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sexta-feira, 21 de abril de 2017

URGENTE: POPULAÇÃO QUER SABER COMO ANDA A CASSAÇÃO DE PEZÃO E DORNELLES

ex-governador Sérgio Cabral e o ainda governador Pezão

Prezados leitores, a pergunta que a população do Rio de Janeiro se faz diariamente:
- Quando terá fim o sofrimento de ter Pezão e Dornelles como governantes?
Ninguém aguenta mais esse Rio de Janeiro onde nenhum serviço público funciona e onde nem os pagamentos dos servidores e militares estão em dia e todos querem escolher os novos representantes.

"Revista Piauí
E a cassação de Pezão e Dornelles, hein? Como anda essa história?
por LEANDRO RESENDE 19.04.2017 | 10H04 | 
ESTADOS 
Há dois meses, o Tribunal Regional Eleitoral cassou a chapa do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, e de seu vice, Francisco Dornelles. De lá para cá, a crise do Rio não deu trégua: a Companhia Estadual de Água e Esgoto (Cedae) teve sua venda aprovada pela Assembleia Legislativa, os casos de violência no estado chocaram o país… e a cassação parece ter caído no esquecimento em meio às delações premiadas da Odebrecht.
Na primeira vez em que falou sobre o assunto, em entrevista concedida à Rádio CBN, Luiz Fernando Pezão disse o seguinte: “Tenho muita tranquilidade com relação a esse processo. Já tive minhas contas aprovadas, e vamos, na hora certa, comprovar. Se não for aqui, vai ser em Brasília, no Tribunal Superior Eleitoral”. 
Esse momento chegou. Na semana passada, o TRE-RJ publicou no Diário de Justiça a rejeição ao pedido de recurso apresentado pela campanha. Alegou, entre outros motivos, que havia quórum na Corte para cassar a chapa do governador. Pezão decidiu então entrar com um recurso no Tribunal Superior Eleitoral. O processo aguarda apenas um parecer no Ministério Público Eleitoral.
Mas o que acontece no Rio se Pezão e Dornelles forem cassados? 
Na situação atual, faltando menos de 1 ano e 9 meses para o fim do mandato, o presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro teria 30 dias para convocar novas eleições, e elas, segundo determinação do TRE que segue mudança feita no código eleitoral em 2015, deveriam ser diretas, ou seja com voto popular. Nesse período, o presidente da Alerj exerceria o cargo de governador de forma interina (Leiam mais)".

Juntos Somos Fortes!

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