à Delta sem que ela precisasse disputar licitações. A Delta tem obras em todos os Estados – mas em nenhum se deu tão bem como no Rio.
Na semana passada, Cavendish afastou-se da presidência da Delta depois de descoberta a ligação da empresa com o bicheiro Carlinhos Cachoeira, preso desde o início de março último, acusado de formação de quadrilha e de patrocínio de jogos ilegais. Cachoeira é suspeito de ser sócio oculto da Delta.
Datam do mesmo ano da milionária viagem a Paris com Cabral declarações gravadas de Cavendish onde ele diz o que pensa sobre os políticos durante conversa com diretores da Delta e da empresa Sygma.
“Se eu botar 30 milhões na mão de um político, eu sou convidado pra coisa pra caralho. Pode ter certeza disso”, diz. E segue:
- Estou sendo muito sincero com vocês: seis milhões aqui, eu ia ser convidado (para tocar obras). "Ô, senador fulano de tal, se convidar, eu boto o dinheiro na tua mão".
Cavendish deixa claro que não é qualquer um que receberá propina dele. “Eu não me interesso pela arraia-miúda. Nenhum interesse por arraia-miúda.” Cabral é arraia grande.
De volta a 2009. Como Cabral poderia supor que desrespeitava a ética com a viagem a Paris se não dispunha de um código que estabelecesse os limites de ação de um homem público?
Sem um código, convenhamos, o que é aético para você pode não ser para mim – e vice e versa. Concorda?
Digitei “ética” no Google. Fiz isso no último sábado. Sabe quantas páginas me foram oferecidas? Em números redondos, 57 milhões.
Digitei “código de ética”. Havia quase 17 milhões de páginas disponíveis.
Quer dizer: trata-se de um assunto complexo, sujeito a interpretações que variam de acordo com o tempo (época) e o espaço (lugar).
Antes da confecção do código, Cabral só contava com a própria intuição para guiá-lo.
Digamos que tivesse lido este trecho: “Ética é um conjunto de valores morais e princípios que norteiam a conduta humana na sociedade. Serve para que haja um equilíbrio e bom funcionamento social, possibilitando que ninguém saia prejudicado”.
Talvez se perguntasse: “O bom funcionamento social esteve ameaçado nas vezes que viajei com Cavendish ou telefonei para Eike pedindo seu jato emprestado?”
Em certa ocasião, o jato ficou uma semana com ele e a família. Foi às Bahamas, voltou a Manaus, foi às Bahamas, voltou ao Rio, foi às Bahamas e finalmente voltou ao Rio.
Cabral é inteligente e esperto, mas um tanto descuidado.
Não deve ter identificado nenhum conflito de interesses em governar um Estado que favorece negócios de Cavendish e de Eike e ao mesmo tempo ser passageiro contumaz do jato de um e par constante do outro.
Mas depois do código, isso é passado, acredite. Ou não é?
O código, por exemplo, exalta a transparência.
O Jornal Nacional quis saber como Cabral e a sua turma haviam chegado a Paris há três anos. E quem pagou as despesas.
A resposta foi o silêncio envergonhado.
Sabe de uma coisa?
Dever de casa para Cabral até o fim do seu mandato: ler todo dia uma página do código, recomeçando depois que acabar de ler a última.
Ricardo Noblat.
Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 30 de abril de 2012

GAROTINHO E O ESTRAGO NA IMAGEM DO GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL E DO GOVERNO DO RIO - REINALDO AZEVEDO

REVISTA VEJA:
Blog do Reinaldo Azevedo.
Garotinho e o estrago na imagem de Sérgio Cabral  e do governo do Rio (Link)
( ... )
Voltei
O conjunto da obra suscita várias questões. Garotinho não chega a ser exatamente uma figura, serei bem genérico, acima de qualquer polêmica, não é mesmo? Ninguém teria dúvida em acusar que está usando as imagens que provam a perniciosa intimidade entre Sérgio Cabral e Fernando Cavendish de olho nas eleições deste 2012, de 2014, 2016, 2018… Está, em suma, fazendo política. Ou terá ele, agora, como costumo brincar nesses casos, virado professor de Educação Moral e Cívica e referência de ética na política?
Mas se pergunta igualmente: foi ele que produziu as imagens? Acho que não! Foi ele que “armou” para Cavendish, Cabral e a cúpula do governo fluminense se entregarem ao “desregramento sistemático dos sentidos” — para citar o poeta francês Rimbaud em homenagem às folias parisienses da turma? Também não!
Mais curioso ainda: PRATICAMENTE TODAS AS FOTOS SÃO POSADAS. Os vídeos que vieram a público foram feitos por alguém que estava à mesa. Tudo teria sido enviado por e-mail a pessoas de confiança e depois vazado? Duvido! Há fotos bestas, sem importância. Há vídeos até bobocas. Não evidenciam crime em si, claro! Só a escandalosa intimidade e a falta de fronteiras entre o público e o privado. Cabral disse que pagou a farra com  o seu próprio dinheiro. O seu salário de governador faz milagres. Permite-lhe ter casa em recanto de alguns milionários e se divertir a valer em Paris.
Garotinho, está claro, quer queimar Sérgio Cabral politicamente. Ok. Isso é sabido. O material, no entanto, deveria ser amoitado ou ignorado? Acho que não! A pessoa que fornece essas preciosidades a Garotinho estaria interessada apenas em proteger os cofres do Estado do Rio de Janeiro? Huuummm… Tenho razões para duvidar, não? Se estava lá… Mas, se estava lá e agora divulga essas imagens incômodas, por que o faz? Terá tido interesses contrariados? Rompeu com a turma? Vai saber…
Esses aspectos e indagações têm a sua relevância no conjunto da obra. Mas se deve ignorar o que está à vista de todos por isso? A qualidade da “fonte” muda a importância da informação?
Por Reinaldo Azevedo.
Juntos Somos Fortes! 

QUEM TRAIU CABRAL? - RICARDO NOBLAT.

O GLOBO:
BLOG DO NOBLAT.
Quem traiu Cabral? 
Perguntinha que não quer calar: Quem traiu o governador Sérgio Cabral, do Rio, entregando a Garotinho, seu notório desafeto, fotografias e vídeos de viagens de Cabral ao exterior na companhia de Fernando Cavendish, dono da empreiteira Delta, e os mais poderosos secretários do governo?
Fotografias e vídeos só podem ter sido produzidos por algum membro da comitiva de Cabral. A essa altura, não é possível que Cabral ainda esteja à procura de uma resposta para a pergunta sobre quem o traiu.
Comento:
Como a versão oficial apresentada no RJ TV deu conta que os vídeos e as fotos estavam no computador da esposa de Fernando Cavendish, falecida recentemente, tudo indica que o computador foi invadido por um haker ou alguém com acesso a ele copiou as imagens e encaminhou.
Juntos Somos Fortes!

domingo, 29 de abril de 2012

RIO: OS MISERÁVEIS SALÁRIOS PAGOS AOS POLICIAIS MILITARES E AOS BOMBEIROS MILITARES.

Lembro aos nossos leitores que enquanto os passeios pela Europa do grupo composto por Sérgio Cabral, Cavendish, Régis Fichtner, Júlio Lopes, Sérgio Cortes, amigos e familiares, são apresentados para o Brasil através de fotos e vídeos postados no blog do deputado federal Garotinho, não podemos esquecer que os PMs e os BMs do estado do Rio de Janeiro continuam recebendo  salários miseráveis para arriscarem a própria vida em defesa da população, cerca de R$ 40,00 por dia, o equivalente a menos da metade do que recebe uma diarista.
Por favor, não esqueçam e divulguem para seus contatos.
Juntos Somos Fortes!

sábado, 28 de abril de 2012

RIO: POLICIAIS MILITARES E BOMBEIROS SÃO ENCARCERADOS EM BANGU I APÓS FARRA EM PARIS.

As fotos do governador Sérgio Cabral (PMDB), de alguns de seus secretários e de amigos festejando em Paris causam indignação, diante do sofrimento do povo fluminense, povo que eles governam e que não tem nem mesmo acesso a serviços públicos essenciais (segurança, saúde e educação) de boa qualidade. Isso é uma verdade, porém, por si só as fotos não revelam a prática de nenhum crime, embora eles possam existir, quer seja na relação fraterna do governador com um empresário que realiza grandes obras no Rio de Janeiro e que está sendo ligado a um grande contraventor (jogo dos bichos),  quer seja no mal gasto do dinheiro público na própria viagem da comitiva. 
O caminho para a verdade é a investigação.
É preciso fazer a ressalva, antes de cair de pau no animado grupo, pois eles pertencem a uma parcela extremamente diminuta da população. Eles são ricos, portanto, nada mais natural que se conheçam e que se confraternizem nas cidades mais luxuosas do mundo, isso com seu próprio dinheiro, obviamente. Novamente, a investigação surge como solução, apurando os gastos de cada um na viagem (o que foi pago com o dinheiro público) e refazendo o caminho deles ao longo da vida para saber como conseguiram alcançar a riqueza, algo que não é fácil nesse Brasil de miseráveis, onde um Soldado da Polícia Militar ganha cerca de R$ 40,00 por dia para arriscar a própria vida, isso no estado do Rio de Janeiro, governado por Sérgio Cabral (PMDB).
As fotos e o que ainda está por surgir (Garotinho afirma que postará mais material) poderão originar um grande escândalo, ninguém dúvida, mas não podemos ficar só no escândalo político, tudo tem que ser esclarecido, tudo deve ser investigado. O Ministério Público e a Polícia Federal precisam dar os primeiros passos, isso se já não deram, pois a fonte das fotos não foi revelada e elas podem fazer parte de uma investigação em andamento.
As fotos trazem muitas dúvidas, mas para mim trazem pelo menos uma certeza. Caso as imagens feitas em Paris retratassem o Coronel PM Paúl, o Coronel PM Rabelo, o Major PM Hélio, o Cabo PM Gurgel ou outros Policiais Militares e Bombeiros Militares, nós seríamos condenados a pena de morte em praça pública, seguida de esquartejamento, considerando que fomos jogados ilegalmente nos porões da Penitenciaria Bangu I, acusados pelo "crime" de lutar por salários justos e por adequadas condições de trabalho para PMs e BMs no Rio de Janeiro.
Investigar é preciso.
Investigar tudo e todos.

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 27 de abril de 2012

SÉRGIO CABRAL E CAVENDISH FAZEM UMA RELEITURA DE HEMINGWAY: PARIS É UMA FESTA! - REINALDO AZEVEDO

REVISTA VEJA:
BLOG DO REINALDO AZEVEDO.
 27/04/2012 às 19:15.
Sérgio Cabral e Cavendish fazem uma releitura de Hemingway: “Paris é uma festa!!!” 
Vejam esssas fotos (estão no artigo anterior do blog). Este que aparece no centro — “Chão, chão, chão…”— é Sérgio Cabral, governador do Rio. À esquerda, de gravata bordô, Fernando Cavendish, o dono da construtora Delta. O que essas imagens fazem aí? Vamos lá. 
Os petistas estão hoje empenhados em tirar a Delta da CPI. O objetivo é fazer de conta que a construtora não existe e que jamais manteve relações especiais com Carlinhos Cachoeira. Luiz Inácio Lula da Silva (ainda voltarei a este assunto), por exemplo, não quer saber de nada disso. Segundo diz por aí, quer mesmo é investigar a imprensa. Voltemos. 
Fotos publicadas no blog do ex-governador Anthony Garotinho mostram toda a cúpula do governo do Rio — inclusive e muito especialmente o governador Sérgio Cabral — numa festança em Paris com Cavendish. Sim, leitor! Garotinho passou da condição de aliado de Cabral (na primeira eleição) a inimigo figadal. Mas isso, obviamente, não cria fotos, fatos ou lhes mudam o sentido. Entre os convivas, vocês verão, está o homem que o governador encarregou de passar um pente fino nos contratos com a… Delta! Leiam texto da VEJA Online. Volto em seguida com mais fotos e um comentário final. 
A amizade entre o governador do Rio, Sérgio Cabral, e o empresário Fernando Cavendish, dono da Delta, não é segredo. Mas as suspeitas de favorecimento à construtora em contratos Brasil afora — e a gorda participação da empresa em projetos com dinheiro público no Rio — criam para Cabral um problemão diante da opinião pública. Inimigo político do governador, o deputado e ex-governador Anthony Garotinho publicou, há pouco, em seu blog, uma sequência de fotos do que seria uma comemoração em Paris, em que aparecem, além de Cabral e Cavendish, o alto escalão do governo estadual. 
O encontro teria ocorrido em julho de 2009. No momento das fotos, comemorava-se o aniversário da primeira-dama, Adriana Anselmo. De lenço na cabeça, aparentemente no meio de uma coreografia, aparecem os secretário de Saúde, Sérgio Côrtes, de Governo, Wilson Carlos e outros animados convivas - todos de terno. A comemoração, informa o blog de Garotinho, se deu no luxuoso hotel Ritz. 
Garotinho promete mais munição contra Cabral - pelo menos no que diz respeito a constrangimento público. Pouco depois do primeiro lote de imagens, o ex-governador publicou foto em que aparecem o secretário de Transportes, Júlio Lopes, abraçado a Cavendish e ao secretário-chefe da Casa Civil, Régis Fichtner - encarregado de investigar se há irregularidades nos contratos com a Delta. Na mesma viagem, parte do grupo assistiu ao show da banda U2 em Paris. 
Sérgio Côrtes, secretário da Saúde, e Wilson Carlos, secretário de governo, fazem papel ridículo em Paris ao lado de Cavendish, aquele já com a fralda (a da camisa) fora da calça.
Voltei.
Garotinho diz que os convivas estão dançando “Na Boquinha da Garrafa” em pleno restaurante Ritz. A informação lhe teria sido passada por quem forneceu as fotos. Pode estar carregando nas tintas para submeter o adversário político ao ridículo. Mas uma coisa é certa: de várias maneiras, ninguém ali está fazendo um papel muito bonito, não é mesmo? O que faz toda a cúpula do governo do Rio em Paris em companhia do dono da Delta? Não se pode dizer que esteja cuidando de assuntos de estado. Sérgio Côrtes, por exemplo, secretário da Saúde, não está combatendo a dengue, não está contribuindo para melhorar o péssimo serviço dispensado à população do Rio, nada disso… Só está se comportando de modo infantil, ridículo e deslumbrado. 
Quem pagou a festança? Foi Cavendish que arcou com os custos da farra, o que seria lamentável — porque não existe jantar de graça, não é?, muito menos no Ritz — ou foi mesmo o dinheiro público?
Dá pra entender os esforços feitos pelos petistas para não investigar a Delta. E a foto final: 
Júlio Lopes, secretário de Transportes do Rio, Fernando Cavendish e Regis Fichtner na Avenida Champs-Elysées, em Paris. Fichtner faz um pente fino nas obras que a Delta realiza no estado... 
Por Reinaldo Azevedo.
Juntos Somos Fortes!
Juntos Somos Fortes!

SÉRGIO CABRAL, CAVENDISH (DELTA), RÉGIS FICHTNER, JULIO LOPES E WILSON CARLOS EM PARIS

Prezados leitores, as fotos publicadas a seguir foram copiadas do blog do deputado federal Garotinho (PR-RJ). Elas foram inseridas em artigos com denúncias contra integrantes do governo do Rio de Janeiro. Acessem os links e leiam:
1) Exclusivo! Cabral, Cavendish e secretários dançam na “boquinha da garrafa” no Hotel Ritz, em Paris (Link).
2) Exclusivo! Régis Fichtner e Fernando Cavendish confraternizam em Paris (Link). 
3) Exclusivo! Braço-direito de Cabral posa de milionário em Paris (Link).


Juntos Somos Fortes!