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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

UPPs - IMPRENSA DEVE TER ERRADO AO NOTICIAR 3.000 PMs



Prezados leitores, tudo indica que o jornal Extra se equivocou na matéria sobre a reestruturação das UPPs com a saída de 3.000 PMs do projeto.
Na matéria consta:

"A Polícia Militar anunciou, na tarde desta terça-feira, que 3 mil policiais que atualmente cumprem funções administrativas nas Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) serão enviados para as ruas (Fonte)".

Obviamente não existem 3.000 PMs atualmente em atividades administrativas nas UPPs.
Isso significaria que quase um terço do efetivo empregado nas UPPs não está na atividade fim.
Penso que a informação deva ser corrigida para que a população não fique com uma opinião errada sobre a reestruturação das UPPs.

Juntos Somos Fortes!

11 comentários:

  1. Hoje de manhã no Bom Dia Rio, o CMT G Dias disse que são 3.000 e ainda numerou quantos vão para cada área. Só que dentre estes há CD, LTS, IFP, etc. Mas já é alguma coisa para a população que paga IPTU, Contribuição de iluminação pública, taxa de incêndio, IPVA,IR; ou seja, aqueles que verdadeiramente sustentam a máquina pública.

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  2. Fica evidente que os dados foram distorcidos, propositalmente é claro. Este contingente é oriundo da supressão do efetivo total de algumas UPPs (senão de todas). Um enxugamento com redistribuição para as UOp respectivas. Mas isso não iria ser dito claramente.

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  3. A burocracia e o confinamento de policiais nas seções sempre foi um desperdício. Vejamos: 38 UPPs com comandante, subcomandante, P1, P1, P3 e P4 (esquece a p5), mais três policiais em cada seção, mais dois motoristas para os dois primeiros, temos pelo menos 836 homens fora da atividade fim. Não considerei quem serva na CPP. Basta, né? Cada um deve ir para o quartel de meios próprios como qualquer mortal e todos devem atuar na atividade fim.

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  4. O Estado nao admite, mas decretou, finalmente, o fim dessas porcarias que só serviram para propaganda eleitoral, reeleger Sergio Cabral, eleger Pezão, promover capitães e matar inúmeros soldados. Não há e nunca houve 3.000 policiais burocratas em UPPs. No máximo tem um terço disso. Até na hora da morte são mentirosos. Vá a público, senhor secretário e comandante geral, e admitam que UPP foi algo bem intencionado, porém utópico porque nenhum outro braço da administração pública do Município, Estado ou União envolveu com a causa. Quem deveria fazer os projetos sociais nas favelas é a PMERJ? Sempre esteve tudo errado e a PM dando jeitinho ao fazer o papel de palhaço para político ganhar eleições, capitães o estatus de comandante, coronel estatus de coordenador e o infeliz do praça ganhar tiro de vagabundo e chicotada de oficiais. A PMERJ precisa ser reinaugurada sem o jugo da política.

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    1. Vdd. Lembro que a imprensa festejou policiais vestidos de palhaços para entreter crianças e conjuntos musicais formados pelos agentes das UPPs pata entreter adultos das favelas. Quem não lembra de bailes debutantes recheados de PM dançando valsa e servindo de idiota útil para o governante, e também das escolinhas de artes marciais e futebol? É claro que foi necessário negligenciar a segurança da população do asfalto para realizar tantos desvios de função e circo. O paradoxo é que os traficantes aproveitaram e expandiram os negócios (em todos os sentidos) enquanto a mídia dava cobertura: conquistaram territórios onde antes não ousavam desfilar e descobriram que poderiam cometer toda sorte de crimes (roubo de cargas, celulares, veículos, caixas eletrônicos, etc.), pois já não havia viaturas nem policiais que poderiam surgir repentinamente e lhes enfiar bala pelos cornos. Ora, só agora se deram conta que esses policiais estão fazendo falta no policiamento do Estado? Os dois últimos governadores, os dois últimos secretários de segurança e todos que assumiram o comando geral da PM deveriam responder perante a justiça, não só pelo aumento da criminalidade e vitimados, mas também pela associação criminosa que foi excelente para os traficantes. Mas isso aqui é Brasil, e assim como o dinheiro público parece não ter dono (pode ser roubado, desviado, jogado no lixo) crimes de autoridades não são crimes de ninguém. Nojo.

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  5. Coronéis Robson e Ibis fizeram parte da alta cúpula da PMERJ e assistiram de camarote a destruição da corporação, mas agora que são cooptados pelo esquerdismo cínico, doentio, fundado por Karl Marx e Lênin, aperfeiçoado por Gramsci, fazem palanque sobre os cadáveres de 98 policiais militares e filosofam como verdadeiros agentes da revolução cultural que destrói a sociedade brasileira. Sinto enorme vergonha quando lembro que vocês dois passaram anos e anos dentro da PMERJ. Malditos políticos.

    Sgt Foxtrot

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  6. É engraçado ver o FERNANDO VELOSO, ex chefe da polícia civil, na Globo questionando o porquê disso não ter sido feito antes. E ele esquece que a polícia civil não faz essas mudanças e não fez na época dele. Ele deveria ter vergonha, pois ele também está afastado da polícia civil a disposição do TCERJ

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  7. Qual é a escala de trabalho da polícia civil? E eles se mandam da delegacia a noite.
    Qual é a taxa de elucidação de crimes da polícia civil?
    Com a palavra Fernando Veloso Veloso.

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  8. DPO voltou. Só isso!

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    1. Pelo menos assim, nós é nossos familiares teremos reduzida a chance de levar um fuzil na cara até quando vamos à padaria comprar pão. Prefiro policiais militares patrulhando as ruas a ficarem nessas favelas apenas para morrerem ou serem hostilizados por favelados. Enquanto trinta e oito favelas ocupam nossos policiais, nós não podemos sequer comer uma pizza.
      Favelado não paga imposto nem gosta da polícia. Favelado gosta da zona que são aquelas pocilgas infestadas de traficantes.

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