JORNALISMO INVESTIGATIVO

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segunda-feira, 24 de março de 2014

SEGURANÇA: SERÁ QUE CONTINUAM OS ABUSOS CONTRA OS RECRUTAS DA POLÍCIA MILITAR?



"SITE 247 
A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Alerj, presidida por Marcelo Freixo, recebeu diversas denúncias de abusos cometidos por oficiais contra recrutas da Polícia Militar. 
"A polícia precisa respeitar os direitos de seus trabalhadores, os recrutas precisam receber treinamento adequado, que os preparem para defender a cidadania e a democracia. É fundamental que haja democracia dentro da polícia", criticou Freixo em seu blog. Em novembro de 2013 o recruta Paulo Aparecido de Lima faleceu após treinamento abusivo (Leiam mais)".

Juntos Somos Fortes!

O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO: O CERCO ESTÁ SE FECHANDO

Prezados leitores, o promotor Senise voltou a declarar que existe a possibilidade de suborno na escalação do jogador Héverton.


Juntos Somos Fortes!

O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO: FLAMENGO PROCESSARÁ FELIPE ANDREOLI



Prezados leitores, hoje recebemos o seguinte comentário:

"Anônimo
24 de março de 2014 13:29
Olá, coronel, boa tarde!
O presidente do Flamengo está sendo entrevistado neste momento no programa 'Donos da Bola', (Band - Rio). Ele acaba de citar a entrevista em que o humorista Felipe Andreoli fala sobre a suposta armação entre Portuguesa e Flamengo. Ele disse que o rapaz foi irresponsável ao fazer tal afirmação, tentou argumentar sobre a escalação do seu jogador, e, finalizou dizendo que vai entrar com processo contra ele!
A entrevista foi na Band - Rio, no programa do José Carlos Araújo, o Garotinho. Infelizmente não tive como gravar. Mas isso foi agora há pouco, em torno de 13:15/13:20 h. O programa vai de 13:00 às 14:00, de segunda a sexta.
Saudações Tricolores".

Alguém ouviu essa entrevista?

Juntos Somos Fortes!

GOVERNO CABRAL PODERÁ PERDER COMANDO DA SEGURANÇA PÚBLICA NO ESTADO



Prezados leitores, após o novo pedido de socorro ao governo federal feito pelo governador Sérgio Cabral (PMDB), em face da incapacidade gestora da área de segurança pública, pensamos ser muito interessante a leitura do artigo que transcrevemos a seguir:

"O ESTADÃO
Forças Armadas no Rio será 1ª ação federal após manual
23 de março de 2014 | 17h 09
WILSON TOSTA - Agência Estado 
A intervenção das Forças Armadas na segurança pública do Rio, pedida pelo governador Sérgio Cabral à presidente Dilma Rousseff, será a primeira ação militar do gênero desenvolvida depois da edição do novo — e polêmico — Manual de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) do Ministério da Defesa. Editado no fim de 2013 para normatizar e dar base legal à atuação da Marinha, Exército e Aeronáutica como Polícias, o manual de GLO foi duramente criticado porque a redação indicava que movimentos sociais poderiam ser considerados "forças oponentes". Mesmo negando que visasse à repressão de atos públicos durante a Copa do Mundo de 2014 e ressaltando que as Forças Armadas ficariam apenas como Reserva Estratégica, a ser acionada apenas se houvesse perda de controle da segurança por parte das Forças Policiais convencionais, o Ministério da Defesa recuou. 
Depois que o jornal O Estado de S. Paulo publicou reportagem sobre o texto da Portaria Normativa 3.461 /MD, de 19 de dezembro, que oficializava o texto, o ministro Celso Amorim anunciou que o manual mudaria, o que ocorreu em 31 de janeiro, com a Portaria 186/MD. Apesar das mudanças de palavras e da eliminação de expressões incômodas para ativistas — sumiram as "forças oponentes", que incluíam "organizações criminosas, quadrilhas de traficantes de drogas, contrabandistas de armas e munições, grupos armados", além de "movimentos e organizações" e outras — o texto manteve o caráter original de Militarização da Segurança. 
Ele prevê que, após pedido do governador, o presidente poderá determinar o emprego das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem. "Após a decisão presidencial, comunicada ao ministro da Defesa, a este incumbirá, assessorado pelo Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), emitir a Diretriz Ministerial (DM) para ativação dos Comandos Operacionais e a designação dos respectivos Comandantes", diz o texto. 
A DM deverá conter : 
"a) os objetivos estratégicos; 
b) as diretrizes estratégicas; 
c) as relações de comando; e
d) outras condicionantes a serem consideradas no planejamento." 
Poderão ser ainda emitidas pelo ministro Diretrizes Complementares. 
"Com base na DM, o Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (CEMCFA) deverá emitir as Instruções para o Emprego das Forças Armadas (IEFA) para orientar as atividades de planejamento e emprego a serem desenvolvidas pelo EMCFA, pelos Comandos das Forças Singulares (FS) e pelos Comandos Operacionais a serem ativados",continua o manual.
De acordo com o manual,x"o emprego das Forças Armadas em Op GLO tem por objetivo a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio em situações de esgotamento dos instrumentos a isso previstos no art. 144 da Constituição ou em outras em que se presuma ser possível a perturbação da ordem". 
Nessa hipótese,"caberá à autoridade competente, mediante ato formal, transferir o controle operacional dos órgãos de segurança pública (OSP) necessários ao desenvolvimento das ações, para a autoridade encarregada das operações. Esta deverá constituir, sob seu controle operacional, um Centro de Coordenação de Operações (CCOp), composto por representantes dos órgãos públicos e/ou outros órgãos e agências, nos níveis federal, estadual e municipal, bem como empresas e ONG." 
Sob comando do encarregado da operação pelo governo federal, o CCOp, afirma o texto, será constituído nos moldes de um Estado-Maior Militar, com as seções de Pessoal, Inteligência/Contrainteligência, Operações, Logística, Assuntos Civis, Comunicação Social, Comunicações (incluindo Guerra Eletrônica e Defesa Cibernética), Assuntos Jurídicos e outras julgadas pertinentes à missão. 
O texto prevê ainda que, para registro das ações da Tropa, dar transparência às ações, e resguardar os executantes de "eventuais distorções informativas, deverá haver uma equipe de filmagem e fotografia composta por pessoal especializado". Também é assegurado, no curso das Op GLO, "direito ao livre-exercício da imprensa, excetuadas circunstâncias em que houver manifesto risco à incolumidade física dos profissionais da mídia ou da própria Op GLO". 

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domingo, 23 de março de 2014

CASO CLÁUDIA FERREIRA: O PERIGO DA PROVA TESTEMUNHAL



Prezados leitores, nós demonstramos várias vezes nesse espaço a preocupação que deve existir com relação às provas testemunhais, diante dos inúmeros fatores que podem influenciar um depoimento. O investigador que se basear apenas nelas estará sempre muito próximo de não chegar até a verdade dos fatos.
Em artigo recente destacamos que um dos Policiais Militares acusado de participação no homicídio da juíza Patrícia Acioli, mais uma vez, declarou em juízo que foi coagido por Policiais Civis para prestar depoimento incriminando outros Policiais Militares.
Verdade ou mentira, apenas uma investigação poderá determinar.
Se for mentira, não altera as condenações que já ocorreram e as que ainda ocorrerão. Todavia, se for verdade, muda completamente o quadro e o poder judiciário pode estar condenando inocentes, caso não existam outras provas que confirmem a participação dos Policiais Militares.
Como sempre afirmamos quando escrevemos sobre esse caso, nós não conhecemos os autos do processo, nem do inquérito policial, portanto, a referida denúncia já pode ter sido esclarecida, só não teve publicidade em razão da imprensa não ter divulgado da investigação.
No caso do homicídio da senhora Cláudia Ferreira, volta e meia, familiares e vizinhos se apresentam como testemunhas dos fatos, apresentando as suas versões para os fatos.
A seguir apresentaremos dois desses testemunhos divulgados pela imprensa para demonstrar como é perigosa a prova testemunhal.
1) Dia 18 de março de 2014 - Filha.
"(...) Os policiais militares que arrastaram uma mulher baleada pelas ruas do Rio de Janeiro acharam que ela era uma criminosa e estavam rindo antes de colocá-la dentro da viatura, conforme relatou Thaís Lima, filha de Cláudia Ferreira da Silva, em entrevista ao Bom Dia Rio. Segundo Thaís, sua mãe ainda estava consciente e respirava quando foi colocada no carro, mas falava frases desconexas e tinha muitos ferimentos (Link)". 
 2) Dia 23 de março de 2014 - Vizinha. 
"(...) Após os tiros, a vizinha da servente voltou correndo para casa com medo. Dez minutos depois, ela saiu novamente e viu que Cláudia ainda estava lá. “Ela já estava morta. Fiquei apavorada e chamei os moradores. Trinta minutos depois, os mesmos policiais voltaram na maior calma”, explica a testemunha (Link)".
Diante dos dois testemunhos, a senhora Cláudia Ferreira estava morta ou estava viva quando os Policiais Militares a conduziram na viatura?
Obviamente, a contradição nos depoimentos não isenta qualquer responsabilidade de quem efetuou os disparos que provocaram a tragédia, mas deve ser esclarecida para que se possa avaliar corretamente o comportamento dos Policiais Militares que socorreram.
Infelizmente, muitos acusados são condenados por provas testemunhais, o que explica os muitos erros judiciais que ocorrem no Brasil.

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REVISTA VEJA: BELTRAME NÃO SABE INVESTIGAR. VOCÊ CONCORDA?

Prezados leitores, vocês concordam?

"REVISTA VEJA
sexta-feira, 21 de março de 2014
12:52 \ Brasil

Beltrame: dificuldade em investigar

Crise na segurança do Rio 1 
A crise na segurança pública do Rio de Janeiro escancara a dificuldade de relação do secretário de Segurança José Mariano Beltrame com a Policia Civil. O Ministério Publico detectou que caiu sensivelmente o número de investigações policiais no estado nos últimos anos – a grande maioria dos inquéritos serve apenas para tratar de flagrantes. 
A sensação no MP é que a UPP ocupou as favelas com sucesso, mas depois não deu o segundo passo para prender os traficantes. Ou seja, o problema da segurança no Rio não tem a ver apenas com a ausência de investimentos sociais nas favelas, tese propagada pelo próprio Beltrame em entrevistas. 
Por Lauro Jardim"

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RIO: SEGURANÇA PÚBLICA SEM LEGENDA...



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OS ATAQUES ÀS UPPs: OS TRAFICANTES QUEREM VOLTAR?



Prezados leitores, a Revista Veja publicou na edição dessa semana a matéria que ilustra esse artigo com o título: "Eles querem voltar".
A Veja toma para si a opinião pública e sentencia:
"Com toda a polícia carioca de prontidão, cristalizou-se entre a população uma conclusão dolorosa mas inescapável: os traficantes tentam tomar a força o controle das favelas e a polícia está tendo dificuldade para contê-los".
Não sabemos em qual pesquisa de opinião a Veja se baseou para tal afirmação, nos parece que a revista tenta impor as suas conclusões.
Embora não aborde na matéria, a Veja está considerando os traficantes do Rio de Janeiro seres desprovidos de qualquer capacidade de analisar a realidade dos fatos, ao concluir que eles querem retomar com o uso da força os territórios que antes dominavam completamente e que atualmente dividem com as Unidades de Polícia Pacificadora.
Você concorda?
Nós descartamos por completo a primeira parte da conclusão da Veja:
"Os traficantes tentam tomar a força o controle das favelas".
Isso é impossível de ocorrer e qualquer tentativa efetiva de realizar essa ideia suicida será duramente reprimida pelos Policiais Militares. Os traficantes não teriam a menor chance.
Apesar dessa realidade, temos que concordar em alguns aspectos com a segunda parte da conclusão da revista:
"A polícia está tendo dificuldade para contê-los".
Isso é um fato, a Polícia Militar e a Polícia Civil estão tendo enorme dificuldade para evitar e reprimir, inclusive através das investigações, os ataques que tem sido feitos contra os Policiais Militares que trabalham nas UPPs e contra o patrimônio público (viaturas e bases).
As dificuldades da Polícia Civil na investigação dos crimes não são novidade, mas as dificuldades da Polícia Militar parecem injustificáveis, afinal nas UPPs temos cerca de 10.000 PMs, o efetivo de vinte batalhões e elas estão inseridas nas áreas de policiamento dos batalhões operacionais, os quais constantemente empregam seus efetivos no socorro aos Policiais Militares das UPPs. 
Isso significa que não falta efetivo para defender as bases e evitar os ataques, mas os ataques continuam acontecendo, ferindo e matando Policiais Militares. 
Como explicar?
Arriscamos e respondemos que a causa é o fato de ter faltado o correto planejamento por parte do governo Sérgio Cabral no desenvolvimento do projeto de implantação das UPPs, como denunciamos em centenas de artigos, desde 2009.
O governo Cabral criou as facilidades para que os traficantes pudessem desenvolver essas ações típicas de guerrilha e que, salvo melhor juízo, estão longe de ser uma estratégia de retomada através do confronto armado.
São ações feitas por grupos pequenos que visam inquietar, impondo mortes e danos. uma tática típica de grupos terroristas. Táticas que foram usadas pelos operadores da denominada "luta armada" no Brasil, citando um exemplo nacional.
Na época os terroristas sabiam que não tinham condições de "comunizar" o Brasil através do confronto armado e inquietavam o governo através de atos terroristas.
Em apertada síntese, podemos concluir que os nossos traficantes estão demonstrando que aprenderam essas táticas com os nossos terroristas.
Os traficantes sabem que não tem condições de retomar nada que o governo queira manter. Não são letrados como alguns dos nossos "terroristas", mas não são imbecis. Sabem que não podem vencer, mas sabem que podem causar baixas na Polícia Militar e com isso desacreditar o governo.
Nesse cenário onde qualquer estrategista concluiria que o momento é de reforçar o que se conquistou e de prender os traficantes que ainda transitam por essas comunidades "pacificadas", uma ação que inexplicavelmente não estava ocorrendo, tendo optado o governo por uma política de convivência. O governo resolve ampliar o projeto, implantando novas UPPs idênticas as primeiras, ou seja, sem Policiais Militares experientes, com jovens Policiais Militares sem o treinamento adequado e com uma precária infra-estrutura.
Sem achar o caminho, cego pelo interesse político, o governo vai em busca da solução mais fácil e pede socorro ao governo federal, mais uma vez.
Politicamente, o pedido é uma saída excelente para o governo Cabral, pois coloca o governo federal dentro do problema, tendo em vista que não existe qualquer possibilidade do governo Dilma Rousseff dizer não, sob pena de ser responsabilizado pelos problemas futuros.
A estratégia política foi operacionalizada com todos os requintes para jogar o problema no colo da presidente, pois uma ajuda que poderia ser solicitada por telefone, foi feita com toda pompa e circunstância com o deslocamento de uma comitiva liderada por Cabral para Brasília e com enorme cobertura da imprensa. Pronto, o problema agora também é da presidente e do PT, não podemos esquecer.
De volta ao Rio de Janeiro, a presença das Forças Armadas, sem dúvida, aumentará a sensação de segurança nas UPPs e diminuirá a possibilidade dos ataques "terroristas", mas isso não seria necessário se o governo fizesse do planejamento uma prática rotineira, apartando-se do terrível "interesse político", um péssimo conselheiro.
Por derradeiro, os nossos "terroristas" sabem que não podem retomar os territórios ocupados pela Polícia Militar com as UPPs, porém infelizmente conhecem a fragilidade do projeto e sabem que podem produzir danos e mortes com ações "terroristas".
Urge que o governo Cabral aprenda a planejar, pois nós estamos cansados de enterrar heróis, covardemente assassinados pelos nossos "terroristas do século XXI", uma nova geração.

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CASO PATRÍCIA ACIOLI E CASO AMARILDO: O QUE FOI APURADO NOS IPMs?



Prezados leitores, comentaremos um detalhe sobre dois casos que tiveram uma repercussão gigante e que envolvem Policiais Militares na condição de acusados. O primeiro, o assassinato da juíza Patrícia Acioli e o segundo, o desaparecimento do pedreiro Amarildo.
Os dois casos estão em fase de julgamento com base nas investigações desenvolvidas pela Polícia Civil, sendo que no caso da juíza Patrícia Acioli já ocorreram condenações de Policiais Militares.
Nos dois casos Policiais Militares estão acautelados em presídios de segurança máxima, isso em clara desconformidade com os direitos e as prerrogativas dos militares estaduais, mas isso nós já abordamos várias vezes, não é novidade e a nossa voz ecoa no vazio, pois nenhum órgão de imprensa questiona esse posicionamento do poder judiciário. Aliás, a imprensa também não questionou violação idêntica feita pelo governo Sérgio Cabral, quando fomos (Policiais e Bombeiros Militares) jogados nas solitárias de Bangu 1, sendo que no nosso caso não houve ordem judicial para tal ilegalidade, a ordem foi do governador.
O objetivo desse artigo é focar em um detalhe, lembrar que a Polícia Militar também investigou esses dois casos, instaurando Inquéritos Policiais Militares (IPMs) e não nos recordamos da imprensa ter divulgado os resultados das investigações.
Será que os resultados foram idênticos?
Será que existe divergência nos resultados?
Isso só saberemos quando ocorrer a divulgação.
Só nos resta aguardar que a Polícia Militar publique as soluções e que a imprensa divulgue.

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sábado, 22 de março de 2014

SEGURANÇA: GRAÇAS A DEUS, A PRESIDENTE DILMA FRACASSOU...



Prezados leitores, há quatro anos, no período eleitoral, a então candidata Dilma Rousseff queria implantar em todo Brasil o modelo de segurança pública do Rio de Janeiro.
Graças a Deus, ela fracassou...


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CASO CLÁUDIA FERREIRA: TESTEMUNHA INCRIMINA POLICIAIS MILITARES




Prezados leitores, preliminarmente, reafirmamos o que comentamos em artigo postado nessa data sobre o cuidado que o investigador deve ter com relação às provas testemunhais.
O RJ TV 1a Edição exibiu minutos atrás uma matéria na qual uma testemunha afirma que os Policiais Militares que socorreram a senhora Cláudia Ferreira teriam efetuado disparos contra ela, versão que contraria a apresentada pelos Policiais Militares que participaram da operação que teve o trágico resultado.
Nós solicitamos que prestem atenção na pergunta feita pela repórter, pois ela não é transcrita, como ocorre com as respostas da testemunha.
Como a repórter não é especializada em investigação criminal, ela faz um questionamento que induz a resposta:
- Os policiais que atiraram foram os mesmos que prestaram socorro?
Um policial encarregado por essa investigação jamais faria a pergunta d
essa forma.
Assistam a reportagem e opinem (Link).

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CASO CLÁUDIA FERREIRA: VIÚVO RECLAMA DE SÉRGIO CABRAL E DE BELTRAME



Prezados leitores, o viúvo da senhora Cláudia Ferreira reclamou do governador Sérgio Cabral e do secretário de segurança Beltrame durante entrevista para o Jornal Nacional da Rede Globo.
Assistam o vídeo (40 segundos) da reportagem (Link).

Foto: Bruno Gonzalez / Agência O Globo 

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O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO - ENQUETE ENCERRADA - RESULTADO



Prezados leitores, enquete encerrada, eis o resultado:

- O Flamengo soube que escalou André Santos irregularmente ao longo do jogo com o Cruzeiro?
SIM = 88%.
NÃO = 12%. 

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CASO CLÁUDIA FERREIRA: SURGE UMA TESTEMUNHA A FAVOR DOS PMs



Prezados leitores, o investigador experiente sabe que a prova testemunhal deve ser vista sempre com muita cautela, devendo ser corroborada por provas técnicas sempre que possível.
Hoje o jornal O Dia trás uma matéria na qual uma testemunha isentaria os Policiais Militares de responsabilidade pela abertura da porta traseira da viatura, o que provocou a queda e o arrastamento da senhora Cláudia Ferreira.
Vale lembrar que antes foi noticiado que um exame pericial não tinha detectado qualquer problema na tranca da referida porta.
Os dois dados se complementam, isso é fato.
Investigar é juntar cada parte para refazer o todo, vamos aguardas as novas partes que irão surgindo.
"JORNAL O DIA
22/03/2014 00:21:26
Motoqueiro isenta PMs e diz que viu menor abrir caçamba
Testemunha é de Itaguaí e afirma que foi até a Congonha recuperar sua moto roubada
Rio - Uma testemunha que prestou depoimento quinta-feira na 29ª DP (Madureira) contou que viu um adolescente abrir a fechadura da caçamba da viatura que “socorreu” a auxiliar de serviços gerais Cláudia da Silva Ferreira, de 38 anos. Vítima de um tiro que atravessou seu coração durante suposto confronto entre PMs e traficantes, no Morro da Congonha, em Madureira, a mulher caiu da caçamba do carro e foi arrastada por 350 metros. 
Em depoimento ao qual O DIA teve acesso, essa testemunha, um homem que mora em Itaguaí, disse que foi à comunidade sozinho no último domingo para resgatar sua moto, que fora roubada. Ele falou que chegou pouco antes do tiroteio e ficou em uma padaria. Em seguida, ele teria visto moradores seguindo a viatura que entrou na comunidade e, apesar do clima tenso e não ser morador, foi ver o que acontecia (Leiam mais)".

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RIO: MAIS UM POLICIAL MILITAR ASSASSINADO EM SERVIÇO




Prezados leitores, os Policiais Militares continuam sendo as maiores vítimas da desastrosa gestão da segurança pública no estado do Rio de Janeiro.

"JORNAL O DIA
22/03/2014 04:03:09 - Atualizada às 22/03/2014 04:05:03
PM é morto em perseguição a suspeitos em Magalhães Bastos
Sargento do 14º BPM (Bangu) foi atingido no tórax. Segundo colegas, disparo foi feito por traficantes da Favela Curral das Éguas 
MARCELLO VICTOR
Rio - O sargento Maurício Pedro da Silva, de 44 anos, do 14º BPM (Bangu), morreu após ser baleado durante uma perseguição em Magalhães Bastos, na Zona Oeste, na madrugada deste sábado. 
De acordo com o batalhão, a equipe do Grupamento de Ações Táticas (GAT) desconfiou de dois suspeitos em uma moto e perseguiu o veículo pela Estrada General Canrobert da Costa. Na altura da Rua Pinto da Fonseca, acesso à Favela Curral das Éguas, traficantes dispararam contra a viatura. O PM foi baleado no tórax. 
Socorrido no Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo, ele não resistiu ao ferimento. A dupla de suspeitos conseguiu fugir. PMs fazem buscas na comunidade e na região para tentar capturar os criminosos. 
O caso está sendo registrado na 33ª DP (Realengo).
(Fonte). 

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