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terça-feira, 11 de outubro de 2016

SEGURANÇA PÚBLICA: VIOLÊNCIA COMPROVA CONTEÚDO DO NOSSO ARTIGO



Prezados leitores, nós temos sido críticos rotineiros da gestão da segurança pública no Rio de Janeiro.
Ontem, voltamos ao tema no artigo "RIO: A DESTRUIÇÃO AMPLA, GERAL E IRRESTRITA DA SEGURANÇA PÚBLICA (Link)", publicado às 08:00 horas.
Ao longo do dia diversos confrontos armados aconteceram, tendo maior repercussão midiática o confronto ocorrido na Zona Sul, a mais policiada do Rio de Janeiro.
Os fatos confirmaram as nossas palavras.
Talvez tenha ocorrido uma mera coincidência.
Todavia, lembramos que fomos os primeiros a escrever que as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) eram insustentáveis, como escrevemos no livro publicado com o título "UPPs, uma farsa eleitoral".
Afirmação feita no auge do sucesso do projeto na imprensa, quando era apontado como um modelo para o Brasil.
Será que foi outra coincidência?
Ousamos escrever que não.
Nesses governos do PMDB iniciados em 2007 sempre saltou aos olhos que a política de segurança pública munca existiu.
Só não viu quem era cego ou não queria ver.
Não precisava ter uma bola de crital ou ser o maior especialista no tema para antever o fracassoao contrário, prever o futuro era muito fácil.
Nesse ponto vale lembrar que a política de segurança pública é responsabilidade do governador, o secretário de segurança pública é apenas o gestor.
Quem lembra do início do governo Sérgio Cabral sabe que a política por ele estabelecida era a continuidade do "tiro, porrada e bomba", que resultou em grandes fracassos.
A política depois passou a ser a da "pacificação", o "policiamento de proximidade", que impediria que os traficantes exibissem armas nas comunidades ocupadas por UPPs, um novo fracasso.
Enquanto a imprensa festejava a ocupação das comunidades sem disparar um tiro, nós explicávamos que os criminosos tinham, que ser presos no curso das operações de retomada do território, caso contrário se espalhariam por todo estado.
Dito e feito, eles ocuparam todo o estado.
Além disso, nunca retomaram qualquer território, apenas ocuparam partes das comunidades onde implantaram sem qualquer infra-estrutura as UPPs.
Os traficantes e os milicianos dominam quase a totalidade das comunidades carentes.
Hoje a violência se faz presente em todos os lugares, em qualquer dia e horário.
Os governos Sérgio Cabral e Pezão perderam a luta contra a criminalidade.
A população está acuada e amedrontada.
Tudo como nós prevemos com a devida antecedência.

Juntos Somos Fortes!

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