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sábado, 8 de julho de 2017

GRUPOS CRIMINOSOS DOMINAM PARTES DO TERRITÓRIO BRASILEIRO. O QUE FAZER?

"Servir e proteger"


Prezados leitores, grupos de criminosos fortemente armados dominam partes do território brasileiro (comunidades carentes).
No Rio de Janeiro, um dos principais municípios do país, a presença desses grupos ocorre na Zona Norte, na Zona Oeste, no Centro e na Zonal Sul, onde submetem milhares de cidadãos brasileiros as suas "leis", exercendo sobretudo o monopólio do uso da força.
Os criminosos aproveitaram da falta de urbanização ou da urbanização precária dessas partes do território brasileiro para ocuparem tais comunidades, o que inviabiliza a realização do policiamento ostensivo preventivo por parte da Polícia Militar, para transformá-los em bases onde vendem drogas ilícitas e de onde saem para prática de assaltos.
Há décadas as forças policiais realizam frequentes operações policiais (apelidadas de "tiro, porrada e bomba) para prender esses criminosos e apreender suas armas, o que invariavelmente resulta em confrontos armados e mortes.
Os criminosos e as armas são logo repostos, transformando as ações policiais em esforços praticamente inócuos.
Os bandidos jogam a culpa de todas essas mortes produzidas pelas "balas perdidas" durante as operações nas forças policiais e como dominam os moradores através do uso da força, obrigam a que parte deles pratiquem atos violentos de protestos nas vias publicas, incendiando ônibus, gerando o caos na cidade.
Fica claro que a capacidade acumulada por esses grupos criminosos que possuem modernas armas de guerra, gerou verdadeiros estados paralelos no Rio de Janeiro.
No governo Cabral-Pezão a tentativa de se contrapor a esses grupos com a colocação de jovens Policiais Militares em alguns desses territórios foi um gigantesco fracasso, causando a morte de vários policiais, além de ferimentos em um número muito maior.
A estratégia precisa mudar.
Cabe ressaltar que coragem não falta aos integrantes das forças policiais para enfrentá-los, como comprovam diariamente, mas faltam efetivo e recursos materiais para enfrentá-los adequadamente.
Portanto, continuar jogando nas costas das forças policiais a responsabilidade pelo enfrentamento significa manter ou agravar o grave quadro atual.
É evidente que esses grupos armados precisam ser detidos com urgência, seus integrantes presos e suas armas apreendidas, devolvendo a paz não só aos moradores das comunidades (partes do território brasileiro), mas para toda população.
Também salta aos olhos que a missão de retomada dessas partes do território nacional não é das forças policiais, como está claro na Constituição Federal.
Diante desses fatos, urge que o governo federal assuma as suas responsabilidades.

Juntos Somos Fortes!

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