JORNALISMO INVESTIGATIVO

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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

A VERGONHA NA POLÍTICA: LULA E ROSEANA SARNEY. VOCÊ LEMBRA?

Políticos como Lula e Roseana desmoralizam o país.
Você lembra?

 

 Juntos Somos Fortes!

CABRAL FOI ELEITO COM APOIO DE GAROTINHO E SÓ APOIOU LULA APÓS INTERVENÇÃO DE CRIVELLA

Crivella, Lula e Cabral
Imagem: pensologohesito

Eu nunca votei no Lula, no Crivella ou no Cabral.
Nunca votarei neles, muito menos em seus candidatos, motivos não me faltam.
O que li no resumo contido no ex-blog do Cesar Maia apenas reafirmou minhas convicções.
Quem não lembra das duas versões que Lula apresentou para o Bolsa Família, uma como candidato e outra como presidente?


Essa turma não merece o voto de ninguém.

EX-BLOG DO CESAR MAIA 
CRIVELLA DIZ QUE FOI ELE QUE TIROU CABRAL DA OPOSIÇÃO E O ENTREGOU A LULA!
(Entrevista do Senador/Ministro Marcello Crivella ao O DIA, 24) 
1. O eleitor do Rio de Janeiro que acompanha a vida política mais de perto deve se lembrar que essa construção da aliança passou pelo Crivella. É bom lembrar o seguinte: o governador Sérgio Cabral, quando senador — e nós nos elegemos juntos — foi um senador de oposição. Ele votava radicalmente contra o (ex-presidente) Lula. Não era esporadicamente. Ele votava radicalmente contra o Lula. Votava tudo contra o Lula. O partido não era contra o Lula, mas ele era. Pessoalmente. Junto com o Mão Santa. Eram dois senadores do PMDB que votaram tudo contra o Lula, quatro anos de votação contra o Lula. 
2. E veio disputar eleição aqui no Rio de Janeiro apoiado pelo (ex) governador Anthony Garotinho (PR), cuja esposa era governadora. O governador Cabral, se foi eleito governador do Rio de Janeiro, deve muito ao apoio na época do Garotinho. O Garotinho, vamos dizer assim, foi o maior eleitor do Cabral, junto com sua esposa, Rosinha. Agora, não foi uma vitória de primeiro turno. Foi uma vitória de segundo turno. A eleição no primeiro turno acabou com ele em primeiro; a Denise Frossard em segundo; e eu em terceiro. 
3. E quando ele buscou meu apoio eu condicionei a uma aliança com o Lula porque ele queria apoiar o (Geraldo) Alckmin (PSDB), que tinha subido muito nas pesquisas e chegou ao segundo turno crescendo enquanto o Lula caía. Havia muitas pessoas que achavam que o presidente não ia se reeleger. Então, a primeira vez que o governador Cabral foi à casa do Lula, ao Palácio, quem levou fui eu, e foi exatamente por meu apoio que essa aliança se deu. Isso foi bom para o Rio, e eu sabia disso. E eu era candidato para que se fizessem essas alianças.
Juntos Somos Fortes!

EIS A VERDADE INSOFISMÁVEL: O BRASIL AINDA TEM LEIS PARA MANTER OS BLACK BLOCS NA CADEIA - REINALDO AZEVEDO

edilsonalencar.com.br

O vandalismo que invadiu os atos populares realizados no Brasil acabou prestando um enorme serviço para os maus governantes. Eles estavam acuados com a presença do povo nas ruas, o que constitui o maior pesadelo da vida desses senhores e senhoras, mas veio a baderna praticada por grupos e eles puderam retornar ao seu mundo ideal, onde o povo tem vida de gado.
Genericamente, os grupos de vândalos foram identificados como "black blocs", o que acabou dando mais visibilidade, pois criou uma identidade e ganhou a simpatia dos que se colocavam contra as ações policiais no transcursos dos atos.
Os protestos sumiram, o gigante voltou para o seu berço esplêndido, mas as autoridades temem que em 2014, esses grupos mascarados voltem com a corda toda, pois nem o mau governante mais otimista acredita que não teremos protestos antes e durante a realização da Copa do Mundo, assim como, no período eleitoral.
A entrevista publicada na Revista Veja e transcrita pelo jornalista Reinaldo Azevedo do Promotor Marcelo Luiz Barone, contém subsídios para uma análise do problema "black blocs".
REVISTA VEJA
Reinaldo Azevedo
24/11/2013
Ótima a entrevista do promotor Marcelo Luiz Barone a Mariana Zylberkan, da VEJA.com. Coincide com algumas coisas que vocês andaram lendo aqui sobre o black blocs. A mais evidente: o país não dispõe de leis que possa manter esses fascistoides na cadeia — a não ser uma: a Lei de Segurança Nacional, que os governos preferem não usar. Assim, tudo o mais constante, os marginais continuarão a se beneficiar desse vazio legal. E, é evidente, alerta o promotor, a turma pode voltar com tudo, inclusive e muito especialmente durante a Copa do Mundo. Leiam.
Entre junho e julho de 2014, quando o mundo todo acompanhará a Copa do Mundo no Brasil, o país corre o risco de ser palco de novos atos de vandalismo e não há nada que a Justiça possa fazer para prevenir os ataques. Essa é a opinião do promotor de Justiça Criminal Marcelo Luiz Barone, representante do Ministério Público de São Paulo na força-tarefa que investiga os mascarados flagrados em atos de vandalismo. “Os acusados são levados à delegacia, assinam um termo circunstanciado e vão embora. Precisamos de uma legislação mais severa. Tenho muito medo do que pode acontecer durante a Copa do Mundo”, diz Barone. “Hoje, o cara sai da delegacia como herói.”
Dos 153 identificados pela Polícia, 80 foram chamados para prestar esclarecimentos no Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). Segundo Barone, a investigação desmobilizou o protesto marcado nas redes sociais para o dia 15 de novembro. “Quando eles percebem que podem ir para a cadeia, o movimento esfria.”
Leia a entrevista ao site de VEJA.
Por que a depredação praticada pelos black blocs não é punida ? 
O grande problema é a legislação. A maior parte dos crimes cometidos pelos black blocs – depredação, desacato e desobediência à ordem policial e o crime de dano – é punida pela Lei dos Juizados Criminais Especiais (9.099/95), que é a lei da impunidade. Ela já nasceu frouxa por impedir prisões em flagrante. Os acusados são levados à delegacia, assinam um termo circunstanciado e vão embora. Precisamos de uma legislação mais severa. Não existe uma lei que segure a ação dos black blocs e eu tenho muito medo do que pode acontecer durante a Copa do Mundo.
Há alguma outra lei que pode ser aplicada ? 
A única opção que temos é um dos artigos da Lei de Segurança Nacional. Mas, se aplicada, o caso é deslocado para a competência da Justiça Federal e o governo do Estado não quer isso, vai demonstrar ingerência.
Qual é a saída ? 
No inquérito aberto pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), a investigação busca provas para autuar os acusados sob o crime de bando ou quadrilha armada, que também não tem pena eficaz, vai de um a três anos. Se condenados, eles podem pegar a pena mínima, de um ano e meio para primários já contabilizado o agravante pelo uso de armas. Isso tudo nos leva a pensar: será que eles fazem isso tudo e não acontece nada ?
Essa situação se aplica a todos os presos até agora ? 
De todos os que foram presos, o único que teria uma pena mais severa é o rapaz que praticou a tentativa de homicídio contra o coronel da Polícia Militar. Se todos que participaram do espancamento fossem presos, iriam responder por tentativa de homicídio. Foi uma cena típica para ser julgada em júri. Do contrário, temos penas muito brandas. Por isso, não adianta nenhum governo dizer que vai resolver o problema. Os detidos vão ser soltos e voltar para as ruas causar depredações.
Quais são as alternativas que estão sendo estudadas ? 
O Ministério Público irá impor penas restritivas de direito, como a que impede o detido de fazer parte de uma nova manifestação. Se desobedecer, pode ser retirado pelos policiais. Mas, como eles vão para as ruas com o rosto coberto, fica difícil identificar. É realmente uma situação muito difícil.
O que é a tática black bloc ? 
Em um primeiro momento, me pareceu um movimento organizado, mas quando eles foram ouvidos no Deic, não se mostraram tão organizados assim. São jovens indo no embalo do barulho criado na internet, em comportamento parecido com as torcidas de jogo de futebol, que se reúnem em redes sociais para combinar atos de violência e quebra-quebra contra as torcidas adversárias. Quando um deles vai para a cadeia, o movimento dá uma esfriada. Estava marcada para o dia 15 de novembro uma grande manifestação em todo o país. Era para ser o grande dia dos protestos, e não teve nada.
Esse esfriamento é atribuído à investigação ? 
Sim, na véspera, na quinta-feira, muita gente foi chamada para depor no Deic. Eles sentiram que há uma investigação mais aprofundada e recuaram. Mas, infelizmente, a nossa legislação é pífia. Se tivermos uma manifestação de grande porte na Copa, não vamos ter como segurar.
Há como se preparar ? 
O Congresso teria de aprovar uma legislação mais rigorosa em relação aos atos de violência e vandalismo nas manifestações. Quando se fala em ordem, as pessoas confundem com ditadura, mas toda a democracia precisa de ordem para existir.
Por que a legislação brasileira ainda é falha nesse sentido ? 
O Brasil saiu da ditadura para uma legislação muito branda. A Constituição de 1988 assegura todos os direitos para o criminoso, mas para o cidadão de bem, nem tantos. Nós estamos vendo hoje as consequências dessa legislação pífia. A lei de execuções penais foi largada. É fácil de arrumar, mas temos que ser mais coerentes com o que queremos, se quisermos ordem e progresso, algo deve ser feito concretamente nesse sentido.
Quais são os exemplos dessa legislação frouxa ? 
Em vários países, o sujeito é, por exemplo, condenado a prestação de serviços à comunidade para evitar ir para a prisão, se não cumprir, aí sim ele é preso. Aqui no Brasil, o Código Penal permite que um traficante de drogas seja condenado a prestação de serviços à comunidade. Ele não cumpre e nem vai para a cadeia por causa disso. Isso sem falar nos crimes cometidos por menores, como eu vou mandar internar qualquer menor infrator se o juiz não interna nem o que comete latrocínio ? O juiz alega não ter vaga, outro é mais liberal e defende que a internação vai torná-lo ainda mais delinquente. A verdade é que o sistema está errado.
Os black blocs perceberam isso ? 
Sim. Se tivesse tido uma repressão imediata, eles teriam parado. Se o sujeito que depredasse fosse para a delegacia e imediatamente preso, no dia seguinte, não tinha mais vandalismo nas manifestações. A falta de poder intimidativo da pena leva a esse tipo de abuso. Aí vem a ala do Direito que diz que prender não recupera ninguém, isso pode ser verdade no sistema prisional brasileiro, mas seria diferente se tivéssemos um sistema carcerário sério. A pena privativa de liberdade ainda é a mais eficaz que temos, ainda não inventaram uma melhor. Se não segregar o bandido da sociedade, ele vai continuar a cometer crimes. Não adianta falar para ele: ‘olha não faça mais isso, seja bonzinho, isso não existe em nenhum país do mundo’. Claro, precisamos ter melhores condições de saúde e educação no país para dar mais oportunidades aos cidadãos, mas antes temos que diminuir esses índices de violência.
Quando os black blocs viraram caso de polícia ?
O caso mais grave foi o espancamento do Coronel. Apesar de que já é caso de polícia quando há depredação. Mas quando um coronel é agredido, já estamos falando de um crime com pena pesada, de 12 a 30 anos em regime fechado. No momento em que o coronel foi agredido, é como se o Estado estivesse sido jogado no chão sem a menor autoridade. O Estado está falido, é atingido e não consegue reprimir legalmente essa violência. Hoje o Brasil é um país sem lei e sem ordem.
A ação dos black blocs tem viés politico? 
ara mim, parece um viés criminoso, algo parecido com a história do grupo de amigos que decidiu colocar fogo em um índio. Um deles teve essa ideia imbecil e os outros cinco foram no embalo. Com os black blocs acontece algo parecido, meia dúzia quer sair destruindo tudo, cinquenta aderem e saem para as ruas. É uma forma de se revoltar contra tudo e todos. Se está revoltado, meu amigo, bate a cabeça na parede, não vai lá destruir a loja de um cidadão de bem, que paga seus impostos. O black bloc destrói um lugar que pode gerar emprego para ele e para sua família, mas não enxerga isso. Se hovesse uma legislação mais séria, essa brincadeira teria parado rápido. Hoje, o cara sai da delegacia como herói.
Qual é o perfil dos que agem como black blocs nos protestos? 
A maioria dos identificados é rapaz jovem com emprego e residência fixa, sem envolvimento com o crime. Mas a investigação detectou também muitos bandidos infiltrados que iam para as manifestações para roubar. Muitos têm antecedentes criminais por roubo e se infiltraram para roubar os celulares de quem estava protestando. Alguns quebraram agências bancárias para levar dinheiro dos caixas eletrônicos. Misturou tudo, todos colocam a máscara e se infiltram na multidão.
Como driblar a dificuldade de a polícia identificar os infratores mascarados? 
Esse foi tema principal das conversas do Ministério Público com a polícia. Os black blocs chegam às manifestações sem máscara, mas a colocam quando estão no meio da multidão e tiram após quebrarem tudo. Em algumas cidades da Europa, a polícia usa luminol [tinta fluorescente detectada apenas por uma luz especial] para marcar o sujeito, mas nós não temos esse equipamento no Brasil. A Justiça paulista acatou nosso pedido de quebrar o sigilo de duas páginas do black bloc no Facebook. Através de mensagens trocadas pela internet entre os investigados vamos averiguar se há prática do crime de bando e quadrilha armada.
Por Reinaldo Azevedo
Juntos Somos Fortes!

DESMILITARIZAÇÃO: SÓ EXISTE POLÍCIA MILITAR NO BRASIL? NÃO, EXISTE EM 66 PAÍSES

"BLITZ DIGITAL
Só existe polícia militar no Brasil? 
Publicado em Sexta, 04 Outubro 2013 20:16
Escrito por Capitão PM Olavo Freitas Mendonça 
Introdução
 Muito tem se falado, e escrito, sobre a desmilitarização das polícias militares estaduais do país. O principal argumento apresentado, válido é claro, é que o modelo de polícia militar só existe Brasil, tendo sido abandonado em todos os outros países. Esse argumento tem sido repetido à exaustão pela mídia, intelectuais engajados de esquerda, políticos e até por alguns policiais militares.
Diagnóstico
O debate reacendeu com toda a força depois das grandes manifestações políticas que ocorreram durante a Copa das Confederações, onde as PM’s, praticamente sozinhas, conseguiram, à custa de muitos policiais feridos e processados, manter a ordem pública no país.
Os grupos e partidos políticos que organizaram esses atos, muitos deles vinculados a crimes como vandalismo, lesão corporal, tentativa de homicídio e até pedofilia, voltaram a sua fúria contra as polícias pedindo a sua extinção/desmilitarização.
Junto com essa bandeira está sendo colocado em xeque o próprio modelo de polícia praticado no país até hoje.
Será que realmente só existe polícia militar no Brasil? 
A história das polícias militares no Brasil se confunde com a própria história do país, na medida em que a polícia militar foi fundada pelo Príncipe Regente Dom João VI, de Portugal, com o nome de Guarda Real de Polícia, um ano após a sua chegada ao Brasil fugindo da invasão napoleônica, precisamente no dia 13 de maio de 1809.
O modelo adotado era o mesmo já em vigor em Portugal, que por sua vez baseou o seu modelo no corpo de polícia da França, considerado o mais moderno da época. Esse modelo chama-se Gendarmerie, em francês, ou Gendarmaria em português. O nome foi usado pela primeira vez em 1795 na França e significa, em tradução livre “homens em armas” mas com o tempo passou a significar “Corpo de Guarda”, por isso que a polícia brasileira, ao ser fundada, carregou esse nome “Guarda”.
Por definição, “uma gendarmerie é, em princípio, uma força militar encarregada de policiar e manter a ordem pública no meio da população civil. O dicionário Inglês de Oxford (Oxford English Dictionary), descreve a Gendarmaria como “soldados empregados em serviços de polícia”.
A Guarda Real, formada e mantida como uma polícia militar desde a sua gênese, mudou de nome algumas vezes até que nos anos 30, por um decreto federal, recebeu o seu nome atual “Polícia Militar do Distrito Federal”. Entendendo a origem das polícias militares fica possível, agora, traçar um comparativo com outros países.
Quadro no mundo
Atualmente, no mundo inteiro, o modelo de polícia militar é de longe o mais usado e o mais eficaz. Prova disso é que praticamente todos os países desenvolvidos possuem uma Gendarmerie, ou polícia militar ativa no combate ao crime.
Citemos alguns exemplos:
- Portugal:
A Guarda Nacional Republicana é uma força de segurança de natureza militar, constituída por militares organizados num corpo especial de tropas e dotada de autonomia administrativa, com jurisdição em todo o território nacional e no mar territorial. Pela sua natureza e polivalência, a GNR encontra o seu posicionamento institucional no conjunto das forças militares e das forças e serviços de segurança, sendo a única força de segurança com natureza e organização militares, caracterizando-se como uma Força Militar de Segurança Pública.



- França:
Na França, a Gendarmaria Nacional (em francês: Gendarmerie nationale) é uma força policial militar sob a tutela do Ministério do Interior para as missões de policiamento. Os efetivos são referidos como Gendarmes. Embora constituam, administrativamente, uma parte das Forças Armadas Francesas — e consequentemente sob a alçada do Ministério da Defesa —, está operacionalmente interligada com o Ministério do Interior nas suas missões em território francês, e investigações criminais conduzidas sob a supervisão de juízes. Os membros deste Corpo operam em uniforme e, excepcionalmente, à paisana.
- Itália:
Os Carabineiros (em italiano: Arma dei carabinieri) constituem uma das quatro forças armadas da Itália, cujas atribuições e competências são: a defesa nacional, polícia militar, segurança pública e polícia judiciária. As suas funções e características são, em termos gerais, semelhantes às da Guarda Nacional Republicana de Portugal.
- Espanha:
A Guarda Civil (em espanhol: Guardia Civil, popularmente chamada Benemérita) é uma instituição de policiamento ostensivo e de investigações que faz parte das Forças e Corpos de Segurança de Espanha. Como Corpo de Segurança do Estado, a Constituição da Espanha, no artigo 104, fixa-lhe a missão primordial de proteger o livre exercício dos direitos e liberdades dos cidadãos espanhóis e garantir a segurança dos cidadãos, estando sob dependência do governo do estado espanhol.
- Chile:
Carabineiros do Chile (em espanhol: Carabineros de Chile) é a instituição de polícia ostensiva (uniformizada) militar do Chile. É responsável, ainda por atuar na área de defesa civil naquele país. É a instituição encarregada de garantir a soberania, a ordem pública e o respeito às leis. Depende do Ministério da Defesa Nacional, vinculando-se administrativamente por meio da Subsecretaria de Carabineiros e coordena-se para o controle da ordem pública com Ministério do Interior através de seus dirigentes regionais (Intendentes e Governadores).
A corporação possui uma divisão de investigação e autua os seus flagrantes e faz as suas investigações de maneira autônoma. Essa característica, presente em todas as polícias militares do mundo com exceção do Brasil, chama-se "Ciclo completo de polícia".
- Canadá
A Royal Canadian Mounted Police (RCMP), também conhecida nos países de língua portuguesa pela sua tradução Real Polícia Montada, é a organização policial do Canadá, constituindo a maior força de segurança do país, e é mais conhecida como Mounties. A corporação canadense é a única do mundo em manter um policiamento federal, estadual e municipal numa só organização em todo o território nacional. A Polícia Montada fornece o serviço de policiamento federal e serviços de policiamento sob contrato para os três territórios, oito províncias, mais de 190 municípios, 184 comunidades aborígenes e três aeroportos internacionais.
Para que não nos prolonguemos além do necessário, vejamos a lista das polícias militares no mundo atualmente:
Lista das polícias militares no mundo (Acesse e conheça a lista com 66 países).
Conclusão 
Pelo demonstrado nota-se que a afirmação de que só existe polícia militar no Brasil é uma grande mentira, divulgada por pessoas sem conhecimento sobre modelo policial no mundo ou por pessoas de má-fé que tentam manipular as informações com vistas a influenciar a sociedade civil, e até os próprios policiais militares, de que a nossa polícia militar é uma aberração e que por isso deve ser extinta/desmilitarizada. 
Realmente o que difere a polícia militar brasileira das demais coirmãs no mundo é o fato da nossa PM não fazer o ciclo completo, ou seja, ela não fazer autuações e investigações direcionadas pela Justiça. No contexto atual da explosão de crimes esse fator deveria ser levando em conta e alterado para o modelo mundial. Seria ótimo que com um decreto ou lei federal o Brasil acordasse com mais 50 mil Oficiais fazendo as funções que hoje só os delegados podem fazer e mais 450 mil praças fazendo também a função de agente de investigação, prontos para somar no combate aos crimes que necessitam de investigação e autuação. 
Por fim, deve-se frisar que o motivo de praticamente todos os países do mundo terem polícias militares, seja na Europa, África, Américas do Sul, Ásia e até o Vaticano, é por causa da sua disciplina, amor à pátria, senso de dever e comprometimento próprios dos militares, o que em situações graves, como foi o caso das manifestações da Copa das Confederações, mostra-se decisivo. 
Capitão Olavo Mendonça". 
Juntos Somos Fortes!

TÓFFOLI NA BERLINDA, JULGAMENTO DO MENSALÃO E DIGNIDADE DA JUSTIÇA EM XEQUE

"Juristas - Seu Portal Jurídico
24 de novembro de 2013
Por Leonardo Sarmento
Perfez-se uma cobertura jurídico-política aprofundada e exaustiva de todos os atos do julgamento do mensalão que restaram entendidos como representativos, artigos que encontram-se em minha obra: "A Judicialização da Política e o Estado Democrático de Direito" dentre outras tantas temática abordadas.
Em muitos dos artigos que lá estão demonstrou-se uma substancial preocupação com a questão da imparcialidade que deve plasmar cada um dos que optaram pela escolha do ofício de julgar.
Alguns posicionamentos dos nobres ministros revelavam-se absolutamente discrepantes com relação às provas carreadas aos autos, e quando corroborado pela persuasão de seus passados comprometidos com causas de interesse passava-se a iluminar sobremaneira o caminho obscuro dos desvios de função.
A Revista Época publicou matéria onde o Banco Rural junta documento aos autos do processo da AP 470 em que o ministro Dias Tóffoli é citado como "delegado do mensalão". Uma certidão da comissão executiva do PT se destaca entre os documentos apresentados ao Banco Rural para compor o cadastro que o partido fez para obter o empréstimo de R$ 3 milhões, agora sob análise do STF. Consta na ata, nomes de dirigentes do Partido dos Trabalhadores que se tornaram réus no mensalão como José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares. As mencionadas certidões serão agora analisadas pelos senhores ministros, estando Dias Tófolli não na condição de réu, mas de juiz, uma impropriedade jurídica inqualificável.
Evitar-se-ão no presente críticas e opiniões passíveis de censura, ainda que plasmadas por fatos que minimamente se mostram com máxima verossimilhança, suficiente entende-se, para restarem expostas e tornadas públicas.
A imparcialidade de um magistrado é condição inafastável, indefenestrável, indissorciável de sua condição de julgador. É parte do julgamento materialmente isonômico que merecem os jurisdicionados. Não se espera do magistrado neutralidade, indiferença. Espera-se um juiz ativo, ciente do reflexo potencial de decisões, atento À função social de seus julgados, mas jamais parcial.
O CNJ não pode olvidar uma detida apuração dos fatos que se apresentam de luminosidade solar. Não pode pretender blindar fatos que começam a ganhar notoriedade sob pena de promover o descrédito social da justiça. Um fato desta estirpe, se comprovado, rompe com a dignidade da justiça e põe em cheque inapelavelmente todo um judiciário aos olhas da sociedade.
Chegou-se, quando do inicio do julgamento do mensalão, a se defender nos artigos tratantes da temática, que deveria o ministro Dias Tóffoli declarar-se impedido de nele participar por sua história encontrar-se umbilicalmente ligada ao Partido dos Trabalhadores do qual figurou por largo espaço temporal como advogado ideológico institucional. Seus votos denotaram desde o princípio restarem revestidos de um comprometimento político-ideológico que o afastava de uma exegese jurídica desejável.
Os riscos de uma apuração fática detida, como é devida, é algo que não se pode separar da busca pela mantença da legitimidade da justiça. Comprovada a parcialidade, em tese, poder-se-ia cogitar da anulação do "julgamento do século", algo que se denota inimaginável por, entre outros motivos, beneficiar exatamente quem "em tese" se procurou beneficiar com a parcialidade.
Em um caso como este, defende o presente que sejam desentranhados todos os votos e atos decisivos do magistrado comprovadamente parcial, e a partir desta medida, sejam praticados os atos processuais substitutos em lugar dos declarados viciados.
Comprovada a parcialidade, vale lembrar, cabível pedido de "impeachment" contra o ministro que, como se disse, teria comprometido a dignidade, a credibilidade da justiça.
Não custa lembrar que, caso se venha a apurar os fatos, não se deve proferir prejulgamentos tendentes a condenar ninguém sem o respeito ao "due process of law", sem que seja ofertado as fundamentais garantias constitucionais do contraditório e da ampla defesa. 
Leonardo Sarmento 
Advogado, professor, escritor, cronista e articulista". 
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MÉDICOS SEM FRONTEIRAS - AJUDA HUMANITÁRIA

MÉDICOS SEM FRONTEIRAS


VISÃO GLOBAL DAS OPERAÇÕES DO MSF - 2012



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domingo, 24 de novembro de 2013

LULA SEMPRE DIZIA: EU NÃO SABIA ...

"O GLOBO 
‘Chocado’, Beltrame determina mudanças na formação de recrutas da PM 
Jovem morreu nesta semana após sofrer lesões durante treinamento 
RIO - Depois da morte de um aluno do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP) que passou mal durante um treinamento, secretário estadual de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, determinou que a Subsecretaria de Educação, Valorização e Prevenção apresente, em até uma semana, proposta para acabar com práticas não previstas no currículo nas unidades da Polícia Militar. Também será preciso que as atividades físicas sejam acompanhadas por profissionais habilitados tecnicamente. A determinação foi feita neste sábado, mesmo dia em que o corpo do recruta Paulo Aparecido Santos de Lima foi enterrado (Leia mais)". 


Foto: O Dia

"O DIA 
23/11/2013 22:50:52
SOS Batalhão de Choque: PMs denunciam abandono 
Sem horas extras, policiais reclamam de más instalações e supostas arbitrariedades 
Francisco Edson Alves Rio - Responsável pelo controle de distúrbios nas ruas, entre eles a violência após manifestações e os arrastões nas praias do Rio, o Batalhão de Choque da Polícia Militar virou alvo de críticas dos próprios integrantes da unidade, que tem o maior efetivo da corporação, com 1.700 homens. Insatisfeitos com o excesso de trabalho e as precárias instalações de sua sede — o Regimento Marechal Caetano de Farias, no Estácio, que completou 100 anos em 2013—, PMs se queixam de supostas arbitrariedades cometidas pelo comandante, o tenente-coronel Márcio Oliveira Rocha, que nega tudo (Leia mais)". 
Aconselho ao jornalista Francisco Edson Alves a perguntar para a Polícia Militar como é feita a manutenção das frotas operacional e administrativa da PMERJ. 
Descobrirá que os contratos de terceirização da compra e da manutenção das viaturas da PMERJ, na verdade só atendem a uma parcela da frota operacional e que o restante da frota continua sendo consertada com o dinheiro que sobra da comida (Rancho).
Juntos Somos Fortes!

COMANDANTE GERAL DA PM DE SÃO PAULO ENQUADRA A REDE GLOBO

Frase que circulou nos protestos pelo Brasil

Parabéns! Excelentíssimo senhor Comandante Geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, Coronel PMESP Benedito Roberto Meira. 
JORNAL O DIA 
22/11/2013 
Durante exibição do 'Bom Dia Brasil', apresentadores Rodrigo Bocardi, Ana Paula Araujo e Chico Pinheiro criticaram policiais 
IG 
São Paulo - Na manhã desta quinta-feira, durante a exibição do "Bom Dia Brasil", os apresentadores Rodrigo Bocardi, Ana Paula Araujo e Chico Pinheiro criticaram a falta de policiamento, após a exibição de uma matéria sobre roubos a padarias no Estado de São Paulo.
"Chico, vai ver que os donos dessas padarias não estão dando ali o cafezinho e o pão com manteiga que a gente sabe que os policiais (pegam) para ficarem ali fazendo aquele patrulhamento, né?", disse Bocardi. Ana Paula respondeu: "É, você vê, no caso de Uberlândia, aquela triste imagem do comerciante atrás das grades literalmente e a apenas duas quadras de um Batalhão da Polícia Militar. Inacreditável". 
Chico Pinheiro completou a observação dos colegas. 
"Foi uma coisa seriíssima. Não é possível que estes estabelecimentos tenham que fazer agrados a policiais para que o trabalho funcione. Isso não é tolerável, isso não é admissível". 
"Não é aceitável mas é o que acontece muitas vezes", finalizou Ana Paula. 
Em comunicado publicado na página da Polícia Militar do Estado de São Paulo no Facebook, o coronel Benedito Roberto Meira, comandante geral da corporação, repudiou os jornalistas e admitiu a intenção de levar o caso à Justiça. 
"Vamos entregar a cópia do vídeo aos advogados das entidades de classe para análise do conteúdo e avaliação das medidas judiciais cabíveis ao caso", avisou. 
Leia abaixo o comunicado na íntegra: 
"A Polícia Militar é uma Instituição séria, que presta um inestimável e relevante serviço em prol da sociedade, muitas vezes desempenha atividades afetas a outras esferas do governo e atua 24 horas por dia. Reconhecemos que temos falhas, que nossos policiais cometem falhas, que não somos perfeitos em tudo que dispomos a realizar, aceitamos as críticas, pois é por meio delas que conseguimos corrigir as inconformidades ou eventuais falhas. 
Não posso me calar, na condição de Comandante Geral da PM de São Paulo, diante de tanta desconsideração por parte dos apresentadores. Eles podem não aceitar/concordar com os argumentos apresentados pela Polícia Militar em razão da matéria exibida, mas não podem macular a imagem de toda a Corporação ao insinuarem que, para se ter segurança, basta oferecer um "cafezinho e o pão com manteiga" em troca de policiamento nos estabelecimentos comerciais. Vamos entregar a cópia do vídeo aos advogados da entidades de classe para análise do conteúdo e avaliação das medidas judiciais cabíveis ao caso. 
A nós, Policiais Militares, honestos e íntegros, só nos resta lamentar. Respeito é sinônimo de educação". 
Juntos Somos Fortes!

O "JUNTOS SOMOS FORTES!" É A RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA AO "ESTAMOS JUNTOS"


Eu não sei quem transformou primeiro em lema a frase: juntos somos fortes!
Prezado leitor, se você souber, por favor, informe.
Vivenciei o fato, a frase transformada em lema, no movimento ocorrido no Rio de Janeiro, no ano de 2007, envolvendo Oficiais e Praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. O grupo foi apelidado pelo jornalista Gustavo de Almeida, na época no Jornal do Brasil, como os "40 da Evaristo".  Uma referência ao fato de que quarenta representantes do grupo tinham participado de uma reunião com o Comandante Geral da PMERJ, o Coronel PM Ubiratan de Oliveira Angelo, no Salão Nobre do Quartel General, que fica situado na Rua Evaristo da Veiga. 
O movimento dos "Coronéis Barbonos" (2007-2008) adotou também o lema.
Os Bombeiros também chegaram a citá-lo no seu movimento de 2011, bem como, ele foi empregado no movimento unificado (PM, PC e CBM) de 2012.
Volta e meia eu vejo a frase em faixas e cartazes de diferentes mobilizações.
Adotei o lema, penso que ele seja ideal para aglutinar pessoas em torno de ideais.  Uso desde 2007, quando criei meu primeiro blog (www.celprpaul.blogspot.com).
Dias atrás um amigo do Exército Brasileiro escreveu que o lema estava circulando entre seus pares, como uma referência que é necessária uma maior aproximação entre os militares federais e estaduais. Eu concordei, considero isso imprescindível e urgente, nesse triste momento que vivenciamos no Brasil. Tenho feito o possível para que isso ocorra.
É claro que existem outras frases que guardam o mesmo significado, como "a união faz a força", por exemplo.
No artigo que transcrevo a seguir está contida uma frase que tem o mesmo sentido: "estamos juntos".
Convido que leiam o artigo e antecipo que embora os sentidos sejam semelhantes, nesse caso são  os objetivos dos envolvidos são totalmente opostos.
Cidadão brasileiro, não tenha dúvida, o "Juntos Somos Fortes!" será sempre uma resistência, talvez a derradeira resistência democrática, ao "Estamos Juntos".

"O GLOBO
Guilherme Fiúza.
Quando saiu seu mandado de prisão, José Dirceu recebeu um telefonema de Lula: “Estamos juntos”, lhe disse o ex-presidente. É uma afirmação enigmática. “Estamos juntos” onde? Considerando-se que Lula não está preso também, só resta uma conclusão possível: Lula e Dirceu estão juntos na sociedade que governa o Brasil há dez anos. 
O sócio José Dirceu está condenado e preso por corrupção ativa. Ele não cometeu esse crime quando estava de férias ou numa desventura particular qualquer. O sócio Dirceu cometeu o crime de corrupção ativa quando era ministro do sócio Lula. 
O ex-presidente está solidário com um homem que usou o seu governo para desviar dinheiro público para o seu partido. E manifesta essa solidariedade exatamente no momento em que seu sócio criminoso é preso. 
Lula não sabia de nada. Agora sabe, mas não se importa. E estende a mão aos homens do seu partido que o traíram para roubar o país. Das duas, uma: ou Lula foi traído e repudia o crime dos mensaleiros, ou se solidariza com eles
Como a opção escolhida pelo ex-presidente foi a segunda, não restam mais dúvidas: Lula não foi traído por ninguém, está e sempre esteve no mesmo barco dos companheiros que assaltaram os cofres da nação. 
Nesse mesmo barco, quando o escândalo estourou e Dirceu foi atirado ao mar, Lula colocou Dilma em seu lugar. E em 2010 passou o leme para ela. Logo no primeiro ano de governo da grande gestora, a imprensa burguesa e golpista descobriu uma floresta de fraudes em seu ministério. 
Dilma teve que demitir de cara nada menos que seis ministros — mas de público, para quem quisesse ver e ouvir, se solidarizou com cada um dos demitidos por fraude: estamos juntos. Da mesma forma que Lula está junto com Dirceu. Eles estão todos juntos. 
Assim como no valerioduto, a tecnologia dos contratos piratas para sangrar os cofres públicos está na origem de quase todos os escândalos do governo Dilma. Nos ministérios dos Esportes, das Cidades, do Turismo, dos Transportes e da Agricultura foi a mesma coisa. 
E todos os demitidos foram apoiados publicamente pela presidente — a senha para a manutenção dos donatários. O inesquecível Carlos Lupi, por exemplo, acusado de desvio de dinheiro do contribuinte através de ONGs, perdeu o cargo de ministro do Trabalho, mas foi mantido por Dilma como gerente da boca. 
Não deu outra: dois anos depois, novo escândalo no Ministério do Trabalho, com suspeita de desvio de R$ 50 milhões, envolvendo as mesmas ONGs. O Brasil é uma mãe. E o filho do Brasil sabe disso. 
Qual é a diferença desse tipo de assalto para o mensalão? Nenhuma. Em vez de um só valerioduto, com o dinheiro concentrado no caixa do PT para todas as compras de apoio político, o esquema foi pulverizado. O governo popular entrega a boca para o cliente e abençoa seu esquema. Se a imprensa golpista descobrir, faz-se o teatrinho da faxina e muda-se o zelador. 
Dinheiro para distribuir não falta. O Brasil tem batido sucessivos recordes de arrecadação, ao mesmo tempo em que acaba de bater o recorde de déficit primário (R$ 9 bilhões em setembro), com as menores taxas de investimento do continente. Ou seja: a dinheirama está indo toda para a formidável máquina petista instalada no seio do Estado brasileiro. 
Claro que, com essa gestão criteriosa, a inflação já saiu da meta há muito tempo, os serviços vão de mal a pior e a população já sentiu. Mas não tem o menor problema, porque os revoltados saem às ruas para pedir ônibus de graça, cidadania e bater em jornalista burguês. Enquanto isso, Dilma dispara no Ibope e hoje seria eleita tranquilamente em primeiro turno. Não há dúvida, o esquema deu certo. 
Tanto deu certo que, depois de aguentar um Marcos Valério, o Brasil teve estômago para uma Rosemary Noronha. Segundo a Polícia Federal, a protegida de Lula e Dilma na representação da Presidência da República em São Paulo deitou e rolou na máquina petista, regendo um balcão de cargos e negociatas nas agências reguladoras. 
O cidadão que sofre na favela Antonio Carlos Jobim, no Galeão, à procura de um banheiro, de um elevador, de uma vaga no estacionamento em ruínas ou de uma escada rolante, não se lembra de Rosemary. Nem que ela privatizou a Agência Nacional de Aviação Civil, fiscalizadora dos aeroportos. Rosemary Noronha está livre e passa bem. 
O Brasil aprovou os arquitetos do mensalão, e já indicou que vai renovar a concessão deles em 2014. Lula tem razão: não há o que temer. Estamos juntos, companheiros. E, quando o mensaleiro Delúbio se declara um preso político, só há uma coisa a dizer aos brasileiros, submetidos a esse escárnio: bem feito (Link). 
Guilherme Fiuza é jornalista"
Juntos Somos Fortes!

EDITORIAL DO ESTADÃO - O QUE TRAMA O PT ?

"ESTADÃO 
Coluna do Augusto Nunes 
23/11/2013 às 15:12 \ Opinião 
"O QUE TRAMA O PT"
Editorial do Estadão 
O manifesto petista divulgado na terça-feira, que classifica de “ilegal” a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, de mandar recolher à prisão 12 dos condenados no processo do mensalão, afirma que “uma parcela significativa da sociedade” teme “pelo futuro do Estado Democrático de Direito no Brasil”. Têm razão os signatários do documento. 
O Estado de Direito está real e gravemente ameaçado no Brasil, mas pelos sectários, pelos oportunistas fisiológicos e pelos inocentes úteis do PT que, por razões diversas, se empenham numa campanha nacional de desmoralização do Poder Judiciário, ferindo fundo a estabilidade institucional e colocando em risco, em benefício da hegemonia política do partido, o futuro da democracia no País
O tal manifesto não é um documento oficial do PT. Mero detalhe. As posições “oficiais” do partido, ditadas pelo pragmatismo eleitoral, são traduzidas pela linguagem melíflua das notas oficiais, hábeis em camuflar o verdadeiro pensamento da elite petista. Mas esse pensamento está explicitado no manifesto de terça-feira, que tenta em vão dissimular seu caráter eminentemente político-partidário com a adesão de “companheiros” intelectuais e juristas. Mas assinam a nota o presidente Rui Falcão e todos os demais integrantes do Diretório Nacional do partido. Está ali, portanto, o que pensa o PT. 
Da mesma forma como ataca sistematicamente a imprensa, ao investir contra o Poder Judiciário, lançando mão do recurso de demonizar a figura do ministro Joaquim Barbosa, o PT deixa claro o modelo de “democracia” que almeja : aquele em que ninguém ousa contrariar suas convicções e seus interesses nos meios de comunicação, na aplicação da Justiça, na atividade econômico-financeira. Em todas as atividades, enfim, em que entendem que o Estado deve dar sempre a primeira e a última palavra, para promover e proteger os interesses “do povo”. 
Para visualizar esse modelo dos sonhos dos petistas radicais sem ir muito longe, basta olhar para a Venezuela e demais regimes “bolivarianos” da América Latina, sem falar no clássico exemplo da ilha dos Castros. Esses países, em que vigora o “socialismo do século 21″, são comandados pelos verdadeiros amigos do peito e de fé de Lula, Dilma e companheirada. 
Mas nem todo mundo no PT está preocupado com dogmatismo ideológico. Ao longo de 10 anos, boa parte da militância petista aprendeu a desfrutar das benesses do poder e hoje reage ferozmente a qualquer ameaça de ter que largar o osso. São os oportunistas que tomaram conta do aparelho estatal em todos os níveis e a ele dedicam todo seu despreparo e incompetência gerencial. 
E existem ainda os inocentes úteis, em geral mal informados e despolitizados, que engrossam as fileiras de uma militância que comprou a ideia-força lulopetista de que o mundo está dividido entre o Bem e o Mal e quem está “do outro lado” é um “inimigo” a ser ferozmente dizimado. As redes sociais na internet são o ambiente em que melhor prospera esse maniqueísmo de esgoto. 
O que pretende esse amplo e variado arco de dirigentes e militantes petistas que, a pretexto de se solidarizarem com os condenados do mensalão, se mostram cada vez mais ousados em suas investidas contra o Poder Judiciário? O País tem estabilidade institucional suficiente para impedir que, num golpe de mão ou num passe de mágica, a condenação dos mensaleiros seja anulada. Mas os radicais sabem que para alcançar seus objetivos precisam criar e explorar vulnerabilidades na estrutura institucional de nossa democracia. Os oportunistas sabem que precisam ficar bem com os donos do poder a que aderiram. E os inocentes úteis não sabem nada. Agem por impulso, movidos por apelos emocionais. Acreditam até no argumento falacioso de que é preciso ser tolerante com a corrupção e os corruptos porque sem eles é impossível governar. 
A quem não entra nessa lista resta comemorar, enquanto pode, uma singela obviedade : feliz é o país em que a Justiça pode contrariar os interesses dos poderosos de turno".
Jutos Somos Fortes!

sábado, 23 de novembro de 2013

RIO: QUEM NÃO TEM PM, REZA PRÁ CHOVER

Imagem: Estadão.com.br

Ao longo dos últimos anos temos denunciado que a imobilização de milhares de PMs nas UPPs, sem o recompletamento dos efetivos dos batalhões, iria trazer inúmeros problemas pela falta de policiamento ostensivo nas ruas.
Especialistas e grande mídia omitiram durante muito tempo os efeitos negativos dos erros no processo de implantação das UPPs, os resultados estão diante dos olhos de todos e de todas, não existe mais como esconder a verdade.
A volta dos arrastões é apenas mais um efeito.
É triste presenciar o desespero dos gestores da INsegurança pública que chegaram a anunciar que a CORE (Polícia Civil) e o Batalhão de Polícia de Choque seriam empregados contra os arrastões. Desviando completamente as unidades operacionais de suas funções (Leia).
A realidade trágica e cômica que vivemos no "Rio Pacificado" nos faz lembrar uma música:
"Quem tá duro, reza prá chover"
Só Preto Sem Preconceito
(...)
"Tem gente que vai pra Paris, Paquetá 
Parati, Paraná, São Luiz, Saint Tropez 
Quem tá duro meu bem reza pra chover 
Quem tá duro meu bem reza pra chover 
Quem tá 
 Quem tá duro meu bem reza pra chover 
Quem tá duro meu bem reza pra chover" 
(...)
Ouça o sucesso (Link).
No Rio, a letra é outra:
"Quem não tem PM para policiar as praias,
reza prá chover"
E, olha que a reza da turma é forte, hoje chove muito mo Rio de Janeiro.
Juntos Somos Fortes!

BICHOFORME: GOVERNO CABRAL NÃO CUIDA DO PM

A matéria do jornal O Dia citada no artigo anterior e que trata da morte de um aluno do Curso de Formação de Soldados da PMERJ, fato ocorrido no CFAP - 31 de Voluntários (Link), foi ilustrada pela foto que publico a seguir:

Vítima participava de treinamento em Sulacap no dia 12 
quando passou mal: coração parou de bater desta sexta
Foto:  Estefan Radovicz / Agência O Dia 



A foto de Estefan Radovicz  apresenta no seu lado direito um grupamento de alunos do Curso de Formação de Soldados (CFSd).
Prezados leitores, olhem com bastante atenção e repararão que esse grupamento não veste um uniforme da Polícia Militar. Eles vestem o chamado "bichoforme", composto por tênis preto, meia, cueca, calça jeans e camiseta branca, tudo comprado com o dinheiro deles.
Isso demonstra de forma clara o descaso do governo com os Policiais Militares.
Os Cabos e Soldados da Polícia Militar tem o DIREITO de receberem os fardamentos de graça. Fardamentos fornecidos pelo governo.
Como o governo não cumpre o seu DEVER a Polícia Militar improvisa e OBRIGA que os alunos do CFSD comprem e usem esse vergonhoso "bichoforme".
Eles usarão esse uniforme durante todo o curso e só na véspera da formatura, receberão um conjunto de peças de fardamento, isso porque não podem participar sem farda e não podem ir para as UPPs sem pelo menos um fardamento de serviço.
Isso tem ocorrido turma após turma, ano após ano, desde que o governo acelerou o processo de implantação das UPPs. Não existe qualquer justificativa para que os alunos não recebam o fardamento que têm DIREITO.
Pergunte a um PM se isso é verdade ou mentira. Tenho certeza que você tem um PM no seio familiar, no grupo de amigos ou conhece alguém que tem. Não acredite no que escrevo, procure se informar.
Pergunto:
Como esperar que um PM que tem seus direitos violados logo que entra na Polícia Militar possa entender que deve respeitar o direito dos outros?
Quem não tem direitos, acha que eles não existem, eis a lógica.
O PM é vítima do governo desde o seu primeiro dia no quartel.
Reafirmo: 
Nunca consertaremos as polícias brasileiras, sem antes consertarmos os governantes brasileiros.
Nunca consertaremos nada no Brasil, enquanto votarmos como jumentos, me perdoem os que se sentirem ofendidos.
Juntos Somos Fortes!

PM: SECRETÁRIO BELTRAME DISSE QUE TROTE FOI HOMICÍDIO.

Profeta Gentileza

Prezados leitores, embora o foco seja a morte de um aluno do Curso de Formação de Soldados ocorrida no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças da Polícia Militar, devo lembrar que a prática dos denominados "trotes", não é uma deformação do militarismo. No mundo civil os trotes também ocorrem, sobretudo no meio universitário, inclusive também causando ferimentos graves e mortes, como a imprensa noticiou algumas vezes (Leia um caso de morte em faculdade). 
O trote tem uma abrangência muito grande. Pode não passar de uma brincadeira, uma gozação, algo para descontrair no rigoroso ambiente militar. Na maioria das vezes se desenvolve na forma de exercícios físicos plenamente suportáveis, mas em alguns momentos acaba se transformando em uma verdadeira tortura física e mental.
Os defensores do trote consideram tais "brincadeiras" algo necessário para integrar o jovem militar à vida castrense. 
Eu fui vítima de trotes quando ingressei na Polícia Militar, na antiga Escola de Formação de Oficiais (EsFO), isso em 1976. Na época a prática era comum, não sei se ainda ocorre, nas escolas militares de todo país. 
Enquanto estive na ESFO (1976-1978), fui vítima e presenciei alguns trotes que estavam longe de poderem ser interpretados como uma forma de integração.
Alguns trotes submetiam o "bicho" (aluno do primeiro ano) a situações degradantes.
Ouvi certa vez que existia um trote chamado "lavagem cerebral", ele consistia em colocar a cabeça do bicho no vaso sanitário, sendo acionada a descarga. Nunca vi e nunca sofri tal humilhação. Degradação pura.
Eu não dei trote quando fui veterano, achava aquilo algo desprezível, mas alguns dos meus companheiros de turma integravam o grupo que considerava a prática benéfica para as relações entre os cadetes. 
Décadas mais tarde, servindo na antiga EsFO (Atual Academia de Polícia Militar D. João VI) na função de Subcomandante, tentei impedir que os trotes ocorressem. Lembro que criei um "disque-trote", disponibilizando o telefone do subcomandante para denúncias anônimas sobre eles. Denúncias surgiram e pudemos agir. Penso que consegui diminuir a prática naquele período, mas não erradicá-la, pois sempre existiram os seus defensores, mas fiz o que me cabia e o que podia fazer.
Sempre achei que o Policial Militar que sofresse trotes físicos rigorosos, verdadeiras torturas físicas e mentais, corria o risco de incorporar tal prática à sua atividade profissional, colocando em prática quando estivesse atuando em comunidades carentes, por exemplo. Se nas escolas ele recebia e dava trotes em filhos de oficiais, de praças, de advogados, de médicos, de professores, entre outras atividades profissionais e com impunidade quase que absoluta (raramente, o bicho se queixava formalmente), por que ele não poderia dar trotes nos filhos sem pais das comunidades carentes?
Meu raciocínio pode estar incorreto, mas sempre fui contra o trote e continuo sendo por essa possibilidade, principalmente. Pelo desvio moral que pode causar no policial.
O secretário de segurança considera que houve homicídio, ele sabe muito mais do que eu sobre o fato em questão.
Penso apenas que na oitiva dos responsáveis pela instrução deve ser perguntado se eles foram vítimas de trotes na APM D. João VI.
Se isso continua ocorrendo, outras mortes poderão acontecer no futuro e a polícia nunca deixará de ser violenta.
Quem não é tratado como cidadão, não respeita a cidadania dos outros, escrevo sempre.
O mal se corta pela raiz.
JORNA O DIA 
23/11/2013 00:07:05 
Beltrame diz que trote na PM foi ‘homicídio’ 
Recruta morre, e secretário diz que conduta de oficiais foi abominável 
VANIA CUNHA 
Rio - O secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, chamou de ‘homicídio’ o suposto trote que vitimou Paulo Aparecido Santos de Lima, de 27 anos, aluno do Curso de Formação de Soldados da Polícia Militar. O rapaz, que estava internado desde o dia 12, morreu na manhã desta sexta-feira Um inquérito foi aberto na corporação para investigar o caso, ocorrido no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap), e todos os depoimentos de testemunhas serão acompanhados por promotores da Auditoria de Justiça Militar. 
“Foi uma conduta abominável. Não compactuamos com esse tipo de atuação. Infelizmente, perdemos um policial militar. A PM já formou 7.100 policiais (para UPPs) e não tivemos problema nenhum. Mas, dessa vez, sem dúvida nenhuma, essa ação teve minimamente um excesso por parte de quem instruiu. Essas pessoas vão responder por esse homicídio, e o inquérito vai nos falar se foi doloso ou culposo”, disse Beltrame (Leia).
Juntos Somos Fortes!

RIO: EFEITOS DA "PACIFICAÇÃO" - FURTO NA PRAIA E ROUBO NO ÔNIBUS



Os efeitos da "pacificação" seguem se alastrando. 
Atualmente, o cidadão pode ir para a praia e lá ser vítima de um arrastão e, na volta, ser vítima de um assalto praticado contra os ocupantes do ônibus que o transportava.
Se estiver em um dia muito ruim, poderá ser assaltado, mais uma vez, ao caminhar pela rua no retorno ao seu lar.
Logo os efeitos negativos estarão em todo Rio de Janeiro. 
JORNAL O DIA 
Rio sofre com aumento de roubo em ônibus: 91,6 % 
Quarenta passageiros são assaltados na Barra, área do 31º BPM, que registrou o maior aumento percentual na capital. Em São Cristóvão, foram 47 crimes em agosto 
MARIA INEZ MAGALHÃES 
Rio - Quarenta passageiros da linha 415 T (Barra da Tijuca-Caxias), da Viação Santo Antônio, foram alvos de dois assaltantes, quinta-feira à noite, na Barra da Tijuca. Eles são recentes vítimas de roubos em coletivos, crime que cresceu na capital 91,6% em agosto deste ano, comparado ao mesmo período do ano passado. Segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP), o número saltou de 192 para 368, 176 casos a mais. O assalto aconteceu na área do 31º BPM (Recreio), que apresentou maior percentual de roubos em ônibus da cidade. 
Em agosto de 2012, foi registrado apenas um caso, contra 28 no mesmo mês deste ano, um aumento de 2.700%. Segundo o delegado-titular da 16ª DP (Barra da Tijuca), Fábio da Costa Ferreira, os dois suspeitos do assalto escaparam, mas estão com mandados de prisão pedidos. “Prendemos um outro suspeito e apreendemos um menor que agiam na área”, contou ele (Leia).
Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

POR QUE O SECRETÁRIO BELTRAME AINDA NÃO FOI SUBSTITUÍDO?



O senhor Sérgio Cabral está por completar sete anos de governo do estado do Rio de Janeiro. 
Nesse período enfrentou várias acusações: as severas críticas que recebeu dos organismos internacionais pelo "tiro, porrada e bomba" que empregou como tática única nas favelas, isso nos dois primeiros anos de governo (e que continua a usar em favelas sem UPPs até hoje); a tragédia das chuvas na região serrana com centenas de mortos; as viagens pelo mundo (turma dos guardanapos); a amizade com empresários; a ligação de concessionárias de serviço público com escritório onde atua sua esposa;  o uso indevido por mais de seis anos dos helicópteros do governo; os insumos hospitalares superfaturados; o superfaturamento da terceirização de parte da frota da Polícia Militar;  a precariedade dos serviços públicos (segurança, saúde, educação, transportes, ...), esses entre outros escândalos.
Não se tem notícia se esses fatos foram devidamente investigados ou não, o certo é que o governo tem sobrevivido a todos eles. Quem sabe isso tudo não passa de intriga da oposição?
Embora seu governo seja o pior avaliado do país e o seu índice de rejeição popular tenha atingido níveis assustadores, podemos considerar que o governador tem até se saído muito bem diante de tantos problemas, chegando a ser cotado para assumir um ministério no governo Dilma, em caso de reeleição da presidente.
Sérgio Cabral é um sobrevivente em um mar tormentoso, ninguém pode negar a sua capacidade de "nadar".
A área da segurança pública o reelegeu com o projeto das UPPs (GPAEs rebatizados), o qual teve um apoio da grande imprensa nunca antes visto no Brasil, isso é fato. Imprensa e especialistas colaboraram muito com seu sucesso, tendo em vista que não noticiaram os inúmeros e facilmente identificáveis efeitos colaterais negativos do projeto. Mas também foi nessa área que enfrentou o maior número de crises, tanto que em pouco mais de seis anos, nomeou CINCO Comandantes Gerais para a Polícia Militar e TRÊS Chefes da Polícia Civil, substituições sempre determinadas por graves problemas.
Atualmente, vive a maior crise da área de segurança do seu governo: as ações de segurança se concentraram na Capital (municipalizou a segurança estadual) causando a  revolta de prefeitos; o projeto das UPPs desandou por completo (Cas Amarildo); o agigantamento e a desqualificação a tropa da Polícia Militar para formar cada vez mais Soldados para UPPs; a insegurança se espalhou com a transferência dos traficantes com suas armas para implantar as UPPs sem enfrentá-los;  o aumentos dos índices de criminalidade; a prisão ilegal de Bombeiros e PMs em Bangu 1 rasgando a legislação; a atuação da secretaria de segurança nos protestos foi um completo fiasco, agindo de forma diferenciada em cada protesto e transformando a PM na instituição mais odiada do Rio de Janeiro e, ultimamente, até os arrastões voltaram para as praias.
Todos os nossos leitores sabem que eu sou a favor da extinção das secretarias de segurança, escrevi sobre isso algumas vezes e apresentei razões mais que suficientes para o seu desaparecimento. Porém, considerando que ela ainda existe no Rio de Janeiro e diante do que está acontecendo na área da segurança pública, do que já aconteceu e, pior, do que poderá acontecer diante da falta de policiamento nas ruas em face da imobilização de quase 10.000 PMs nas UPPs,  disciplinadamente e no exercício da nossa cidadania, perguntamos:
Por que o secretário Beltrame ainda não foi substituído? 
Por mais que nos esforcemos, não conseguimos encontrar uma resposta satisfatória que justifique a sua manutenção na função.
Juntos Somos Fortes!