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sábado, 21 de janeiro de 2017

BRASIL: SOLUÇÃO SERIA A "INTERVENÇÃO CIVIL" ?



Prezados leitores, ontem conversávamos no Whats App sobre o artigo que publicamos sobre a "intervenção militar constitucional (Link). 
Nossa interlocutora citou o parlamentarismo como solução e no transcorrer da conversa citou a "intervenção civil", tema que seria defendido por muitos segundo ela e exposto em página do Facebook. 
Fizemos algumas perguntas sobre o plano de ação para essa intervenção civil, porque gostaríamos de entender como isso seria operacionalizado, entre elas: 
- O quê (melhoria a implantar). 
- Por quê (resultados esperados). 
- Quem (responsáveis). 
- Quando (data). 
- Como (procedimentos). 
As perguntas foram feitas também por força do hábito, considerando que nós que temos uma formação militar estamos acostumados desde sempre a elaborarmos planos de ação sempre que temos uma missão a ser cumprida.
Ela teve que interromper a conversa, que será reiniciada oportunamente, como prometeu, diante do nosso interesse.
Em breve pesquisa nas redes sociais sobre os temas abordados até aqui, encontramos um texto de Olavo de Carvalho (2015), artigo do qual extraímos o seguinte trecho para reflexão dos nossos leitores:

"Não há crime nenhum em pleitear uma intervenção militar, nem em falar contra ela. Seria ótimo se, em vez de discutir isso, os intervencionistas nos explicassem qual a diferença entre uma intervenção civil e uma intervenção militar, diferença que não é óbvia de maneira alguma, se é que existe (sobretudo se lembrarmos que em 1964 não foram os militares que derrubaram João Goulart, e sim o Congresso), e os anti-intervencionistas nos esclarecessem como pensam em derrubar o sistema comunopetista SEM apoio militar. Seria ótimo se uns e outros compreendessem o que estão dizendo, em vez de tomar posição pró e contra coisas que não passam de figuras de linguagem. Vejo-me às vezes repetindo em vão o apelo que igualmente em vão José Ortega y Gasset lançou aos espanhóis às vésperas da guerra civil: “En nombre de la nación, claridad!" (Olvado de Carvalho - Fonte)”. 

Juntos Somos Fortes!

Um comentário:

  1. Intervenção civil é um eufemismo para revolução; uma forma de poder constituinte originário( vide Síria e outros países que desencadearam esses movimentos ) Já a intervenção militar, fora dos moldes previstos na C.F., ou seja,sem a solicitação explicita de um dos poderes legalmente estabelecidos é um golpe. Ambos alteram o "status quo", nem sempre pra melhor. J.S.F. SAUDAÇÕES
    LUIS CLÁUDIO RESENDE CEL BM

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