JORNALISMO INVESTIGATIVO

JORNALISMO INVESTIGATIVO
Comunique ao organizador qualquer conteúdo impróprio ou ofensivo
Mostrando postagens com marcador Régis Fichtner. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Régis Fichtner. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

ESQUEMA DE PROPINA DA "TURMA DO SÉRGIO CABRAL" PAGAVA 13o E 14o SALÁRIOS

Enquanto isso milhares de cidadãos morrendo por falta dos serviços públicos essenciais.




"Site G1 
Esquema de propina de Cabral pagava 13º e 14º salários, diz delator
Carlos Miranda, apontado pela Operação Lava Jato como gerente da organização criminosa, detalhou valores de pagamentos. Delator estimou em meio bilhão de reais quantia movimentada pela quadrilha, mas foi rebatido por procurador.
Por Carlos Brito, G1 Rio
11/12/2017 15h30 Atualizado há 11 horas 
Apontado pela Operação Lava Jato como gerente do esquema de propinas da organização criminosa comandada pelo ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB), Carlos Miranda detalhou os valores dos pagamentos que ele e os ex-secretários Wilson Carlos e Régis Fichtner recebiam (Fonte)".

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

MPF QUER QUE RÉGIS FICHTNER CONTINUE ATRÁS DAS GRADES

O habeas corpus concedido em favor de Régis Fichtner deve ter sido recebido com alívio pelo ex-governador Sérgio Cabral, mas a alegria poderá durar pouco, considerando que o MPF irá recorrer da decisão.

"Site G1 
(...)
MPF diz que vai recorrer
Em nota, o Ministério Público Federal (MPF) informou que está aguardando tomar ciência formalmente da decisão do Tribunal Regional Federal da 2a Região (TRF2) desta quarta-feira (30) de libertar Fichtner, para entrar com agravo para revertê-la.
"O Núcleo Criminal de Combate à Corrupção (NCCC) do MPF na 2a Região tomou conhecimento pela imprensa de que o habeas corpus em nome de Fichtner foi atendido e vai contestar essa decisão na expectativa de que a 1a Turma do TRF2 siga o entendimento da 7a Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro pela necessidade da prisão preventiva decretada como parte das investigações da Operação C'Est Fini", disse o órgão, no texto (Link)".

segunda-feira, 24 de abril de 2017

EX-SECRETÁROS BELTRAME E RÉGIS FICHTNER NA MIRA DA OPERAÇÃO LAVA-JATO ?



Prezados leitores, se é verdadeira a notícia de que os contratos de compra e de manutenção de viaturas da Polícia Militar estão na mira da Lava-Jato, quem está na mira não é a instituição, mas sim a Secretaria de Segurança Pública.
Não custa lembra que os ex-secretários Beltrame (Beltrame) e Régis Fichtner (Casa Civil) são réus em processo acusados de improbidade administrativa e superfaturamento de contratos exatamente com relação a esses contratos.
O Coronel de Polícia (Reformado) Paúl foi o primeiro a denunciar esses contratos ao Ministério Público.

"O Globo
Blog do Lauro Jardim
LAVA-JATO
Lava-Jato investiga contratos na área de Segurança do Rio
POR GUILHERME AMADO 
23/04/2017 08:27 
A Lava-Jato no Rio está investigando contratos da área de segurança pública no governo Sérgio Cabral. Entre os alvos, a locação de carros de polícia (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

PRISÃO DE CABRAL - EX-SECRETÁRIO RÉGIS FICHTNER TAMBÉM ESTÁ NA MIRA

Prezados leitores, mais um ex-secretário do ex-governador Sérgio Cabral está tendo que dar explicações ao Ministério Público e ao Poder Judiciário.
Régis Fichtner é o alvo.
Nós publicamos parte da reportagem do SBT em dois vídeos.





Juntos Somos Fortes!

domingo, 6 de novembro de 2016

ENFRAQUECIMENTO DO POLICIAMENTO OSTENSIVO - VIATURAS DA PM ENGUIÇADAS


Prezados leitores, nós criticamos com veemência o fim das oficinas existentes nos quartéis da Polícia Militar e a celebração dos contratos casados de compra de viaturas e de terceirização da manutenção dessas viaturas, isso a um preço exorbitante.
Denunciamos os contratos ao Ministério Público.
Hoje existe um processo em andamento no Poder Judiciário, onde ex-secretários estaduais integram a relação de réus por superfaturamento de contratos e improbidade administrativa, sendo que o Ministério Público solicitou que devolvam milhões de reais aos cofres públicos.
A má gestão da economia fluminense fez com que os contratos fossem encerrados.
A Polícia Militar ficou sem as oficinas e sem a empresa que fazia a manutenção.
Os resultados começam a aparecer como informa a jornalista Roberta Trindade.
A nossa opinião é que a situação tende a se agravar, enfraquecendo ainda mais o policiamento ostensivo.
Os políticos gerem mal o nosso dinheiro, mas quem paga a conta é a população.

Juntos Somos Fortes!

domingo, 19 de outubro de 2014

OS PRINCIPAIS MOTIVOS PARA NÃO VOTAR EM PEZÃO



Prezados leitores, a seguir comentamos alguns dos incontáveis motivos para o eleitor fluminense NÃO VOTAR EM PEZÃO:

PRINCIPAIS MOTIVOS PARA NÃO VOTAR EM PEZÃO
Um livro poderia ser escrito facilmente só com os motivos para NÃO VOTAR no atual governador Pezão, mas isso não seria produtivo, assim sendo, preferimos produzir uma apertada síntese e elencar alguns motivos que consideramos os principais para NÃO VOTAR EM PEZÃO.
Devemos salientar, antes de elencar os motivos para NÃO VOTAR EM PEZÃO, que consideramos só existirem três motivos que possam levar alguém a votar em Pezão:
1) Levou algum tipo de vantagem nesses últimos oitos anos na relação com o governo Cabral-Pezão.
2) É desinformado, ou seja, não sabe o que ocorreu no Rio de Janeiro nesses oito anos.
3) É mal informado, nesse caso acredita na parte da imprensa que é parceira do governo ou acredita no contido nas propagandas eleitorais.
Preâmbulo encerrado, apresentamos os principais motivos para NÃO VOTAR EM PEZÃO:

1) VIOLAÇÃO DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO
O governo Cabral-Pezão usou e abusou em violar os direitos e as prerrogativas dos Bombeiros e dos Policiais Militares que lutavam por salários justos e por adequadas condições de trabalho. Culminando por ilegalmente encarcerar Bombeiros e Policiais Militares honestos (só honestos lutam por salários, pois vivem dele, vale lembrar) na Penitenciária Bangu 1.

2) ESCÂNDALOS
Os escândalos povoaram todo o governo Cabral-Pezão.
Só para citar alguns nomes, lembramos o recente escândalo que envolveu o deputado federal Rodrigo Bethlem (PMDB), parceiro de Paes, Cabral e Pezão, mas não podemos esquecer que estão sendo acusados de improbidade administrativa os seguintes homens fortes do governo: Régis Fichtner e Beltrame (esses dois também por superfaturamento de contratos), assim como, Afonso Monerat e Hudson Braga..

3) DESRESPEITO À POPULAÇÃO
Quem não lembra das farras na Europa e da "Turma do Guardanapo"?
A ostentação das festas luxuosas, enquanto a população morria nas filas dos hospitais.
Quem não lembra do cachorro Juquinha do governador Sérgio Cabral passeando no helicóptero oficial do governo do Rio de Janeiro, enquanto a população padeceu nesses oito anos em transportes públicos precários.
Quem não lembra do descaso com as vítimas da Região Serrana e do Morro do Bumba?

4) INCOMPETÊNCIA
A incompetência é a marca registrada do governo Cabral-Pezão.
A dupla teve apoio total do governo federal e da riquíssima prefeitura do Rio de Janeiro.
Nunca antes na história desse país um governo do Rio de Janeiro teve tanto apoio.
Apesar disso o governo não conseguiu superar nem a marca da mediocridade (ficou abixo da média) e o ex-governador saiu do Palácio Guanabara  com o maior índice de rejeição popular da história, não esqueçam.
O "FORA CABRAL" (o que deve ser lido também como "FORA PEZÃO) ganhou as ruas nos protestos e o governador só não foi expulso do Palácio Guanabara porque colocou a PM para reprimir duramente o povo que várias vezes cercou a sede do governo.
O fracasso nos transportes, na educação e na saúde são evidentes, porém foi na área da segurança pública que o fracasso foi maior.
O governo Cabral-Pezão municipalizou a segurança (só atuou na Capital) não "pacificou" nenhuma comunidade e ainda distribui criminosos por todo estado do Rio de Janeiro.
Um completo fiasco,  apesar de ter incorporado mais de 10.000 novos Policiais Militares, de ter o apoio da Força Nacional de Segurança e das Forças Armadas.
Isso sem falar no apoio incondicional de parte da imprensa que noticiou até distribuição de lanches sendo feita em UPP pelo próprio secretário de segurança Beltrame.
A violência está em todos os lugares.
Eis o real legado Cabral-Pezão-Beltrame.

5) COVARDIA
Na ânsia cega de se reelegerem a qualquer custo a dupla Cabral-Pezão jogou nas comunidades carentes jovens Policiais Militares inexperientes e mal formados, em UPPs sem qualquer infraestrutura, jovens que estão sendo mortos e feridos constantemente nos confrontos com os traficantes de drogas.

Prezados leitores, em apertadíssima síntese, enumeramos motivos mais que suficientes para NÃO VOTAR EM PEZÃO.
É hora de expulsar esse grupo da política fluminense, nós temos o dever de fazer isso por nós, pelos nossos filhos e nossos netos.
Viva o Rio de Janeiro!

Juntos Somos Fortes!

sábado, 19 de maio de 2012

NO CASO DA APREENSÃO DE JORNAIS DO PR DO RIO, O QUES E TEM É UM CASO ESCANCARADO DE CENSURA - REINALDO AZEVEDO


REVISTA VEJA: 
Blog do Reinaldo Azevedo. 
19/05/2012 às 5:33 hs.
Não tenho mais dúvida: no caso da apreensão de jornais do PR no Rio, o que se tem é um caso escancarado de censura aplicada pela Justiça Eleitoral. Decisão é inconstitucional.
Escrevi um post às 21h58 desta sexta sobre a apreensão, determinada pela Justiça Eleitoral do Rio, de um jornal do PR do estado, sob o comando do deputado Anthony Garotinho. O material traz as fotos da intrépida trupe cabralina em suas folias parisienses, procura ligar o governador ao escândalo da Delta e tenta envolver, de quebra, o prefeito Eduardo Paes. Afirmei que não conhecia o material, mas que sentia no ar o fedor da censura. Muito bem. Leitores me enviam a reprodução digital do jornal. Se eu tinha alguma dúvida sobre ser ou não censura, ela se dissipou totalmente: É CENSURA!!! E é também lamentável. Parece que juízes eleitorais não se inteiraram da decisão do Supremo a respeito. 
Sim, o material segue o estilo Garotinho: linguagem agressiva, acusações contundentes, contrastes com certo apelo populista… E daí? Foi feito para o seus partidários. Se Cabral e Paes não gostaram, e duvido que tenham gostado, têm as Justiças criminal e cível à sua disposição. O QUE NÃO É POSSÍVEL É A JUSTIÇA ELEITORAL MANDAR RECOLHER O JORNAL SOB O PRETEXTO DE QUE É CAMPANHA ANTECIPADA. Suponho que Garotinho, ora vejam!, está se articulando para tentar impedir que Paes de reeleja neste ano e para impedir que Cabral faça o sucessor em 2014. Assim fazem as oposições, não? É do jogo! 
Se o padrão no Rio ou em qualquer lugar for o empregado pela juíza, quem está no governo ficará lá pelos próximos 200 anos. Afinal, como a campanha não começou, o governador pode, por exemplo, levar o prefeito para inaugurações. Campanha eleitoral antecipada, meritíssima??? Além de aplicar uma censura que considero inconstitucional, a juíza Ana Paula Pontes Cardoso, da 192ª zona eleitoral, está impedindo a oposição de fazer oposição. E isso é um péssimo precedente. 
A Justiça Eleitoral no Brasil não pode ser uma espécie de AI-5 dos direitos fundamentais. Até porque, reitero, ela tem se mostrado impotente para impedir que o governante de turno use o mandato para cuidar da própria reeleição ou da eleição de um aliado. Se há crimes no jornal de Garotinho, que sejam punidos. A Justiça Eleitoral decidir ter a tutela da liberdade de expressão, com recolhimento de jornal, aí não! Até porque o material não toca em eleição. “Ah, mas estão pensando nisso!” Não me digam! Só faltava a oposição estar apostando na vitória da situação…
Reinaldo Azevedo.
Comento:
Concordo na totalidade.
Leiam o jornal do PR (Link).
Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 15 de maio de 2012

BLOG DO GAROTINHO: AS DENÚNCIAS NÃO PARAM.

O deputado federal Garotinho (PR) segue fazendo denúncias no seu blog contra o governo Sérgio Cabral (PMDB). As últimas citam o secretário Régis Fichtner (Leiam), o secretário Sérgio Cortes (Leiam) e o próprio governador (Leiam).
Penso que os órgãos de controle investigarão todas elas, afinal o denunciante é um representante do povo, um deputado federal. Além disso, o próprio governador declarou dias atrás que o seu governo é transparente, portanto, tem interesse em que todos os fatos sejam devidamente esclarecidos.
Investigar é imprescindível.
Juntos Somos Fortes!


sexta-feira, 11 de maio de 2012

GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL (PMDB) DEU EXPLICAÇÕES SOBRE AS VIAGENS.

ESTADO DE MINAS. 
Para Cabral, viagem à Paris melhorou 'imagem do Rio'.
Agência Estado Publicação: 10/05/2012. 19:31 hs. 
Um Sérgio Cabral Filho (PMDB) abatido e de poucas palavras pronunciou-se pessoalmente nesta quinta pela primeira vez sobre a polêmica em torno de suas 37 missões oficiais ao exterior desde que assumiu o governo do Rio em 2007 - até então, se manifestara apenas por notas oficiais. Depois de participar da inauguração da ampliação do Museu Ciência e Vida em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, o governador defendeu suas viagens internacionais, mas não se aprofundou em detalhes sobre quanto gastou na ida a Paris em setembro de 2009, na qual recebeu, em diárias, em valores da época, R$ 6.384,00, de acordo com a Secretaria da Fazenda. A capital francesa foi a cidade mais visitada oficialmente pelo peemedebista - foram cinco viagens em cinco anos. Nova Iorque e Londres vieram em segundo lugar, com quatro visitas cada (Leiam mais).
Comento: 
Excelente notícia.
Eu sempre escrevi que o governador poderia acabar com boa parte das especulações sobre as suas viagens através de uma ação simples: exibir todos os comprovantes de pagamento das despesas de todos os envolvidos nas imagens exibidas. 
Ontem, o governador disse que:  
"Nosso governo é de transparência e eficiência. Está tudo claramente divulgado na transparência fiscal".
Notícia excelente.
Basta agora que os comprovantes sejam apresentados publicamente, sem isso a fala do governador se perderá no tempo sem esclarecer nada.
A exibição dos comprovantes é a única solução.
No tocante à alegada melhoria de imagem do Rio de Janeiro, penso que as imagens exibidas nos vídeos e nas fotos em nada contribuíram para melhorar a imagem dos brasileiros no exterior.
Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 3 de maio de 2012

O ÔNUS DA PROVA - DORA KRAMER

O ESTADO DE SÃO PAULO: 
O ônus da prova.
03 de maio de 2012 | 3h 05. 
Dora Kramer.
Chega a ser inútil a discussão sobre tentativas de "blindagem" ou a conveniência de se chamar o governador Sérgio Cabral Filho à CPI que tratará da triangulação entre crime organizado, políticos e parcerias comerciais público-privadas.
Diante do que se vê desde a última sexta-feira sobre os alegres passatempos do governador na companhia de secretários estaduais, do empreiteiro dono dos maiores contratos de obras no Rio de Janeiro (sem contar os negócios federais e em outros Estados) e respectivas senhoras mundo afora, é óbvio que Sérgio Cabral deve explicações em qualquer foro.
Assim como é evidente a impossibilidade de o PMDB, o governo federal, o PT, a Assembleia Legislativa, a Câmara Municipal ou o santo padroeiro do governador lhe assegurar qualquer tipo de proteção.
O Ministério Público não poderá - ou estará negando suas funções de defensor do interesse da sociedade - ignorar o assunto.
E o governador, seja na CPI ou fora dela, está obrigado a fornecer ao público mais do que as explicações frágeis já apresentadas. Até para se precaver do que certamente ainda vem por aí necessita se municiar de provas de que não foi nem é desonesto.
E o que vem por aí? Não se sabe, mas é de se supor que venha mais. Questão de lógica aliada a informações já em circulação de bastidor: quem passou o farto material fotográfico ao deputado, ex-governador, antigo aliado e hoje adversário de Cabral, Anthony Garotinho, que deflagrou o escândalo em seu blog, deu muito mais.
Nem o informante nem Garotinho escreveriam o capítulo inicial de uma narrativa dessa sem ter pronto o esboço do epílogo. Não entrariam na guerra para deixar o inimigo apenas levemente ferido e pronto para a desforra na primeira oportunidade mais adiante.
Só para início de conversa o governador deve, no mínimo, dirimir uma dúvida criada por sua assessoria.
Cabral, os secretários da Casa Civil, dos Transportes, de Governo e da Saúde estavam em férias quando fotografados e filmados na esbórnia parisiense de setembro de 2009?
A assessoria disse que não. Tratava-se de uma viagem oficial a respeito da qual foi apresentada longa agenda para divulgar o Guia Michelin Rio de Janeiro, fazer reuniões de trabalho para tratar da Olimpíada de 2016 e receber uma comenda.
Portanto, estavam no exercício da representação governamental e não poderiam se dar ao desfrute de farrear. Não apenas pela exigência de modos adequados ao cargo, mas também porque viajaram a expensas do dinheiro público.
Mas, logo em seguida a assessoria informou que os folguedos pertenciam à vida privada do governador. Muito bem: então o que faziam lá os secretários de Estado? E o empreiteiro camarada? Quem pagou aquela conta? Foi com dinheiro vivo ou há a fatura do cartão de crédito para comprovar?
A contradição exposta pela assessoria autoriza a conclusão de que a ação entre amigos seja vista com naturalidade como critério de governo. Algo explícito na fotografia do chefe da Casa Civil abraçado ao dono da construtora Delta, cujos contratos viria depois a auditar por determinação do governador.
Isso falando apenas daquela ocasião em que a turma aparecia fantasiada com guardanapos amarrados à cabeça, numa cena que expõe ao ridículo os personagens e a sociedade que lhes deu com seus votos a oportunidade de ocuparem as posições que ocupam.
As imagens sugerem promiscuidade entre o público e o privado e remetem à necessidade de se buscar detalhes sobre as constantes e inúmeras viagens ao exterior feitas por Sérgio Cabral. Tantas que o vice-governador, Luiz Fernando Pezão, é visto como o governador de fato do Rio.
Começando por contabilizar quantos dias Cabral esteve fora do País, quais viagens eram de trabalho e quais relativas a férias de direito, a apresentação dessas agendas e confrontação de origem do pagamento de despesas.
Por essas e outras, o ônus da prova é do governador.
Juntos Somos Fortes!

DEPUTADO FEDERAL GAROTINHO (PR) FAZ GRAVÍSSIMAS DENÚNCIAS CONTRA O GOVERNO SÉRGIO CABRAL (PMDB) NA CÂMARA DOS DEPUTADOS


Juntos Somos Fortes!

RIO: QUEM PAGOU AS DESPESAS DOS 150 EMPRESÁRIOS QUE VIAJARAM PARA PARIS COM O GOVERNADOR?

Ontem, o jornal O Globo publicou o editorial (Ônus da Prova) que transcrevi nesse espaço (link), tratando da necessidade do governo estadual provar as despesas feitas nas viagens para a Europa.
Hoje, o Globo publica mais um editorial, que alguns podem considerar uma mudança de rumo (página 3):
"OPINIÃO.
AVANÇO DE SINAL.
As cenas em que o governador Sérgio Cabral compartilha a noite europeia com o empresário Fernando Cavendish, da Delta, por enquanto não passam de provas da proximidade entre os dois.
Para que esse relacionamento pessoal entre na pauta da CPI do Cachoeira é necessária alguma prova ou evidência de que a amizade gerou prejuízo ao contribuinte, à sociedade.
Só assim o assunto passará a ser de interesse público".
A confrontação entre os dois editoriais pode levar a conclusão que O Globo colocou o pé no freio, opinião que não compartilho, pois penso que os editoriais se completam. No primeiro O Globo deixa claro que cabe ao governo o ônus da prova, a apresentação de todos os comrprovantes de todas as despesas, isso de todas as viagens publicadas no blog do deputado federal Garotinho. No editorial transcrito nesse artigo, O Globo trata de forma implícita da necessidade imperiosa da instauração de uma investigação, que na opinião do jornal deve anteceder a inclusão do caso na CPI do Cachoeira. Investigação que deve buscar as provas sobre o pagamento de cada despesa. As que foram pagas pelos cofres públicos (verificando a legalidade dos pagamentos) e as que foram pagas pessoalmente pelos envolvidos, verificando se algum dos empresários pagou as despesas do governador, dos secretários e dos seus familiares.
Eis o cerne da questão: a comprovação das despesas.
O Globo de hoje coloca mais um ingrediente nessa fritura (página 9 - Um Investidor em Paris), quando trata da participação nos fatos de outro integrante das viagens, o empresário Georges Saldala, um dos que colocaram o guardanapo na cabeça.
"Sadala disse que esteve em Paris (2009), com outros 150 empresários, convidado pelo governo do Rio, para dois eventos oficiais: a cerimônia de entrega da medalha de honra da Legião D'Honneur , concedida pelo Senado francês ao governador, e o lançamento do Guia Michelin Rio de Janeiro".
O sentido da palavra convidado deve ser esclarecido lato sensu.
Será que os cofres públicos pagaram as despesas de viagem de 150 empresários, para eventos de tão pouca relevância para o povo fluminense?
Penso que não.
Quero acreditar que não.
Apesar da minha boa vontade, só existe uma forma de me convencer: apresentando todos os comprovantes de todas despesas.
Enquanto o governo Sérgio Cabral (PMDB) não apresentá-los, eu quero que seja instaurada uma investigação sobre o fato, pois robustos indícios não faltam. Se a investigação vai ser feita por meio de um inquérito policial, um inquérito civil público, na CPMI do Cachoeira ou em uma CPI instaurada na ALERJ, pouco importa.
Investigar é imprescindível.
Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 1 de maio de 2012

RIO: O ÔNUS DA PROVA CABE AO GOVERNO SÉRGIO CABRAL.

O GLOBO - OPINIÃO:
Ônus da Prova.
Por inevitável, a falta de cuidados do governador Sérgio Cabral no relacionamento com o maior prestador de serviço de obras públicas ao estado, Fernando Cavendish, serve de munição na luta político-partidária regional.
Mas não adianta o Palácio Guanabara se achar vítima de "manipulações". O registro fotográfico de folguedos parisienses de Cabral, alguns secretários e até um conselheiro do TCE, Aloysio Neves, na companhia de Cavendish, é irrefutável. Que o Palácio e o TCE provem que despesas dos servidores públicas não foram pagas pelo empresário.
Comento:
O editorial reforça o que tenho escrito. A saída é simples para o governo Sérgio Cabral, basta apresentar os comprovantes das despesas. Comprovada as despesas pagas por cada um, ficará apenas o ônus da ostentação. Sem a comprovação, uma investigação deverá ser instaurada.
Juntos Somos Fortes!

PMDB TENTA EVITAR CONVOCAÇÃO DE CABRAL NA CPI DO CACHOEIRA.

O GLOBO:
PMDB tenta evitar convocação de Cabral na CPI do Cachoeira.
BRASÍLIA - Tranquilos até poucos dias atrás com o tiroteio entre PT e oposição, que mantinha o PMDB distante do alvo central da CPI do caso Cachoeira, integrantes da cúpula do partido começaram a se mobilizar no fim de semana para tentar blindar o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), e evitar que seja aprovada sua convocação para depor logo no início dos trabalhos. Dirigentes peemedebistas não escondiam nesta segunda-feira o desconforto e a preocupação com a superexposição das relações de Cabral com o dono da Delta, Fernando Cavendish, em fotos divulgadas pelo ex-governador e deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ) (Leiam mais).
Juntos Somos Fortes!

QUANDO FALTAVA UM CÓDIGO DE ÉTICA A CABRAL - RICARDO NOBLAT.

O GLOBO:
Quando faltava um código de ética a Cabral.
Gente: menos rigor com Sérgio Cabral, governador do Rio. Menos!
Somente em 2011 ele teve a feliz idéia de encomendar um código de ética para orientar sua conduta.
Não havia código quando ele voou em jatinho de Eike Batista. Nem quando dançou agachado à porta de um hotel em Paris junto com Fernando Cavendish, dono da empreiteira Delta e seu amigo.
A viagem a Paris em 2009 foi uma festa.
O ex-governador Garotinho publicou em seu blog fotografias de Cabral e Cavendish (fotos acima); de Cavendish dançando abraçado com os secretários Wilson Carlos (Governo) e Sérgio Côrtes (Saúde); e de Cavendish ao lado dos sorridentes secretários Júlio Lopes (Transporte) e Régis Fichtner (Casa Civil).
A Delta foi beneficiada pelo governo Cabral com obras avaliadas em R$1,49 bilhão. Pasmem: o governo desconhece o número exato de contratos celebrados com ela.
Parte dos contratos foi dada à Delta sem que ela precisasse disputar licitações. A Delta tem obras em todos os Estados – mas em nenhum se deu tão bem como no Rio.
Na semana passada, Cavendish afastou-se da presidência da Delta depois de descoberta a ligação da empresa com o bicheiro Carlinhos Cachoeira, preso desde o início de março último, acusado de formação de quadrilha e de patrocínio de jogos ilegais. Cachoeira é suspeito de ser sócio oculto da Delta.
Datam do mesmo ano da milionária viagem a Paris com Cabral declarações gravadas de Cavendish onde ele diz o que pensa sobre os políticos durante conversa com diretores da Delta e da empresa Sygma.
“Se eu botar 30 milhões na mão de um político, eu sou convidado pra coisa pra caralho. Pode ter certeza disso”, diz. E segue:
- Estou sendo muito sincero com vocês: seis milhões aqui, eu ia ser convidado (para tocar obras). "Ô, senador fulano de tal, se convidar, eu boto o dinheiro na tua mão".
Cavendish deixa claro que não é qualquer um que receberá propina dele. “Eu não me interesso pela arraia-miúda. Nenhum interesse por arraia-miúda.” Cabral é arraia grande.
De volta a 2009. Como Cabral poderia supor que desrespeitava a ética com a viagem a Paris se não dispunha de um código que estabelecesse os limites de ação de um homem público?
Sem um código, convenhamos, o que é aético para você pode não ser para mim – e vice e versa. Concorda?
Digitei “ética” no Google. Fiz isso no último sábado. Sabe quantas páginas me foram oferecidas? Em números redondos, 57 milhões.
Digitei “código de ética”. Havia quase 17 milhões de páginas disponíveis.
Quer dizer: trata-se de um assunto complexo, sujeito a interpretações que variam de acordo com o tempo (época) e o espaço (lugar).
Antes da confecção do código, Cabral só contava com a própria intuição para guiá-lo.
Digamos que tivesse lido este trecho: “Ética é um conjunto de valores morais e princípios que norteiam a conduta humana na sociedade. Serve para que haja um equilíbrio e bom funcionamento social, possibilitando que ninguém saia prejudicado”.
Talvez se perguntasse: “O bom funcionamento social esteve ameaçado nas vezes que viajei com Cavendish ou telefonei para Eike pedindo seu jato emprestado?”
Em certa ocasião, o jato ficou uma semana com ele e a família. Foi às Bahamas, voltou a Manaus, foi às Bahamas, voltou ao Rio, foi às Bahamas e finalmente voltou ao Rio.
Cabral é inteligente e esperto, mas um tanto descuidado.
Não deve ter identificado nenhum conflito de interesses em governar um Estado que favorece negócios de Cavendish e de Eike e ao mesmo tempo ser passageiro contumaz do jato de um e par constante do outro.
Mas depois do código, isso é passado, acredite. Ou não é?
O código, por exemplo, exalta a transparência.
O Jornal Nacional quis saber como Cabral e a sua turma haviam chegado a Paris há três anos. E quem pagou as despesas.
A resposta foi o silêncio envergonhado.
Sabe de uma coisa?
Dever de casa para Cabral até o fim do seu mandato: ler todo dia uma página do código, recomeçando depois que acabar de ler a última.
Ricardo Noblat.
Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 30 de abril de 2012

GAROTINHO E O ESTRAGO NA IMAGEM DO GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL E DO GOVERNO DO RIO - REINALDO AZEVEDO

REVISTA VEJA:
Blog do Reinaldo Azevedo.
Garotinho e o estrago na imagem de Sérgio Cabral  e do governo do Rio (Link)
( ... )
Voltei
O conjunto da obra suscita várias questões. Garotinho não chega a ser exatamente uma figura, serei bem genérico, acima de qualquer polêmica, não é mesmo? Ninguém teria dúvida em acusar que está usando as imagens que provam a perniciosa intimidade entre Sérgio Cabral e Fernando Cavendish de olho nas eleições deste 2012, de 2014, 2016, 2018… Está, em suma, fazendo política. Ou terá ele, agora, como costumo brincar nesses casos, virado professor de Educação Moral e Cívica e referência de ética na política?
Mas se pergunta igualmente: foi ele que produziu as imagens? Acho que não! Foi ele que “armou” para Cavendish, Cabral e a cúpula do governo fluminense se entregarem ao “desregramento sistemático dos sentidos” — para citar o poeta francês Rimbaud em homenagem às folias parisienses da turma? Também não!
Mais curioso ainda: PRATICAMENTE TODAS AS FOTOS SÃO POSADAS. Os vídeos que vieram a público foram feitos por alguém que estava à mesa. Tudo teria sido enviado por e-mail a pessoas de confiança e depois vazado? Duvido! Há fotos bestas, sem importância. Há vídeos até bobocas. Não evidenciam crime em si, claro! Só a escandalosa intimidade e a falta de fronteiras entre o público e o privado. Cabral disse que pagou a farra com  o seu próprio dinheiro. O seu salário de governador faz milagres. Permite-lhe ter casa em recanto de alguns milionários e se divertir a valer em Paris.
Garotinho, está claro, quer queimar Sérgio Cabral politicamente. Ok. Isso é sabido. O material, no entanto, deveria ser amoitado ou ignorado? Acho que não! A pessoa que fornece essas preciosidades a Garotinho estaria interessada apenas em proteger os cofres do Estado do Rio de Janeiro? Huuummm… Tenho razões para duvidar, não? Se estava lá… Mas, se estava lá e agora divulga essas imagens incômodas, por que o faz? Terá tido interesses contrariados? Rompeu com a turma? Vai saber…
Esses aspectos e indagações têm a sua relevância no conjunto da obra. Mas se deve ignorar o que está à vista de todos por isso? A qualidade da “fonte” muda a importância da informação?
Por Reinaldo Azevedo.
Juntos Somos Fortes! 

QUEM TRAIU CABRAL? - RICARDO NOBLAT.

O GLOBO:
BLOG DO NOBLAT.
Quem traiu Cabral? 
Perguntinha que não quer calar: Quem traiu o governador Sérgio Cabral, do Rio, entregando a Garotinho, seu notório desafeto, fotografias e vídeos de viagens de Cabral ao exterior na companhia de Fernando Cavendish, dono da empreiteira Delta, e os mais poderosos secretários do governo?
Fotografias e vídeos só podem ter sido produzidos por algum membro da comitiva de Cabral. A essa altura, não é possível que Cabral ainda esteja à procura de uma resposta para a pergunta sobre quem o traiu.
Comento:
Como a versão oficial apresentada no RJ TV deu conta que os vídeos e as fotos estavam no computador da esposa de Fernando Cavendish, falecida recentemente, tudo indica que o computador foi invadido por um haker ou alguém com acesso a ele copiou as imagens e encaminhou.
Juntos Somos Fortes!

O GOVERNO DO RIO E AS VIAGENS PARA A EUROPA: EXPLICAÇÕES

O RJ TV da Rede Globo noticiou minutos atrás que algumas das viagens de integrantes do governo Sérgio Cabral (PMDB) para a Europa, as quais estão sendo alvos de denúncias por parte do deputado federal Garotinho (PR), fizeram parte da agenda pessoal do governador e dos secretários, sendo as despesas pagas por eles. Segundo o noticiado, não existiriam mais os comprovantes, em face de já terem transcorridos três anos. Além disso, o governo lamentaria o fato das imagens terem sido retiradas do computador pessoal da esposa de Fernando Cavendish, que faleceu em um acidente aéreo no estado da Bahia.
Salvo melhor juízo, foi esse o conteúdo da reportagem.
Infelizmente, a falta dos comprovantes das despesas pagas pelo governador e pelos secretários impede que os fatos sejam devidamente esclarecidos, acabando por direcionar para a realização de uma investigação, pois não pode restar qualquer dúvida sobre quem pagou o quê nessas viagens, sob pena de interpretações maliciosas que podem prejudicar mais ainda a imagem das autoridades públicas expostas nas imagens. 
Não tenho dúvida que essas próprias autoridades não só solicitarão a investigação, colocando tudo em pratos limpos, mas facilitarão a obtenção de todos os dados necessários ao esclarecimento dos fatos, sobretudo no que diz respeito à movimentação financeira de cada um.
O caminho para sair da crise é a transparência total, não vejo alternativa, considerando que na situação atual as referidas autoridades estão em zugzwang, uma posição que todo enxadrista tenta evitar (Conheçam).
Juntos Somos Fortes!

A PENITENCIÁRIA BANGU 1, O GOVERNO DO RIO DE JANEIRO E AS VIAGENS PARA A EUROPA.

As fotos e os vídeos publicado originalmente no blog do deputado federal Garotinho (PR) se espalharam por  toda a imprensa do Brasil e estão provocando um desgaste gigantesco na imagem do governo do Rio de Janeiro, isso é um fato consumado. Repito: na imagem do governo e não apenas na imagem do governador, pois alguns secretários estaduais estão também expostos à execração pública.
Apesar da gravidade da situação, sobretudo no concernente às relações do governo com Fernando Cavendish (Delta), penso que ainda existe uma saída para o governo, simples de ser implementada, partindo da premissa de que seja verdadeira a notícia publicada hoje no jornal O Globo, dando conta que o governador teria pago as suas despesas pessoais. Se o governador pagou, todos e todas também devem ter arcado com suas despesas, isso é lógico.
Antes de externar a minha opinião, devo deixar claro que não ando avaliando bem os fatos em termos de legalidade e ilegalidade. Recentemente, eu não avaliei que a legislação poderia ser rasgada contra mim e fui parar em uma cela solitária de 6 metros quadrados, sem vaso sanitário ("boi"), onde permaneci por quinze horas a cada dia de encarceramento.
Eu sou Coronel PM Reformado, me posicionei claramente nesse blog de maneira contrária à greve unificada da segurança pública no Rio de Janeiro, mas acabei preso preventivamente no dia 10 FEV 2012, acusado de incitamento (crime militar) e fui jogado em um dos porões da Penitenciaria Bangu 1, situações que violaram o ordenamento jurídico, as quais nunca poderia imaginar que acontecessem comigo.
Faço questão de fazer esse esclarecimento, antes de dar minhas sugestões, pois no Rio de Janeiro vivemos tempos de "legalidade relativa" ou "ilegalidade relativa", como preferirem. O legal pode ser ignorado e o ilegal ficar impune.
Penso que a saída seja simples. Como as viagens ocorreram em 2009, todos os comprovantes ainda existem, pelo menos tendo como base os cinco anos de guarda que são aconselhados em termos fiscais. Basta a exibição desses comprovantes, isso por parte de todos e de todas que aparecem nas imagens. O governador e esposa, Cavendish e noiva, o secretário Sérgio Cortes e esposa, o secretário Régis Fichtner, o secretário Wilson Carlos, Júlio Lopes e os outros.
Transparência, eis a saída.
Comprovar as importâncias levadas para as viagens e os saques feitos nos locais, caso isso tenha ocorrido.
Comprovar quem pagou as viagens, as estadias, as refeições, etc?
O processo oficial (balancete) das despesas oficiais também existe e poderá ser confrontado com as despesas pagas pelos viajantes, esclarecendo se ocorreu ou não o uso ilegal do dinheiro público.
Penso que tudo seja muito fácil de ser comprovado.
Superada a fase (obrigatória) da prestação de contas para o povo do Rio de Janeiro, permanecerá apenas a ostentação dos viajantes, o que não causará maiores danos na imagem do governo fluminense.
Salvo melhor juízo, deixando do jeito que está, o estrago atingirá a tentativa de reeleição de Eduardo Paes (PMDB), isso é fácil de concluir.
Transparência, eis a saída.
Isso vale para também para o conteúdo das próximas denúncias que o deputado federal Garotinho postar em seu blog, como tem prometido.
Por derradeiro, vale lembrar que um sapato que custa 10 mil reiais, equivale a mais de 8 salários mensais de um Soldado da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.
Juntos Somos Fortes!