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domingo, 15 de janeiro de 2017

RIO - A CRISE NA ÁREA DA SEGURANÇA PÚBLICA SE AGRAVA PERIGOSAMENTE

Prezados leitores, todos sabem que os militares federais e estaduais não têm o direito a GREVE, embora greves tenham ocorrido ao longos dos últimos anos em vários estados brasileiros desencadeadas por Policiais Militares e Bombeiros Militares, sendo desencadeadas contra eles pelos governos as represálias contidas nos regulamentos disciplinares e no Código Penal Militar, anuladas posteriormente por anistias.
Portanto, devemos ter greves de várias categorias do funcionalismo público, mas não deverá ocorrer paralisação por parte dos militares do estado do Rio de Janeiro, mas atendidas as condições os militares deverão continuar participando das manifestações de rua e realizando outros tipos de protestos.
A população sofrerá alguns prejuízos, mas deve entender que as greves do funcionalismo são mais do que justas, considerando a situação do não pagamento do 13o salário e do atraso nos pagamentos dos salários, dos proventos e das pensões, o que está endividando os funcionários públicos e os militares.
Ninguém consegue trabalhar sem ter como prover o seu sustento e o sustento da sua família.
Tudo indica que o Rio de Janeiro viverá o caos completo nesse início de 2017.





"Jornal O Dia
Crise faz militares usarem viaturas ou trocarem de batalhão para trabalhar 
Muitos servidores ainda não receberem salários e nem o décimo terceiro 
14/01/2017 15:35:40 - ATUALIZADA ÀS 14/01/2017 16:18:50
MARIA INEZ MAGALHÃES
Rio - Devido à crise financeira do estado, o comandante-geral da corporação e secretário de Defesa Civil coronel Ronaldo Jorge Brito de Alcântara autorizou as unidades a disponibilizarem viaturas para buscar em casa os militares que não tenham dinheiro para pagar a passagem. 
A autorização foi publicada no Boletim Interno da corporação no último dia 9. Muitos servidores ainda não receberam salários e nem o décimo terceiro. Para conseguir o transporte, o militar deve procurar a unidade onde é lotado com, no mínimo, 24 horas de antecedência do dia de serviço. 
No documento, o comandante-geral também veda a convocação dos militares para atividades que não sejam de emergências e autoriza, ainda, que os comandantes das unidades alterem a escala de 24x72h para 48x144h se houver interesse por parte dos militares (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

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