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terça-feira, 28 de março de 2017

DEZENOVE POLICIAIS MILITARES ACUSADOS DE RECEBEREM PROPINA DO TRÁFICO DE DROGAS



Prezados leitores, o Bom Dia Rio da Rede Globo noticiou que no curso de uma investigação em curso na Polícia Civil, surgiu a acusação sobre 19 (dezenove) Policiais Militares estarem recebendo R$ 5.000,00 mensais como propina para não combaterem o tráfico de drogas na Ilha do Governador.
Isso é muito triste, caracteriza um "acordo com o inimigo", uma verdadeira "traição institucional", considerando que os traficantes de drogas são responsáveis pela morte de inúmeros Policiais Militares em todo estado do Rio de Janeiro.
Matéria no Gl (Link).


Juntos Somos Fortes!

domingo, 2 de novembro de 2014

O CORONEL PAÚL EXPLICA A "MORTE" DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Prezados leitores, o Coronel PM Reformado Paulo Ricardo Paúl explica nesse vídeo a "morte" da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. 
Aponta os "assassinos" e enaltece os que lutaram na tentativa de salvar a corporação.


 

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

POLÍCIA MILITAR: UMA GRAVE DENÚNCIA?



Prezados leitores, a seguir transcrevemos um comentário anônimo que sinaliza a gravidade da situação vivenciada na Polícia Militar:

"Anônimo
31 de outubro de 2014 11:11 
Quando aparece um praça honesto que não quer fazer a roda girar, um praça desonesto fala para oficial que "o cara não quer nada", "não quer trabalhar", "é problemático", e outras coisinhas mais... 
Sabe o que acontece com "o problemático"? 
Ele é transferido para serviços inexpressivos, ou para unidades onde vai sofrer, ou arrumam um jeito de enfiar o nome do cara em um IPM para enfraquecê-lo e deixá-lo sem condições de ter alguma credibilidade. 
Quem é PM sabe do que estou falando. 
Os oficiais não querem praça respeitável, mas querem capachos acéfalos que cegamente façam a parte suja, sem questionar, e agradeçam pela chance que estão tendo. Por isso, a PM está entregue a bandidos. 
Oficiais e Praças honestos não querem comandar nada nem combater nada, apenas deixar o tempo passar.
Pensem nisso".

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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

CABRAL, PEZÃO E BELTRAME FIZERAM DE TUDO PARA DESTRUIR A POLÍCIA MILITAR



Prezados leitores, o trio Cabral, Pezão e Beltrame quase destruiu de vez a Polícia Militar.
Sim, a Polícia Militar já possuía uma série de problemas quando o governo Cabral assumiu em 2007, mas tudo piorou nesses quase oito anos de governo.
A corporação está completamente desmoralizada junto à opinião pública e boa parte do efetivo está desqualificado, em face dos problemas nos cursos de formação.
Felizmente, o governo Cabral-Pezão-Beltrame está acabando e a Polícia Militar conseguiu sobreviver.
Amanhã, faltarão 100 (cem) dias para o fim desse desgoverno.
O trabalho será muito grande para recuperar a Polícia Militar, mas os que amam a instituição não medirão esforços para fazer as transformações indispensáveis, mas precisarão de vários anos para reconstruir a identidade e os valores corporativos.
Acessem e leiam a matéria da imagem (Link).

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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

A DELEGACIA TAMBÉM ERA BALCÃO DE NEGÓCIOS JUNTO COM BATALHÃO

Prezados leitores, o problema da corrupção policial no bairro de Bangu, não envolve apenas o Batalhão da Polícia Militar, mas também a Delegacia da Polícia Civil, o que demonstra que a falha de gestão (fiscalização) é da secretaria de segurança pública.

(Jornal Extra)


Juntos Somos Fortes!


A CORRUPÇÃO NAS POLÍCIAS - UMA FORMA DE CONTROLAR

(O Globo)

Prezados leitores, temos recebido uma série de comentários sobre as ações da banda podre das polícias, após as prisões de Oficiais e de Praças do 14o BPM.
Um ponto comum entre os comentários é no sentido de que todos sabiam do esquema.
Isso sendo verdade, em qualquer batalhão ou delegacia, basta que os que sabem como funciona o esquema que de forma anônima façam as denúncias aos seguintes órgãos, narrando com riqueza de detalhes como tudo ser processa:
- Às Corregedorias Internas; 
- À Ouvidoria do Ministério Público (a denúncia pode ser feita anonimamente até pela internet); 
- Ao Disque-Denúncia (2253-1177).
É importante fazer a denúncia aos três órgãos, pois isso aumenta a chance do sucesso nas investigações.
Forneçam os nomes e como o esquema funciona.
Em trinta minutos vocês poderão fazer um bem muito grande para a instituição e para a população.
Nada adianta ficar comentando que sabia depois do fato consumado.
Vamos ajudar a melhoras as polícias, denunciem.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 16 de setembro de 2014

CORRUPÇÃO NO ALTO ESCALÃO DA PM É REFLEXO DO MAL EXEMPLO DA GESTÃO PEZÃO-BELTRAME



Prezados leitores, nós concordamos com a opinião do Jornal do Brasil no sentido de que a gestão da segurança pública faliu por completo no Rio de Janeiro.
A situação se agravou com a inércia do governador Pezão que não exonerou de imediato o secretário de segurança, após ele ter sido formalmente denunciado pelo Ministério Público por superfaturamento de contratos e por improbidade administrativa.
Sem bons exemplos no andar de cima, fica muito difícil combater os desvios de conduta.


"JORNAL DO BRASIL
Rio
15/09 às 18h23 - Atualizada em 15/09 às 19h02
Corrupção no alto escalão da PM é exemplo da falência da segurança no RJ
"Não se pode encarar isso com a velha política do caso isolado", diz especialista 
Gisele Motta * 
Os 24 mandados de prisão expedidos contra policiais militares do 14º Batalhão de Polícia Militar, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, não são exatamente uma novidade. Há mais de dez anos, o problema é o mesmo. Se antes o envolvimento era com caça-níqueis, agora os delitos abrangem cobrança de propina a comerciantes, moto-taxistas e vans. Em 2006, o comandante do mesmo batalhão, coronel Celso Nogueira, foi preso junto com 39 policiais. A moeda de troca mudou, mas a corrupção continua dentro da corporação. Para especialistas, o problema não é regional, muito menos novidade. Esse caso demonstra mais uma vez a decadência moral nas instituições militares (Leiam mais)".

Juntos Somos Fortes!

A FALTA DE BONS EXEMPLOS DE CIMA ESTÁ DESTRUINDO AS POLÍCIAS DO RIO DE JANEIRO

Prezados leitores, dias atrás escrevemos artigos sobre a dificuldade de defender as Polícias Militar e Civil, assim como, os Policiais Militares e Civis, ontem, uma nova operação que resultou na prisão de Oficiais e de Praças da Polícia Militar mostrou essa triste realidade.
Os Oficiais que deveriam dar o exemplo positivo, dão o pior exemplo possível.
Aliás, o próprio secretário de segurança pública, o gestor das polícias, foi acusado pelo mesmo Ministério Público que comandou a operação da prática de superfaturamento de contratos e de improbidade administrativa, mas isso a imprensa esqueceu rápido.
Não podemos deixar de citar de o Oficial apontado como chefe do esquema é um "caveira" (curso do BOPE), grupo que anos atrás se dizia incorruptível, a elite da PM.
Pena que isso ficou no passado.
A vontade de obter dinheiro fácil e ilícito através do uso da máquina estatal parece cada vez mais disseminada no seio das polícias, alcançando um ponto que consideramos próximo da irreversibilidade.
Logo aparecerá um estudioso que não pedirá a desmilitarização das Polícias Militares, algo que nada resolve, mas o fim das polícias atuais e a criação de uma nova polícia, sem os vícios sedimentados nas Polícias Militar e Civil.
O como fazer isso é o grande obstáculo.
Infelizmente, as instituições policiais estão cada dia mais doentes, infestadas pelo virulência da desonestidade que permeia a estrutura hierárquica das instituições.
Isso tudo deve envergonhar aos verdadeiros policiais.
Além disso, temos que lamentar que um esquema de grandes proporções como esse não tenha sido identificado e coibido pela própria Polícia Militar, o que demonstra que a omissão dos nossos Oficiais e Praças também favorece a proliferação dos que optaram pelo uso da Polícia Militar para satisfazer seus interesses criminosos.
O que nos resta é lutar para que os Policiais Militares e Civis tenham sempre os seus direitos respeitados no sentido de ser garantida a presunção de inocência, assim como, a ampla defesa e o contrário no curso dos processos.
Só nos resta isso...
Enquanto isso, o governador Pezão e o secretário de segurança Beltrame seguem flutuando acima dos problemas, eles nunca têm culpa de nada.



(O Globo)

(O Globo)

(O Globo)

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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

A DIFÍCIL MISSÃO DE DEFENDER A POLÍCIA MILITAR E OS POLICIAIS MILITARES

Prezados leitores, a seguir transcrevemos um texto do Coronel PM Ref Paulo Ricardo PAÚL:

"A DIFÍCIL MISSÃO DE DEFENDER A POLÍCIA MILITAR E OS POLICIAIS MILITARES
No Rio de Janeiro, a missão de defender os Policiais Militares e a Polícia Militar (PMERJ) é muito ingrata.
Um misto de ação e de omissão dos Oficiais e dos Praças ao longo das últimas décadas fez com que tanto a corporação, quanto seus integrantes, sofressem um processo de descrédito muito grande.
Infelizmente, as incontáveis ações positivas não ganham o devido destaque e os atos criminosos praticados por significativa parte do efetivo de Oficiais e de Praças são acompanhados de uma repercussão gigante.
A situação que vivenciamos me faz lembrar de uma frase que ouvia na antiga Escola de Formação de Oficiais (atual Academia de Polícia Militar D. João VI), no final da década de setenta, quando ainda era insipiente a ideia da necessidade da propaganda institucional:
- O fato de um cachorro morder um PM não é notícia, mas o dia que um PM morder um cachorro, isso será manchete de primeira página de todos os jornais.
Uma verdade!
Os fatos inusitados são transformados em notícias, isso é uma regra, portanto, quando um Policial Militar (Oficial ou Praça) pratica um fato criminoso, situação que deveria ser inusitada, anormal, logo estará povoando o noticiário nacional e internacional, dependendo da gravidade do crime praticado.
Infelizmente, a frequência com que Oficiais e Praças da Polícia Militar praticam crimes é tão expressiva que, embora a situação continue sendo inusitada, deixou de ser anormal e rotulou a todos nós.
É comum ouvirmos que não existe modalidade criminosa praticada no estado que não tenha o envolvimento de Policiais Militares.
Pior, o noticiário prova que tal afirmação é a expressão da verdade.
Isso sem falar no fato de que a instituição e o integrante são representados pela mesma sigla: PM.
Um erro absurdo em termos de formação de imagem, pois o erro de um PM refleta na PM.
O Policial Militar que devia ser um herói por natureza, acabou se transformando na prática no "bandido fardado", como os políticos gostam de dizer sempre que explode a participação de Policiais Militares em qualquer ato criminoso.
Sim, os heróis continuam existindo, homens e mulheres, Oficiais e Praças, honrados e competentes que diuturnamente arriscam a própria vida na missão de servir e proteger a população, porém as suas ações positivas são incapazes de reverter o quadro.
Na verdade os heróis são derrotados pelos anti-heróis que também vestem a gloriosa farda azul da Polícia Militar.
A denominada "banda podre" condena todos os Policiais Militares ao prejulgamento de "bandidos fardados", não podemos negar tal verdade.
Isso nos fez perder até o direito à presunção de inocência diante do Ministério Público e do Poder Judiciário.
Eu iniciei o texto citando ação e omissão, o que passo a justificar.
A ação da "banda podre" está nos destruindo.
A omissão da "banda boa" está nos destruindo.
Diante disso é fácil concluir que todos nós estamos destruindo a PMERJ.
Urge que nasça e cresça na Polícia Militar um núcleo duro formado por Oficiais e por Praças da "banda boa" e que tal grupo deixe de ser omisso, sendo o primeiro a tentar controlar as ações deletérias da "banda podre", caso contrário a nossa amada corporação continuará sendo defenestrada pela imprensa e pela população, apesar de heróis continuarem morrendo diariamente na missão de servir e proteger o povo.
Eu sempre tentei formar esse núcleo duro, desde o início da carreira, tanto que passei boa parte da minha vida profissional na área correcional, inclusive exercendo a função de Corregedor Interno por quase três anos.
Além disso, fui um dos idealizadores do grupo dos Coronéis Barbonos, criado para defender a Polícia Militar e os Policiais Militares dos desmandos políticos, tendo participado de incontáveis mobilizações.
O grupo lutou, apanhou e acabou.
Eu fiquei no campo de batalha e o nosso blog é a maior prova da nossa insistência no combate.
Ele existe desde 2007, sempre buscando defender os interesses da Polícia Militar e dos Policiais Militares, o que me fez habitualmente ficar contra as ações do governo que ferissem os interesses corporativos, o que provocou diversas represálias por parte dos poderosos políticos.
Não desisti, ousei e escrevi o primeiro livro, nesse mês lanço dois novos livros, não para obter qualquer lucro, mas para não deixar a verdade histórica se perder.
Ao longo dos últimos anos, as represálias foram tantas que me prenderam ilegalmente duas vezes, tentaram me expulsar da Polícia Militar e, ainda, me jogaram nas solitárias de Bangu 1.
Só aumentaram a minha determinação, mas ela nada vale se eu for um infante solitário.
O que eu fiz até a presente data foi apenas cumprir o meu dever de Coronel da Polícia Militar, nada além disso.
Optei por integrar a "banda boa" e por não ser omisso, isso para salvaguardar a Polícia Militar.
Devo deixar claro que pelo exemplo mostrei que não basta ser honesto e preciso combater os desonestos.
É hora dos Oficiais e dos Praças da PMERJ criarem o núcleo duro que eu tentei e fracassei.
Sem ele, a cada dia será mais reforçado o rótulo de que não passamos de "bandidos fardados".
Algo que certamente envergonha uma parcela dos Oficiais e dos Praças, mas que acima de tudo é uma grande injustiça com relação aos heróis que ainda vestem a nossa gloriosa farda azul.
Eu estou fazendo a minha parte, por favor, faça a sua.
Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

A DIFÍCIL MISSÃO DE DEFENDER A POLÍCIA MILITAR E OS POLICIAIS MILITARES

Prezados leitores, a missão é hercúlea.



"JORNAL O GLOBO
PM é preso na Baixada enquanto acompanhava transporte de maconha com carga de frangos
Droga foi encontrada após ligações anônimas para oficial da PM
GISELLE OUCHANA 08/09/2014 5:47 / ATUALIZADO 08/09/2014 7:53
RIO - Um caminhão frigorífico que transportava cerca de duas toneladas de frango foi interceptado na madrugada desta segunda-feira, na altura de Éden, na Baixada Fluminense, da Rodovia Presidente Dutra. Além da carga principal, 400kg de maconha chegavam de carona ao Rio. Três pessoas foram presas, sendo um policial militar da UPP São João, no Engenho Novo, na Zona Norte. O soldado Leandro Silva Fernandes, de 24 anos, teria sido contratado para direcionar a carga até o destino final que, segundo ele, seria em Bonsucesso.
A droga foi encontrada por policiais militares do 21°BPM (São João de Meriti), após o comandante da batalhão, tenente-coronel Marcos Netto, ter recebido ligações anônimas com informações do material. Além do caminhão, dois carros foram apreendidos. Eles eram utilizados pelo PM e por Wesley Almeida Silva, de 27 anos, natural de Foz do Iguaçu, que teria a função de “batedor”, a fim de avisar ao caminhoneiro sobre possíveis blitzes na rodovia (Leia mais)".
Foto: Pacotes de maconha foram encontrados em caminhão frigorífico - Guilherme Leporace / Guilherme Leporace.

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sábado, 6 de setembro de 2014

COMENTÁRIOS - A DIFÍCIL MISSÃO DE DEFENDER A POLÍCIA MILITAR E OS POLICIAIS MILITARES



Prezados leitores, a seguir transcrevemos comentários postados sobre o artigo escrito pelo Coronel PM Ref Paúl:

1) Anônimo
5 de setembro de 2014 15:00 
Cel, eu sou testemunha da luta do senhor desde 2007. 
Marcos. 

2) Anônimo
5 de setembro de 2014 19:45 
Belas colocações! 

3) Anônimo
5 de setembro de 2014 21:20 
(I) 
Oficiais da ativa deveriam se ocupar com o assunto proposto em seu artigo. Coronel, o senhor mais uma vez acertou em cada uma das letras que escreveu. Um conjunto de fatores iniciado na década de 1980 formatou o perfil da PM: corrupção, alianças políticas e midiáticas, simpatia da mídia e ONGs pela criminalidade e os improvisos durante as ações policiais que resultam em erros que os abutres adoram (cada guarnição faz como acredita ser melhor, as NIs só são comentadas na publicação de punições). Sempre ouço reclamações sobre salário, mas, sinceramente, primeiro precisamos de identidade. Quem somos nós? Servimos para quê? Acreditamos em quê? Servimos a quem? Até o fardamento não é padronizado, cada um usa um tipo: manga curta, manga loga; acolchoado, liso (agora virou moda usar divisas pretas que não são regulamentadas). 
(II) 
Lembra de Nova Iorque (não lembro em que ano)? Pois é, em tal ocasião NY reduziu o crime combatendo as pequenas coisas... Nós não combatemos os pequenos desvios e eles se tornam degraus para desvios maiores. As fardas e acessórios são apenas exemplo de que não existe padrão. Na PM de SP, todos se vestem impecavelmente iguais e as ações são padronizadas. O RJ não fornece nem as fardas, quiçá padrão de conduta; como vai cobrar farda padrão? Oficiais e Praças do RJ precisam saber sem hesitar qual é o seu papel, assim como precisam entender que Polícia Militar não é espetáculo nem braço político de siglas políticas. Concordo que os profissionais honrados da PM devem formar uma aliança contra oficiais e praças que maculam a instituição e a todos nós... Isso só será possível quando os pequenos detalhes forem padronizados e permitir a criação do pensamento corporativo (não é corporativista). Então começam os problemas, pois, há muito, sabemos que a maior parte dos integrantes têm algum tipo de vantagem com as coisas erradas. O pior é que "a banda boa" (banda não seria metade? deixa para lá) não tem vez nem voz, não tem força para "aniquilar" "a banda podre", pois esta sempre tem a proteção de gente grande. Um exemplo é encontrado facilmente nos batalhões, onde o verdadeiro profissional sempre é colocado em serviços menos expressivos e os "bons' assumem "o combate'... Sabemos bem o porquê. 
(III) 
Os comandantes de guarnição montam suas equipes? Claro que não. A solução, Coronel Paúl, é o exemplo vir de cima. Ninguém pode ter imunidade. Onde estão as supervisões idôneas (aquelas que cobram o certo?); precisamos de corregedoria (agentes) com carreira independente, que não tem medo de cobrar de superior que futuramente poderá assumir cargos importantes como EMG ou CG e estagnar a carreira de quem lhe cobrava o certo; precisamos de Oficiais com carreira independente de veterano "fuçando" a vida administrativa e operacional dos batalhões (mas aí tem a história de contemporâneo, bicho e veterano); não adianta secar gelo apontando para o soldado, cabo e sargento sem apertar a parte de cima da tabela, pois amanhã teremos outros soldados cabos e sargentos fazendo a mesma coisa que os antecessores faziam (a convite de oficial). Precisamos dar um basta na interferência política sobre policiamento, quem entende de policiamento são oficiais e praças da corporação, e não caçadores de votos. Área bem policiada não é aquela que o comando prende muito bandido, apreende bastante material ilícito e vive fazendo continhas de estatística que serão usadas para pauta dos telejornais e em campanhas políticas (lembrei da época que guarnição não podia regressar sem o registro de um flagrante, vergonhoso). Do que adianta mancha criminal, se não tem efetivo para patrulhar as ruas? Área bem policiada é aquela que podemos encontrar policiais patrulhando a todo instante e o bandido acaba não tendo chance para agir. Hoje, andamos quilômetros sem encontrar um policial militar. Onde estão os PMs? 
(IV) 
Alguém precisa acabar com esse negócio de PM à disposição de outros órgãos. Alguém precisa elaborar uma norma para estabelecer quais oficiais ocuparão os comandos (inclusive comando geral) e por qual período de tempo. Precisamos criar a cultura de que o errado é o errado e o certo será sempre blindado. Precisamos ver alguém botar ordem na casa, não para os políticos e para as televisões, sim para o nosso cliente que é o cidadão e para a nossa missão que é o policiamento ostensivo e preventivo. Mas nada poderá ser feito enquanto o objetivo for as vantagens pessoais (lícitas ou não). A PM é o órgão da administração pública que mais "demite" funcionários, mas isto já virou lugar comum porque é feito para a televisão e não para a PM. Colocam na rua na mesma velocidade que se serve café expresso, para fazer média com a mídia; depois reinclui o excluído como se nada tivesse acontecido porque não serão processados como pessoa física e condenados a pagar do próprio bolso a reparação. É triste, sim, mas o filtro jamais conseguirá pegar as impurezas de uma instituição que a cada dois minutos contrata 2, 3, 4, 5 mil novos funcionários e os abandonam a própria sorte em uma arena com dois leões, uma lança quebrada e milhões de críticos observando. Um ciclo vicioso: bota mil imundícies para fora, reinclui novecentas e contrata mais duas mil. Entra, sai, sai, entra, exclui e reinclui. Apenas aspirina a um doente em estágio terminal. Fica ou não fica difícil cuidar da imagem de uma empresa assim? 
Sgt Foxtrot 

4) Anônimo
6 de setembro de 2014 09:58 
Cel Paúl. Sou ex-PM e por motivos óbvios prefiro ficar no anonimato e posso afirmar que tudo que o sr relata nesse texto é verdade. Gostaria de dizer que após a minha exclusão, fui trabalhar honestamente de carteira assinada e concluí um bom curso técnico onde desenvolvi minha atividade profissional, por sinal ganhando um salário melhor que ganhava na PM. Hoje estou aposentado e fico acompanhando pela imprensa as mazelas do nosso cotidiano, inclusive as da PM que parece não vai aprender a lição. 
Saudações!

Juntos Somos Fortes!

sábado, 28 de dezembro de 2013

REDE GLOBO: OS FATOS, ESSES CHATOS! O QUE O PM EXIBE É DINHEIRO?

Prezados leitores, na série "O Flamengo e o rebaixamento da Portuguesa", comprovamos que 
parte da imprensa omitiu o fato do Flamengo poder ser rebaixado, algo gravíssimo.
Hohe solicitamos que vocês prestem atenção nessa matéria que acusa PMs.
O jornalista narra dizendo que "um dos PMs aparece colocando a mão na bermuda de uma mulher e pouco depois ele mostra o dinheiro".
Isso é fato!
A matéria informa que "segundo a Polícia Civil eles confessaram o roubo, quando teriam pego R$ 540,00 da mães de um traficante".
Assistam as imagens feitas por um morador:

 


SITE G1
27/12/2013 19h34 - Atualizado em 27/12/2013 20h30
Vídeo mostra PMs de UPP roubando mulher no Morro São Carlos, Rio
Dois policiais militares confessaram roubo de R$ 540 de mãe de traficante.
Dupla está no Batalhão Prisional da PM; veja imagens feita por morador (Leia mais). 

Longe de querer defender os PMs, sobretudo em razão da matéria ter informado que eles confessaram o roubo, procuramos olhar com detalhes as imagens e paramos o vídeo no ponto que o PM estaria exibindo o dinheiro. 
Vejam:



Em primeiro lugar, solicitamos desculpas pela qualidade das fotografias.
Certamente, quem possui o programa adequado poderá obter imagens bem melhores.
O que o PM está exibindo parece dinheiro?

Juntos Somos Fortes!

sábado, 7 de dezembro de 2013

PAZ NO MORRO - EFEITO UPP e EFEITO BANDA PODRE

Imagem: Internet
Deputado Ten Cel Jairo, governador Sérgio Cabral e prefeito Eduardo Paes
O governo não está implantando a paz


Prezados leitores, a expressão "banda podre" usada pela imprensa, via de regra, faz referência a uma parte das polícias brasileiras que se envolve em atividades ilícitas. Sim, existe essa parte da polícia, uma parte significativa, em todas as polícias, mas a expressão "banda podre" pode ser aplicada em outras instituições públicas e privadas, afinal gente querendo levar vantagem é o que não falta no Brasil. A recorrência de notícias envolvendo brasileiros em atos ilícitos dos mais diferentes níveis e das mais variadas formas, nos faz pensar em algo absurdo, como se essa vontade de se dar bem estivesse incorporada na nossa herança hereditária, produzindo ações ilícitas em muitos de nós, enquanto em outros não. Talvez o gene funcione como dominante em uns e recessivo em outros. 
O livro "Vivendo no Fogo Cruzado" (Alves - Evanson) contém várias entrevistas com moradores de comunidades carentes do Rio de Janeiro, onde relatam as dificuldades enfrentadas em face da violência dos traficantes de drogas e dos policiais. Moradores mais antigos falam de um tempo de paz, uma época na qual não ocorriam tantos confrontos, quando os bandidos optavam por fugir da polícia e quando o posto policial (DPO) era uma referência comunitária.
Os tempos mudaram, o tráfico se fortaleceu, os confrontos se multiplicaram e se transformaram em guerra urbana. Confrontos entre facções de traficantes em disputa das bocas e confrontos entre traficantes e Policiais Militares e/ou Policiais Civis.
As Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), um desdobramento dos DPOs, PPCs, CIPOC e GPAEs (Leia "A biografia não autorizada das UPPs - Acesse o link), surgiram no final de 2008 e se multiplicaram apenas no município do Rio de Janeiro, com o intuito de retomar os territórios e evitar a exibição de armas nas comunidades.
As UPPs trariam de volta a paz no morro.
Afinal, pacificar é trazer a paz.
Na prática, não está funcionando assim. Em algumas comunidades os confrontos continuam ocorrendo, enquanto em outras parece existir uma simbiose, com o tráfico funcionando em uma parte da comunidade e a polícia atuando em outra.
Nove mil Policiais Militares estão sendo empregados para trazer essa paz tão sonhada, chegarão a ser dez mil (efetivo de vinte Batalhões de Polícia Militar), mas o governo não está conseguindo.
Prezado leitor, sem falar na falta que esses vinte batalhões estão fazendo nas ruas inseguras do estado do Rio de Janeiro, pense no custo desse projeto. Só o prefeito Eduardo Paes gastará R$ 90 milhões por ano do nosso dinheiro. 
Sim, vidas não tem preço, mas será que estamos gastando  o dinheiro público com eficiência? 
Será que com esses recursos humanos e materiais não poderíamos estar salvando muito mais vidas, com uma melhor gestão? 
Nós respondemos que sim.
Afinal, qual a relação da "banda podre" das polícias com tudo isso?
A nossa resposta nos transformará em alvo de todas as críticas, mas existe uma relação entre tal parte das polícias e a paz no morro.
A experiência na área correcional demonstrou que a "banda podre" promove um equilíbrio. Ilegal, imoral, aético, entre outras qualificações depreciativas, mas que promove uma forma de paz.
É feito um acordo, as polícias não reprimem, as facções não se atacam (dividem território como fazem os bicheiros no Rio de Janeiro) e os traficantes pagam a "banda podre".
Recentemente, esse acordo chegou a ter sido feito inclusive com PMs de UPPs, como o noticiário revelou.
Não é a paz queremos, a paz da legalidade, fruto da existência de um estado democrático de direito. É uma paz criminosa, uma paz simbiótica onde todos lucram de alguma forma, inclusive a comunidade que consegue ter um pouco de tranquilidade para viver, como está ocorrendo em algumas comunidades com UPPs, diga-se a verdade.
As milícias promovem também esse tipo de paz, citando outra forma de "pacificar", em quase metade das comunidades cariocas. Há pouco tempo eram ovacionadas como uma forma de trazer tranquilidade. Melhor ter milícia do que ter tráfico, era a fala inclusive de parte da imprensa.
Quantos políticos não frequentaram a comunidade de Rio das Pedras, por exemplo, atrás dos votos que a milícia produzia?
Quantas matérias jornalisticas não foram feitas sobre isso?
É óbvio que queremos a paz promovida pelo Estado, aliás é seu dever promover e manter a paz, mas o governo atual não está conseguindo e está gastando milhões e milhões de reais em recursos humanos e materiais.
Imagine quanto custará para nós por ano, o pagamento dos salários e das gratificações dos 10.000 PMs que integrarão o projeto das UPPs até 2014?
Os resultados positivos alcançados são reduzidos, os negativos se multiplicam. Se tornou obrigatória a troca dos gestores para trazer de volta a esperança de que as UPPs tragam o resultado que as comunidades carentes precisam e sem trazer malefícios para o todo da população do estado do Rio de Janeiro, como está ocorrendo.
Isso é urgente, caso contrário estaremos correndo o risco da paz pretendida pelo governo não ser alcançada nunca com a atual gestão da segurança pública e a população das comunidades carentes começar a preferir a paz promovida pela "banda podre", essa sem tiroteios, como os que estão ainda ocorrendo em áreas com UPPs.
O morro quer paz. É dever do Estado promovê-la, mas quando o governo não consegue, o morro continua querendo paz. Não custa lembrar que quase a totalidade de seus moradores é ordeira, pacífica e trabalhadora, eles não querem criminosos como vizinhos.
Eis a questão.

Juntos Somos Fortes!

domingo, 17 de novembro de 2013

ELITE DA TROPA, SANGUE AZUL E MONSTROS




Na esteira de livros como "Elite da Tropa (1 e 2)" e "Sangue Azul", livros que tratam de ações da denominada banda podre da Polícia Militar, surge "Como nascem os monstros" que tem como autor um ex-PM, Rodrigo Nogueira. 
Eu li os outros três e devo ler esse também.
O lançamento mereceu uma matéria no jornal O Globo e um artigo no blog Repórter de Crime (Jorge Antônio Barros), o qual transcrevo em parte a seguir.
Salvo melhor juízo, baseado nos três que li e no contido no artigo transcrito sobre esse novo, o livro pode ser mais um que segue a linha do "baseado em fatos reais, faço vertiginosas ficções", consagrado no primeiro "Elite da Tropa".
O papel aceita qualquer coisa, não podemos esquecer, portanto, sem a identificação dos personagens e a descrição detalhada (data, hora e local)  de cada fato narrado, tudo pode se transformar apenas em mais uma obra de ficção, a qual recebeu um tratamento para parecer que trata de fatos reais.
Faço tal ressalva, mas ratifico o que escrevi sobre as outras obras citadas, todos os fatos narrados podem ter acontecido. Ao final da leitura do livro do ex-PM Rodrigo Nogueira, posso chegar a idêntica conclusão. 
Eis o artigo:
Blog Repórter de Crime 
BANDA PODRE 
Confissões de um ex-PM do Rio 
Quem poderia imaginar que quatro PMs de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) -- cuja proposta é justamente a de levar segurança a áreas pobres -- fossem capazes de torturar até a morte um inocente, com a cumplicidade dos superiores e a omissão de mais 21 policiais? Para qualquer pessoa que tenha conhecido a banda podre da PM, como aconteceu com Rodrigo Nogueira, carioca de 32 anos, o Caso Amarildo infelizmente não é exceção. Entre 2005 e 2009, o soldado Rodrigo usou a farda, o distintivo e as armas cedidas pela corporação para extorquir dinheiro de quem estivesse fora da lei ao cruzar seu caminho, torturar traficantes, negociar e vender a liberdade de perigosos assaltantes, julgar e condenar à morte criminosos e suspeitos de crimes, participar de ações da milícia e matar a sangue-frio, sem piedade. Pela primeira vez um ex-PM do Rio confessa publicamente ter cometido tamanhas atrocidades e revela como funciona o esquema que corrompe praticamente toda a cadeia hierárquica da corporação, do soldado ao coronel (Leia mais).
Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

RIO - MOBILIZAÇÃO SALARIAL - POLICIAIS ABSOLVIDOS

Ontem, a Polícia Militar foi novamente ferida com a prisão de dezenas de Policiais Militares, acusados de envolvimento com o tráfico de drogas, fato que a mídia não pára de repercutir.
Tudo isso é muito triste.
Lamento que a mídia não tenha obtido informações sobre o resultado do julgamento na AJMERJ de seis Policiais Militares de Volta Redonda que participaram da mobilização salarial do início do ano. Conforme o contido no email que recebi, todos foram absolvidos. Uma absolvição unânime e proposta pelo próprio representante do Ministério Público, em um discurso emocionante.
O Cabo PM Pablo Rafael foi um dos absolvidos, ele fez parte do grupo que ficou encarcerado em Bangu 1 e incomunicável até para seus advogados, como todos nós.
O Poder Judiciário e o Ministério Público seguem reparando erros do Executivo e reconhecendo que nós estamos lutando por salários justos e por adequadas condições de trabalho.
Juntos Somos Fortes!

sábado, 21 de abril de 2012

RIO: GRAVE ACUSAÇÃO CONTRA POLICIAIS MILITARES.

O GLOBO: 
Polícia Civil investiga estupro de mulher por PMs na Rocinha. 
Delegado já enviou à Justiça pedido de prisão temporária de quatro acusados. 
RIO - Investigadores da 14ª DP (Leblon) estão apurando denúncias de que quatro policiais militares lotados no Batalhão de Choque (BPChoque) teriam estuprado uma mulher na Favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio. O grupo teria flagrado a mulher cometendo furtos na favela. Após ser detida, ela teria sido levada para um beco, onde sofreu abuso sexual. As apurações estão sendo conduzidas pelo delegado Gilberto Ribeiro, que já enviou à Justiça o pedido de prisão temporária dos quatro policiais, com base no depoimento e no laudo do exame de corpo delito realizado pela mulher (Leia mais). 
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quarta-feira, 11 de abril de 2012

RIO: POLÍCIA MILITAR - MP DENUNCIA MAJOR DA PM POR CRIME DE ESTELIONATO.

O DIA:
MP denuncia major da PM por crime de estelionato em compra de carro
Rio - A 4ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal (PIP) da 2ª Central de Inquéritos do Ministério Público do Estado do Rio (MP-RJ) denunciou o Major da Polícia Militar Fabio Campos da Costa pelo crime de estelionato na compra de um Honda Civic blindado, em 2010.
Segundo a denúncia, em outubro de 2010, Fabio Campos adquiriu o veículo ano 2006, modelo 2007, conforme recibo de venda, pelo valor, à época, de R$ 66 mil, dividido em cinco parcelas. No entanto, de acordo com a 4ª PIP, após quitar três parcelas, o denunciado, voluntariamente e dolosamente, deixou de pagar o valor restante de R$ 29.256, emitindo dois cheques sem fundos.
“Cumpre registrar que, em momento algum, o denunciado procurou reparar o dano junto à sociedade lesada, uma vez que se tentou por diversas vezes entrar em contato com o denunciado, a fim de propor uma composição amigável e receber o seu crédito. No entanto, em nenhuma das vezes, obteve sucesso, afirmando, inclusive, que tinha ciência ser o denunciado Oficial da Polícia Militar, o que ensejou receio em cobrar a dívida”, narra texto da denúncia.
De acordo com a 4ª PIP, o Major foi punido pela Polícia Militar por infrações disciplinares, possuindo uma anotação criminal em sua ficha de antecedente criminal por crime de quadrilha, na 81ª DP, em Itaipu. Também foram encaminhadas cópias da denúncia à Corregedoria Geral Unificada (CGU) para adoção das providências administrativas disciplinares pertinentes.
Juntos Somos Fortes!