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terça-feira, 11 de julho de 2017

BRASIL: MENOS ESTADO, MENOS CORRUPÇÃO



Prezados leitores, diante da realidade brasileira a frase título "Menos Estado, menos corrupção" atende aos princípios da lógica.
Como escrevo com frequência temos uma significativa parcela da população infectada pela vontade de levar vantagem, um problema epidêmico e que demorará gerações para começar a ser revertido, tendo em vista o número dos doentes ética e moralmente. Um mal que não raro passa de pai para filho, como se estivesse incorporado ao genótipo.
Penso que neste aspecto a população pode ser dividida nos seguintes grupos:
1) Os sadios que nada fazem para o enfrentamento da doença.
2) Os sadios que lutam contra a doença.
3) Os doentes que estão desenvolvendo todos os sintomas e contribuindo para novos infectados.
4) Os doentes que não conseguem desenvolver os sintomas por absoluta falta de oportunidade.
Os doentes praticam todo tipo de crime, mas existe uma predileção pelo dinheiro público por parte de doentes com melhor nível cultural, os crimes de colarinho branco, enquanto os doentes de menor nível optam pelos crimes violentos, os crimes de sangue.
As funções de Estado, via de regra, são ocupadas pelos doentes do tipo 3, o que faz com que o dinheiro público seja surrupiado nos três níveis de governos e das mais variadas maneiras.
A criatividade e a voracidade deles para desviarem o nosso dinheiro não têm limites.
Diante de tal cenário, diminuir o Estado não é apenas uma alternativa gestora, sendo uma necessidade imperiosa para controlar esses doentes.
Um Estado menor é decisivo para que as oportunidades dos doentes desenvolverem seus sintomas também sofram diminuição, protegendo o dinheiro público.
Os sadios que integram os grupos 1 e 2 devem cobrar a imediata redução do Estado.
Enquanto isso os esforços para identificar e isolar os doentes em estabelecimentos penitenciários não pode parar.
As ações sendo complementares catalisaram o processo de controle da doença.
A cura dos integrantes dos grupos 3 e 4?
Lamento ter que admitir, mas considero que muitos são incuráveis e devem ser apartados do convívio social.

Juntos Somos Fortes!

2 comentários:

  1. Concordo. Mais de 25 anos de maus exemplos vindos "de cima" culminaram nisso que temos hoje: um país sem moral, um povo sem princípios e sem identidade. Um amontoado de unhantes e valdevinos, uns querendo passar rasteira nos outros. Muito triste, mas é a realidade.

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  2. Muito bom! Muito esclarecedor ! Essa idéia merece ser divulgada

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