JORNALISMO INVESTIGATIVO

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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

OLIMPÍADA - TRAGÉDIAS ERAM PREVISÍVEIS - PRIMEIRAS VÍTIMAS DA FORÇA NACIONAL



Prezados leitores, nós temos que identificar quem foi o responsável (ou responsáveis) pela apresentação da cidade do Rio de Janeiro como candidata para a realização dos jogos olímpicos desse ano.
O responsável deve ir para o banco dos réus.
Há anos é de domínio público que a violência está totalmente fora de controle no estado do Rio de Janeiro, como a imprensa comprova todo dia.
Na época da indicação a cidade já era conflagrada.
O responsável pela indicação conhecia tal verdade, como também tinha conhecimento que a realização dos jogos nunca foi uma prioridade para o povo brasileiro, que sofre sem saúde pública, sem segurança pública e sem educação pública de boa qualidade.
Portanto, gastar um centavo de dinheiro público em uma Olimpíada era (é) inadmissível.



Quem indicou o Rio de Janeiro deve ser responsabilizado por tudo de ruim que acontecer durante a Olimpíada e a Paraolimpíada.
Quem indicou?
O ex-presidente Lula da Silva?
O ex-governador Sérgio Cabral?
O autor desse ato contra o povo brasileiro deve ser responsabilizado.
Atos de violência têm ocorrido contra turistas, atletas, jornalistas e autoridades, como era de se esperar.
Hoje uma equipe da Força Nacional de Segurança foi atacada por traficante.
O site G1 noticia uma morte, mas outros sites informam que o militar está gravemente ferido.
As nossas orações para que o G1 esteja errado. 



"Site G1 
10/08/2016 17h21 - Atualizado em 10/08/2016 17h52
Militares da Força Nacional são atacados a tiros na Maré, Rio
Eles teriam entrado por engano na Vila do João e carro foi baleado.
Ao menos um militar morreu; outros dois ficaram feridos.
Uma equipe da Força Nacional foi atacada a tiros nesta quarta-feira (10) no Conjunto de Favelas da Maré, na Zona Norte do Rio, ao entrar por engano na Vila do João. De acordo com as primeiras informações, um dos militares morreu e outros dois ficaram feridos. 
Entre os três militares baleados, um deles foi atingido na cabeça e socorrido em estado grave no Hospital Salgado Filho. Ele não resistiu ao ferimento e morreu pouco depois de dar entrada na unidade. 
O militar morto foi identificado como o soldado Helio Andrade. A morte foi confirmada pelo comando da Polícia Militar de Roraima, cidade de origem do militar. 
O outro militar ferido foi o capitão Alen Marcos Rodrigues Ferreira. Ele foi atingido de raspão no rosto. 
Em áudio, um dos militares contou que foi socorrido por um taxista. "Um táxi está me dando um apoio, está me levando para o hospital", contou. 
Ainda segundo o militar, homens do Exército foram ao socorro da equipe. Eu fui atingido, o capitão Alen foi atingido, o motorista foi atingido. Tem um outro combatente também, ele tá atingido, ele ficou fora da viatura. A equipe do Exército está lá perto", diz ele (Fonte)." 

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OLIMPÍADA: POR POUCO NÃO ACONTECE UMA TRAGÉDIA



Prezados leitores, nós protestamos nas ruas contra a realização dos jogos olímpicos no Rio de Janeiro desde a apresentação da cidade como candidata.
A nossa fundamentação sempre foi alicerçada basicamente em dois aspectos, existentes naquela época e que permanecem até a presente data:
1) A violência fora de controle. Isso é uma realidade no estado do Rio de Janeiro há muito tempo, portanto, o risco para atletas, turistas e jornalistas é real, sendo uma irresponsabilidade realizar os jogos onde criminosos circulam com fuzis e pistolas por todos os lugares e em qualquer horário
2) O uso do dinheiro público deve obedecer prioridades, o que não é o caso da realização de uam Olimpíada.
Nós continuamos o nosso protesto contra os jogos após a escolha e durante os anos que antecederam a Rio 2016.
Dias antes do início fizemos questão de reunir um pequeno grupo de Coronéis PM para reafirmar a existência dos riscos e para solicitar que a imprensa fizesse uma campanha alertando aos turistas, aos atletas e aos jornalistas sobre os riscos, emitindo um manifesto em português e inglês (Vídeo).
A imprensa ignorou.
Ontem, uma tragédia quase ocorreu.

"Jornal O Dia 
09/08/2016 21:41:45
Ônibus oficial dos Jogos Olímpicos é atingido por tiros em Curicica
Jornalistas, sendo quatro brasileiros e oito estrangeiros, voltavam para o centro de mídia, depois dos jogos de basquete
Estadão Conteúdo
Rio - Um ônibus oficial dos Jogos Olímpicos Rio-2016 que fazia o trajeto entre a Arena da Juventude, em Deodoro, e o Parque Olímpico da Barra foi alvo de tiros de baixo calibre enquanto passava pelo bairro de Curicica, na Zona Oeste do Rio, por volta das 19h45 desta terça-feira. Duas janelas foram atingidas e os estilhaços atingiram e feriram dois jornalistas. 
O fato ocorreu enquanto 12 profissionais de imprensa, sendo quatro brasileiros e oito estrangeiros, faziam o caminho de volta para o MPC, centro de mídia, depois de encerrada a rodada de jogos do basquete feminino. O susto fez que os jornalistas se jogassem no chão e a sensação inicial era de que o ônibus havia sido atingido por balas perdidas. O repórter do Estadão estava ao lado de uma das janelas atingidas. 
Um jornalista da Turquia teve o cotovelo cortado pelos estilhaços. Uma profissional norte-americana da transmissora oficial, provavelmente a de idade mais avançada no grupo, chorava bastante e, assim como o turco, só levantou do chão quando o ônibus pediu ajuda de um veículo da Polícia Militar e parou na pista.
Os policiais não se preocuparam em inspecionar o ônibus e alegaram que o veículo havia sido alvo de pedradas. A tese é improvável, uma vez que ele passava longe das residências, em alta velocidade, e as marcas nos vidros tinham diâmetro muito pequeno. Além disso, os estouros foram seguidos, na mesma altura, primeiro na janela dianteira, depois em uma mais central. Uma bala de calibre alto teria atravessado o ônibus. A polícia logo se afastou do ônibus e permitiu que ele seguisse o percurso até o MPC. 
No caminho, as janelas foram se desmanchando, colocando em risco os jornalistas, uma vez que os estilhaços se espalharam pelo veículo. O veículo ficou pelo menos 10 minutos parado ao lado da estação Outeiro do BRT, mas ninguém ofereceu auxílio. 
Um carro do Exército com pelo menos 7 homens viu tudo de uma distância de não mais do que 50 metros, mas nenhum dos militares se ofereceu para ajudar ou para oferecer segurança aos jornalistas, alguns deles ainda em pânico, chorando. O ônibus seguinte a fazer o trajeto, que saiu cerca de 30 minutos depois da Arena do Futuro, foi escoltado por quatro carros do Exército até a sua chegada no MPC. A secretaria de Segurança Pública disse que não vai comentar o assunto. As assessorias de imprensa Polícia Civil e a Polícia Militar não foram encontradas pela reportagem na noite de ontem (Fonte)". 

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terça-feira, 9 de agosto de 2016

NEW YORK TIMES: CRIMINALIDADE ASSOLA O RIO NO INÍCIO DA OLIMPÍADA





Prezados leitores, o nosso aviso foi ignorado e a solicitação contida no nosso manifesto também.
Nós solicitamos que a imprensa nacional e internacional fizessem uma campanha para alertar aos turistas, atletas e jornalistas que estivessem no Rio de Janeiro sobre os riscos existentes na cidade, decorrentes da violência generalizada.
A campanha não foi implantada.
A imprensa não compareceu à entrevista coletiva para a qual foi convidada, mas boa parte teve acesso ao nosso manifesto que foi lido e gravado em vídeo, sendo encaminhado para órgãos de imprensa e que circula livremente pela internet, portanto, não pode a imprensa alegar desconhecimento.
Deu no NYT:

"UOL notícias
Criminalidade assola o Rio no início da Olimpíada, apesar da força de segurança de 85 mil 
The New York Times
Anna Jean Kaiser e Andrew Jacobs
No Rio
08/08/201614h19 
Se combater batedores de carteira fosse um esporte olímpico, as autoridades brasileiras seriam candidatas à medalha. 
Diante da alta da criminalidade de rua, o governo estadual está empregando no Rio uma força policial de 85 mil, entre os quais 23 mil soldados que montam guarda nos cruzamentos movimentados ou percorrem as ruas em jipes militares, com suas armas apontadas ameaçadoramente para a calçada. 
Em uma das demonstrações mais intrigantes, um navio da Marinha brasileira está patrulhando ao longo da famosa praia de Ipanema da cidade. 
Mesmo assim, a demonstração esmagadora de força não conseguiu reprimir o crime. O chefe de segurança da cerimônia de abertura foi assaltado com uma faca na noite de sexta-feira, enquanto saía do Maracanã; uma bala perdida atingiu a sala de imprensa do Centro de Hipismo no sábado, por pouco não acertando um dirigente esportivo da Nova Zelândia; e na noite de sábado, o ministro da Educação de Portugal foi assaltado enquanto caminhava na direção da Lagoa, local da realização das provas de remo. 
Nos preparativos para a Olimpíada, as autoridades brasileiras se viram diante de uma série de problemas que assustaram alguns visitantes estrangeiros, como o medo da epidemia da zika, a ameaça de ataques terroristas e reportagens pouco lisonjeiras que destacavam as águas poluídas da cidade. 
Mas é o recente aumento da criminalidade de rua que tem mais enervado as autoridades municipais e os moradores, que temem que seu aumento embaraçoso possa arranhar o orgulho e euforia que tomaram conta desde o início dos Jogos na noite de sexta-feira. 
Apesar dos mais recentes incidentes, incluindo um alarme falso de bomba no sábado, perto da linha de chegada de uma prova de ciclismo masculina, a maioria dos visitantes e moradores diz se sentir segura. 
"Este deve ser o lugar mais seguro do Brasil no momento", disse Isabela Carvalho, uma vendedora de sorvete de 46 anos, enquanto policiais militares aceleravam suas motos, com sirenes ligadas. 
Mas a demonstração de força também provocou críticas de ativistas de direitos humanos, que temem que o policiamento excessivamente agressivo possa levar a abusos, especialmente nas favelas. 
Na semana passada, uma operação conjunta da polícia e das forças armadas em uma dessas comunidades, o Complexo do Alemão, terminou com duas pessoas mortas. 
Mesmo assim, muitos cariocas estão mais preocupados com a criminalidade de rua comum, que as autoridades brasileiras prometeram tratar em sua campanha bem-sucedida em 2009 para sediar os Jogos. 
Ocorreram perto de 11 mil roubos de rua em junho, um aumento de 81% em comparação ao mesmo mês no ano passado. Além disso, dizem os especialistas, há o fato de muitos crimes não serem registrados pelas vítimas, que presumem que a polícia fará pouco esforço para solucioná-los. 
Problemas orçamentários também atrapalharam as autoridades enquanto tentavam combater a violência entre os narcotraficantes e a polícia, que aterroriza muitos dos moradores mais pobres da cidade. 
"A tensão é palpável", disse Meg Healy, uma americana de 24 anos que vive no Rio, antes do início dos Jogos. 
Em junho, Healy, uma planejadora urbana, foi assaltada com uma faca; quatro dias depois, um menino que ela disse que parecia ter menos de 7 anos tentou roubar sua bolsa a poucos passos de seu apartamento. 
Outras vítimas recentes de crime incluem Fernando Echavarri, um velejador espanhol medalhista olímpico, e Liesl Tesch, uma velejadora paralímpica australiana, que foi assaltada à mão armada. Poucos dias antes do início dos Jogos, atletas jamaicanos que estavam hospedados perto do aeroporto relataram ter ouvido disparos durante toda a noite. 
As autoridades têm buscado tranquilizar os visitantes, apontando que a força de segurança tem um contingente duas vezes maior do que o usado durante a Olimpíada de Londres de 2012. Elas também lembram que o Rio já sediou com sucesso outros grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo de 2014. 
Os problemas de segurança da cidade foram exacerbados por um severo arrocho orçamentário, que atrapalhou a capacidade do governo de pagar os salários dos policiais. O senso de crise foi ressaltado em junho, quando o governo estadual declarou "calamidade financeira". 
Nas últimas semanas, policiais que disseram que seus salários estão atrasados ou foram apenas parcialmente pagos realizaram uma manifestação no aeroporto internacional do Rio, segurando cartazes para os passageiros que chegavam dizendo, "Bem-vindos ao inferno". 
Fábio Neira, um comissário da polícia civil, disse que os salários atrasados reduzem o moral. "Isso cria enormes dificuldades financeiras para nós, porque você tem que pagar suas contas, eletricidade e aluguel no começo do mês", ele disse em uma entrevista. 
Apesar do governo federal ter fornecido subsequentemente uma ajuda de US$ 850 milhões para as despesas de segurança durante os Jogos, Neira disse que o dinheiro não cobre nem mesmo as horas extras de maio ou junho. 
As condições de trabalho, ele acrescentou, continuam péssimas, notando que algumas delegacias não possuem canetas, papel higiênico ou dinheiro para gasolina. 
Apesar da imprensa brasileira tender a se concentrar nos assaltos de rua ousados ou na violência que ocorre nos bairros mais ricos da cidade, os especialistas dizem que são os moradores pobres do rio que mais sofrem com o aumento da criminalidade. 
A professora Julita Lemgruber, coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Candido Mendes, no Rio, disse que o aumento da criminalidade de rua se deve em parte aos esforços fracassados de melhorar a segurança pública nas favelas da cidade. 
Em 2008, o Estado do Rio de Janeiro deu início a uma iniciativa ambiciosa, a criação de Unidades de Polícia Pacificadora, que foram responsáveis por combater as gangues do narcotráfico que atuavam com impunidade. O programa, que também empregava policiamento comunitário e obras sociais, é citado nos documentos olímpicos como um fator importante para tratar das antigas preocupações de segurança da cidade. 
Atila Roque, o diretor executivo da Anistia Internacional no Brasil, disse que o programa é repleto de abusos e exacerbou as tensões entre a polícia e os moradores, alguns dos quais pediram pelo fim do esforço. 
No ano passado, a polícia foi responsável por 20% dos homicídios na cidade, segundo a Anistia Internacional, que usou dados do Instituto de Segurança Pública estadual. Ocorreram 645 mortes por policiais no ano passado, em comparação a 400 em 2013. O número de pessoas que morreram nas mãos da polícia entre abril e junho deste ano dobrou em relação ao mesmo período no ano passado, segundo dados. 
Os mortos eram em sua maioria homens negros jovens. 
Uma das comunidades mais duramente atingidas pela violência policial é a Maré, uma vasta favela situada entre o aeroporto internacional do Rio e os bairros de renda mais alta de Ipanema e Copacabana. As autoridades há muito lutam para conter a violência provocada pela guerra entre narcotraficantes e milícias. Nos meses que antecederam a Copa do Mundo, o Exército ocupou a comunidade por um ano. 
Eliana Sousa Silva, que foi criada na Maré e é fundadora de um grupo local sem fins lucrativos, disse que as operações policiais se tornaram mais frequentes com a aproximação da Olimpíada. No final do mês passado, os jornalistas que vivem no bairro relataram três dias consecutivos de operações policiais envolvendo troca pesada de tiros. 
"A Olimpíada, a Copa do Mundo e outros megaeventos no Rio costumam ser momentos tensos para os moradores da Maré", ela disse, acrescentando que as operações policiais costumam ser executadas com mão pesada. "O governo precisa assegurar que nada aconteça, para mostrar o Rio ao mundo." 
Neste ano não foi diferente. Alguns dos soldados enviados à cidade foram posicionados nas entradas das favelas. Outros foram posicionados ao longo das vias que formam os chamados corredores de segurança. 
Roque, da Anistia Internacional, disse que se preocupa com os militares atuando com impunidade. 
"O que estamos vendo na segurança pública vai contra todo o princípio dos Jogos Olímpicos, o espírito dos Jogos Olímpicos", ele disse. "Violência não deveria fazer parte dos Jogos." 
Tradutor: George El Khouri Andolfato"

Juntos Somos Fortes!

RIO 2016: A OLIMPÍADA DO ENSAIO E ERRO



Prezados leitores, a Olimpíada do Rio de Janeiro ficará conhecida como os jogos olímpicos do ensaio e erro.
Os organizadores estão aprendendo através desse método.
A Vila Olímpica é uma prova concreta e incontestável.
Entregue aos atletas sem as necessárias condições, os organizadores foram obrigados a contratarem um "exército" para fazer os reparos.
Os erros ocorrem o tempo todo e a corrida para promover os consertos é diária.
Até na área da segurança pública, uma grande preocupação, os erros de ´planejamento ocorreram e os efetivos tiveram que ser aumentados, enfraquecendo o policiamento ostensivo em municípios onde os jogos não estão ocorrendo.
As filas gigantescas para o ingresso nas arenas.
A falta de alimentação nos locais de jogos. 
Os buracos na quadra de handebol.
Os erros são incontáveis.
É a materialização do processo do ensaio e erro.
É o jeitinho brasileiro a todo vapor.
É mais uma comprovação do erro gigantesco que foi sediar uma Olimpíada.
Um erro que só fez bem para os governantes e os empresários.
A parte do povo, como de costume, será pagar a conta.
 

Juntos Somos Fortes!

OLIMPÍADA: QUEM PAGARÁ OS BILHÕES EM EMPRÉSTIMOS CONTRAÍDOS




Prezados leitores, temos tentado entender as finanças (receitas e despesas) com relação aos jogos olímpicos Rio 2016, o que não é tarefa fácil em razão do site oficial não ter a transparência indispensável para possibilitar o entendimento do público, como publicamos em artigo anterior (Leia).
Como não somos de desistir, continuamos a busca.
Encontramos um artigo publicado no site UOL notícias, alguns dias atrás, sobre os empréstimos contraídos pelo Rio de Janeiro para o pagamento de custos relacionados com a Olimpíada.

"28.07.2016 19h48 
Rio ganha aval para empréstimo de R$ 800 mi voltado a obras da Rio-2016 (Fonte). 

No artigo consta: 

"Uma resolução do CMN de 2001 previa que o Rio contraísse financiamentos de até R$ 4,6 bilhões para pagar obras dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos. O limite, contudo, já está comprometido. Com a alteração, ele foi ampliado para R$ 5,4 bilhões". 

Quem pagará esse valor de R$ 5,4 bilhões?

Um valor tão elevado não seria infinitamente mais útil para a população se fosse aplicado na saúde pública?

Ninguém pode esquecer que o governo brasileiro foi voluntário para realizar os jogos e não precisava fazer isso diante das graves necessidades enfrentadas pelo povo brasileiro. 

Nós aceitamos qualquer ajuda dos nossos leitores para que possamos superar as nossas limitações e compreender as finanças da Rio 2016.

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

OLIMPÍADA: MEDALHAS DE OURO E PRATA GANHAS POR MILITARES PARA O BRASIL





Prezados leitores, o Brasil ganhou duas medalhas até o momento.
Uma medalha de prata no tiro e uma medalha de ouro no judô.
A imprensa não está informando devidamente que os dois ganhadores são integrantes das Forças Armadas e isso é um enorme erro.
Nós devemos destacar o apoio das Forças Armadas aos seus atletas para que representem muito bem o país.

Juntos Somos Fortes!

OLIMPÍADA: TRANSPARÊNCIA PREJUDICADA. VALOR DOS CONTRATOS NÃO É INFORMADO



Prezados leitores, a transparência dos contratos da Olimpíada do Rio de Janeiro está prejudicada.
Nós temos buscado os valores gastos nos jogos olímpicos do Rio de Janeiro, mas não tem sido fácil.
O prefeito Eduardo Paes repete repete sempre que os jogos gastaram menos que os realizados em Londres, difícil é confirmar a versão.
Na nossa busca fomos ao site oficial da Olimpíada (Acesse).
No site buscamos os dados sobre os contratos.
O item "transparência" está na parte mais baixa do site no item "sobre os jogos".
Clicando na "transparência" chegamos a uma página com esse título (Acesse).
Nela procuramos "contratos", eles estão no item "finanças", o qual pode ser localizado no topo da página, incluindo também "orçamento".
Em "finanças" clicamos em "contratos".
Onde encontramos "relação de contratos da Rio 2016"  e "relação dos contratos de patrocínio da Rio 2016".
Na busca do nosso objetivo clicamos em download da "relação de contratos da Rio 2016" (Acesse).
Surge a relação que está distribuída em 142 páginas.
Nelas temos os seguintes itens: "número do contrato", "CNPJ", "contratada", "objeto", "assinado em" e "validade".
O valor de cada contrato NÃO consta na relação.
Por quê?
Qual a dificuldade para a inserção dos valores?
Nós voltamos ao item "finanças" e clicamos em "orçamento" (Acesse) na tentativa de encontrar algo sobre os valores dos contratos.
No "orçamento" encontramos a informação que as "receitas" e as "despesas" empataram: R$ 7,4 bilhões e percentuais sobre as receitas e despesas.
Nas "despesas" clicamos no "saiba mais" (Acesse).
Alcançamos o "Com o que se gasta", onde são discriminados os itens onde são gastos os valores, mas NÃO encontramos os valores dos contratos.

Salvo melhor juízo, em termos de gastos, a Olimpíada do Rio 2016, está deixando muito a desejar no item "transparência".

Juntos Somos Fortes! 

OLIMPÍADA PREJUDICA POLICIAMENTO NO RIO DE JANEIRO



Prezados leitores, não precisa ser especialista em segurança pública para concluir que, em tese, os locais onde a segurança pública está sendo reforçada com a presença das Forças Armadas, da Polícia Militar, da Polícia Civil, da Polícia Federal e da Força Nacional de Segurança, deverá ocorrer uma diminuição dos índices de criminalidade; em compensação devemos esperar o efeito contrário nos locais onde o policiamento ostensivo da Polícia Militar está sendo enfraquecido para reforçar a segurança dos jogos olímpicos.
Alguém pensa diferente?
Não podemos esquecer que Coronéis da Polícia Militar alertaram sobre a insegurança na Olimpíada (vídeo).

"Blog Pauta do Dia
Batalhão de São Gonçalo perde 20% do efetivo para as Olimpíadas do Rio 
by roberta trindade 
Em pouco mais de um ano, o 7º BPM (São Gonçalo) perdeu 138 homens. Se no primeiro semestre de 2015 o batalhão gonçalense possuía efetivo de 679 policiais, hoje este número é de 541. Isso representa cerca de 140 homens e mulheres por dia. 
Com esse efetivo que já não é suficiente para cobrir o município, o batalhão de São Gonçalo ainda perdeu pouco mais de 100 policiais para as Olimpíadas do Rio. A frota do 7ºBPM – composta por 30 viaturas – também sofreu baixa (Fonte)." 

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domingo, 7 de agosto de 2016

OLIMPÍADA: TIRO FAZ TOCHA "VOAR" NO RIO DE JANEIRO

leitores, a violência fez com que a comitiva que conduzia a tocha olímpica fugisse em disparaPrezados da no Rio de Janeiro.
O vídeo foi publicado no site Diário do Brasil e tem menos de um minuto (Fonte).
Assistam a correria que ocorreu nas proximidades do Complexo do Chapadão, segundo a fonte.




Juntos Somos Fortes!

OLIMPÍADA: CORONÉIS PM AVISARAM SOBRE A INSEGURANÇA NO RIO DE JANEIRO



Prezados leitores, Coronéis PM avisaram que o Rio de Janeiro não é uma cidade segura para a realização de uma Olimpíada, inclusive citando o risco das balas perdidas no manifesto (. 
A sorte está salvando vidas, eis a verdade. 

"UOL Notícias
Bala perdida é encontrada em sala de imprensa no Centro Olímpico de Hipismo 
Daniel Brito e Pedro Ivo Almeida 
Do UOL, no Rio de Janeiro
Uma bala perdida atingiu a sala de imprensa do Centro Olímpico de Hipismo de em Deodoro na manhã deste sábado (06). A bala foi encontrada por um australiano, que relatou o fato às autoridades. Uma investigação está sendo feita e a segurança foi reforçada na região. 
"Estamos cientes do ocorrido e acompanhamos a investigação das Forças de Segurança. Ninguém foi atingido", declarou o Comitê Rio-2016. O incidente aconteceu por volta da 13h30 deste sábado (Leiam mais)". 

Ontem, um Ministro de Portugal foi assaltado no Rio de Janeiro (Leia).

Juntos Somos Fortes!

sábado, 6 de agosto de 2016

OLIMPÍADA: IMAGENS DA ABERTURA DOS JOGOS

Prezados leitores, algumas imagens do Rio de Janeiro (fotos do G1).

1) Uma síntese correta.


2) Familiar de PM assassinato abraça PM


3) PMs reprimem familiares de PMs assassinados.



Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

OLIMPÍADA: FARRA COM O NOSSO DINHEIRO. MILHÕES GASTOS COM SHOWS

Eduardo Paes e Sérgio Cabral

Prezados leitores, o nosso dinheiro está sendo gasto para fazer a festa de poucos, enquanto a população padece sem segurança, sem saúde e sem educação públicas de boa qualidade.

"Jornal Extra
Os shows e os cachês olímpicos pagos pela Prefeitura do Rio 
Por: Berenice Seara em 05/08/16 10:00 
Os cofres municipais continuam abertos para gastos olímpicos — embora os organizadores dos Jogos adorem dizer que a maior parte dos investimentos tenha saído da iniciativa privada. 
A Prefeitura do Rio vai gastar nada menos que R$ 10,5 milhões com a produção dos shows e os cachês dos artistas que vão se apresentar no Boulevard Olímpico Miécimo da Silva, em Campo Grande, na Zona Oeste. 
As 13 escolas de samba vão levar quase R$ 1 milhão (R$ 936 mil, para ser mais preciso). 
Somados, 14 artistas vão receber R$ 500 mil. 
Mas o principal mesmo vai ser pago à produtora Gael Comunicação: R$ 9,1 milhões. 
Carimbadas 
A turma escolhida para os shows não chega a ser, digamos, uma surpresa. 
O "dez, nota dez!" Jorge Perlingeiro será agraciado com um cachê de R$ 50 mil. 
Velho conhecido dos shows da prefeitura, Diogo Nogueira vai levar R$ 40 mil. 
O grupo Bom Gosto e Mumuzinho vão abocanhar R$ 80 mil (Fonte)."

Juntos Somos Fortes!

OLIMPÍADA: POLICIAIS PROTESTAM ANTES DA ABERTURA DOS JOGOS OLÍMPICOS



Prezados leitores, devemos dar parabéns aos manifestantes.

"Jornal Extra
05/08/16 11:05 Atualizado em 05/08/16 11:43 
Policiais protestam antes da abertura dos Jogos Olímpicos: ‘Welcome to hell’ 
Os policiais civis protestam na manhã desta sexta-feira, na Rua Teixeira Soares, no Maracanã, na Zona Norte do Rio. O grupo se reúne na entrada da Vila Mimosa, perto do Estádio do Maracanã, onde acontecerá a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, na noite desta sexta-feira. 




O cartaz usado pelo grupo traz a mensagem “Bem-vindos ao inferno. Policiais e bombeiros não recebem salário, qualquer um que vier ao Rio de Janeiro não estará seguro”. No local, também estão mulheres e familiares de policiais mortos no Rio de Janeiro, que usam cartazes "Queremos nossos heróis vivos". 




Houve confusão quando policiais do Batalhão de Choque impediram os manifestantes de se aproximarem do Maracanã (Leiam mais)".

Juntos Somos Fortes!

COI: OLIMPÍADA DO RIO DE JANEIRO É UM TESTE DE ESTRESSE




Prezados leitores, o Comitê Olímpico Internacional torce para não se repetir os problemas da Olimpíada do Rio de Janeiro.

"Jornal do Brasil 
04/08 às 17h12 - Atualizada em 04/08 às 18h35
COI diz que Olimpíada no Rio é "teste de estresse"
O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, afirmou nesta quinta-feira (4) que espera que "nunca mais" o movimento olímpico passe por um "teste de estresse como ocorreu no Rio de Janeiro". 
"Se o modelo financeiro passou por esse teste de estresse aqui, isso significa que ele é mais que robusto. A crise no Brasil é talvez a pior da história. É uma crise de estado, social, econômica. Existem desafios na saúde, no meio ambiente. Em todos os lugares que você olha, existe uma crise profunda", afirmou, acrescentando: "Apesar disso tudo, esse comitê e a cidade transformaram a cidade e vão realizar os Jogos. O COI sempre se mostrou solidário. Nem sempre foi fácil e não está sendo fácil agora que falamos." 
Bach concluiu: "Podemos dizer que o modelo financeiro dos Jogos sobreviveu a esse teste de estresse e espero que jamais tenhamos de enfrentar isso de novo no futuro", declarou (Fonte)." 

Juntos Somos Fortes!

OLIMPÍADA: TEM TUDO PARA DAR ERRADO, MAS VAMOS TORCER PARA DAR CERTO



Prezados leitores, nós fomos críticos ácidos da realização dos jogos olímpicos na insegura cidade do Rio de Janeiro.
Nós participamos de atos públicos nas ruas antes da escolha do Rio como sede.
Realizamos atos públicos após a escolha, alertando sobre o fato da cidade ser insegura para a população, quanto mais para visitantes, solicitando a mudança da sede.
Ao longo desses anos que antecederam a abertura que ocorrerá nesta sexta-feira, fizemos severas críticas nesse espaço democrático.
Por derradeiro, no dia 29 de julho de 2016, ao lado de outros Coronéis PM, participamos de um painel onde recomendamos que a imprensa nacional e estrangeira fizesse uma campanha para esclarecer atletas e turistas sobre os riscos que estão correndo enquanto estiverem na cidade, algo que o governo não está fazendo (vídeo apenas com a leitura do manifesto).
Lembramos que a intenção era realizar uma entrevista coletiva, mas apesar de convidados pelas redes sociais, nenhum representante da imprensa quis ouvir sobre a insegurança nos jogos, o que nos fez realizar um painel (vídeo completo do evento).
Apesar de todas as nossas ações contrárias à realização do evento, queremos que não se repitam os problemas que já ocorreram antes dos jogos com atletas e com turistas, desejando que tudo passe a dar certo, sonho que não será fácil de ser concretizado.
A verdade é que os governantes fizeram tudo para dar errado, mas vamos torcer para dar certo.

Juntos Somos Fortes!