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sábado, 17 de janeiro de 2015

PROTESTOS NO RIO E EM SÃO PAULO CONTRA AUMENTO DAS PASSAGENS

Prezados leitores, o povo está voltando para as ruas.



"JORNAL DO BRASIL
Hoje às 18h05 - Atualizada hoje às 20h26
Rio e São Paulo: mais um dia de protestos contra aumento das passagens 
Os estados do Rio de Janeiro e São Paulo têm nesta sexta-feira (16/1) mais um dia de protesto contra o aumento da passagem, organizado pelo Movimento Passe Livre (MPL). Os atos foram marcados pelas redes sociais e os ativistas pedem tarifa zero para os transportes públicos. No Rio, a concentração dos manifestantes acontece na Candelária, no Centro. Em São Paulo, cerca de mil ativistas saíram da Praça do Ciclista por volta das 18 horas, seguindo pela Avenida Paulista. 
Na sexta-feira passada (9), o ato realizado em São Paulo acabou em muita confusão e correria pela Avenida Paulista. Mais de 50 participantes foram detidos. "Não concordamos com a postura de alguns manifestantes, mas não é função do MPL identificar, julgar ou criminalizar quem está nas ruas, protestando contra a violência diária do transporte e suas tarifas", destacou uma nota enviada na tarde desta sexta (16) pelo MPL. A PM informa também que 900 agentes vão acompanhar a manifestação. Já no Rio, houve um pequeno tumulto quando o ato já dispersava, na Central. 
Com a concentração na Praça do Ciclista, uma das faixas da via no sentido Consolação foi fechada, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Os policiais bloquearam a Avenida Paulista, por volta das 18 horas, na altura da Rua Bela Cintra. 
No Rio, os manifestantes começaram a caminhada por volta das 18h, fechando uma das pistas da Presidente Vargas, em direção da Central. Muitas pessoas carregam faixas pedindo também a liberdade de ativistas presos em protestos anteriores. A PM informou, por volta das 19 horas, que cerca de 500 pessoas acompanham a manifestação. 
O reajuste das passagens de ônibus no Rio foi de 13% e entrou em vigor no dia 3 de janeiro. A tarifa passou de R$ 3 para R$ 3,40, o que levou o Ministério Público contestar o aumento na Justiça, alegando que a elevação aconteceu acima da inflação registrada no período (Leia mais)". 

Juntos Somos Fortes!

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