JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

IMPERDÍVEL! DEPOIMENTO DO CORONEL EB MOÉZIA NA COMISSÃO DA VERDADE

Prezados leitores, publicamos o vídeo contendo o depoimento do Coronel EB Moézia na Comissão da Verdade:


 


Juntos Somos Fortes!

sábado, 14 de dezembro de 2013

REVISTA SOCIEDADE MILITAR - ARTIGOS




EMAIL RECEBIDO: 
Bom dia, apresentamos a V.Sª o resumo dos principais artigos da semana. Esses “news” é enviado aos colaboradores cadastrados e amigos indicados por estes. O site contém notícias e artigos relacionados aos militares, segurança pública, política e geopolítica e etc. 

1) General dá longo depoimento na Comissão da Verdade. Ele diz: “Eu não vou dizer nem pro Papa”. Transcrição. A CNV “é uma farsa, que carece de legitimidade e de credibilidade” Essa semana o site Revista Sociedade Militar teve acesso a um dos mais significativos depoimentos sobre a época em que os militares tiveram que intervir para impedir que o comunismo fosse imposto em nosso país. É claro que...[Mais

2) Militares causaram a morte de Juscelino Kubitschek, com um tiro na cabeça de seu motorista, a 80 km por hora! Uma das “evidências” apontadas para atribuir a morte de JK às forças armadas é um suposto buraco no crânio do motorista do presidente. Ha uma declaração de que o orifício foi avistado, mas não Adicionar novo comentário[Mais

3) Mudando o passado! Esquerdistas brasileiros invadem a Wikipédia e (re)escrevem a história do seu jeito. Modificações sutís, mas estratégicas, são suficientes para mudar a cabeça de nossos jovens...LULA fez uma convocação nesse sentido, ele pediu que a militância envolva amigos e família, ocupando as redes sociais e militando na internet... (Mais

4) Manifestantes que apoiam Regime Militar se aglomeram em frente ao Fórum onde USTRA iria depor como réu. A sociedade está acordando! O Coronel Brilhante Ustra e delegados que atuaram na repressão aos esquerdistas que desejavam impor o regime comunista no Brasil, a despeito da lei de anistia, foram levados ao banco dos réus sob acusação de sequestro. Veja a reportagem de O Estado de São Paulo. No primeiro processo do Brasil em que... [Mais

5) CHINA – A estratégia do ‘Going abroad’ - CHINA – A estratégia do ‘Going abroad’ - A“nova” política chinesa de investimento em recursos energéticos no exterior. Paulo Duarte é doutorando em Relações Internacionais no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade... [Mais

6) Pior do que o CRACK, pior do que a Heroína. Krokodil a droga mais mortífera da atualidade. Ha cinco anos já havia cerca de um milhão de viciados na Rússia. Já foram registrados casos em Missouri, nos EUA (setembro de 2013) e mais recentemente (novembro de 2013) em Ontário, no Canadá.Policiais dos EUA estão de sobreaviso e atentos...[Mais
 Att. Robson – Editor de Revista Sociedade Militar.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

COMISSÃO DA VERDADE AFRONTA FORÇAS ARMADAS



Prezados leitores, eu teria muito o que escrever sobre essa notícia, mas confesso que prefiro resumir em uma frase tudo o que eu penso sobre essa iniciativa da Comissão da Verdade do Rio, ação que foge inteiramente às suas atribuições, violenta a história e afronta as Forças Armadas:
- Estão esticando demais o elástico, ele vai arrebentar.

"TERRA NOTÍCIA 
EDUCAÇÃO 
09 de Dezembro de 2013. 
Escola muda de nome a pedido da Comissão da Verdade do Rio 
A Escola Estadual de Ensino Fundamental Presidente Costa e Silva, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, região metropolitana do Rio de Janeiro, irá mudar de nome. 
A pedido da Comissão Estadual da Verdade, o colégio passará a se chamar, a partir de amanhã, Senador Abdias de Nascimento. 
O anúncio foi feito nesta segunda-feira pelo presidente da comissão, Wadih Damous. Segundo Damous, enquanto o nome Costa e Silva lembra um presidente da ditadura, a homenagem a Nascimento presta homenagem a um nome importante do movimento negro brasileiro. Nascido no interior de São Paulo em 1914, Abdias foi deputado federal de 1983 a 1987, e senador da República de 1997 a 1999. Ele também colaborou para a criação do Movimento Negro unificado. 
A Comissão da Verdade foi criada para esclarecer abusos cometidos durante a ditadura militar que vigorou no País de 1964 até 1985 e tem até maio de 2014 para apresentar suas conclusões".

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 17 de maio de 2012

A COMISSÃO DA VERDADE, OS POLICIAIS MILITARES E OS BOMBEIROS MILITARES DO RIO DE JANEIRO

(A Ditadura de Terno e Gravata)

A polêmica Comissão da Verdade foi instalada ontem com toda pompa e circunstância pela presidente Dilma Rousseff. Só o tempo dirá se a sua criação foi um acerto ou um erro. Ela tem o olhar voltado para o passado (1946-1988), o que impede que nós, Policiais Militares e Bombeiros Militares do Rio de Janeiro, possamos denunciar à referida comissão as represálias ilegais praticadas pelo governo Sérgio Cabral (PMDB) em nosso desfavor, algumas próprias de um regime de exceção, como o ilegal encarceramento em Bangu 1 e a nossa incomunicabilidade por três dias, quando nem nossos advogados puderam estar conosco. Atos próprios de uma ditadura, ninguém duvida.
Certamente, nós não precisaremos esperar que uma "Comissão da Verdade" seja instalada no Rio de Janeiro, afinal denunciamos as ilegalidades a diversos órgãos, os quais com certeza cumprirão os seus deveres, como estão fazendo a Comissão de Direitos Humanos da ALERJ e a Ouvidoria do Ministério Público, únicos órgãos que estão avançando na investigação das denúncias, isso até a presente data.
É hora de cada um cumprir o seu dever, doa a quem doer.
Eu publicarei nesse espaço democrático as providências dos órgãos que receberam as denúncias e os resultados alcançados.
Juntos Somos Fortes!

sábado, 12 de maio de 2012

LEI DO SILÊNCIO - GENERAL EB ROMULO BINI PEREIRA

O ESTADO DE SÃO PAULO: 
Lei do silêncio. 
Romulo Bini Pereira -General de Exército.
Em 1979, após muitos debates em amplos segmentos de nossa sociedade, a Lei da Anistia foi aprovada e promulgada no País. Ela veio pôr um ponto final no ciclo de beligerância que se instalou na vida brasileira e criou um pacto de reciprocidade para a reconstrução democrática no Brasil.
Nestes anos de sua vigência, as Forças Armadas cumpriram um papel impecável. Voltaram-se para suas missões constitucionais, sem a mínima interferência no processo político que aqui se desenvolvia. Mantiveram-se em silêncio, acompanhando os fatos políticos, alguns bastante perturbadores, sem nenhuma atitude que pudesse ser analisada como intervenção no processo democrático.
Adotaram uma verdadeira lei do silêncio. Um ajuste entre seus chefes, em busca da concórdia e do entendimento.
No corrente ano, entretanto, dois fatos vieram de encontro à atitude das Forças Armadas. O primeiro foi a criação da Comissão da Verdade. De modo unânime, militares da ativa e da reserva consideraram tal comissão um passo efetivo para atos de revanchismo. Os seus defensores - alguns deles membros da alta esfera governamental e do Poder Judiciário - já falam em rever a Lei da Anistia, mesmo após o Supremo Tribunal Federal ter confirmado a sua validade.
No escopo de se obter a verdade, essa comissão, para ser imparcial, deveria estudar e analisar não só o ideário político-ideológico, mas também os métodos de atuação de quem optou pela luta armada em todo o mundo. Que pesquise os manuais das organizações internacionais para constatar a semelhança dos objetivos e métodos das inúmeras e variadas organizações nacionais, inclusive o Manual do Guerrilheiro Urbano, de Carlos Marighella, a cartilha do terrorismo brasileiro. Os diversos delitos cometidos - assassinatos, atentados, roubos e sequestros - também tiveram, tal como as citadas internacionais, um objetivo único, ou seja, a "derrubada do governo central e a instauração de uma ditadura do proletariado", e não uma democracia, como apregoam seus defensores. Com tal comissão só existirá uma verdade unilateral.
O segundo fato se refere aos incidentes ocorridos na sede do Clube Militar, no Rio de Janeiro, tão chocantes e tão esclarecedores para todos os militares. Chocantes porque velhos soldados, ilustres chefes, instrutores, professores e outros de carreira e vida exemplares foram insultados e agredidos por uma turba de radicais com atitudes e impropérios usados pelos grupos extremistas das décadas de 60 e 70. E esclarecedores porquanto demonstraram que o ódio ideológico e o fanatismo estão novamente presentes em nosso país. Tanto que disse um dos seus líderes: "Somos marxistas radicais". Seu ideário, seus métodos de atuação e seus ídolos são os mesmos das organizações extremistas do passado. Fazem uso até mesmo de ações de intimidação radicais, como o "escracho", de modo idêntico aos trotskistas e aos nazistas nas décadas de 20 e 30. Segundo seus integrantes, suas ações visam a defender a "honra" do nosso país perante a comunidade internacional. Definitivamente, não são aptos para tal defesa. A continuar dessa forma, a citada turba poderá vir a ser um celeiro para novos Araguaias.
Esses dois fatos atingiram frontalmente os objetivos da Lei da Anistia. A concórdia e o entendimento foram atitudes adotadas somente pelas Forças Armadas. Em oposição, um segmento sectário e minoritário demonstrou intransigência e intolerância totalitária para com os militares.
Eles não assumiram seus atos e erros. Talvez para criar uma nova História, na qual seus integrantes sejam os grandes heróis. Talvez para justificar as ações de seus líderes no emprego de jovens em aventuras quixotescas de tomada do poder pela via armada, ou, então, a legitimação das 20 mil indenizações pagas por seus ideais revolucionários.
Não será possível mais aceitar que os "anos de chumbo", expressão de origem italiana tão decantada por esses segmentos minoritários, sejam debitados somente aos atos das nossas Forças Armadas. Na Itália não houve anistia e terroristas estiveram presos por muitos anos. O caso Cesare Battisti, de rumorosa repercussão mundial, exemplifica o desiderato do governo italiano em punir os que optaram pela luta armada. As organizações extremistas brasileiras estavam sossegadas na selva do Araguaia ou nos aparelhos urbanos, algumas nos conventos dominicanos. E assistiram a tudo pacificamente, com uma única exceção: as vítimas de sua autoria, algumas assassinadas barbaramente e outras justiçadas covardemente. Que regime teria sido imposto ao nosso país caso vingasse o ideário radical dessa minoria?
Neste contexto, a palavra dos chefes militares está se fazendo necessária e será um contraponto a possíveis atitudes e ações deletérias, como as agressões no Clube Militar. O que nós, militares, defendemos não é indisciplina ou qualquer conluio, nem quebra dos princípios democráticos. Uma palavra que não signifique um "mea culpa" ou um pedido de perdão. Estivemos, no período da guerra fria, em combate bipolarizado, no qual os extremistas foram banidos em todo o mundo em razão de seu objetivo totalitário e único: a ditadura do proletariado. Correremos riscos, mas eles são inerentes ao processo democrático e à nossa profissão.
Não se admite mais este silêncio reinante. Nas redes virtuais, pela simples leitura de manifestos e artigos oriundos da reserva de nossas Forças Singulares se percebe que estamos num ponto crítico. A nossa autoestima está em visível declínio, agravada por outros fatores, entre eles os baixos salários de nossos subordinados. Dissensões poderão surgir, pois a reserva expressa em muito o pensamento dos soldados da ativa. Possíveis perturbações ou rupturas em nossas Forças trarão repercussões indesejáveis para o nosso país. Não é possível mais calar. A lei do silêncio deve ser quebrada!  
Juntos Somos Fortes!