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sexta-feira, 2 de junho de 2017

RIO - AUMENTO DA VIOLÊNCIA - NÚMERO DE POLICIAIS MILITARES NAS RUAS PODERÁ SER CADA VEZ MENOR



Prezados leitores, nós condenamos desde 2009  a falta de planejamento na implantação das Unidades de Polícia Pacificadora.
Alertamos sobre os graves problemas que o projeto fracassado acarretaria na gestão do efetivo da instituição.
Hoje o jornal O Dia publica matéria que trata exatamente da falta de efetivo nas ruas, um fato que favorece o aumento da violência no Rio de Janeiro.

"Jornal O Dia
Informe: Contingente atual de PMs no estado é inferior ao de 2014 
Como o governo não poderá fazer concurso público tão cedo, a tendência é uma presença cada vez menor de policiais nas ruas 
01/06/2017 11:11:28 - ATUALIZADA ÀS 01/06/2017 17:21:25 
PAULO CAPPELLI 
Rio - A Polícia Militar tem hoje 1.841 homens a menos que em janeiro do ano passado. Uma queda abrupta se comparada à variação de efetivo dos últimos três anos. Em 2014, o contingente era de 45.903 policiais; em 2015, de 46.723; e em 2016, de 47.270. Ou seja: o contingente atual, de 45.429 homens, é inferior ao que o estado apresentava em 2014. Este é um dos motivos para o aumento da insegurança. 
Na média de 2014 a 2016, 1.275 agentes se aposentaram por ano, 115 morreram e 127 deixaram a corporação por indisciplina ou voluntariamente. Como o governo não poderá fazer concurso público tão cedo, a tendência é uma presença cada vez menor de policiais nas ruas. 
Números 
Só neste ano, 314 PMs passaram para a reserva e 66 morreram — dos quais 13 estavam em serviço e 53, ou 80%, estavam de folga. O último concurso para ingresso de soldados na PM foi em 2014, quando foram aprovados cerca de 6 mil inscritos, dos quais apenas 1.175 foram convocados (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

3 comentários:

  1. Ainda dá tempo para contornar este quadro deficitário. Primeiro, alguém OM aquilo roxo precisa cortar os laços da PMERJ com Sérgio Cabral. Depois, extinguir a panaceia CPP e as UPP, classificando o efetivo nos BPMs. Em seguida, resgatar aquela tropa de quase três mil homens "lotados" na DGP (funcionários de juízes, promotores, Defensores, prefeitos e outros reis), devolvendo -os à corporação para a qual prestaram concurso público (PM deve trabalhar na PM, nas ruas). Tambem é preciso colocar os oficiais para comandar a tropa in loco. Finalmente, extinguir um monte de cabide de emprego que são unidades que não servem para nada e distribuir no policiamento ostensivo. Viu? Teremos ruas mais seguras do que diz a matéria.
    QUEM TEM CORAGEM DE CONTRARIAR CANALHAS?

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  2. E os 4 mil aprovados de 2014 só esperando a incorporação

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  3. Faço minhas todas as palavras do comentário do anônimo acima!

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