JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sexta-feira, 21 de outubro de 2016

FLA-FLU: AS PROVAS CLARAS DA INTERFERÊNCIA INTERNA E EXTERNA QUE O STJD REJEITOU

Prezados leitores, o Presidente do STJD ao mudar sua decisão inicial e resolver arquivar a petição do Fluminense, ignorou provas claras da interferência interna (jogadores) e da interferência externa (inspetor de arbitragem).
A interferência interna é comum nos jogos de futebol, jogadores e comissões técnicas reclamam sempre das marcações da arbitragem. Na próxima rodada isso ocorrerá em TODOS os jogos.
No tocante à interferência externa, essa é PROIBIDA pela FIFA e temos indícios claros que ela ocorreu em alguns jogos, antes e depois do Fla-Flu.
No Fla-Flu a interferência externa foi COMPROVADA PELA PRIMEIRA VEZ através do trabalho de leitura labial feito pela Rede Globo.
Basta assistir o vídeo para COMPROVAR a interferência externa.
O Presidente do STJD decidiu contra as provas.
As falas do Inspetor de Arbitragem não deixam marge a qualquer dúvida, constituem prova da interferência, assim como, as falas de jogadores do Flamengo com o bandeirinha.





Será que o Presidente do STJD vai tomar uma nova decisão como fez o árbitro do Fla-Flu que adotou TRÊS decisões?
A segunda por interferência interna e a terceira por interferência externa.
Ele aceitou a petição, mudou e resolveu arquivar, será que vai desarquivar e dar prosseguimento?
Será que estamos diante de um novo caso de interferência externa?
O certo é que o Presidente do Fluminense e a torcida do Fluminense não podem aceitar essa violação flagrante dos princípios jurídicos.
Hora de agir.

Juntos Somos Fortes!

FLA-FLU: SÚMULA DEMONSTRA ERRO DA DECISÃO DO STJD DE ARQUIVAR

Prezados leitores, nós lemos um artigo publicado no site do Globo Esporte (Fonte) do qual extraímos o trecho da súmula do Fla-Flu (obtida do site da CBF), que utilizamos para análise.


Ocorrências/Observações
O jogo foi paralisado por 10 (dez) min, aos 40 min do 2o tempo, pelos atletas de ambas as equipes terem protestado contra decisão da arbitragem em lance de impedimento.

Observações Eventuais
NADA HOUVE DE ANORMAL.

Não custa lembrar que a súmula é o documento oficial sobre o que ocorreu durante o jogo.
O contido nas "observações eventuais" é uma inverdade, como as imagens exibidas pelas redes de televisão comprovam, uma confusão envolvendo inúmeras pessoas e com duração superior a dez minutos.
Se o que ocorreu não foi anormal, nós passamos a desconhecer o sentido de normalidade.
Por sua vez, o contido nas "ocorrências/observações" beira o hilário, considerando que "atletas de ambas equipes terem protestado contra decisão da arbitragem em lance de impedimento".
Ninguém ficou satisfeito com a decisão?
O que levaria atletas de ambas as equipes protestarem contra decisão da arbitragem em lance de impedimento.
O normal é que a decisão da arbitragem sobre um lance de impedimento gere protestos de atletas da equipe que se julgar prejudicada.
Ocorreram protestos de atletas de ambas as equipes porque a arbitragem exarou TRÊS DECISÕES.
A primeira contra o Fluminense, anulando o gol.
A segunda contra o Flamengo, validando o gol, após conversa entre árbitro, auxiliar e jogadores do Fluminense.
A terceira contra o Fluminense, quando o gol foi invalidado novamente, após conversa entre árbitro, auxiliar, atletas dos dois times, inspetor de arbitragem (o que trouxe a interferência externa) e outras pessoas.
Tudo isso está claro nas imagens e nas leituras labiais e deveria ter sido relatado na súmula.
Nesse ponto, voltamos ao publicado no nosso artigo anterior quando extraímos parte da matéria do site Lance (Fonte):

"as provas produzidas pela procuradoria demonstram de forma cabal que todos foram categóricos em dizer que a decisão do árbitro Sandro Meira Ricci se deu única e exclusivamente pela decisão do Emerson Augusto de Carvalho, o assistente."

A primeira dúvida que surge é quem seriam as pessoas que foram categóricas?
A palavra "todos" é referente a quais pessoas?
O árbitro, o auxiliar e o inspetor de arbitragem?
Se forem eles é imprestável para formação de opinião.
Eles são diretamente envolvidos nos indícios da interferência externa, obviamente, o feito não poderia ser arquivado com base nos "acusados" de terem praticado a irregularidade.
Nos ajudem.
Alguém tem conhecimento de que atletas, integrantes das comissões técnicas, representante da CBF, ouvidor do Brasileirão 2016, peritos em leitura labial, integrantes da imprensa ou outras pessoas foram ouvidas para produzirem provas categóricas?
Salvo melhor juízo, ninguém sabe quem são "TODOS".
O presidente do STJD tem o dever de esclarecer, o procedimento não está (nem poderia) em segredo de justiça, ele é público.
A segunda dúvida é no sentido de que a decisão se deu unicamente pela decisão do árbitro e do seu auxiliar.
As imagens demonstram que isso é verdade em um único momento: na anulação do gol logo após a sua feitura.
A segunda decisão foi entre o árbitro e o auxiliar, mas teve a interferência de jogadores do Fluminense que argumentaram com eles.
Após a conversa, árbitro e auxiliar resolvem validar o gol.
Cumpre destacar que até esse momento a interferência foi interna, como já ocorreu em milhares de jogos de futebol.
A terceira decisão, teve a interferência de dezenas de pessoas.
Um tumulto que durou mais de dez minutos.
O que fez com que árbitro e auxiliar mudar novamente de opinião?
Simples, a interferência externa, ela que é claríssima como comprovam as leituras labiais. Inclusive quando o árbitro, após ter ouvido o inspetor da arbitragem, conversa com os dois capitães.
A decisão de arquivar contraria frontalmente a necessidade de esclarecer os fatos e de buscar provas sobre o que ocorreu.
Não cabe recurso à decisão do Presidente do STJD, isso na esfera esportiva.
Os clubes não devem recorrer à justiça comum, os clubes, os torcedores podem e devem.

Juntos Somos Fortes!

FLA-FLU: DECISÃO DO STJD AGRAVA CRISE, EXPÕE O FLAMENGO E ABRE PRECEDENTE



Prezados leitores, a decisão do senhor Presidente do STJD precisa ser esclarecida e a imprensa deve cobrar esses esclarecimentos, isso para que não se some mais um mistério ao tão misterioso futebol brasileiro.

A decisão do Presidente do STJD:
"De ordem do Dr. Auditor Presidente deste Superior Tribunal de Justiça Desportiva, Ronaldo Botelho Piacente, referente ao Pedido de reconsideração encaminhado pela Procuradoria do STJD nos Impugnação de Partida sob nº 354/2016- STJD - tendo como Impugnante Fluminense F.C., informo que através de despacho, acolhe o pedido da D. Procuradoria, e reconsidera a decisão de fls. 31/32, e com fundamento no inciso III, §2º do artigo 84 do CBJD, indefere liminarmente a petição inicial da ação de impugnação de partida. 
Determina ainda, a intimação imediata do Presidente da Confederação Brasileira de Futebol, para que homologue o resultado da partida realizada em 13 de outubro de 2016 entre o Fluminense Football Club e o Clube de Regatas Flamengo pelo Campeonato Brasileiro - Série- A (2016), devendo surtir seus efeitos legais e regulamentares (Fonte)".

O Fluminense deve ter alicerçado seu pedido na reportagem do Esporte Espetacular, onde foi feita a leitura labial de várias pessoas que se manifestaram ao longo dos fatos.
Não custa rever a reportagem:

EE: Leitura labial mostra que inspetor avisou juiz de impedimento no Fla-Flu (Acesse e assista). 

Assistida a reportagem, vamos analisar trechos de reportagens da imprensa sobre a decisão do Presidente do STJD:

1) Site do Globo Esporte (Fonte):
"O pedido de reconsideração da Procuradoria, assinada pelo procurador-geral Felipe Bevilacqua, foi feito na manhã desta quinta. Na visão de Bevilacqua, a matéria jornalistica utilizada pelo Fluminense (a leitura labial da confusão feita pelo Esporte Espetacular do último domingo) não serve como prova. Segundo o procurador-geral, ''a prova de vídeo não possui valor já que houve a negativa do Inspetor de Arbitragem, assim também como a manifestação dos atletas em campo não podem ser considerada intervenção externa justamente por serem participantes.''

Estranho!
A palavra do Inspetor de Arbitragem serve de prova, mas as imagens claras dele falando o que falou e que comprova a interferência externa não servem como prova?

2) Site Lance (Fonte):
"Resta provado nos autos a inexistência de um mínimo probatório necessário a configurar a referida "interferência externa", citou Ronaldo Piacente".
(...)
No despacho desta quinta, o presidente do STJD citou que entendeu "que essa prova é relativa, pois não há certeza que o inspetor de arbitragem (Sérgio Santos) realmente teria dito essas palavras, e mesmo que tiver dito, seria necessária a prova dessa interferência externa, ou seja, que a decisão do árbitro foi com base nessas palavras 'a TV sabe, a TV sabe que não foi gol' supostamente ditas pelo inspetor de arbitragem". 
Ronaldo Piacente ainda citou que o inspetor negou ter dito as palavras citadas na leitura labial. O presidente do STJD acrescentou que "as provas produzidas pela procuradoria demonstram de forma cabal que todos foram categóricos em dizer que a decisão do árbitro Sandro Meira Ricci se deu única e exclusivamente pela decisão do Emerson Augusto de Carvalho, o assistente".

Muito estranho!
Eles querem nos convencer que o que foi visto e ouvido por milhões de pessoa não é verdade e que a verdade é o contido nas palavras da arbitragem e do inspetor?
Isso afronta a inteligência mediana.

O Fluminense se manifestou através de nota sobre essa decisão sem qualquer alicerce e que só tumultuou mais ainda o fato e expôs o Flamengo (Fonte):


"O Fluminense FC lamenta a decisão do presidente do STJD, que aceitou o pedido da procuradoria e reconsiderou o seu próprio despacho, que havia deferido o recebimento da ação de impugnação da partida entre Fluminense e Flamengo, realizada no último dia 13, em que claramente teve interferência externa (imagem televisiva) na decisão do árbitro Sandro Meira Ricci ao anular o gol do Henrique. 
O Fluminense fez o seu papel. Apresentou à Justiça Desportiva uma flagrante ilegalidade, que acarretou no cometimento do erro de direito. As provas de interferência externa estavam escancaradas na mídia. Iniciada pelos jogadores do Flamengo e, em seguida, pelo inspetor de arbitragem que invadiu o campo para informar à equipe de arbitragem que a televisão teria apontado impedimento no lance. 
E, nesse sentido, foi a posição do presidente do STJD ao admitir a ação, na última segunda-feira (dia 17). Como explicar que, três dias depois, seja reconsiderada a sua própria decisão? Nada surgiu de novo. Rigorosamente nada. As provas eram as mesmas. Por que motivo houve essa mudança repentina? 
Enfim, é triste ver a corte máxima desportiva do nosso país se apequenar, deixando de submeter ao julgamento do Pleno matéria tão relevante (interferência externa) do futebol brasileiro. Optou-se em agradar parte da opinião pública. Causa perplexidade que tribunal de tamanha relevância divorcie-se da legislação desportiva, da legalidade, das regras de futebol. Quiseram evitar que uma grande ferida fosse aberta no poder do futebol brasileiro. E esse poder do futebol brasileiro, mais uma vez, venceu. 
Para encerrar, o Fluminense Football Club sugere que o presidente do STJD venha a público para manifestar e esclarecer sobre a sua inusitada e contraditória mudança de opinião. Com a palavra, o presidente do STJD".

A nota é excelente.
Expõe a ferida com clareza solar.
É evidente que houve interferência externa na decisão da arbitragem. A sequência dos fatos e a leitura labial comprovam de forma indiscutível.
A dúvida sobre a leitura labial que acometeu o Presidente do STJD, repentinamente, pode ser sanada com um exame pericial, o que não pode é a simples negativa do Inspetor de Arbitragem desmentir suas próprias palavras.
Isso é uma vergonha.
Nós voltaremos ao assunto e aproveitamos para aconselhar que os interessados consultem os artigos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (Fonte) que tratam da impugnação de uma partida, os artigos 84 a 87. 
Na próxima rodada do Brasileirão 2016 os técnicos terão um aparelho de televisão à sua disposição nos bancos de reserva para apresentarem seus desafios?
Ou isso só vale para alguns clubes?

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

URCA, BAIRRO SÍMBOLO DO POLICIAMENTO COMUNITÁRIO, SOFRE COM "PACIFICAÇÃO"



Prezados leitores, a Urca foi o bairro símbolo do policiamento comunitário no Rio de Janeiro, logo que esse conceito foi introduzido na Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.
O falido projeto de "pacificação" e do "policiamento de proximidade" conseguiram espalhar a violência por todos os municípios e em todos bairros.
A violência chegou até a Urca...
Viver no Rio de Janeiro é muito perigoso, a cada dia mais perigoso, apesar dos esforços dos Policiais Militares e dos Policiais Civis.

"Jornal Extra
20/10/16 12:57  
PM reforça policiamento na Urca após tiroteio deixar feridos
Policiais militares do 2º BPM (Botafogo) estão reforçando o policiamento no bairro da Urca, na Zona Sul do Rio, após um tiroteio deixar três feridos. Segundo informações da PM, dois homens tentaram roubar um carro na Avenida Venceslau Brás - o veículo é blindado. Houve troca de tiros com seguranças. No confronto, os suspeitos foram baleados. Eles seguiram para o Hospital Miguel Couto, na Gávea, também na Zona Sul. uma mulher que passava pelo local também ficou ferida e foi levada para a Policlínica de Botafogo. Nâo há informações sobre o estado de saúde dos feridos. O caso será registrado na 9ª DP (Catete) - (Leia mais)".

Juntos Somos Fortes!

RIO: CORONÉIS PM INATIVOS QUEREM VOLTAR PARA O SERVIÇO ATIVO




Prezados leitores, transcrevemos parte do artigo publicado no Jornal O Dia por Adriana Cruz.

"PUBLICADO EM 19.10.2016 - 12:01 
Posse de Wolney incentiva coronéis 
‘Tropa do Pijama’, que foi cedo para a reserva, quer voltar à ativa, assim como o novo comandante da PM 
“Estou pronto para atender a qualquer chamado. Tenho competência e saúde”, afirma o coronel Rogério Seabra, de 49 anos, mas que foi para reserva remunerada em março do ano passado, e passou a integrar a chamada ‘tropa de pijama’. O oficial faz parte do grupo de 20 coronéis que como a Coluna Justiça e Cidadania publicou ontem argumentam que foram para casa mais cedo porque o ex-secretário de Segurança José Mariano Beltrame, com a política de oxigenação, reduziu de seis para quatro anos o tempo para o oficial ocupar o último posto. 
Eles sustentam que a medida só onerou os cofres públicos e que a política de renovação dos quadros saiu pela culatra. O próprio governador licenciado Luiz Fernando Pezão alardeia que são 600 coronéis com salários de até R$ 24 mil. “Mandar os oficiais com pouca idade embora foi uma política que começou com o ex-governador Sérgio Cabral”, critica Rogério Seara. 
Quinze dos 20 oficiais insatisfeitos com a aposentadoria forçada assinaram um documento voluntário para retorno à corporação. São eles: Jorge Ricardo da Silva; Carlos de Souza Alves; Valdir Cataldo Terra, Márcio da Costa Lima; Rogério Seabra; Carlos Magno Ribeiro Cabral; Arlei Balbino dos Santos; Alexandre Ribeiro Rocha; Alexandre Augusto Vidal de Almeida; Jairo Azevedo Germano; Sérgio Luís Mendes Afonso; Advanil Klein Class; Carlos Henrique Moraes, Eraldo Almeida Rodrigues e Sebastião José de Alcântara Neto. Mas em nota a assessoria de imprensa da Polícia Militar alega que ‘até o momento não há nenhum acordo sobre este retorno’. Para ter oficiais na reserva de volta à corporação é necessário que haja convocação para o serviço ativo, como aconteceu com o novo comandante da PM Wolney Dias, anunciado ontem pelo secretário de Segurança Pública, Roberto Sá. Para atender o chamado, Dias foi obrigado a retirar o pijama (Fonte)". 

Salvo melhor juízo, o Oficial da Reserva Remunerada não é obrigado a atender a convocação.

Juntos Somos Fortes!

FERNANDO CAVENDISH DENUNCIA EX-GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL




Prezados leitores, o cerco está aumentando sobre o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB).

"Jornal Extra 
20/10/16 07:36 Atualizado em 20/10/16 07:44 
Cabral presenteou sua mulher com anel de R$ 800 mil pago por Cavedinsh 
Chico Otavio e Daniel Biasetto - O Globo 
RIO - O propósito era fazer uma surpresa à mulher, mas o primeiro a se espantar com o presente de Sérgio Cabral para a então primeira-dama, Adriana Ancelmo, foi o empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta Construções. Cabral o convidou para bater perna pelas lojas de Mônaco, onde ambos estavam, atrás de uma recordação para a Adriana. Ela aniversariava no dia seguinte, 18 de julho de 2009. Na porta da filial da Van Cleff & Arples, famosa joalheria, na Place du Casino, o governador do Rio pegou o empresário pelo braço e entrou. Nada olhou, pois o presente já estava reservado: um anel de ouro branco e brilhantes. Só ali, quando tudo já estava decidido, Cavendish descobriu que a conta lhe caberia. Valor: 220 mil euros (cerca de R$ 800 mil).
Cavendish, que faria em Mônaco a maior compra de sua vida em cartão de crédito, deixou a loja com a suspeita de que já estava tudo armado e a promessa do amigo de que a dívida seria acertada mais à frente. 
Uma foto de Cabral com Adriana, na qual a mulher exibe o anel na mão esquerda, é uma das provas exibidas por Cavendish à força-tarefa da Lava Jato no Rio e em Brasília para provar a compra. O empresário, que cumpre prisão domiciliar, está negociando a delação premiada. Ele também entregou a nota fiscal, o certificado de compra e o comprovante de pagamento com cartão de crédito. Depois que a amizade com Cabral foi rompida, contou Cavendish, o anel foi devolvido a ele por um amigo do ex-governador, Paulo Fernando Magalhães Pinto(Fonte)".

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

CRIMINOSOS EXECUTAM FAMILIARES DE POLICIAL MILITAR



Prezados leitores, a situação é gravíssima no Rio de Janeiro.
A violência está totalmente fora de controle e os criminosos cada vez mais ousados.
Novo Secretário de Segurança Pública e novo Comandante Geral devem interagir com a tropa imediatamente. 
Criminosos ultrapassaram uma barreira sagrada (família) e a tropa poderá ultrapassar outras barreiras.

"Jornal O Dia
Bandidos fazem chacina com família de sargento da PM em São João de Meriti 
Mãe, irmão, duas crianças e o cachorro da família foram encontrados assassinados 
19/10/2016 08:55:41 - Atualizada às 19/10/2016 14:18:23
Bianca Lobianco e Maria Inez Magalhães 
Rio - Quatro pessoas da mesma família e um cachorro foram assassinados em uma casa em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. De acordo com informações da Polícia Militar, o sargento da PM Cristiano José Martins, lotado no 5º BPM (Praça Harmonia), chegou em casa por volta das 8h desta quarta-feira, na Rua Bom Jardim, e encontrou a mãe, o irmão, duas crianças e o animal de estimação mortos (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

FLAMENGO, O REI DA ÉTICA E DA MORAL ESPORTIVA




Prezados leitores, primeiro nos cabe perguntar:
- Por que a imprensa esportiva não fez a analogia que demonstraremos nesse artigo?
Propomos inverter a situação hipoteticamente.
O Fluminense estava ganhando o Fla-Flu de 2 a 1. O Flamengo faz o gol de empate, mas o bandeirinha e o juiz anulam o gol. Jogadores do Flamengo correm em cima do bandeirinha e argumentam. Árbitro e bandeirinha conversam e resolvem validar o gol do Flamengo. Jogadores do Flamengo comemoram, enquanto jogadores do Fluminense e comissão técnica passam a pressionar a arbitragem. O delegado do jogo também invade o campo. A leitura labial da conversa entre vários envolvidos deixa claro que ocorreu uma interferência externa na decisão da arbitragem, que voltou a anular o gol, isso mais de dez minutos depois do lance.
O que o Flamengo faria?
Não acionaria os seus direitos no STJD?
Claro que sim.
Como fez no passado, conforme comentário recebido e publicado.

"IG Esporte
Por gol anulado, TJD suspende resultado e Fla volta a ter chances na Taça Rio
Por iG São Paulo | 18/04/2013 17:47 
Clube carioca alegou que o gol de Hernane no empate diante do Duque de Caxias foi anulado devido a uma interferência externa, o que é proibido pela Fifa 
Depois de ter derrotado o Remo por 3 a 0 e garantir a vaga na segunda fase da Copa do Brasil, o Flamengo voltou a ter chances de chegar às semifinais da Taça Rio. Isso porque o presidente do TJD-RJ (Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro, José Teixeira Fernandes, concedeu, a pedido do clube, um mandado de garantia para suspender o resultado do jogo entre Flamengo e Duque de Caxias, válido pela quinta rodada. Naquela ocasião o clube da Gávea alegou que o gol marcado pelo atacante Hernane e anulado alguns minutos depois de ter sido validado pelo trio de arbitragem mostra que houve interferência externa na decisão, algo proibido pela Fifa. O duelo terminou empatado por 1 a 1 (Fonte)".

Muito engraçado.
O Fluminense é o "rei do tapetão" segundo parte da imprensa, ela que esquece quando o Flamengo usou idêntico recurso.
O Fluminense provará facilmente a interferência externa.

Juntos Somos Fortes!

FUTEBOL: PARTE DA IMPRENSA ESPORTIVA DISTORCE OS FATOS, ISSO É PÉSSIMO



Prezados leitores, a principal missão da imprensa é informar.´
Informando a imprensa contribui para a formação da opinião pública.
De tal realidade decorre o compromisso da imprensa com a verdade, caso contrário, ela deforma a opinião pública, o que é péssimo em todos os sentidos.
Pior que uma população de desinformados, só uma população de mal informados.
Parte da imprensa brasileira deforma a opinião pública segundo seus interesses.
A imprensa esportiva também padece desse mal.
Ontem recebemos o seguinte comentário:

"Anônimo
18 de outubro de 2016 19:10
Coronel, o senhor costuma dizer que a imprensa não fala mais do Fluminense com envolvido no caso do Brasileirão de 2013. Eu nunca concordei. O portal da Microsoft não só não cita o Flamengo, como, hoje, indiretamente chama de tapetão a anulação temporária dos pontos do Flamengo. http://www.msn.com/pt-br/esportes/brasileirao-serie-a/relembre-os-casos-de-tapet%c3%a3o-no-futebol-brasileiro/ar-AAj6ns2?li=AAggXC1&ocid=iehp
Fora isso, um apresentador do SporTV, conversando com o Peter Siemsen, hoje, ao vivo, por telefone, fala de uma suposta mancha na imagem do Fluminense, por, segundo ele, entrar sempre nos tribunais. O presidente do Fluminense, obviamente, o corrigiu dizendo que, em 2013, o Flamengo é quem era polo ativo no processo".

A leitura do primeiro parágrafo desaconselha o restante da matéria.

"O Campeonato Brasileiro de 2016 pode registrar mais um decisão de “tapetão”, como é popularmente conhecida a prática de alterar, via tribunal, um resultado conquistado em campo. Mais uma vez, o Fluminense aparece como principal envolvido. A equipe tricolor alega que houve interferência externa, proibida pela Fifa, na derrota para o Flamengo e solicitou a anulação do clássico junto ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). O Fluminense já escapou de dois rebaixamentos e “pulou” uma divisão com a ajuda de seus advogados. Outras grandes equipes do futebol nacional também já se envolveram em escândalos. Relembre os principais casos:"

Será que o autor do artigo não considera que houve interferência externa?
- Difícil acreditar depois da leitura labial feita pela Rede Globo.
Será que ele desconhece que foi a interferência externa que mudou o resultado do jogo?
- Sim, o jogo seria, em tese, 2 a 2, caso não ocorresse novo gol no tempo que faltava após o gol irregular do Fluminense, mas validado pela arbitragem após a conversa entre o árbitro e o bandeirinha. Foi a interferência externa que mudou o resultado.
Aposto que o autor do artigo deve fazer parte do grupo que ainda considera que a Portuguesa e o Flamengo perderam os pontos no "tapetão" (Brasileirão 2013), ignorando a verdade, já que perderam os pontos dentro do campo, ao escalarem jogadores irregulares para jogar (dentro do campo, bom lembrar).
É preciso por um ponto final nessa mania de parte da imprensa esportiva de querer manipular os fatos, esses chatos.
Se fosse o inverso, o Flamengo teria feito exatamente como o Fluminense fez (sobretudo por estar disputando o título) ou será que o autor do artigo desconhece que o Flamengo também recorre aos tribunais?
Até ao tribunal internacional o clube já recorreu e perdeu.
No tocante ao restante do artigo, recomendamos a leitura do livro "Pagar o quê? (link para compra).

Juntos Somos Fortes!

POLÍCIA MILITAR: NOVE COMANDANTES GERAIS EM DEZ ANOS, NÃO PODE DAR CERTO

40 da Evaristo - 2007

Prezados leitores, a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) detém um recorde entre todas as Polícias Militares e os Corpos de Bombeiro Militar do país.
Em menos de dez anos foram nomeados nove Comandantes Gerais, algo nunca visto anteriormente na história da segurança pública do Brasil.
Em média cada Comando Geral dura cerca de treze meses.
Além disso, entre os nove, três foram convocados da inatividade.
Tal convocação acaba por desmerecer todos os Coronéis PM que se encontram no serviço ativo, salvo melhor juízo, considerados inaptos pelo Secretário de Segurança para o exercício da função.
Não precisa ser especialista na área para entender os erros e os malefícios institucionais.
Apesar de todos esses equívocos na gestão da segurança pública, desejamos sucesso ao novo Comandante Geral.
E, auguramos que sua primeira vitória seja a regularização dos nossos pagamentos.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 18 de outubro de 2016

RIO: NOVO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA PÚBLICA ASSUME



Prezados leitores, nunca é demais deixarmos bem claro que somos radicalmente contrários à existência da Secretaria de Segurança Pública, um órgão caríssimo para os cofres públicos e absolutamente desnecessário, tendo em vista que as duas instituições podem trabalhar de forma coordenada sem a existência de um gestor externo.
Somos favoráveis à autonomia das Polícias Militar e Civil, assim como, à autonomia da Perícia Criminal.
Enquanto essas mudanças não ocorrem, só nos resta desejar sucesso ao novo Secretário de Segurança Pública, esperando que a sua primeira luta seja no sentido do restabelecimento do nosso calendário de pagamentos.

"G1 
17/10/2016 12h35 - Atualizado em 17/10/2016 13h33 
Roberto Sá toma posse e promete continuar UPPs, mas com ajustes
Secretário pretende fazer uma 'coalizão do bem' com outras polícias.
Ele garantiu que priorizará a valorização do profissional da segurança pública.
Henrique Coelho e Marco Antônio Martins
O novo secretário de Segurança do Rio, Roberto Sá, tomou posse nesta segunda-feira (17). Ele substitui José Mariano Beltrame, que pediu demissão na semana passada. Em seu primeiro pronunciamento, Sá afirmou que fará reuniões periódicas de avaliação dos números da criminalidade, com foco nas UPPs.
Ele afirmou ainda que o projeto continua, mas que eventuais ajustes serão feitos. "Vamos focar e intensificar nas investigações (para apreender) de fuzis e armas de alto poder explosivo, juntamente com outras polícias, em uma 'coalizão do bem'", garantiu o secretário.
Segundo ele, a sua gestão vai focar na preservação da vida e na valorização do profissional de segurança pública. "A gente vai fazer com que essa gestão do conhecimento valorize o policial civil e o militar que estão lá na ponta".
Entre as ações de combate ao crime organizado, está prevista uma investigação mais intensa sobre o uso de armas de grosso calibre e explosivos por grupos criminosos. "Eu quero algo a exemplo do que era a Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (DRAE). Essas são as armas usadas na lógica do terror, como fuzis e explosivos", explicou Sá (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

FLA-FLU: COMPROVADA A INTERFERÊNCIA EXTERNA NA DECISÃO DA ARBITRAGEM




Prezados leitores, ontem, novamente, o Brasil assistiu a mudança de decisão da arbitragem de um jogo por meio de uma interferência fora de campo.
No jogo Sport x Vitória, o árbitro e o árbitro auxiliar (bandeirinha) marcaram escanteio, como fica claro nas imagens, mas segundos após o árbitro mudou e marcou pênalti.
O Brasileirão 2016 está virando uma bagunça completa no tocante às decisões das arbitragens.
No caso do Fla-Flu, a interferência externa, ação proibida, ficou clara após o trabalho da imprensa que fez a leitura labial dos diálogos mais importantes.

"Globo Esporte
16/10/2016 12h15 - Atualizado em 16/10/2016 13h08
EE: Leitura labial mostra que inspetor avisou juiz de impedimento no Fla-Flu
Esporte Espetacular convoca especialista para descobrir o que disseram jogadores e membros da arbitragem durante a polêmica do gol no clássico
A polêmica do gol anulado do Fla-Flu da última quinta-feira continua. O Esporte Espetacular convocou um especialista em leitura labial para mostrar o que os jogadores e membros da arbitragem disseram durante os 13 minutos em que o jogo ficou paralisado. Vários jogadores alertam o árbitro Sandro Meira Ricci que as imagens da TV mostravam que o gol havia sido ilegal. E, antes da decisão final, Ricci é alertado também pelo inspetor de arbitragem da partida, Sérgio Santos, que diz:
- A TV sabe. A TV sabe que não foi gol (Fonte)".

 Juntos Somos Fortes!

domingo, 16 de outubro de 2016

EX-GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL CONDENADO A DEVOLVER DINHEIRO



Prezados leitores, a vida começa a cobrar.

"O Estado de São Paulo
Sérgio Cabral condenado por incentivos fiscais irregulares 
Ex-governador do Rio e Michelin pneus terão que ressarcir valores de ICMS que não foram recolhidos pela empresa por causa de benefícios estimados em R$ 1 bilhão concedidos pelo peemedebista a partir de 2010 
Mateus Coutinho e Julia Affonso 
14 Outubro 2016 | 11h05 
O ex-governador do Rio Sérgio Cabral (2007/2014) foi condenado pelo Tribunal de Justiça a ressarcir valores de ICMS que deixaram de ser recolhidos aos cofres públicos a partir de 2010 com base em benefícios fiscais concedidos em sua gestão que alcançaram R$ 1 bilhão.
Além do peemedebista foi condenada a empresa Michelin Indústria e Comércio de pneus, beneficiária dos incentivos.
As informações foram divulgadas no site do Ministério Público Estadual do Rio. (processo número 0323933-67.2013.8.19.0001) - (Fonte)"

Juntos Somos Fortes!

O FLA-FLU SERÁ ANULADO OU O BRASILEIRÃO 2016 CAIRÁ EM DESCRÉDITO

Prezados leitores, quem assistir o vídeo não terá nenhuma dúvida de que o Fla-Flu terá que ser anulado.





Juntos Somos Fortes!

sábado, 15 de outubro de 2016

A ANULAÇÃO DO FLA-FLU SERIA JUSTA?



Prezados leitores, primeiro agradecemos aos comentários que recebemos e que nos permitiram corrigir o texto sobre a sequência das decisões da arbitragem.
Ontem, o assunto foi exaustivamente noticiado pela imprensa e discutido nas redes sociais.
Novo duelo entre a razão e a paixão.
O que se viu nos comentários da imprensa e nas redes sociais é que tudo indica que houve uma interferência externa, o que não é ainda permitido.
Eis o que deve ser o centro da análise.
A arbitragem anulou o gol logo após o lance?
Sim, isso é indiscutível.
Os jogadores do Fluminense correram em cima do bandeirinha para protestarem?
Sim, isso é comum no futebol.
O árbitro conversou com o árbitro auxiliar (bandeirinha)?
Sim.
Validou o gol após essa conversa?
Sim, o que significa que a argumentação foi aceita.
Bola no meio e jogo que segue.
Mas, não foi isso que aconteceu.
Longos e intermináveis minutos se passaram com conversas envolvendo a arbitragem, jogadores dos dois times e outras pessoas.
Após todo esse teatro, o árbitro voltou atrás e anulou o gol.
Por que o árbitro voltou atrás novamente?
Eis a resposta que nos permitirá avaliar se o Fla-Flu deve ou não ser anulado.
O árbitro se omitiu na súmula e nada narrou sobre o ocorrido.
A anulação não pode ter sido em razão de uma nova conversa com o bandeirinha envolvido no lance.
Se fosse isso não demoraria tanto.
Os indícios dão conta que aconteceu uma interferência externa.
Se foi isso que aconteceu, como a maioria está alegando, que um novo Fla-Flu seja jogado.
Caso não tenha ocorrido, mantenha-se o jogo como válido.
Por derradeiro, como um leitor fez uma menção do nosso livro (O Escândalo do Brasileirão 2013 - Como o Flamengo foi salvo do rebaixamento) em um comentário, esclarecemos que o livro só contém fatos, todos comprovados, não existem ilações.
Fatos que não foram investigados pelo GAECO do MP-SP como ficou claro na análise dos autos que realizamos, tanto que além de outros "fatos novos", encaminharemos o livro, quando solicitarmos a reabertura do inquérito.
A luta pelo esclarecimento de todos os fatos do Brasileirão 2013 só acabará quando todos eles foram esclarecidos, a começar pelo misterioso silêncio da imprensa durante e após o jogo Flamengo e Cruzeiro, quando André Santos jogou irregularmente, fato que colocou o Flamengo com 40% de chance de ser rebaixado no dia 8 de dezembro de 2013, como seria se a Portuguesa não tivesse escalado irregularmente o jogador Héverton.
Tudo isso dentro de campo, vale lembrar, os jogadores foram escalados e jogaram.
Fatos, esses chatos!

Juntos Somos Fortes!