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domingo, 22 de janeiro de 2017

IMPEACHMENT - SERVIDORES E MILITARES NÃO ACEITAM ACORDO CELEBRADO POR PEZÃO

Prezados leitores, o atual governo do estado do Rio de Janeiro não nos representa mais.
Nós queremos o impeachment do governo.
Uma mensagem atribuída a um perito criminal que está sendo divulgada nas redes sociais resume muito bem a nossa posição.




"Companheiros: 
A voracidade com que membros do PMDB estão arrasando o nosso Estado do Rio de Janeiro impressiona. Esse acordo de recuperação fiscal do Pezão e Temer, nos termos divulgados pela imprensa, é indecente e visa apenas livrar de responsabilidades os artífices dessa crise.
Suspender o pagamento da dívida do Estado por três anos sem auditá-la, sem apurar responsabilidades é transferir para o sucessor do nosso Governador o ônus dos seus feitos, é determinar que uma nova crise virá ainda mais violenta após o período de suspensão, ocasião em que ambos (Pezão e Temer) já não estarão no poder.
Por outro lado, decidir que os servidores públicos descontem um percentual maior em suas previdências para terem seus vencimentos em data certa é uma chantagem inominada, prefiro continuar recebendo na data em que o Estado quiser. Não concordo em cobrir o rombo fraudulento deixado na previdência do Estado pela dupla Cabral x Pezão sem que haja, no mínimo, uma apuração séria dos reais motivos da quebradeira, efetuada por pessoas idôneas e não comprometidas.
Novos empréstimos bancários para o pagamento do Décimo Terceiro Salário ainda vão agravar mais o nosso futuro como funcionários e cidadãos fluminenses. Se não houver depuração total das obras superfaturadas (ex. Maracanã), incentivos fiscais inadmissíveis, contratos de serviços irregulares e outras demandas não vamos sobreviver a esse acordo enfadonho. O Governo federal está deficitário também, sobrevivendo de emissões de títulos, e concedeu diversos aumentos a classes de servidores federais. Entretanto, exige no ajuste arbitrado ao nosso Estado, que sejam descumpridos acordos salariais estabelecidos através de Leis sancionadas em anos anteriores. Afinal de contas no Município, no Estado e na União somos nós que pagamos os impostos, porque a discriminação?
Não há clareza nas contas do Estado, não se propõe uma redução dos custos incompatíveis praticados pelos Poderes Judiciário e Legislativo; os cargos comissionados não são reduzidos; os órgãos de controles e fiscalização das finanças do Estado são omissos e têm tratamentos diferenciados.
A imprensa é tendenciosa e só publica o que convém, fazendo das negociatas do Pezão a salvação da pátria, e transformando servidores em vilões, esquecendo que até pouco tempo éramos o segundo Estado em arrecadação de Impostos do pais. Quem quebrou a nossa economia não pode ser tutor de projetos para saneá-la. 
O Pezão, Picciane e os seus parceiros do PMDB não têm credibilidade para negociar mais nada, e se o Brasil fosse um país sério já estariam no mínimo destituídos de seus mandatos. Por tanto, não apoio e não aceito quaisquer acordos que tenham essas figuras como patronos. Fora Pezão. Fora Picciane.
Jorge Luiz - Perito Criminal" 

Juntos Somos Fortes!

7 comentários:

  1. É a pura verdade! Claro e cristalino. Essas pessoas não podem ser protagonistas de nenhuma solução, pois foram os causadores da crise. Fora Pezão, Picciani!

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  2. Espero que o povo vá agora pedir, Fora Temer!

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  3. Não dá para confiar em nenhum acordo proposto pelos políticos que estão aí.

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  4. O autor da falência não pode ser o responsável pelo conserto financeiro do estado.

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  5. Esse Governador Pesao continuista de Sergio Cabral, não possui idoneidade para decidir pelo Povo Fluminense .

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  6. Acho extremamente pertinente o texto e vou além dizendo que a questão é muito mais profunda. Estamos colhendo aquilo que plantamos! A corrupção que campeia o Brasil, como bem disse Leandro Karnal, é uma DOENÇA SOCIAL. Nenhum governo é corrupto quando o seu povo é honesto! O mar de lama de corrupção que vem banhando o país há séculos chegou a níveis insustentáveis porque sempre aceitamos este estado de coisas. Agora, somos reféns de uma pseudo democracia em que somos obrigados a votar em candidatos que não apenas pertencem às facções criminosas que se tornaram os partidos políticos, mas que também estão comprometidos com seu próprio enriquecimento ilícito, de seus familiares e de seus comparsas. Acho que mais do que reclamar dos resultados desta infecção crônica e aguda que estamos sofrendo com a falência financeira e moral do Estado como um todo, há que se ter uma postura de não aceitação a QUALQUER tipo de "jeitinho" de "suborno" de "vantagem"que possamos nos deparar que configure-se como um ato de corrupção. No médio prazo, ensinar VALORES a nossas crianças!

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