JORNALISMO INVESTIGATIVO

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terça-feira, 28 de março de 2017

DEZENOVE POLICIAIS MILITARES ACUSADOS DE RECEBEREM PROPINA DO TRÁFICO DE DROGAS



Prezados leitores, o Bom Dia Rio da Rede Globo noticiou que no curso de uma investigação em curso na Polícia Civil, surgiu a acusação sobre 19 (dezenove) Policiais Militares estarem recebendo R$ 5.000,00 mensais como propina para não combaterem o tráfico de drogas na Ilha do Governador.
Isso é muito triste, caracteriza um "acordo com o inimigo", uma verdadeira "traição institucional", considerando que os traficantes de drogas são responsáveis pela morte de inúmeros Policiais Militares em todo estado do Rio de Janeiro.
Matéria no Gl (Link).


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segunda-feira, 27 de março de 2017

RIO: 34.000 FORAGIDOS FORA DAS CADEIAS



Prezados leitores, nada no estado do Rio de Janeiro funciona como deveria.
A captura de foragidos é um exemplo.
Temos mais de 30.000 foragidos.
Se todos forem capturados, o Rio de Janeiro não terá onde colocá-los, o sistema prisional não suportaria.
Tudo funciona mal.

"Jornal Extra
26/03/17 06:00 
Rio tem um sistema prisional só de foragidos da Justiça: são 34 mil pessoas procuradas 
Rafael Soares 
Se todos os foragidos da Justiça do Rio fossem capturados pela polícia de uma só vez, o estado teria que criar um novo sistema penitenciário somente para eles. Levantamento inédito feito pelo EXTRA, com base em informações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), revela que o Rio tem mais de 34 mil pessoas com mandados de prisão pendentes. As cadeias fluminenses têm cerca de 28 mil vagas, de acordo com dado de janeiro deste ano da Secretaria estadual de Administração Penitenciária.
Para chegar ao número de foragidos do estado, o EXTRA requereu ao CNJ o número total de mandados de prisão em aberto no Rio. A instituição compartilhou a base de dados que alimenta o Banco Nacional de Mandados de Prisão, uma ferramenta online de busca das ordens judiciais (www.cnj.jus.br/bnmp), referente ao estado do Rio. Como uma pessoa pode ter mais de um mandado em seu nome, foi preciso aglutinar todas as ordens judiciais que tivessem em comum o nome do procurado e de sua mãe — para diferenciar homônimos.
Assim, o levantamento chegou ao número final de 34.913 foragidos — que têm em seus nomes um total de 51.598 mandados expedidos pela Justiça. Os dados compartilhados pelo CNJ são referentes a 17 de março (Leiam mais)".

Juntos Somos Fortes!

VÍDEO - PARTIDO DA CAUSA OPERÁRIA PLANEJA EVITAR PRISÃO DO EX-PRESIDENTE LULA

Prezados leitores, assistam com muita atenção a esse vídeo, onde o senhor Rui Costa Pimenta, presidente do Partido da Causa Operária, descreve um planejamento para evitar que o ex-presidente Lula seja preso no dia 3 de maio quando será ouvido pelo excelentíssimo juiz Sérgio Moro.




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VÍDEO - SEAP - INSPETOR PENITENCIÁRIO PODERÁ SER NOMEADO SECRETÁRIO

Prezados leitores, o Coronel PM Ref Paúl comenta um "boato" que está circulando dando conta que diante dos problemas denunciados pela imprensa na SEAP, o governador Pezão estaria estudando nomear um inspetor penitenciário de carreira para a função de secretário, algo que se for concretizado tem tudo para melhorar a gestão.





Juntos Somos Fortes!

AOMAI - REUNIÃO URGENTE - AMANHÃ - 11:00 HORAS



Prezados leitores, o presidente da AOMAI está convocando todos os sócios para a reunião que será realizada amanhã, às 11:00 horas.
Aproveitamos para solicitar que os associados que sejam nossos leitores que façam contatos com os associados que conhecerem para avisá-los.
Os temas abordados são de extrema relevância e a participação dos associados é fundamental para que se obtenham as melhores decisões.

Juntos Somos Fortes!

FILHOS DE CABRAL E ADRIANA NÃO SÃO MELHORES QUE FILHOS DAS MILHARES DE "MARIAS"



Prezados leitores, o Poder Judiciário ao conceder o direito de prisão disciplinar à Adriana Ancelmo Cabral em razão do pai também estar preso e da existência de filhos menores (12 e 14 anos), acabou abrindo espaço para que milhares de presas espalhadas pelas penitenciárias e pelos presídios do Brasil solicitem igual tratamento.
Isso é justo, justíssimo.
Afinal, embora Cabral e Adriana estejam presos, os filhos menores não estão desassistidos pois a família tem um padrão de vida digno da realeza, portanto, com toda estrutura para cuidar das crianças e ainda, um irmão que é deputado, reunindo todas as condições de cuidar dos menores.
Milhares de presas não tem qualquer estrutura para cuidar de seu filhos menores, os quais ficam entregues à própria sorte nas comunidades carentes ou ficam aos cuidados de parentes e vizinhos que encontram dificuldades para prover a subsistência da própria família.
São esses menores abandonados, por exemplo,  que engrossam as fileiras do tráfico de drogas e que perambulam pelas ruas furtando, roubando, ferindo e matando para se apoderarem de um celular.
É preciso ser justo é estender o direito ou não concedê-lo a quem menos precisa dele. 
Os filhos de Cabral e Adriana não são melhores e não precisam de mais cuidados que os filhos das milhares de Marias que estão presas e que tem filhos menores que nem sabem quem é seu pai.

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CRÍTICAS E SUGESTÕES ( 6 ) O DANOSO JEITINHO BRASILEIRO - CORONEL PM REF HERRERA



Prezados leitores, dando continuidade à série "Críticas e Sugestões" escrita pelo Coronel PM Ref Herrera publicamos o sexto artigo.

"CRÍTICAS  E  SUGESTÕES  (6)
O  DANOSO  “JEITINHO  BRASILEIRO”

Deve-se arrancar a árvore da corrupção
sob o risco de termos um Brasil mais corrupto”
(DELTAN  DALLAGNOL, Procurador da República)


Nossa cultura impõe que, em qualquer situação, tenhamos a capacidade de compor as soluções, por meio do costumeiro “jeitinho brasileiro”, quer de forma desonesta ou não. Isso já está internacionalmente conhecido.
No caso dos policiais militares, esse tipo de cultura trouxe graves consequências. Embora a PMERJ seja instituição militar (consagrada nas Constituições federal e estadual) e, portanto, sob administração militar, o serviço dos policiais militares, no policiamento ostensivo, é de natureza civil.
O PM, no cotidiano de sua missão, está submetido à Justiça comum, porém permanece sob a égide de leis e regulamentos militares (Código Penal Militar, Regulamento Disciplinar, Conselho de Disciplina entre outros) na sua atividade interna. Ou seja, o PM parece ser militar apenas em seus deveres, sem desfrutar de direitos e prerrogativas correspondentes. Não há arbitrariedade alguma: existem as normas legais respectivas. Tornou-se legal uma situação esdrúxula.
A Justiça Militar estadual, por força no disposto na Emenda Constitucional nº 45/2004, não tem competência para julgar os crimes contra a vida praticados por policial militar em serviço contra vítimas civis, o qual será apreciado pela Justiça comum, ou seja, por Tribunal do Júri. Deu-se o nosso “jeitinho”
Ademais, no que trata “DA SEGURANÇA PÚBLICA”, a Constituição federal  disciplina na forma clara do art.144, § 6º: As polícias militares e corpos de bombeiros militares, forças auxiliares e reserva do Exército, subordinam-se, juntamente com as polícias civis, aos Governadores dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios. Não fala em Secretaria Estadual de Segurança Pública ou de Secretaria Estadual de Defesa Civil.
Os governos, demagogicamente, no atendimento de anseios públicos momentâneos, tendem a criar Ministérios intitulados com o tema em voga. Mas sem qualquer pudor com custos orçamentários, na indecente farra política para “os amigos do rei”: por certo, a Viúva paga a despesa.
Por exemplo, para dar imaginária solução ao grave problema do desemprego, no governo Lula, houve a transformação para Ministério do Trabalho e Emprego; no governo Temer, à denominação de Ministério da Justiça, foi acrescentado “e Segurança Pública”; também agora todos os cidadãos estamos protegidos: finalmente foi criado o Ministério dos Direitos Humanos. Como que, numa canetada presidencial, se pudessem resolver tão caóticas situações. Foram dados mais  “jeitinhos”. Que, evidentemente, nada resolverão, apenas permitiram alocarem-se mais apaniguados dos governantes nas mornas tetas da nossa Mãe Gentil.
Enquanto Estados Unidos e França, por exemplo, conseguem governar-se – e razoavelmente bem – com apenas 14 ministérios, já chegamos a ter 39. Irresponsavelmente, por conveniências político-partidárias. Sem parâmetro algum. Parecem mais “jeitinhos”, para criar cabides de emprego.
No recente episódio do impeachment, o Senado Federal, em sessão dirigida pelo Presidente do STF, para julgar crime de responsabilidade, votou pela perda do mandato da Presidente Dilma, porém mantendo seus direitos políticos, afrontando o disposto no art. 52, parágrafo único, da Constituição federal: “(…) limitando-se a condenação (…) à perda do cargo, com inabilitação, por oito anos, para o exercício de função pública, sem prejuízo das demais sanções judiciais cabíveis.”
O texto constitucional, como de resto toda redação legislativa, há que ser claro, preciso e conciso. Sem dúvida, pragmático “jeitinho” parlamentar para o tenso momento político nacional. Contudo, na retórica jurídica, pode-se admitir ter sido apenas eventual decisão heterodoxa, sob o ponto de vista dogmático-constitucional.  Poder ser. Deixa pra lá.
E o que dizer da criação da esdrúxula Força Nacional de Segurança Pública, por mero decreto presidencial, ao arrepio da lei, em flagrante violação ao disposto no art. 144 e seus parágrafos, da Constituição federal? Deu-se outro “jeitinho”.
A nação perplexa assistiu ao escândalo da CPI do Mensalão e, agora estarrecida, acompanha a autodenominada Operação Lava-Jato. E o nosso suspeito Congresso Nacional insiste em fazer constantes manobras para a “legalização” da chamada Caixa 2 das campanhas eleitorais; em verdade, para obter clara anistia de crimes praticados anteriormente por atuais deputados, senadores, governadores e ministros, dezenas deles já envolvidos nas investigações. Mesmo de modo tão vergonhoso, estão tentando dar o “jeitinho” deles.
Já houve o “jeitinho” petista: o conveniente entendimento de que a economia do país se deteriora, por ter a oposição “golpista” logrado o impeachment. Parece anedota. A cassação do mandato não se deu pelos motivos que, por si sós, a impuseram: os continuados atos de improbidade administrativa, que geraram a mais devastadora recessão econômica na História deste país. A demagógica visão distorcida dos lulopetistas, cúmplices ativistas da Esquerda festiva, negará sempre os fatos.
E, por fim, a Câmara de Deputados acaba de dar o “jeitinho” para aprovar projeto de lei que autoriza a terceirização plena nas empresas, mesmo na atividade-fim. E inclusive para o serviço público. Violaram-se parâmetros de Administração. Uma lapidar incongruência.
O Brasil é assim. Ainda não parece país sério. Infelizmente.
NELSON HERRERA RIBEIRO, Cel PM Ref, advogado e professor"
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domingo, 26 de março de 2017

DIGAM NÃO AO DESARMAMENTO DA POPULAÇÃO

Prezados leitores, nós recebemos esse vídeo sobre o desarmamento da população, ele é muito interessante.
Se concordarem com o direito do cidadão de proteger a si e aos seus familiares, divulguem.





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ONDE FORAM PARAR OS EQUIPAMENTOS HOSPITALARES DO IASERJ E DO HOSPITAL DA POLÍCIA CIVIL?



Prezados leitores, no Rio de Janeiro muita coisa desaparece.
Quem não lembra do desparecimento das vigas da Perimetral, estruturas metálicas enormes e pesando toneladas, despareceram no ar, enquanto o ex-prefeito Eduardo Paes (PMDB) ficava com "cara de paisagem", sem apresentar até hoje uma explicação (Link para reportagem sobre o sumiço).
O episódio nos faz pensar nos materiais hospitalares do IASERJ e do Hospital da Polícia Civil, os quais foram extintos no governo Cabral-Pezão.
Alguém sabe dizer onde foram parar?
Será que tiveram idêntico destino das vigas da Perimetral?
Por favor, quem souber nos informe sobre os materiais e sobre as vigas.

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POLÍCIA MILITAR: MAJOR PM FAZ DELAÇÃO QUE PODE ATINGIR CORONÉIS PM



Prezados leitores, o Major PM Delvo fez uma delação premiada e ela foi homologada.
Não será surpresa se as denúncias relacionadas com compras realizadas pela PMERJ (FUSPOM) atinjam Coronéis PM, considerando que são Coronéis que exercem a função de diretores das áreas relacionadas com as compras.
O importante é que tudo seja devidamente investigado e que existindo culpados, Oficiais ou Praças, que eles sejam punidos com rigor.

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SESEG E SEAP - OS SECRETÁRIOS IMEXÍVEIS DE CABRAL E DE PEZÃO

Prezados leitores, no governo Sérgio Cabral o secretário de segurança era imexível.
No governo Pezão parece que o secretário imexível será o de administração penitenciária.




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CRÍTICAS E SUGESTÕES ( 5 ) UM POUCO DE HISTÓRIA: AS POLÍCIAS MILITARES NO MUNDO - CEL PM REF HERRERA

Prezados leitores, dando sequência a série "Criticas e Sugestões" da lavra do Coronel PM Ref Herrera, publicamos o quinto artigo.




"CRÍTICAS  E  SUGESTÕES  (5)
UM  POUCO  DE  HISTÓRIA:  AS  POLÍCIAS  MILITARES  NO  MUNDO    

 “Ser Policial é, sobretudo, uma razão de ser”
(Do Hino da PMERJ, autoria do então 1º Ten PM Jorge Ismael Ferreira HORSAE)


A partir de dezembro de 1983, a reformulação da severa Lei de Segurança Nacional gerou natural anseio de “reformular” o país, sob autocráticos governos desde 1964, dando azo ao chamado período de redemocratização”, trazendo no bojo a marcante pretensão de “varrer o entulho autoritário”.
Virou moda, então, ser contra a chamada ditadura militar, que, sem dúvida, deixou-se violentar pela indelével nódoa da tortura. Inadmissível sob qualquer ponto de vista, mormente em regimes democráticos. Esse foi o pecado mortal, que serviu para o forte repúdio da Sociedade à palavra  “militar”. Além, é claro, do maciço emprego da PM como polícia de choque para reprimir manifestações públicas que antecederam a Ditadura Escancarada (no dizer de ELIO GASPARI), iniciada com a decretação do AI-5, em dezembro de 1968. Fatos que vieram a atingir em cheio todas as corporações policiais militares.
Como sabemos, a atual Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) tem sua remota raiz histórica na Divisão Militar da Guarda Real de Polícia, criada em 1809, pelo Príncipe Regente D. João, quando da transladação da Família Real portuguesa para o Brasil. Em tempos atuais, com a fusão dos antigos Estados da Guanabara e do Rio de Janeiro, em 1975, fundiram-se também suas respectivas polícias militares: PMEG e PMRJ transmudaram-se para PMERJ. Isto faz parte da História do Brasil.
Cumpre ressaltar que, no mundo todo, a maioria das organizações policiais no desempenho da função de polícia de segurança (a mal denominada polícia ostensiva), são de investidura militar ou mesmo, quando de estatuto civil, são paramilitares, atuando sob disciplina militarizada. E, no mais das vezes, desempenham o ciclo completo, ou seja, as funções de polícia de segurança e de polícia judiciária.
Alguns exemplos: em PORTUGAL, além de outros organismos policiais, a Guarda Nacional Republicana (militar, integrada no Ministério da Defesa Nacional), a Polícia de Segurança Pública (curiosamente, de estatuto civil, mas disciplina militarizada) e a Polícia Judiciária (civil); sendo todas operacionalmente subordinadas ao Ministério de Administração Interna; na ESPANHA, a Guardia Civil (militar) e o Cuerpo Nacional de Policía (civil, mas com disciplina militarizada), ambas atuando no ciclo completo, subordinadas operacionalmente ao Ministério do Interior; na FRANÇA, tem-se a Gendarmerie Nationale (militar) e a Police Nationale (civil); na ITÁLIA, a Polizia di Stato (também de estatuto civil, mas disciplina militarizada), a Arma dei Carabinieri e a Guardia di Finanza (ambas militares, integrando as Forças Armadas); no CANADÁ, a Royal Canadian Mounted Police (força paramilitar, atuando no ciclo completo, com seus denominados oficiais de paz, submetidos à disciplina militar, e membros civis contratados para funções de administração e de polícia técnica); na América do Sul, o mais marcante exemplo: Carabineros de Chile (militares, integrando as Forças Armadas chilenas).
Como já informou o Coronel PAÚL, em seu blog, recentemente, em 2016, foi criada a polícia militar no MÉXICO: a Gendarmería Nacional, que passou a constituir a divisão militar da Policía Federal Preventiva (civil), atuando com seus diversos Agrupamentos: de Cavalaria, de Operações Especiais, de Segurança Rural, de Segurança Fronteiriça, de Proximidade Turística, de Proximidade Social (polícia comunitária) e de Reação (polícia de choque).
Completou-se, assim, a existência de polícias militares ou paramilitares (civis com disciplina militarizada) em todos os países da América Latina.
O entendimento parece de clareza solar: o rigor draconiano de regulamentos militares mais bem se presta ao imediato controle da organização, ensejando ritos sumários na apuração de malfeitos e sua rápida punição.
Não se pode negar, entretanto, que o desempenho policial, por todo o Brasil, não resulta eficaz. Há muito a fazer, necessariamente, para sua melhoria. De pronto, urge eliminar o ponto comum em todos os Estados: a crônica submissão da Polícia Militar e da Polícia Civil aos interesses político-partidários dos governantes. As garras afiadas da  tecnoestrutura.
Como eu disse em artigo publicado no Jornal do Brasil, nos idos de agosto de 1986, reafirmo que Segurança Pública é assunto muito sério para ser entregue a curiosos ou aventureiros. Há que ser formulada por profissionais dignos e competentes. É, sobretudo, uma questão de mentalidade. De governantes, juristas e policiais.
Aliás, como se procurou fazer em muitos países. Basta estudar.
Na chamada redemocratização, à luz de anacrônica retórica “comunistoide”, fomentaram-se infrutíferas discussões sobre a investidura de policiais: se civis, se militares. Mas, obviamente, focando a condenação da natureza militar. Até hoje.
O tema mais importante, entretanto, nunca foi objeto de discussão, salvo, isoladamente, por competentes policiais: são as funções de polícia (se polícia judiciária, se polícia de segurança), para atingir-se o modelo ideal de ciclo completo em toda organização policial, delimitando-se, apenas, as respectivas áreas geográficas de emprego. Dessa forma, sendo-lhes irrelevantes a natureza e a denominação.
Porém isso encerraria de vez toda discussão político-ideológica, pós-Revolução de 64. E não parece conveniente a enrustidos inimigos da Democracia.
Será que, no modismo de desmilitarização da PM, na rediscussão do modelo policial no nosso país, só os brasileiros estaremos certos no mundo?
NELSON HERRERA RIBEIRO, Cel PM Ref, advogado e professor

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RIO - PACIFICAÇÃO, FEBRE AMARELA, VACINAÇÃO E TIROTEIO

Prezados leitores, a sonhada "pacificação" não chegou em lugar nenhum do Rio de Janeiro.
A violência está em todos os lugares e ontem atrapalhou até a vacinação contra a febre amarela.


ex-secretário de segurança Beltrame  e ex-governador Sérgio Cabral


"Jornal O Dia 
Vacinação contra febre amarela é suspensa por conta de tiroteio no Parque União 
Postos de saúde do Complexo da Maré suspenderam o atendimento às 14h30 deste sábado 
25/03/2017 18:56:34 - ATUALIZADA ÀS 25/03/2017 19:45:34 
Rio - Um tiroteio no Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio, interrompeu a vacinação contra a febre amarela em três postos de saúde localizados na região por volta das 14h30 deste sábado. As unidades que foram fechadas são o Centro Municipal Parque União, Centro Municipal Hélio Smidt e Centro Municipal Samora Machel. 
De acordo com a Polícia Militar, o Bope realizou uma operação no Parque União, neste sábado. Uma pessoa foi ferida e encaminhada para o Hospital Geral de Bonsucesso. Duas pistolas e drogas foram apreendidas na operação (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

sábado, 25 de março de 2017

COMISSÃO DE ANÁLISE DA VITIMIZAÇÃO POLICIAL MILITAR DA PMERJ

Prezados leitores, solicitamos atenção para esse convite do Comando Geral da PMERJ 




"PMERJ - Convite
A Comissão de Análise da Vitimização Policial Militar da PMERJ convida você a visitar o endereço www.pmerj.rj.gov.br/analise-da-vitimizacao-do-policial e após ler e analisar o conteúdo, preencher o formulário de propostas e sugestões para controlar e reduzir o problema". 

Divulguem!

Juntos Somos Fortes!

O FIM DA APOSENTADORIA DOS POLÍTICOS BRASILEIROS



Prezados leitores, eis uma campanha que merece a participação de todos, considerando que ele representa justiça com relação aos trabalhadores brasileiros.
A campanha está começando nas redes sociais, todos devemos fazer a nossa parte para dar a devida visibilidade ao seu conteúdo.
Em seguida, vamos para as ruas exigir a sua concretização.

Mensagem que está circulando pelas redes sociais:

"Hoje 22/3/2017 o leitor do Globo -Marco Aurélio Souza - escreveu: 
- " Pelo fim das aposentadorias e pensões de políticos. Político não é profissão. Não necessita de formação, nem presta concurso público. O político é escolhido para prestação de serviço temporário, portanto, não tem direito à aposentadoria ou a deixar pensões. O político legislou em causa própria e isto é ilegal.Que sejam anuladas todas as aposentadorias e pensões políticas! Está, sim, é a verdadeira reforma previdenciária." Acho que isso define o desejo de todos nós, brasileiros. Vamos repassar?"

Divulguem!

Juntos Somos Fortes!