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sexta-feira, 14 de abril de 2017

DENÚNCIA: PRESIDENTE TEMER ESTARIA "AMEAÇANDO" SINDICATOS COM FIM DO IMPOSTO SINDICAL



Prezados leitores, nós recebemos o link da matéria que publicamos nesse artigo que trata de "ameaça" que estaria sendo feita pelo presidente Temer contra os sindicatos.
O nosso interesse com a publicação é fornecer subsídios de diferentes opiniões para que nossos leitores possam formar a própria opinião.

"Site VIOMUNDO
Altamiro Borges: Temer ameaça sindicatos; se não entregarem os direitos trabalhistas, ele acaba com imposto sindical
13 de abril de 2017 às 21h29 
Temer planeja quebrar o sindicalismo 
por Altamiro Borges, em seu blog 
Duas manchetes garrafais publicadas nesta terça-feira (11) confirmam que o covil de Michel Temer já fixou sua estratégia para golpear os trabalhadores. 
O Estadão estampou: “Reforma trabalhista mudará cem pontos da CLT”; já a Folha realçou: “Relator de reforma prevê fim de imposto sindical no país”. 
Ou seja: as forças golpistas, que foram financiadas pelo patronato, estão decididas a retirar os direitos fixados na Consolidação das Leis do Trabalho e, para isso, não vacilarão em quebrar a espinha dorsal do sindicalismo, asfixiando financeiramente as entidades. 
Esta estratégia confirma uma velha tese do intelectual britânico Perry Anderson, de que o neoliberalismo não combina com a democracia. 
A exemplo do projeto de terceirização, que foi aprovado a toque de caixa pelo jagunço Rodrigo Maia – presidente da Câmara Federal – e da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) de desmonte da Previdência Social, a contrarreforma trabalhista apresentada pela base governista é das mais cruéis para os que vivem de salário. 
Ela fixa que o negociado prevalecerá sobre o legislado. Ou seja: todos os direitos fixados em lei poderão ser anulados através da “livre negociação” – a livre negociação, em tempos de desemprego e retrocessos, entre a forca e o enforcado! 
Isto permitirá que “cem pontos da CLT”, como descreve o jornal Estadão, simplesmente sejam anulados. Jornada de trabalho, férias e adicionais, entre outros direitos, poderão ser extintos ou rebaixados nas “mesas de negociação”. 
Esta ofensiva do capital contra o trabalho tem gerado crescente resistência das forças populares – como se observou nas manifestações do Dia Internacional da Mulher e nos protestos massivos de 15 de março e 31 de março. 
Uma greve geral, convocada por todas as centrais sindicais, já está agendada para 28 de abril (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

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